ííííííííííííííííííííídolo…

aTRIPA é um conglomerado de ídolos… meus!

combustível… total!

volta e meia (quase sempre), reverencio esses monumentos à “cabeleira altíssima”, procede?

hoje, caio de joelhos por conta da leNda zé (da maré)!

pois bem, a peça encarou a dutra e esteve cara a cara com grant hart, ontem, na galeria olido (SP)…

“Acabei de voltar do teatro da galeria Olido, onde o Grant tocou pra cerca de 180 pessoas (mesmo sendo gratuito, muitos lugares estavam vazios).Gostei bastante, apesar de achar que varias musicas (principalmente nas do Husker du) perderam muito com a ausência da bateria e do baixo (não poderia ser diferente, no caso deles, acho).Foi so guitarra e gogó. Grant Hart , gente finíssima, fez questão de cumprimentar o pessoal do publico antes e depois do show (quando ele autografou o meu New day rising).Valeu a viagem, emocionante ver; ouvir clássicos do warehouse, flip your wig, New day rising, além de algumas de sua carreira slo, em cerca de uma hora e meia de show.
Seguem alguns clicks em anexo (depois mando outras,, tirei do celular de uma amiga , esqueci de levar a camera, rs ).
Abraco”

bruce, as músicas…

segue o repertório de bruce, quinta feira passada, em santiago:

1. We Take Care of Our Own
2.Wrecking Ball
3.Badlands
4.Death to My Hometown
5.Spirit in the Night
6.The E Street Shuffle
7.My City of Ruins
8.Atlantic City
9.Johnny 99
10.Cadillac Ranch
11.The River
12.Because the Night
13.She’s the One
14.Darlington County
15.Working on the Highway
16. Shackled and Drawn
17.Waitin’ on a Sunny Day
18.The Rising
19.Thunder Road
20.Land of Hope and Dreams

Bis:
21.Manifiesto (Víctor Jara cover)
22.We Are Alive
23.Born in the U.S.A.
24.Born to Run
25.Dancing in the Dark
26.Tenth Avenue Freeze-Out
27.Shout (The Isley Brothers)
28. Rosalita (Come Out Tonight)
Bis:
29.This Hard Land

ferrare no festival…

Governador Valladares, você deveria estar perguntando por onde eu ando, mas certamente não está. Não que você queira que eu me estrepe no lombo desta vida, mas que pimenta na rabiola dos outros pra você é Sukita, isso é.
Eu e Baldinha Ferrare, minha concubina e esposa, estávamos presos, Gov. my Gov. Presos, incomunicáveis no Nepal, para onde Baldinha cismou de ir dizendo que “Ferra, meu rei, aquilo lá está cheio de artistas da Globo, e eu posso fazer um boqueteamento milionário naquelas montanhas”.
Convencido por Baldinha e pelo desejo público de degustar Aurora Mautner, a mais maravilhosa mulher que surgiu no Brasil desde Carlota Joaquina (Baldinha vai saber disso agora, lendo essas trêmulas e punhetais linhas) e que um dia vai permitir que eu chame seu pai, Caetano, de sogrão, fui pro Nepal. Lá chegando, Gov. my Gov., Baldinha saiu colando reclames pornôs nos orelhões da capital, Catmandu, onde os artistas faziam o surubão, digo, gravavam uma novela.
No décimo orelhão, a polícia nepalesa (FOTO) pegou baldinha. Os policiais, de cabeça raspada e roupas de rare khrisna, meteram a porrada na minha anã, Gov. my Gov. Para piorar, achando que ia corromper a polícia budista, Baldinha tacou a mão nas genitálias dos policiais na esperança de que eles concordassem em nos soltar, mediante um boquete coast to coast que só ela sabe fazer. Baldinha não sabia, e muito menos eu, que eles eram eunucos e gays, nessa ordem.
A cana foi dura, Gov. my Gov. Baldinha foi atirada a uma jaula cheia de africanos, traficantes de vacas, que a estupraram ao longo de 22 dias e 22 noites. Para meu desprezo e nojo, eu ouvia Baldinha dizendo “se ser presa no Nepal é dar, dar, dar, vou virar assaltante, hahahahaha”. Piranha!!! Em meus sonhos, ela, Aurora. Aurora, minha deusa. Aurora, paixão que gostaria de levar por essa vida, mas ela nem sabe que eu existo.
De repente, um caminhão parou na delegacia, lotada de policiais carecas e de túnicas vinho. O caminhão leva o esgoto do Nepal e joga na China, já que no Everest, evidentemente, não tem encanamento. Foi quando eu soube que aquele carregamento de merda ia para o Rock in Rio, se apresentar com a bunda Muse, de Nova Iguaçu.
No volante um guitarrista chamado Bruce Lee Spring, cujo pai já tinha sido motorista de ônibus e que vai tocar na quermesse do Rock in Rio. Durante a viagem, Bruce cantou 17 horas seguidas mostrando uma boa forma.
Eu e Baldinha nos jogamos no cocô e fomos para o Rock in Rio. Antes, defequei no meio da rua em homenagem a ela, minha Aurora.
Chegando ao Rock in Rio deparei-me com uma repórter de TV que me achou parecido com Pelé. “Não fode, minha filha” rosnou uma Baldinha enciumada, mas a repórter insistiu: “Quantos Rock in RioS vocês já foram?”. Respondi, pensando em Rui Barbosa: “nesse plural que você peida pela boca, nenhum minha querida.”
Meu plano era alugar meus ombros para as adolescentes pularem e, evidentemente, gozarem. Aliás, a platéia de adolescentes foi o que salvou naquela cloaca, Gov. my Gov. Um repórter falava em “cena índia” quando, qualquer Simonal sabe que “indie” significa “independent” em inglês. Pelo menos nas penitenciárias de UK, Rio, RJ, os pavilhões “indie” são de bandidos que agem sozinhos, sem quadrilha.
Chato pra caralho aquele Dinho Ouro Branco, hein,? Aluguei meus ombros a 5 reais por música, só para meninas, mas elas não tiveram nenhum orgasmo. Só falavam no tal do Muse, Muse, Muse que, quando começou a tocar, senti saudade da cela no Nepal. Puta qui parille. Ummagumma Ferrare, saindo da cidade do Rock rumo a cama de Aurora.

HOJE…

UAU!

e o melhor de tudo: grant hart já está em são paulo…

jogando pelo ralo as possibilidades de não vir ao brasa!

afinal, recentemente, ele cancelou algumas datas no U.K… sem maiores explicações.

infelizmente, não poderei testemunhar a passagem dele pela galeria olido!

buáááááááááááááááá!

eu trocaria, tranquilamente, mould & bruce por meia horinha na frente de grant hart! mole!

cacilds… sou muuuuuuuito fissurex no caboclo.

tenho ceretza que esse show de hoje irá se juntar à passagem do white stripes por manaus (2005) como os

meus maiores arrependimentos musicais!

pode ser que alguns componentes d’aTRIPA estejam lá para contar a experience!

( :

balança a cabeleira, toquiNha…

Subject: RE: o quarentinha…
“Fala Mauricio Danaaaaado.Bicho, não sei aonde você está agora mas, eu sentí o ronca aqui na veia, a brisa bateu forte e total.
Mas te escrevo para dizer que, depois de 1/2 dúzia de latinhas apenas e rodando pela página do ronCa depois de alguns dias, bicho!!! eu ví os quarentinhas do asfalto rodar, isso mesmo, essas rodinhas dos 40kms do asfalto estavam rodando como vinis, mermão cada um pra um lado. Porra como é importante este programa pra gente, bicho manda bala sem pararrrrr e inté próxima terça ou maissssssss.
Obrigado sempre.”
toquinhasss GB

diz aqui, z´ (da mar´)…

“E aí Maurício, vai no Grant Hart?Se tudo correr bem, devo chegar por lá no amanhã mesmo.

Estou cogitando a possibilidade remotíssima
de ficar por sampa uns dias a mais e ver o show do Bruce por lá.É o único show que eu queria  ver nessa bagaça de “rock” in rio, mas

acho que simplesmente não compensa o perrengue de ir até lá (nem que eu quisesse, os ingressos evaporaram em poucas horas). Esse rock in rio é vendido com uma cara de “padrão fifa” (só faltou gente tirando foto com o caveirão na porta rsrsrs), mas segundo relatos, tudo está uma grandessíssima porcaria.Seria de qualquer jeito (ao menos em alguns aspectos que não tem a ver apenas com o rock in rio, mas com festivais e grandes aglomerações em geral)…hoje teve até merda saindo pelo ladrão, rsrsrs… em sampa, o show do Bruce vai ser em um lugar bem menor (no máximo 8 mil cabeças), em um show só dele, pela metade do preço  que você (não) encontra pro show dele aqui.Enfim, a conferir se vou conseguir ou não, rs.

Sobre o Bob Mould, fiquei feliz com o show, e a confirmação aos 45 do segundo tempo.Mas na página, alguém escreveu algo muito pertinente que faz pensar sobre a maneira com que tudo é elaborado (sem querer ser chato que reclama de tudo, até de um show do Bob Mould nessa cidade):

“Contente pela a realização do show. Mas, com todo o respeito aos fãs, o Queremos esta virando uma patifaria. Perdeu todo o sentido e propósito. 12 dias de campanha, faltando menos de duas horas para o término do prazo e com apenas 50% dos ingressos vendidos, os próprios produtores vem e bancam o show. “Sucesso” e blábláblá… Não é primeira, nem a segunda, tão pouco a terceira vez isso que isso acontece. Esta virando rotina. O Queremos se transformou em um serviço de pré-venda de shows confirmados. Financiamento Colaborativo, não mais.” ( Marcos Luiz).    http://www.queremos.com.br/concert/2013/10/RJ/bobmould

Tudo o que ele escreveu é  verdade.Até que ponto nós de fato estamos fazendo o show acontecer? Ou seria um certo disfarce pra minimizar os riscos dos produtores, como uma maneira de vender algumas centenas de ingressos antecipados pra um show que já está “confirmado”, mesmo que digam o contrário, e confirmado o show, encarecer o ingresso pra dar a ilusão de “promoção” aos que compraram antecipadamente?   Além disso, o “queremos” é de fato um “queremos!”, disposto a se arriscar e realizar campanhas mais abrangentes, ou é apenas um “eles querem” (que às vezes, nós também queremos juntos a “eles”, e participamos da campanha…) ?

Enfim, nesse sábado vai rolar esse show de graça do Hermeto Paschoal no Largo do Machado, fica a dica pra torcida :http://riocult.wordpress.com/2013/09/12/sesi-in-jazz-apresenta-hermeto-pascoal-de-graca-no-largo-do-machado/#more-3785
Abraço, até +   🙂  “