fazendo história

adelzon alves no SGR#12, hoje, às 23h, no dial e web…

o Rádio em sua forma mais verdadeira e inoxidável, logo mais, às 23h, na rua do russel 434… um programa que será cravado a fogo em nossos corações… e que, sem nenhuma dúvida, restará sobre o solo terrestre junto com as baratas e os discos de vinil depois do apocalipse… que, segundo adelzon, será mental (isso, o apô verdadeiro que vem aí fará a humanidade deixar de pensar. mamãe!). portanto, tudo faz mais sentido ainda.

são salvador…

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imperdível

rádio globo AM, FM e web

98.1FM rio, 94.1FM são paulo, 97.1FM recife, 102.1FM santos

cheers

(fotografia de carlos alberto)

lembrando (sempre) que adelzon alves é o responsável pela existência artística de paulinho da viola, martinho da vila, nelson cavaquinho, cartola, joão nogueira, dona ivone lara, djavan (ele mesmo), os tincoãs, clara nunes, jovelina perola negra, zeca pagodinho, bezerra da silva, candeia, roberto ribeiro e trocentros outros autores e intérpretes… além de ter aproximado – no programa – os gigantes jackson do pandeiro e luiz gonzaga!

o puro sangue paraguaio…

cerro

o clube cerro porteño, de assunção, acaba de inaugurar seu novo estádio “la nueva olla”

e o globoesporte.com informa:

Cerro Porteño inaugura estádio erguido por torcedores e com gramas de 2014

Em menos de três anos, time paraguaio constrói “Nueva Olla”, que custou 5% do Maracanã e teve ajuda de 40 torcedores membros de organizada do clube.

Enquanto vários clubes brasileiros sonham com um estádio próprio, o Cerro Porteño, um dos dois maiores clubes do Paraguai, inaugura sua nova casa. E com um preço de dar inveja a qualquer clube do Brasil: 22 milhões de dólares (cerca de R$ 69 milhões), o que corresponde a 5% do preço do Maracanã (R$ 1,2 bilhão). “La Nueva Olla” levou dois anos, oito meses e 18 dias para ser construído…

+AQUI

“incendeio esses tempos glaciais”…

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Quando eu canto o seu coração se abala
Pois eu sou porta-voz da incoerência
Desprezando seu gesto de clemência
Sei que meu pensamento lhe atrapalha
Cego o sol seu cavalo de batalha
E faço a lua brilhar no meio-dia
Tempestade eu transformo em calmaria
E dou um beijo no fio da navalha
Pra dançar e cair nas suas malhas
Gargalhando e sorrindo de agonia
Se acaso eu chorar não se espante
O meu riso e o meu choro não têm planos
Eu canto a dor, o amor, o desengano
E a tristeza infinita dos amantes
Don Quixote liberto de Cervantes
Descobri que os moinhos são reais
Entre feras, corujas e chacais
Viro pedra no meio do caminho
Viro rosa, vereda de espinhos
Incendeio esses tempos glaciais

(Alceu Valença)

to sir with love…

John Aloysius Fahey (February 28, 1939 – February 22, 2001) was an American fingerstyle guitarist and composer who played the steel-string acoustic guitar as a solo instrument. His style has been greatly influential and has been described as the foundation of American Primitive Guitar, a term borrowed from painting and referring mainly to the self-taught nature of the music and its minimalist style. Fahey borrowed from the folk and blues traditions in American roots music, having compiled many forgotten early recordings in these genres. He would later incorporate classical, Portuguese, Brazilian, and Indian music into his œuvre.[1] He spent many of his later years in poverty and poor health, but enjoyed a minor career resurgence with a turn towards the more explicitly avant-garde, and created a series of abstract paintings during the last years of his life. He died in 2001 from complications from heart surgery. In 2003, he was ranked 35th in the Rolling Stone “The 100 Greatest Guitarists of All Time” list.[2]

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