paralamas+nação+aTRIPA, ontem…

com a lua na platéia apontando para o futuro (museu) e para o passado (14bis)…

lua

os paralamas começaram a estremecer a praça mauá (entupida até o talo), exatamente, às 21h…

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para a situation atingir níveis descontrolados de cabeleira altíssima, a nação zumbi chegou disposta a colocar o edifício da rádio nacional no chão…

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a saideira com “que país é esse?” gerou um tsunami na novíssima (e espetacular) orla carioca… mas, felizmente, joão barone – tal e qual o maestro netuno com as baquetas em punho – regeu as marolas… que, imediatamente, picaram a mula.

foi nesse épico (aí sim, a palavra é necessária) instante que todos perceberam, com detalhes, aTRIPA ser representada com sagacidade-bravura-groove-elegância…

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que momentos!

( :

it’s a family affair…

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Assunto: especial family
“Pourra…sem comentários.

To aqui ouvindo mais uma vez rs. Ainda com a cabeleira altíssima. Muito bom poder ouvir um especial Family em pleno 2016, em celebração (não planejada e em uma coincidência maravilhosa) pelo meio século do surgimento da banda, como você disse outro dia na pizzaria, em nenhum outro canto do mundo aconteceu ou aconteceria algo similar rs. Viciante. Esse programa foi (como disse a MOJO em uma crítica sobre o lançamento do box deles) ” a very fine monument to a strange band” rs.
Merece até uma continuação… uma parte 2… que venha o especial do Streetwalkers rs. Se fita cassete eu ainda gravasse, essa ficaria em um canto especial da gaveta, ao lado do especial do Dylan, do Jeff Buckley…
Enfim, o programa sempre é excelente, mas espero que aconteçam mais especiais/mergulhos como esse, sobre o Husker du, Can, Grateful dead (fairport, Free, Incredible string band, etc), entre outros que ocupam um lugar especial no <3 da torcida do Ronca rs.
Valeu Mauricio, até + “

a casa caiu…

ferrare

Governador Valladares, a casa caiu. O governo da França proibiu as banhistas islâmicas de irem a praia de burkini, essa blindagem preta que faz graúna parecer pomba da paz. Preconceito, Gov. my Gov. Islãbofia, Gov. my Gov. Xenofobia, Gov. my Gov. Hidrofobia. Gov. my Gov. Quando namorei a afegã Maria da Grória (FOTO, À DIREITA DE QUEM VAI), que como toda muçulmana era de paz, amor, e uma vez escreveu com pólvora num muro de Cabul “Se a vida começasse agora/E o mundo fosse nosso outra vez/E a gente não parasse mais de cantar, de sonhar…/Que a vida começasse agora/ E o mundo fosse nosso de vez uouououououou…”. Foi lindo, minha nêga, digo, Aiatolá da Ronca’s Nation. pena que acabou o colorjet no final da frase, Maria da Grória foi pegar mais e uma granada caiu acidentalmente de dentro de sua burca. Claro, admito que foi desagradável. A engenhoca rolou, rolou e explodiu embaixo de uma van afegã com 37 crianças dentro, 45 na capota e um anão no volante. Gov. acidentes de trabalho acontecem. Não pudemos ver a vida sob a ótica obtusa como se  a existência se resumisse a um Uber singrando pelo litoral da Califórnia com direito a Shakira pagando boquete. Quero dizer que proibir burca em praia é golpe. Quando eu ia com Maria da Grória as praias e Voulhenrabah, ou no Piscinão do Turco, a burca dela era uma maravilha. De vez em quando ela metia a mão lá dentro e tirava um bacalhau a portuguesa, depois uma rodada de frangos e faisões. Você vai dizer “nem todo muçulmano é terrotista” e eu lhe direi, meu líder, nem todo muçulmano é russomano, escroto e terrorista assim como nem todo Nego do Bordel é albino, nem todo neymar é notório cidadão, nem todo havelange é o rei da ética. A bomba e o grelo convivem há milênios na cultura islâmica, como um casal de velcros. Porra, digo, ora as pessoas tem que entender que para Maria da Grória, jogar dinamite numa creche era como se você fosse largar um barro num botequim. Coisas da vida. Mulheres de burkini faziam merda? Faziam. por que? Porque toda mulher de burca tem o direito inconstitucional de bombardear o que quiser. O nome disso é empoderamento, capilaridade, superação, essas porras que as colunistas famintas do grobo escrevem. Ora porra, Ummagumma Ferrare, Praia da Bicah, Paquistão- Paquetá, parador. UK.

barra.muvuca.mosquito.ladrão X “especial family 5.0″…

atripa

 

Assunto: Sobre o ronca #193!

“Hello MauVal?

Ontem o meu dia foi terrivel:

-fui em reunião de nikiti para barra para saber que puxaram meu tapete em um de dois FREELAS
-Fui ouvindo o programa no celular pela segunda vez. Barra é foda! Tem lugar que sem carro só a pé!
-Na volta pra casa peguei o metro lotado pracacete do maracana até a carioca. sai do vagão quase sem braço. UMA MERDA. Gente pracacete!
– muvuca para pegar dinheiro no 24 horas para recarregar riocard
– todo mundo na rua igual a Carnaval só que em agosto
-barca lotada
-chegando em casa da descida do ônibus o motorista me avisa que quase deixou entrar dois dos mesmo bandidos que assaltaram o onibus dele no dia de ontem. iam assaltar de novo e com eu lá dentro dormindo. O motorista disso que viu reconheceu e não abriu a porta e se mandou
– chego em casa e roubaram minha linha de telefone na rua. o telefone ta mudo e internet hoje só amanhã
– tive que vir numa lanhouse para ver meus e-mail do dia
– aqueles mosquitos dos infernos de luz (cupins voadores acho) na rua inteira
– dia escroto

O que me salvou? Eu tinha baixado seu programa ontem de noite. Especial do FAMILY para ficar ouvindo até a internet voltar! É PUXAR SACO SIM mas…

MUITO OBRIGADO CARA!

Obs: Eu tinha conseguido os discos mas não ouvi direito. Só de maneira rápida aleatória. Com a sua seleção de músicas e do Ed vc fez uma coisa muito foda cara. Vc misturou o programa dele EMPOEIRADO com RONCA RONCA. Resultado? O melhor de todos! EVER! Esse foi o melhor que já ouvi do RONCA nesses mais de 10 anos tentando acompanhar.

VALEU!”

Jairo

bom pro muNdo…

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Assunto: Mais cabriocárico impossível
“Salve Mauval, Mauval véi

Saí da agência correndo pra almoçar com minha deusa e ouvi a homenagem no meio do especial do Family. Coração batendo forte e dancinha da vitória. É uma honra fazer parte do momento mais cabriocárico do rádio interplanetário. E essa música In My Own Time e todo o especial do Family
foi/é fuderoso(a)!
Incrível ver/ouvir o quanto tanta gente da música chupou (no bom sentido), mamou mesmo no som do Family. Bom pra nós. Bom pro mundo!
Tô feliz demais!
Um beijo pra você e pra toda família roNca roNca
e manda música manda música
que esse programa tá uma porra!”
Jenilson – Santa Luzia – MG

antes & depois…

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Assunto: Tudo em Família
“Salve MauVall,
Tenho que confessar: nunca me liguei em Family. O que ouvi, ouvi somente no roNquinha. E só! Nada mais!
Depois desse especial, com as historinhas, com a participação cabriocárica e ilustrativa do Ed Motta, a coisa virou meio que um a.F – d.F (antes de Family/depois de Family).
Pela primeira vez, me perdi na bula. Não consegui me achar de tão cabeleira alta que eu fiquei.
Talvez no #200 deva ter um mini-especial com o que não foi tocado e com os ouvintes que mandaram os emails. Hã?! Que tale?
Grande abraço,”
Edu
(curitiba)

sim, MAM, é uma adorável batatadinha (ou family X progressivo)…

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Assunto: Família!
“Maurição, que espetáculo o especial Family, engraçado que o shogun falou realmente procede, vi muita influência de Roger Chapman e cia em várias outras bandas muito mais famosas, Genesis, (fase Gabriel,que me tornei fã por sua causa) por exemplo e Jethro Tull…Como eu já te disse várias vezes, sempre tive um pé atrás com o tal som progressivo, mas nem sei se estou comentando uma “batatada” ao me referir o Family como progressivo.

Chapman é uma espécie de Joe Cocker/Richard Harris, Banda única, Banda Foda!!!

Agora tenho que arrumar um espaço na minha coleção de discos.

Cheers”

MAM

a bula olímpica do “especial family 5.0″…

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family – “drowned in wine” (ao vivo / 1972)

family – “scene through the eye of a lens” (7″ / 1967)

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family – “boots and roots” (it’s only a movie / 1973)

family – “the chase” (music in a doll’s house / 1968)

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family – “3 X time” (music in a doll’s house / 1968)

family – “stop for the traffic” (a song for me / 1970)

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family – “today” (old songs, new songs / 1971)

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family – “dim” (entertainment / 1969)

family – “strange band” (7″ / 1970)

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family – “song for sinking lovers” (a song for me / 1970)

family – “holding the compass” (anyway / 1970 / ao vivo)

family – “willow tree” (anyway / 1970 / ao vivo)

anyway

family – “larf and sing” (fearless / 1971 / vocal poli palmer)

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family – “in my own time” (7″ / 1971)

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family – “bolero babe” (bandstand / 1972)

family – “broken nose” (bandstand / 1972)

bandstand

family – “ready to go” (bandstand / 1972)

family – “face in the cloud” (entertainment / 1969 / vocal ric grech)

entertainment

family – “buffet tea for two” (it’s only a movie / 1973)

family – “burlesque” (it’s only a movie / 1973)

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