priceless (ou o mais importaNte de tudo)…

não vou te enganar… foi dureza colocar o #110 no ar…

durante o dia, pra azeitar o áudio do programa: desencontros, falta de comunicação, problemas técnicos…

e, pra finalizar, por volta das 21h, sem acesso à web.

tá bão?

tensão… e o help inoxidável + boa voNtade (manja?) dos amigos.

enfim, com um mínimo atraso o jumboteKo galgou parâmetros… around 22:15!

UFA!

corpitcho doído, garganta seca, cansaço, calor brutal… mas, ao início da madruga (1:30 da matina de quarta feira),

a leveza de mais um voo “tranquilão” rumo ao coraçãozinho d’aTRIPA.

e pra fechar a jornada, eis que chega a cereja do bolo…

a recompeNsa inigualável… as letrinhas que trarão o soNo reconfortante:

Assunto: #110
“Mauval, meu caro!

Como você bem disse agorinha no #110 (pq quero acreditar que foi agora mesmo, ao vivo, e no final das contas, foi), a questão do tempo ficou estatelada diante das novas possibilidades tecnológicas… e ainda que adore as novas possibilidades de ouvir o Ronquinha (ainda que chegue tarde em casa, ainda que o sono seja mais forte, ele estará no site, firme forte para o download!), nada como passar as últimas 2 horas de uma terça-feira ao som do Ronca Ronca. Sem dar pause. Sem ver a bula antes de ouvir o programa. E dormir feliz da vida por ouvir inesperadamente “Life on Mars?”!
Vida longa ao Ronca, voando mais alto do que nunca!
Abraços!”
Cesar  

o “extermiNador de burrice”…

Assunto: adentro
“Oi MauVal

Um adentro…adentro pode Shogun???
kkkk
Quero acrescentar q além de eu ficar menos burro tecnologicamente,
a cada programa com suas batatadas, informações e musicalmente
eu, assim como mtos ouvintes, tbm vamos ficando menos burros culturalmente e sonicamente (pode??)..
Valeu!!!”
josHy

confirmados pra hoje, aqui, às 22h, no #110…

o #110 vai chegar quente pra frente… tipo:

shogun não aguenta mais tanta quentura + rip rig & panic (com ari up),  buddy rich (ao vivo), roy harper,

the dead rocks, as 100+ de bowie (pela MOJO), “almost cut my hair” (CSN&Y), os baianos (os novos),

o rappa (ao vivo no roNca, em fevereiro2000), flavio abbes (novíssimo), dali’s car, CAN… & o diabo A4!

é às 22h, ok?

K7?

trip trip trip trip trip, aTRIPA…

Assunto: JUIZ DE FORA CALLING
“DÁ-LHE MAUVAL, COMO É QUE ESTÁ MEU AMIGO, TUDO BEM COM VOCÊ ?
DEPOIS DE UM TEMPÃO SUMIDO RETORNO PRÁ LHE INFORMAR QUE NA ÚLTIMA SEXTA-FEIRA ESTIVE LÁ NO TIMBOO COM O MÁRIO E SUA GALERA E A EXPECTATIVA MAIOR DELES É QUE VOCÊ E O SHOGUN APAREÇAM POR LÁ NO CARNAVAL, OK ? CARA, VOU TE CONTAR, O LUGAR É MESMO ESPETACULAR, BIRITA E RANGO DE PRIMEIRA E UMA GALERA BONITAÇA MARCANDO PRESENÇA POR LÁ.
CONTINUO ESCUTANDO TODOS OS PROGRAMAS, OS QUAIS GRAVO SEMANALMENTE E APROVEITO PARA TE PARABENIZAR PELA HOSPEDAGEM DO PROGRAMA EM SEU SITE.
UM GRANDE ABRAÇO E UM ANO NOVO FORTE EM GRANDES SONS E PROS SEUS PROJETOS, EXTENSIVOS AO SHOGUN.”
PAULO – JUIZ DE FORA
+
Assunto: GENNARO!!
“rapaz… fui atrás do guru do shogun no youtube…
sente o naipe da figura passeando pela terrinha…https://www.youtube.com/watch?v=Tp3BeRqi0Sk

SENSACIONAL!! sem palavras. (atenção especial para a hora em que ele tira um polvo de dentro das calças).
sou ouvinte do ronquinha há uns dez anos. estava desplugado desde a saída da finada oifm do ar. agora voltei a acompanhar pela rede! é bom saber que o mundo gira, aviões caem, vesúvios devastam cidades, mas o ronquinha segue sendo o canal pra quem é fissurado em música!
genial que nossos arqueólogos de plantão estejam desenterrando as aparições ao vivo o programa. frejat e ed motta no #109 foi espetacular!
cheers!”
André Rodrigues

​ – RJ​

paris, a cidade luz (ou zé, urgeNte, das ruas de paris)…

nosso chapaço zé mcgill (makula – SereS) reside, desde o final de 2014, na cidade luz.

há trocentos séculos a capital francesa nos ensina de onde vem o apito do trem…

ou como preferem os marujos: com quantos paus se faz uma canoa!

2015 começou com os parisienses no topo do planetinha… e nosso zé informa (em letrinhas & imagens exclusivas para o roNca):

“Maurição, estive ontem na manifestação pelas ruas de Paris, não tanto para participar, mas sim pra olhar, pra ver de perto o momento histórico… E não foi fácil acompanhar o negócio. Era muita gente! No metrô lotado, a caminho da manifestação, a sensação já era de claustrofobia, de lata de sardinha total. E, claro… de tensão paranóica com a possibilidade de outra cagada acontecer.   Ali mesmo, no metrô, já tomei o primeiro susto: as passagens eram de grátis! Fica difícil não fazer comparações com o Rio de Janeura… (Aí, quando se vai protestar, você paga passagem cara e corre o risco de apanhar da PM). Saindo do metrô, outro choque: tinha um desfile de carros de polícia e a população inteira aplaudia os policiais com entusiasmo. Um negócio bem esquisito pra carioca entender…   Fomos andando com a multidão e ficamos meio perdidos porque todas as ruas estavam lotadas. Decidimos ir para a Place de La Nation, o destino final da manifestação. Troquei mensagens e tentei encontrar Monsieur Rubinho Jacobiná, mas foi impossível. Rolava um vento gelado e constante, daqueles de cortar os beiços, e a cada 10 minutos surgia uma onda de aplausos na multidão e o povo começava a cantar a Marselhesa. Achei estranho de novo… a multidão cantando aquele verso do “sangue impuro”, o mesmo que o Benzema se recusou a cantar na Copa do Mundo, lembra?   Mas tinha coisas bonitas de se ver também… A massa na rua querendo dar uma resposta ao horror, muitos velhos e crianças (outra diferença pro Rio), essa coisa que eles têm aqui, desde antes da Segunda Guerra, de querer mostrar pro mundo que não vão se entregar ao medo, assim como os londrinos fizeram, em 2005. O pessoal exercendo o direito de cidadania, fanfarras, bandeiras de dezenas de países etc. Mas, na real, eu vi muita gente branca e poucos negros e árabes.   Ainda não deu pra digerir tudo o que aconteceu, e nem sei se vai dar. O que fica agora é um monte de perguntas que ninguém sabe responder, tipo: o que será da relação (que já era tensa) entre e a Europa branca e os muçulmanos daqui pra frente? E a relação com os latinos, como eu? Vai rolar uma ascensão dos reaças e da ultra-direita como reflexo dos últimos acontecimentos? E a paranóia, vai se instalar aqui como aconteceu nos EUA pós 11/9? Também aqui somente as baratas e os discos de vinil irão sobreviver??   Enfim, só sei que JE SUIS JOSÉ ANTONIO DANTAS, vulgo: Zé McGill. E só isso já é bem complicadinho, manja?   Seguem umas fotocas anexadas. Abraço” Zé

roNquinha no bailão, ontem, no armazém4…

mamãe… desconexão total com a crosta terrestre!

mais uma vez, agradecimentos mil pela ULTRA-MEGA gentileza colocada em meu colo por mister peNNa.

aqui clicado, pela xeretinha, no exato momento em que passava o som da festa para as garras do roNca…

diante de três mil testemunhas que ouviram, a seco, o “por que” da minha participação no bailão…

e configurou blublu forte em meu zoinho… casca… UFA!

veja bem quem estava inoxidavelmente presente…

com a sonorização por nossa conta, bernardão & os seletores embalaram o ambiente com três petardos seguidos …

retirados de seus dois discos mais recente… e com ele bailando no dancefloor… yeah!

também frequentaram a pista em uma hora de desorientasom:

mundo livre s/a, bezerra, “el arbi”  (je suis khaled), clara nunes, paulinho boca (gravado LIVE no roNca),

joão brasil (“baranga”), paralamas (“o beco”, entortou o armazém!), sidney magal (cacilds!),

o síndico (“bom senso”, até os piratas cantaram), dona onete, tosh (legalizaNdo!)…

muitas vinhetas do roNca ecoaram pelo cais do porto carioca (skylab, seun, ottinho, “pau comer”) e

“juízo final” com nelsão (abrindo os sirviços)!

grande parte d’aTRIPA chegou a nado, felizona…

®esistro & z´ enquanto secavam os corpitchos na brisa portuária tendo a lua por testemunha…

e, pra fechar, claro, não podia faltar o boNde do bond…

( :

nathanael pediNdo (ou a diversidade inexorável d’aTRIPA)…

Assunto: Pedido de músicas

“MauVal e seu Ka-Tet RoNca RoNca,

Há muito sou fã do programa, escuto desde os tempos de escola, e criei o hábito de passar minhas noites ouvindo e reouvindo as inexoráveis músicas que me eram trilha sonora nas terças-feiras.

Vim diretamente da Tripa para pedir essas músicas, principalmente a primeira que me é inexoravelmente supimpa aos ouvidos, apesar de as outras serem triplamente “rochedas” em mesmo nível. Espero que gostem:

01) “Almost Cut My Hair” dos inexóraveis Crosby, Stills, Nash e Young. O álbum “Déjà Vu”, de 1970, foi tão sensacional que ficou na colocação 147 dos 500 melhores álbuns de todos os tempos, segundo a revista Rolling Stone.

02) “Never Gonna Give You Up” De The Black Keys. Apesar de o single relembrar o clássico homônimo e notório de Rick Astley, não devemos nos ater a picuinhas. O álbum de 2010 “Brothers” (um dos meus favoritos) também conta com as fantásticas “Sinister Kid” e “Unknown Brother”

03) “Nowhere To Run” de Martha Reeves and The Vandellas no álbum de 1965 “Dance Party”. Vocês devem se lembrar da versão de Arnold McCuller do clássico filme The Warriors, conhecido aqui no Brasil como Os Selvagens da Noite. O tema principal do filme, de Barry De Vorzon, também é uma preciosidade.

04) “The Happy Rag” de George Bruns & The Wonderland Jazz Band com o álbum de 2007 “Deep In The Heart of Dixieland”. Um Ragtime de soltar a franga, pisando na jaca com a porca torcendo o rabo, manja?

05) “Herói Moderno” de Piry no inefável álbum de 2010 “Brazillian Guitar Fuzz Bananas”.

06) “The End of the World” de Skeeter Davis no álbum ”Skeeter Davis Sings The End of the World” de 1963. Uma lenda.

Grato pela sensacional atenção de Vossa Roncanissíssima Inexorabilidade,

Continuem deixando extasiados todos os brotos e pãezinhos da Tripa por muitos anos ainda.

Abraços.”

Nathanael