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peraí, bicho! psit, folha, para… tá?

pensa bem, se o “jornalista” da folha de são paulo foi capaz de escrever algo como as letrinhas acima, tens noção por onde mais a peça circulou?

prestenção nessa outra pérola do conteúdo cultural…

mamãe… o responsável pelo “texto” não tinha a menor idéia do assunto. chega a ser cômico como que um fato pra lá de historicamente conhecido (o festival de altamont) é jogado no chão, pisoteado, esquartejado e – consequentemente – transformado em algo sem conexão alguma com o tema do “artigo”… é o tal lance, tão difícil quanto fazer 13 pontos na loteria é fazer zereta… e nosso “redator” conseguiu.

a interpretação que a folha publicou sobre as imagens de altamont, recentemente encontradas, não merece ser divulgada aqui… basta procurar quem quiser chorar e se lembrar dos muitos jornalistas desempregados.

mas para manter a informação correta no ar, ficam AQUI as letras de josé emilio rondeau sobre a novidade.

zé emilio conta pra gente…

Vídeo viraliza e turbina vendas de single de 1981

Você já deve ter visto o vídeo da série Twins React onde os irmãos Tim e Fred Williams, gêmeos de 22 anos, reagem ao ouvir pela primeira vez a música “In the Air Tonight”, de  Phill Collins, sucesso de 1981, 17 anos antes dos rapazes terem nascido.

É sensacional ver os dois quando entra a bateria entra forte, após cinco minutos de comentários sobre o clima e a letra da música, e os dois se apaixonam de vez por ela, dançando sentados.

Mas o que você talvez não saiba é que o vídeo dos gêmeos viralizou de tal maneira (já acumulou mais de 4 milhões de visualizações desde que foi postado, em 27/7) que as vendas digitais da música cresceram 1.100%, em comparação aos dois dias anteriores, com 4.600 pessoas baixando “In the Air Tonight”, conforme a tabulação da empresa de TI Alpha Data.

Tio Phil agradece.

diz pra gente zé emilio…

prince.tico

Em 1996, Prince havia rompido com a Warner Bros – onde gravara toda sua obra até então, mas de quem passou a se considerar “escravo” – e se preparava para lançar seu primeiro álbum como “homem livre”. O álbum triplo, apropriadamente chamado “Emacipation”, sairia em selo próprio, NPG (sigla para New Power Generation), distribuído pela EMI.

Para badalar essa nova fase, Prince – agora se apresentando ao mundo com um novo nome, um símbolo impronunciável – montou um mega-evento em Pasiley Park, seu estúdio em Mineápolis, reunindo a imprensa do mundo inteiro e diretores das representações internacionais da EMI.

Eu estava lá.

Na primeira parte do evento, o artista-previamente-conhecido-como-Prince montou uma audição do novo disco para o pessoal da EMI (dentre eles Aloysio Reis, do Brasil, e Camilo Lara, do México – então um meninote, mais tarde a alma e o cérebro do sensacional Mexican Institute Of Sound) e, em seguida, fez um show de QUATRO horas espetacular, cobrindo toda sua carreira e mostrando as músicas do novo disco.

Tudo regado a água, suco e refrigerante! Nada de álcool. Nem uma gota!

O que deu a todos energia para ficar alerta e ligado até o final do show – e para voltar na manhã seguinte, quando o artista daria entrevistas de divulgação.

Com um detalhe: era proibido gravar a entrevista. Tudo deveria ser anotado.

Não vou lembrar do conteúdo da entrevista nem do que foi feito dela (possívelmente saiu na revista Bizz, mas não tenho certeza). Mas a oportunidade de ver Prince quebrando tudo em situação tão íntima – numa espécie de galpão, num palco relativamente baixo, mas larguíssimo, sem cenário algum, apenas uma cortina no fundo – e especial (tinha visto o show da turnê de 1988, em Los Angeles, num ginásio, mas aquilo era outra coisa) tornou-se uma memória preciosa.

Que, ironicamente, tristemente, só voltou à tona quinta feira.