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segue a barbárie…

16/04/2012 – 11h59

Médico que tratou Zezé diz que Dylan sofre de “fadiga” na voz e precisa reaprender a cantar

André Piunti e Diego Assis
Do UOL, em São Paulo
  • Cantor e compositor Bob Dylan durante show no festival London Feis no no Reino Unido (19/06/2011)Tão antigo quanto suas canções de protesto, o debate em torno da voz de Bob Dylan o acompanha desde seus primeiros passos na música, nos anos 60. Tentativas –não necessariamente mal-intencionadas– de classificar seu canto rascante e anasalado ao longo das décadas incluem pérolas do tipo “é como se uma lixa soubesse cantar” ou “é uma voz que soa como areia e cola”.

Perto de completar 71 anos, em maio, o cantor e compositor norte-americano que está em  turnê pelo Brasil nesta semana continua desafiando –e incomodando– público e crítica, especialmente quando se apresenta ao vivo.

“Ele deveria ter avisado o público para trazer protetores de ouvido. Dylan nunca foi exatamente um cantor convencional, mas hoje em dia os sons ásperos e quebrados que ele emite dificilmente podem ser considerados como canto”, decretou um crítico do jornal “The Guardian” após um show do músico em Londres, em 2010.  Na apresentação deste domingo (15), no Rio, sua voz foi descrita pelo UOL como “fanhosa como sempre” e “mais rouca do que nunca”.

Como o Dylan produzia o timbre na garganta e, com a idade, os músculos vão perdendo a força, ele vai precisar forçar cada vez mais os músculos da garganta para alcançar aquele timbre de antigamente

Luiz Cantoni, médico otorrinolaringologista

Mais que uma “questão de estilo”, pode haver explicações médicas para que faixas como “All Along the Watchtower”, por exemplo, pareçam soar, por vezes, irreconhecíveis para quem vai ao show.

“Não tem como dizer se há algum problema nas cordas vocais sem um exame, mas o que pode ser notado no Bob Dylan é uma fadiga comum a quem canta sem técnica”, afirma ao UOL Luiz Cantoni, médico otorrinolaringologista que cuida das vozes de nomes como Zezé Di Camargo, Frejat e Galvão Bueno.

“Para entender, a gente pode comparar [a voz de Dylan] com um exemplo de técnica, que é o Paul McCartney. Você não nota no Paul essa fadiga, mesmo com a idade, pois ele utiliza técnica para cantar, e não a garganta. Como o Dylan produzia o timbre na garganta e, com a idade, os músculos vão perdendo a força, ele vai precisar forçar cada vez mais os músculos da garganta para alcançar aquele timbre de antigamente”, explica o médico.

De acordo com Cantoni, a melhor maneira de Dylan voltar a ter “aquela voz que todo mundo conhece” seria reaprendendo a cantar, em um intensivão de pelo menos três meses. “Ele teria de ir atrás de técnicas, que são capazes de dar aquela voz para ele”, defende o médico, que, quando não está atendendo pacientes, também se aventura diante do microfone. Segundo ele, a técnica correta para cantar sem danificar as cordas vocais consiste em utilizar o diafragma, em vez da garganta, para emitir o som.

“Em uma aula, a pessoa já percebe que ali há algo diferente, a reação é imediata. Mas, para aprender e pôr em prática, como em qualquer comportamento humano, é necessário que o ensinamento seja repetido por três meses para entrar no automático”, garante.

Pacientes famosos


Três anos depois ele voltou a me procurar em uma situação que é triste você ver um artista. Digo que aquele cara que entrou no consultório nem era o Zezé Di Camargo. Ele se disse desacreditado, que se sentia mais um ator do que um cantor, e assumiu que precisava de ajuda

Luiz Cantoni, médico otorrinolaringologista

Mas nem sempre aulas de canto e correção postural dão resultado sozinhas. Para fazer Frejat voltar a cantar “Bete Balanço” até o fim –“uma música que não exige muito”–, Cantoni teve de operar o cantor em 2004. “Ele veio como um grande desafio. Eu precisava colocá-lo no palco em um mês para o relançamento do Barão Vermelho”, lembra. “O Frejat foi muito humilde e sincero em assumir que tinha chegado ao limite e que precisava fazer alguma coisa. A gente não tinha unanimidade nem dentro da Warner, cheguei a ser questionado, mas a cirurgia correu bem, ele voltou a cantar, lançou o Barão e meu nome começou a circular entre os artistas de mais nome”.

Entre esses nomes estava o de Zezé Di Camargo, que para voltar a acertar os agudos de dez anos atrás no tradicional refrão “É o amoooooooor…” também teve de se submeter a cirurgia.

“Quando eu conheci o Zezé, o problema dele ainda estava no começo. Como ele tinha medo de operar, preferiu fazer aula de canto, mas o caso dele era cirúrgico, aula não ia resolver. Três anos depois ele voltou a me procurar em uma situação que é triste você ver um artista. Digo que aquele cara que entrou no consultório nem era o Zezé Di Camargo. Ele se disse desacreditado, que se sentia mais um ator do que um cantor, e assumiu que precisava de ajuda”, lembra o médico.

O motivo da “voz rachada” do sertanejo era o rompimento de um cisto em uma das cordas vocais, que teve de ser tratada e refeita.

“Em três dias ele já estava falando como não falava havia anos”, afirma. “Com a corda vocal sem o cisto, Zezé precisaria reaprender a utilizar a corda vocal. Mas se ele está feliz e curado, eu tenho que respeitar a vontade dele. Sou amigo e médico do Zezé e, sempre que posso, falo pra ele mudar um movimento, tentar algo novo, mas não tenho direito a forçá-lo a fazer uma terapia”.


Como a agenda profissional dele é muito cheia, ele ainda tem receio de mexer diretamente nas cordas vocais. Para quem vive da voz, o medo é algo a ser trabalhado com mais cuidado

Luiz Cantoni, médico otorrinolaringologista

Com o caso de Zezé resolvido, o médico afirma estar atento a outro paciente famoso: o locutor da Globo Galvão Bueno. “Como telespectador, eu acompanhei aquele Brasil e Holanda em que ele ficou com um pigarro incomodando, na Copa de 2010. Uns 20 dias depois do jogo ele me procurou, indicado pelo Zezé. Ele chegou muito para baixo também, falando em encerrar a carreira, com medo de ter que fazer cirurgia”, revela o especialista, que diagnosticou a presença de fungo nas cordas vocais de Galvão. “Para o alívio dele, o tratamento era clínico, não necessitava de cirurgia. Mediquei o Galvão e a voz voltou”.

Dois anos depois, quando assistia ao GP da Austrália, Cantoni afirma ter percebido que o problema voltara. “O fungo é algo que não tem cura, ele vai surgir sempre que a pessoa estiver com baixa resistência”, explica. “Isso pode ser resolvido com a infiltração de soro. É algo rápido, precisa apenas de um dia livre para o procedimento, mas como a agenda profissional dele é muito cheia, ele ainda tem receio de mexer diretamente nas cordas vocais. Para quem vive da voz, o medo é algo a ser trabalhado com mais cuidado”, conclui.

qual seria o equivalente “cabeleira alta”…

para esta chamada publicada, hoje, em determinado portal:

Bob Dylan faz show de poucos hits e sem interação com público no Rio

captou?
poderia ser:
“messi usa chuteiras e passa bola aos companheiros do barcelona”
ou
“hooligans bebem muita cerveja e surpreendem metendo a porrada nos adversários”
ou
“surfista surfa no mar… e, incrível, usa prancha”
ou
“morrissey diz que não come carne porque é vegetariano”
ou
“lula não pode usar anel em todos os dedos”
ou
“chuva forte molha as ruas e obriga o uso de galochas”
ou
“eurico miranda quer suspender eleições do vasco e retirar roberto dinamite do quadro social do clube”
hein?
tá manjando?
ah, sim… também tá valendo:

zimminho4…

as Dezesseis de ontem:

1. “Leopard-skin pill-box hat”
2. “It ain’t me, babe”
3. “Things have changed”
4. “Tangled up in blue”
5. “The levee’s gonna break”
6. “Tryin’ to get to heaven”
7. “Beyond here lies nothin’”
8. “Desolation row”
9. “Summer days”
10. “Simple twist of fate”
11. Highway 61 revisited”
12. “Forgetful heart”
13. “Thunder on the mountain”
14. “Ballad of a thin man”
15. “Like a rolling stone”
16. “All along the watchtower”

e a “imprensa especializada” reclamou da ausência de clássicos no repertório!!!

hahaha…

será que ela – a “imprensa especializada” – não está confundindo focinho de porco com tomada?

mas que comédia, hein?

mamãe!

zimminho3…

Bob Dylan, de gorro, nas ruas de Copa

Repórter encontra cantor ‘camuflado’ e sem segurança no Rio antes de show. E mente para ele

JOTABÊ MEDEIROS – O Estado de S.Paulo

Bob Dylan sozinho, na Av. Nossa Senhora de Copacabana, de casaco preto em um calor de 34ºC.

Procurar por Bob Dylan na tarde do Rio equivale a procurar pelo Eldorado no meio da Amazônia peruana. Como achar essa espécie de Greta Garbo do rock entre ciclistas e corredores marombados, mulatas sargentellianas, turistas franceses e alemães com rostos tão vermelhos que parecem o braseiro da churrascaria Porcão? Dylan nunca quis ser encontrado, por que iria facilitar agora? Ainda assim, por contingência profissional, não restava outra coisa a fazer a não ser buscar por ele quixotescamente pela estupenda tarde de domingo. A estratégia era a mais óbvia: um giro pelos hotéis mais estrelados do Rio.

No Fasano, às 13h, não restava outra coisa a não ser entrar e fingir naturalidade no restaurante, e pedir pelo que o dinheiro alcançava ali: um carpaccio de vieiras e uma taça de cabernet sauvignon chileno. Uma dica: rejeitar o couvert nunca é um bom salvo-conduto para camuflar o boné, o jeans puído e o tênis novinho. Todos vão estranhar.

Mas isso tudo só serviu para enrolar pouco mais de uma hora e meia, e não havia sinais da comitiva dylanesca por ali, apenas um cheiro caro de requinte e exclusividade.

Do Fasano de Ipanema para o Copacabana Palace foi um pulo. Mas a piscina e o buffet lotados de sósias de Jorginho Guinle não pareciam um bom refúgio para o bardo esquivo de Minnesota. Mais uns minutos enrolando ao pé da estátua de Ibrahim Sued, com sua famosa frase: “Ademã, que eu vou eu frente!”, e a inutilidade da empreitada começou a ficar mais penosa.

Ok, Ibrahim, você venceu! O estômago ronca, hora de dar um chapéu nas obrigações e ir até a cantina italiana que é um clássico desde 1976, tentando esquecer a frustração de mais uma pequena caçada inútil aos mitos do rock – bailes famosos de Mick Jagger e Bono estão na conta dessa peregrinação. Ao sairmos, chegou uma mensagem no celular de um amigo aniversariante: “Bom Dylan pra vocês!”

Cara de touca. Pouco antes das 16h, saída pela esquerda, já abastecido de uma refeição que custava metade do couvert do Fasano, tomando o rumo da Avenida Nossa Senhora de Copacabana, para o táxi final antes do show. Ao menos no show ele dará as caras, e a torcida é para que essa noite promova novamente um encontro com a sua música mutante que inaugurou uma nova perspectiva para a arte contemporânea. “Aquele cara de touca e casaco ali parece o Dylan”, ela diz, desencanadamente. Só o que me faltava, um sósia a essa hora, eu pensei. Mas aí o sujeito se virou para a avenida e o sangue gelou nas veias.

“A máquina! A máquina! A máquina! É ele! É ele MESMO!” Os segundos pareciam horas, a avenida parecia mais larga, e Dylan olhava para um lado e para o outro sem se decidir, parado na frente da banca de jornais da Rua Inhangá. “No direction home”, como sempre. Se for para o outro lado, vai pegar mal correr atrás dele, pensei. Mas aí ele veio para o nosso lado, tranquilamente, como se fosse parte da paisagem, sem causar nenhuma curiosidade dos velhinhos e dos cães de estimação de Copacabana. Caminhando resoluto, com as mãos nos bolsos. Fez uma careta quando viu a máquina fotográfica, mas não parou, continuou andando na direção da lente, e passou por nós aceleradamente.


“Hey, Dylan!” Ele já ia sumindo na rua quando se voltou e respondeu com um grunhido: “You are a f… paparazzi!” Não, não, não, eu jurava, querendo acreditar em minhas próprias palavras. “Para quê a foto?”, ele perguntou. “Para o Facebook, para a gente mesmo”, menti. Eu me peguei mentindo para Bob Dylan, minha alma estava ficando atormentada, ele era o primeiro ídolo e será o último. “Por quê?”, ele ainda perguntou. “Porque você é um dos importantes artistas do século 20”, respondi.

E ele sorriu. Só aí ele relaxou. Pediu para a garota se aproximar, para que eu tirasse uma foto dele com ela. As mãos tremiam, o foco desapareceu, a rua desapareceu. Sorriu quando ela perguntou se estava se divertindo no Rio. “Eu adoro!” Não sabia mais como mantê-lo ali. “Você está com fome?”, perguntei. Dylan acariciou a barriga com as mãos, fazendo o clássico gesto de bucho cheio. “Não mesmo.” Eu apontei: “É que ali na rua de trás tem uma cantina italiana daquelas clássicas, sabe aquelas que parecem frequentadas pela máfia? Muito boa mesmo.” Ele se interessou: “Para lá?” Sim, eu disse. “Ok”, ele disse, sorrindo de novo, e mudou a direção para a rua de trás. Resolvemos deixá-lo em paz (mas aposto que ele viu a gente pulando e se abraçando no meio da rua como doidos).

Trinta e quatro graus na sombra, e Dylan de casaco, gorro de lã e bota de caubói. Achamos que ele se disfarçaria melhor se saísse de sunga branca e fones de iPod nos ouvidos. No táxi, as mãos ainda suavam, o coração destrambelhado, e eu olhava para o Rio e sorria como uma criança. Não acreditava nos próprios sentidos. Publicar isso tudo seria trair a confiança do velho Dylan? Acho que só se fosse por lucro, e não é o caso.

Ao deixar a gente no hotel, o taxista, que ficou só ouvindo a euforia, perguntou: “Quem vocês focaram?” Ao ouvir a resposta, ele demonstrou conhecimento do assunto. “Ah, o senhor Zimmerman! O narigudo! Aposto que o reconheceram pelo nariz, não?”

inhotando, ainda…

Subject: 🙂
“Salve Maurício!
Sensacionais as fotos do show do Thurston moore! Depois do show,
esbarrei com Túlio (devidamente paramentado com o novo manto do
Ronca…eu estava trajando o tradicional azul marinho, rs)  e Dine,
que disseram que você estava nas imediações, pena não ter esbarrado
contigo.Parece que o multishow transmitiu o show dele, quero ver
novamente.
Um absurdo a programação da virada cultural de sampa…fico até
desnorteado com tantas (excelentes) opções, sem saber o que escolher,
tipo, dor no coração por ver o Tony allen, e deixar de lado o Roy
ayers, que começa na mesma hora…e coisas do tipo.Quando será que a
virada cultural carioca vai ter 10% da qualidade/organização da de São
paulo? Pqp,,,
Essa semana, se tudo correr bem, irei pra BH, devo ver o show do Dylan
por lá ; o mesmo valor  da meia entrada mais barata pro show do Rio,
de onde veria o show lá de onde a coruja dorme, longe pra cacete, deu
pra comprar o ingresso pra BH (pista, sem essa babaquice de area vip)
+ Passagem de ida e volta e ainda sobra um troco pra beber uns
guaranás antes e depois do show,rs. Tentarei dar um pulo em Inhotim
novamente.Fui lá ano passado, e realmente é espetacular, algo de outro
mundo.
Valeu Maurício, abraço”
Zé ( da Maré)

zimminho2…

depois do show, ainda viajandão, dei um chego na beirada do palco… sei lá, pra sentir a vibe, manja?

no que cheguei, encontrei com walter carvalho (fotógrafo, diretor, Lenda, responsável pelo doc de raul seixas…) que fez ecoar as seguintes letrinhas em relação à apresentação de bob dylan:

“por duas horas, respirei o mesmo ar dele… basta”

pronto, simples assim… nada mais a declarar!

sim, claro… as bobetes estiveram firmes, cartazes em punho… e click:

( :

enfim, não quero alongar a “resenha” do walter mas, sério, não há muito mais a dizer… além de perguntar:

onde mais você pode ouvir as seguintes Músicas, de enfiada, com o próprio autor?

“desolation row”, “like a rolling stone”, “simple twist of fate”, “ALL ALONG THE WATCHTOWER”, “thunder on the mountain”, “highway 61 revisted”…

captou?

( :

 

viradão…

otaner – do blog la cumbuca – refinou a virada cultural que acontecerá nos dias 5 e 6 de maio na capital paulista!

sem dúvida, é o mais importante acontecimento musical no brasa… a cada ano, a montagem das atrações é mais cascauda… a cada ano, a cidade melhor se adapta às necessidades (transporte, segurança, infra & cia ltda)… e o melhor de tudo para o povão – de graça!

segura o cardápio:

Julio Prestes

18h00 Ray Lema (Congo) e Orquestra Jazz Sinfônica
20h30 Ebo Taylor (Gana) – Ebo Taylor
00h00 Tony Allen (Nigéria) – Tony Allen
02h30 Seun Kuti & Egypt 80 (Nigéria) – Seun Kuti & Egypt 80
05h00 Bixiga 70
08h00 Katchafire (Nova Zelândia) – Katchafire
10h30 Lazzo Matumbi
13h00 Toots and the Maytals (Jamaica) – Toots and the Maytals
15h30 The Abyssinians (Jamaica) – The Abyssinians
18h00 Gilberto Gil

Praça da República

19h00 Mccoy Tyner Quartet – Mccoy Tyner
21h30 Lou Donaldson
00h00 Roy Ayers
02h30 Raul de Souza com Zimbo Trio
05h00 Violentango
07h30 David Broza
10h00 Dexter
12h30 Flora Matos e Lurdez da Luz
15h00 Charles Bradley
17h30 Larry Graham

Coreto República
Praça da República

18h00 Guizado
20h30 Projeto Coisa Fina
23h00 Edmundo Carneiro
01h30 Irmãos Talmudi
04h00 Groofboogaloo
06h30 Sasquat
09h00 Dj Tudo
11h30 Aláfia
14h00 Skw Trio
16h30 Fernandinho Beat Box

Lgo. São Francisco
Rodas de Samba
Lgo. Sao Francisco

18h00 Berço de Samba de Sao Mateus
20h00 Projeto Nosso Samba
22h00 Cupinzeiro
00h00 Samba da Vela
02h00 Samba Autentico
04h00 Tomando Partido
07h00 Embaixada do Samba
08h00 Pagode do Cafofo
10h00 Kolombolo
12h00 Samba da Lage
14h00 Comunidade Maria Cursi
16h00 Pagode da 27
18h00 Quinteto em Branco e Preto

São João
Avenida São João, Altura do Número 1100

18h30 Jack o Estripador (1976) – Banda Made In Brazil
21h00 Tito y Tarantula
23h30 Iron Butterfly
02h00 Os Mutantes
04h30 Members of Morphine & Jeremy Lyons
07h00 White Denim
09h30 Suicidal Tendencies
12h00 Cabeça Dinossauro (1986) – Titãs
14h30 La Renga
17h00 Black Oak Arkansas

Barão de Limeira
Alameda Barão de Limeira Altura do Número 200

18h00 Serguei
20h00 A Bolha
22h30 Man Or Astro-Man?
01h00 Daevid Allen & Gong Global Family
03h30 Jupiter Maçã
06h00 Não Religião
08h30 Pin Ups
11h00 Defalla
13h30 Brothers of Brazil
16h00 Popa Chubby

Arouche
Largo do Arouche

18h00 Guilherme Arantes
20h00 Dalto
22h00 Byafra
00h00 Michael Sullivan
02h00 Rádio Táxi
04h00 Virgulóides
06h00 Bloco do Sargento Pimenta
09h00 Claudette Soares
11h00 Daniel Azulay
13h00 Tinoco
15h00 Pinduca
17h00 Robertinho de Recife

Teatro Municipal
Praça Ramos de Azevedo S/n

19h00 Arnaldo Baptista
21h30 Odeon (1982) – Cauby Peixoto e Ângela Maria
00h00 Sweet Edy (1970) – Edy Star e Banda Monomotor
12h00 Verde (2004), a Quem Possa Interessar – Badi Assad e Balé Teatro Castro Alves
14h30 Dignidade (1987) – Leci Brandão
17h00 Zezé Motta (1978) – Zezé Motta

Bulevar São João
30 anos sem Elis

18h00 Samba Eu Canto Assim (1965) – Adylson Godoy e Adriana Godoy
19h30 Elis – Oriente (1973) – Mairah Rocha
21h00 Elis, Essa Mulher (1979) – Giana Viscardi
22h30 Elis e Tom (1974) – Luciana Alves e Diogo Poças
00h00 Em Pleno Verao (1970) – Ully Costa
01h30 Elis (1972) – Grazie Brasil
03h00 Na Batucada da Vida (1974) – Mara Nascimento
04h30 Transversal do Tempo (1978) – Thais Bonizzi
06h00 Elis (1980) – Bruna Moraes
07h30 Elis – (1966) – Flavia Bittencourt
09h00 Elis Regina & Toots Thielemans – Aquarela do Brasil (1969) – Joana Duah + Gabriel Grossi
10h30 Ela (1971) – Graça Cunha
12h00 Falso Brilhante (1976) – Tati Parra
13h30 Elis (1980) – Larissa Cavalcanti
15h00 O Trem Azul (1982) – Pedrão Baldanza, Leila Monjardim e Luciana Pires
16h30 Saudade do Brasil (1980) – Veronica Ferriani
18h00 Dois na Bossa (1965) – Jair Rodrigues

Largo do São Bento
Sarau

18h00 Záfrica Brasil
20h00 Suburbano Convicto – Alessandro Buzo
22h00 Sarau – Do Binho
00h00 Sarau – Elo em Brasa
02h00 Sarau – Vila Fundão
04h00 Sarau Zap – Zona Autônoma da Palavra
06h00 Sarau – Na Quebrada
08h00 Sarau – Da Ademar
10h00 Sarau – Dos Mesquiteiros
12h00 Sarau – Ensaiaço
14h00 Sarau – Da Cooperifa
17h00 Versão Popular
XV de Novembro

19h00 Tetê Espíndola
21h00 Claudia Dorei
23h00 Nadéah
01h00 Abuela Coca
03h00 Zafenate
05h00 Sensacional Orchestra Sonora
07h00 Pedra Branca
09h00 Grazi Medori
11h00 Sweet Flavour
13h00 Loungetude 46
15h00 Trupe Chá de Boldo
17h00 A Banda Mais Bonita da Cidade

Piano na Praça

19h00 Piano na Praça – Olga Kiun
23h00 Piano na Praça – Daniel Grajew
01h00 Piano na Praça – Michel Lima
03h00 Piano na Praça – Saulo Martins
05h00 Piano na Praça – Marcel Balieiro
07h00 Piano na Praça – Janete D’Alonso
09h00 Piano na Praça – Rosária Gatti
11h00 Piano na Praça – Juliana D’Agostini
11h00 Piano na Praça – Karin Fernandes
13h00 Piano na Praça – Bruno Cardoso
15h00 Piano na Praça – João Cristal
17h00 Piano na Praça – Michel Freidenson

Palco Baratos Afins
Av. Rio Branco, Nº1

18h00 Baranga
20h00 Cracker Blues
22h00 Carro Bomba
00h00 Star 61
02h00 Messias Elétrico
04h00 Golpe de Estado
06h00 Salário Mínimo
08h00 Tomada
10h00 Jordans
12h00 Os Skywalkers
16h00 As Mercenárias
18h00 Paulo Barnabe & Patife Band

Gusmões
Rua dos Gusmões

18h00 Thrills & the Chase
19h00 Japanese Bondage
20h00 Dvco
21h00 Cruz
22h00 Whyever
23h00 Twinpines
00h00 Supercombo
01h00 Reversonica
02h00 Rawfire
03h00 Violent Attitude If Noticed
04h00 Lama Negra
05h00 Fungos
06h00 Olho Seco
07h00 Oitão
08h00 Shakma
09h00 Tri
10h00 O Feliz Amor do Felino Ferido
11h00 The Gramophones
12h00 X So Preety
13h00 Analisando Sara
14h00 Ofel
15h00 Killi
16h00 Joe e a Gerência
17h00 Dance of Days
18h00 Rancore

zimminho…

–  e aí, maurição… vai ao bob, logo mais?

– pô, seva… nem me fala. tô deprimidão, só penso nisso. acho que será a primeira visita dele ao brasa em que não estarei presente!

– como assim, bial? você não vai?

– acho que não my dear severina. não tenho cascalho para o ingresso mais caro do mundo. meus amigos influentes sumiram. tô lascado

– mas…

– só penso nisso há semanas. saber que bob estará ali… eu eu aqui… buáááááá

– mas…

– já resolvi que vou me mandar lá pro ex-metropolitan mesmo sem ingresso. é a única chance que tenho. vou ficar ali, assuntando. de repente, aparece alguém com ingresso sobrando pra me dar… ou então, a um precinho de duas mariolas. uma coisa é certa, se eu ficar em casa, não tenho nenhuma possibilidade de cruzar com ele… estando, pelo menos, no mesmo território, quem sabe?

– pois bem, maurição… seus problemas acabaram!!!

– HEIN?

– maurição, você sabe que nos últimos 25 anos eu & bob nos vimos mais de vinte vezes – rio, são paulo, BH, londres, dublin, roma, N.Y.C, frisco, madri, paris… você sabe que as “bobetes” não marcam BOBeira, né?

– sim, claro… e como sei disso

– pois bem, maurição… uma das “bobetes” adoeceu e não poderá ir ao show de hoje

– ué, seva… vende lá na porta

– como assim, bial? tá doido? maurição, eu já tinha lido no tico essa sua creca de perder o show dele… e não dá pra engolir você fora do show de bob… por isso,  fizemos um “craudfundi” e resolvemos que o ingresso é seu! entendeu?

– buáááááááááá…

acertando…

o público de ontem, no circo, não foi muito abaixo do esperado… afinal, como já foi dito aqui, o show de thurston teve suas cotas definidas aos 44 minutos do segundo, comprovando a falta de empolgação dos cariocas com o sônico guitalita.

para piorar a sedução, o caboclo não dá entrevista… ou seja, a mídia ficou “sem assunto”… ou seja, possíveis interessados ficaram sem saber da presença dele na cidade… e como não há hype em jogo…

o circo deve ter tido umas 600 testemunhas, ontem, para ver o show de thurston moore… que, ano passado, lançou um disco espetacular produzido pelo beck.

resumindo a opereta, não foi o público diminuto… pelo contrário, para os padrões do “bundamolismo” que imperam, tivemos uma multidão sob a lona!

( :

ah, por falar em mídia… todos sabem que bob dylan não dá entrevista, certo?

ainda agora, me disseram que para as datas brazukinhas, “Ele” não emitirá credenciamento de imprensa.

ou seja, quem quiser resenhar/fotografar terá que morrer num ca$calho!!!

hahaha…

inhóta…

Subject: Inhotim
“Fala Mauval, Saudações Ronqueiras!
Muito legal o que você publicou no tico sobre o Inhotim em Minas Gerais, lugar esse que não há como explicar. Tem que ir, é o lugar que TODOS precisam visitar antes de morrer (não necessariamente nessa ordem). Pra você ter uma idéia, eu fui em 2007 com a minha turma da faculdade graças a uma lendária professora de Estética, a Marta Neves. Só naquela instalação do Jimi Hendrix (espero que ainda tenha) eu fiquei deitado uns 40 minutos na rede, viajando na guitarra e nas projeções do mito na parede. Não vi nem metade do que tinha pra ver nesse dia, e olha que passamos o dia inteiro naquele local, mas o que vi marcou minha vida de uma forma que não dá pra descrever. Eu só sei que depois de visitar aquele local eu sou muito mais feliz e fico mais feliz ainda quando vejo reverberar as impressões das visitas de outras pessoas a esse paraíso.
Indico de coração, vão TODOS a Inhotim, as pessoas jamais verão algo igual na vida!
Grande abraço!”
 Jenilson – Santa Luzia – MG

sob os arcos!

para começar o cineminha de ontem… brasinha (sim, o túlio), devidamente, paramentado…

( :

não se trata de um clique do blue cheer (hahaha!)… mas o kurt vile, cabeludinho que abriu os serviços para thurston moore. o quarteto embolou dylan com dinosaur jr. e tudo fluiu bem!

e no que o guitalita do sonic youth pisou o palco do circo voador…

 

a pressão no turbo foi ao limite!

os ventos que haviam chegado da noite anterior, em sumpa, falavam de uma apresentação muito acústica, sem peso.

enfim, só se foi lá… porque aqui, a criança desceu a mão, com vontade!

mesmo com um público muito abaixo do esperado, o aqueduto carioca teve sua estrutura abalada pela visita de thurston moore & banda… foram duas horas em total afinação com a platéia, num clima de intimidade plena!!!

D+D+D+D+!!!

e só para arrematar:

meia guitarra de thurston corresponde a quantas no F.F?

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