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big papa…

sodade arretada dessa dupla: big mama & big papa!

kátia & carlos (cubano) ofereceram a partir de 2007 uma das principais lojas de discos on earth, a big papa!

situada na galeria nova barão, em são paulo, a loja sempre seguiu o ensinamento de duke ellington exibindo – apenas – música boa… com peso forte em jazz e doiderinhas, D+!

estiveram em algumas feiras aqui no dejaneura mas como carlos sempre se incomodou muito com com a “tiração de onda do vinil” e com o “gosto duvidoso” da maioria dos frequentadores desses eventos… desistiu de participar das feiras cariocas.

infelizmente, carlos foi atropelado por uma depressão mega cascuda e se afastou da loja. kátia não conseguiu seguir com o estabelecimento… e fechou a porta em 2023!

a galeria nova barão é o principal pico do comércio de discos no brasa com dezenas de lojas… mas a tristeza é profunda em não mais encontrar a big papa na pista!

sodade eterna e agradecimento gigante ao casal!

em junho2014…

“música boa de todo canto” (kátia pimentel)

pedro martinelli, o fornecedor do magrão…

Subject: Canal 12 – Memoria Fotografica

“Mauricio Saudações

vez em quando me atrevo aqui desde o planalto paulista
Pedro Martinelli, Sergio Berezovsky, Roberto Setton, Ronaldo Kotscho
 ETTORE cHIEREGUINI João Castellano, JF Diorio, Rodrigo Coca
Joca Duarte.  André Schiliró,  Alessandra Cabral, Daniel Augusto JR., Ed Viggiani
Esses fotógrafos e outros não citados aparecem falando de suas carreiras e como conseguiram fotos icônicas do universo corinthiano.
no CANAL 12 do fotógrafo Daniel Kfouri sob a aba MEMÓRIA FOTOGRÁFICA.
sensibilidade, humanidade, talentos
Pedro Martinelli – look alike Robert Wyatt – o fornecedor de cigarro do Dr Sócrates.
Abraços”
Pedro

record store day com a nena…

a exibição dessa postagem da nena – que começou a colecionar vinil em 2022 – tem o único objetivo de mostrar como o público do RSD se transformou nos últimos anos.

a primeira edição do record store day aconteceu em 2008 para incrementar as lojas independentes de discos na europa/USA/japão… com ações de lançamentos exclusivos.

ok, o mundo girou, o bolo cresceu, o vinil ganhou $tatu$, os olhos arregalaram e o que era um “vamos dar as mãos para não sumirmos” se transformou radicalmente.

e, claro, a ideia inicial de satisfazer principalmente as ratazanas experientes no mercado de discos, abriu espaço para a chegada de uma multidão de intere$$ados em música moldada pela digitalização e pelo consumo muito mais da imagem que do som.

que a nena seja muito feliz nas próximas edições do RSD… beijoca!