jaki & joão…

atripa

Assunto: Liebezeit
“Fala, Mister!

Um caô rapidinho sobre o nome do batera do Can.

Liebe é amor. Zeit é tempo. Liebezeit = tempo de amor? A tradução é livre, como o tempo e o amor deveriam ser.
Por hora, o nome é relativamente popular por aqui e Jaki, na verdade era Hans, que é nada mais do que uma das milhares variações de João (Jan, Johanes, Hanes…).
Aquele abraço”
João

exorcizando…

“BBC TV Performance”: live-in-the-studio performance for the BBC, filmed on 30 November 1973, originally broadcast on BBC2 on 1 December, with a cast including Oldfield, his brother Terry (flute), Fred Frith (and other members of Henry Cow), Steve Hillage, Pierre Moerlen, Tom Newman, Mike Ratledge (Soft Machine), Mick Taylor, Karl Jenkins and others.

ronca.desenho3

a bula do #216…

216

the doors – “tell all the people”

the doors – “touch me”

michael kiwanuka – “black man in a white world”

gilber T & os latinos dançantes – “da ordem”

william onyeabor – ” body and soul”

laura nyro & labelle – “you really got a hold on me”

massive attack – “rising son”

cidadadão instigado – “o nada” (7″)

ronca.7

sugar – “a good idea”

sugar – “helpless”

h.czukay, j.wobble, j.liebezeit – “mystery RPS nº8”

czukay+

david bowie – “the voyeur of utter destruction”

carmela – “popstar” (demo exclusiva)

carmela

carmela – “popstar” (demo exclusiva)

gabor szabo – “witchcraft”

gabor

pete doherty – “hell to pay”

poliça – “lately”

josé mauro & ana maria badiana – “memória”

free_radio

weapon_tico

“this is the end” (j.morrison)…

brasil.allan

TERÇA, 24/01/2017, 06:00

Marchinhas politicamente incorretas estão na mira dos blocos do Rio

Entre as canções censuradas estão hinos como “O teu cabelo não nega”, “Cabeleira do Zezé” e “Maria Sapatão”. A polêmica divide opiniões: há quem defenda o caráter democrático da festa, já os críticos, dizem que as músicas ofensivas não devem fazer parte de uma manifestação popular.

Por Frederico Goulart

Foi das mãos do compositor Lamartine Babo que, em 1932, nasceu um dos hinos do carnaval brasileiro. Hoje, 84 depois, “O teu cabelo não nega”, encontra-se no centro de uma polêmica que agita o carnaval de Rua do Rio: afinal, qual deve ser o espaço das letras politicamente incorretas na festa? Há quem defenda uma lista de canções proibidas, na qual também estariam marchinhas como “Cabeleira do Zezé” e “Maria Sapatão”.

Algumas dessas músicas já estão fora do repertório do Bloco Mulheres Rodadas – que surgiu do movimento feminista. Uma das componentes do grupo, Renata Rodrigues diz que o corte de determinadas letras acontece após discussões internas. Ela defende que letras ofensivas não devem ter espaço em uma manifestação popular.

O veto às marchinhas de letras polêmicas está longe de ser um consenso, até mesmo entre os componentes de cada bloco. No Céu na Terra, tradicional grupo carnavalesco do Rio, a decisão de retirar “O teu cabelo não nega” do repertório não agradou a todos, como explica o diretor Péricles Monteiro.

Na visão de Rodrigo Rezende, presidente da Liga Carnavalesca Amigos do Zé Pereira – organização que reúne alguns dos principais blocos da cidade -, a discussão é importante. Mas não se pode perder de vista o caráter democrático da festa.

Ricardo Cravo Albin, pesquisador e crítico musical, não mede as palavras pra criticar a censura. Pra ele, cada momento tem seu tempo, e é uma tolice a desconstrução do que foi consolidado no passado e na alma popular.  Ele defende que temas como a mulher, a cor da pele e o homossexualidade sempre foram cantados durante o carnaval. Apagar isso seria negar a própria história da festa.

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