agora, basta projetar esta situação de despreparo absoluto para TODAS as outras de nossa realidade, TODAS:
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agora, basta projetar esta situação de despreparo absoluto para TODAS as outras de nossa realidade, TODAS:
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PQParille!
há quantos anos não aparece alguém para falar tão bem assim?
amanda, linda!
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para minha felicidade, quem reapareceu, essa semana, foi alexandre “totó”!
camaradaço de priscas eras!
totó dominou o território nos 70’s… em londres!
só dava ele… climão rod “the mod”… mega cascudaço!
hahaha…
prestenção neste trio calafrio (mikimba, chatoreba & totó) flagrado em hampstead com a lacraia “haxi” em mãos… para espanto/satisfação de todos:
pois bem, na troca de emails – ontem – totó relembrou um show solo do aniversariente de HOJE:
“Foi numa tarde de Domingo…
Eu já tinha visto o The Who em Edmonton no Sundown, em Dezembro de 73, ainda tenho os tickets.
Então. Foi um show solo, ele e as guitarras, mais acustico…
Eu lembro que ele estava tôdo de branco madando ver. Casa cheia…
Lá pelas tantas um freak doidão começou a falar alto e ele , o Pete, começou a reclamar.
Ai o cara começou a xingar..Fala lá , fala cá , me lembro bem quando o Townshend disse pro cara:
“One more word silly boy,one more”… ai o cara mandou…
Ele largou a guitarra acustica, desceu do palco e plantou uma bolacha e outra na cara do cara que caiu . E ele ,debaixo de aplausos voltou pro palco falou mais umas coisas tipo “fuck you” e mandou ver..Showzasso… A segurança veio e levou o cara pra fora…
Depois fomos prum pub em Camden e enchemos a cara de “pints and pints of Guinness” felizes e “extaziados”com aquilo tudo….
O legal do Roundhouse é que não é muito grande..Vc. fica de cara…E a história que aquela casa tem heim!!
E isso for now…”
Abração
TT
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PQParille, que momento, hein?
o fato é que, HOJE, celebramos o niver de pete townshend… caboclo MEGA responsável por nossas vidinhas terem mais sentido… por sermos mais felizes, sagazes… sacumé?
tive a sorte de esbarrar com Ele em algumas ocasiões, até mesmo, com mister moon ao lado.
deixo aqui um registro que cliquei do the who em lewisham (londres/1980)…
e a participação de MAM no niver de seu ídolo maior (junto com mané garrincha & túlio maravilha)…
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túlio é ouvinte/participante “cabeleira altíssima” do programa.
acho que ainda não chegou ao bolo com 20 velinhas… tem o lacumbuca.com (com otaner)…
e, acima de tudo, pensa música de um jeito muito próprio!
FELIZMENTE!!!
durante o programa passado, ele enviou este míssil:
Subject: Informação“Mauricio,
Não me canso de ouvir quando você fala do absurdo fluxo de informação que, principalmente, a minha geração está sendo exposta. Acho a sua opinião de uma lucidez fantástica que falta em muitos discursos, seja de botequim ou da academia. É um espetáculo muito grande para qualquer coisa, ainda mais relacionando ao mercado musical. Se acostumaram a enxergar essa plataforma como uma superfície viva de atividades efêmeras, músicas novas, álbuns novos, e deixam assim, como você registrou, de lembrar como uma obra eterna. O afeto e a memória afetiva para os álbuns lançados depois de 2005 (mero chute o ano, mas soa coerente) tende a ficar por conta de poucas efemérides ou de uma admiração individual – a ser registrada numa coleção particular ou num blog. O abrangente fica cada vez mais restrito.Estudando o caso das resenhas, é bem característico da mídia digital não insistir num produto só, os portais hoje são preocupados em criar ícones. Nesse ambiente, o Animal Collective hoje não é mais aquele que lançou o Merriweather Post Pavillion, é uma banda que liberou um EP há dois meses e que, em algum momento da sua breve história, lançou um disco com boa repercussão. O Radiohead tem o agravante de chamar mais atenção pela sua forma de venda do que pela música – é discutível, porém não é preciso muitas voltar para encontrar pessoas mais simpática a campanha de lançamento do King of Limbs do que das músicas desse álbum.São fragmentos à deriva num mar de emergentes subindo e caindo de todos os cantos. Lembro de um programa em que você comentou sobre o MGMT, questionou o hype com razão. Eles estão confirmados no SWU desse ano, quem repercutiu isso? A empolgação baixou, a novidade já era. Eu guardo fé numa categoria de artista imune a tudo isso, mas como os outros, vivem nessa outra realidade de valorização + significação versus ‘a novidade’. A cultura do deserto: todo mundo tem sede, mas ninguém sabe direito aonde ir para beber água. Uma corrida de loucos, poucos mantém a sobriedade.O LCD Soundsystem é uma dessas que se afirmou, junto com o Arcade Fire e, levando em conta regularidade, o Franz Ferdinand. Bandas interessantes tal qual o National provou ser no show do Circo valem a recordação com mesma intensidade. Na cena Brasil, pelo menos há alguns, não havia muito interesse da maioria em moldar um rosto para a geração pós-90. Hoje, com a quantidade de trabalho que eles produziram fica impossível ignorar a diversidade e poesia praticada por eles. Arrisco três nomes: Kassin, em palavras suas, o maior produtor da música brasileira hoje; Tulipa adentra como futura popstar nacional; Fernando Catatau é um guitarrista de primeira linha da nossa gente. Popular é a regra que eles seguem sem serem notados, ao menos esses citados, não influenciam tanto quanto deveriam no barco que rege a música brasileira. Aparecem creditados em encartes ou em funções coadjuvantes em músicas gastadas nas rádios – caso do Catatau e Kassin; trilham uma carreira localizada em pequenos grupos até a expansão pelo oba-oba e conquistam a chance virar referência no país – o que espero que aconteça com a Tulipa. Em menor escala, os sintomas da cultura do hype pegam aqui também – vide o álbum Nó Na Orelha, do Criolo, tão bem dito quando as primeiras músicas apareceram, pouco estudado depois de “pronto” ao público. (Vale algumas observações sobre como funciona a carreira de um músico independente hoje, e se ele realmente busca aparecer, administra direito seus valores. Mas isso iria destoar bastante do tom do texto)Portanto, a prática do dopping se generalizou. Colocam o menor para pular mais alto que o grande de verdade, ele cansa; o outro continua e vai bem encarando os próximos na esperança de um fichamento histórico justo. Que vem tardio como o reconhecimento póstumo de muitos artistas das décadas passadas, prejudicados por motivos diferentes. O problema é como alimentar o fluxo de (re)informação e convencer que ouvir mil vezes aquela música do mês passado não é tão ruim. Mais ou menos.Desculpa pela batatada, mas acho que é mais ou menos assim.”Abraços,Túlio
rodopiou liso o jumbotex, ontem, hein?
caramba, foram ao ar 22 songs!
segue lista…
fred neil – “everybody’s talkin'”
harry nilsson – “everybody’s talkin'”
pata de elefante – “diga com quem andas e te direi se vou junto”
autoramas – “tudo bem” (demo)
orchestre poly rythmo – “von vo nono”
tricky – “UK jamaican”
lucio maia – “hino do santa cruz”
james brown – “don’t let it happen to me”
fleet foxes – “sim sala bim”
X branding – “driller”
jefferson airplane – “a small package…”
bob dylan – “everything is broken”
john fahey – “john henry”
IR22 – “routes to rootz’ (12”)
rory gallagher – “i don’t know where i’m going’ (ao vivo)
harry nilsson – “gotta get up”
jovens do prenda – “ilha virgem”
reginaldo rossi – “rock from brazil”
brian auger – “a day in the life”
tune yards – “bizness”
war – “why can’t we be friends”
panda bear – “benfica”
jumboteKo abarrotadaço de joinhas para logo mais!
o urso panda luso em vinil transparente (lindão), damon albarn (crazy em 10″), REIginaldo, harry nilsson (ou wilson?), joy em 7″, robert johnson sob a back door, ziminho (claro!), buzzcocks no peel, a pata de elefante…
“everybody’s talkin'”!
ahhhh, sim… por falar em fred neil, este aqui também dará um chego no jumbotex…
http://www.youtube.com/watch?v=uBemzu1Fchk&feature=related
o interessante da trilha de “midnight cowboy” é que uma outra canção seria destaque nela.
sabe qual?
“lay lady lay” de bob dylan!
mas sabe como é, né?
ziminho estava dando umas voltas de motoca… e perdeu a hora para entregar a gravina.
conclusão, neguinho foi catar a espetacular interpretação de harry nilsson para o mega clássico “everybody’s talkin” de fred neil…
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