o demônio de salvador…

bahêa, bahêa, bahêa
yuri forévis
o demônio de salvador…

bahêa, bahêa, bahêa
yuri forévis

Assunto: SÃO MUITAS EMOÇÕES
“Ah lá! Rolou até um salve hein, valeu Mauval!
Muito bom ouvir Raul e suas ideias – coisas que não estão no youtube. E que raramente alguém aqui do interior conseguiu escutar quando foi ao ar. E a Angela Ro Ro, que figura! Esse baú aí tá responsa demais, pra variar! Usemos toda essa “cultura pra cuspir na estrutura”.
Abraço!”
Pedrinho (Poços de Caldas / MG)

delirante edição do baú da globo, logo mais:
– bate papo estrogonófico de raul seixas com marcelo nova, em agosto1989, poucas semanas antes de raulzito subir pra encontrar com elvis presley
– apresentação de angela ro ro, no jazzmania/1992, acompanhada pela rio jazz orchestra e deitando os cabelos em pérolas como “i’ve got you under my skin” e “georgia on my mind”
casca
como se trata de algo totalmente inusitado e Histórico, vou começar a esquentar a fogueira antes da hora…

este é o mitológico radialista adelzon alves, citado – desde sempre – como uma das minhas três principais influências no rádio… junto com big boy e john peel.
pois bem, depois de anos e anos admirando – à distância – a trajetória de adelzon, surgiu a oportunidade de fazer contato com a leNda… mês passado, estive duas vezes no programa dele (foto acima) e amarramos a visita do monumento ao meu programa na rádio globo… ou seja, acertamos o retorno dele à rua do russel 434 de onde saiu no final dos anos 90.
papo pra lá, papo pra cá (contando com a logística do chapa carlos alberto), conseguimos juntar as pontas e… terça que vem, dia 5etembro, às 23h, na rádio globo AM – FM – web, adelzon alves estará com a gente.
é a realização de um sonho pessoal… a parte mais profunda da piscina radiofônica onde ousei mergulhar, minha mais inoxidável ação sonora em todos os tempos… e, acima de tudo, algo que será lembrado – para sempre – por todos que tiverem seus sentidos atropelados pela magia de adelzon.
amém



“Moro em frente à lagoa Rodrigo de Freitas, no caminho do túnel Rebouças, principal via de ligação entre a zona sul, o centro e a zona norte do Rio de Janeiro.
Aprendi, com a vida, a lidar com o eterno engarrafamento das cercanias do meu prédio. Tracei estratégias para suportá-lo com resignação, e na época em que ainda existia a Árvore-de-natal da Lagoa, cheguei a abandonar o volante e ir a pé, devido à quantidade de curiosos em torno do espelho d’água.
De janeiro para cá, os congestionamentos desapareceram como que por milagre. Dei para ir e vir com uma rapidez espantosa, comemorei a melhoria do trânsito, até perceber que o fenômeno nada tinha a ver com mobilidade urbana. Era a crise. A crise e a depressão da cidade.
Os restaurantes e bares estão vazios, os teatros fecharam, as lojas se foram e os hotéis olímpicos acabaram às moscas. É como se estivéssemos vivendo sob um toque de recolher. Minha mãe comentou, outro dia, que sente o Rio envolto numa mortalha.
Os assaltos, as trocas de tiro que ecoam como na Síria, os arrastões continuam, mas a calmaria é assombrosa.
Não há dinheiro nem plano, não há futuro ou comando. É como estar num transatlântico à deriva, rezando para passar, você nem sabe o quê.
Pezão abriu mão de governar, declarou estar ciente de que não resistirá muito mais no cargo. Crivella honra compromissos na África, como pastor, e tem planos para fechar as torneiras da festa pagã do Carnaval.
No último dilúvio, a comitiva do prefeito colidiu com o carro de um cidadão e passou batida, sem prestar assistência. Crivella, suspeita-se, tinha pressa de chegar em casa, para ficar a salvo das corredeiras de esgoto e lixo em que se transformaram as ruas e avenidas sob sua responsabilidade.
Normal. Não se espera mesmo nada do andar de cima. Não há revolta, não há mais bombas na Primeiro de Março. Resta apenas a apatia, e uma falta de saída de arrepiar.
Os males que ameaçam o país parecem acontecer antes, e com mais intensidade, nessa vitrine chamada Rio de Janeiro. Carma de ex-capital. O PMDB de Cunha e Cabral levou a medalha de ouro em corrupção, o buraco da Previdência já mostra os dentes por aqui, e a falência é palpável.
Ninguém merece a Alerj, Picciani, ou a oposição de Garotinho. O Rio prima pelo horror, mas os eguns engravatados de Brasília não deixam nada a dever aos mortos-vivos da Guanabara.
Michel Temer sofreu bullying na Noruega, tem uma taxa de aversão de 93%, é investigado por formação de quadrilha. Ainda assim, não há grita.
O medo do colapso da economia, a tentativa de atravessar o lamaçal até 2018 sem fazer marola, o “Fora, Temer” tão colado ao “Volta, Lula”, o deserto de candidatos, tudo isso explica, em parte, o marasmo. Mas a paralisia do Rio diz mais.
Cansamos. Desistimos deles.
No temporal de 20 de junho, um mergulhador limpou os bueiros da praça da Bandeira por conta própria, enquanto Crivella fugia a caminho de sua casa.
Não há consenso ou energia que faça a indignação chegar às praças, mas um e-mail seguido de “send”, para pressionar os deputados da CCJ a levar a acusação de Janot a plenário, já seria um baita de um esforço cívico.
Temer é como Pezão. Já foi e sabe. É preciso impedir que ele estenda a mortalha.”
Fernanda Torres / daqui

as peripécias na rádio globo alavancadas pel’aTRIPA…
Baú 10 (entrevista escolinha do prof raimundo/1991 + titãs / apoteose1990)

Assunto: VAPODN#12 & ELE
“oi, kérido! tudo certinho?
só para dar um alô e dizer que estou conectada now no VAPODN
viva sir Van!
não vejo a hora do jumboteko decolar novamente com programas inéditos
tenho até uma sugestão para o primeiro convidado: Adelzon, o mito
mas acho que vc já pensou nisso, né mesmo?
( :
beijos”
Claudia

captou o climão?
é o que te espera, logo mais, aqui mesmo, às 22h, na reapresentação do estonteante roNca roNca com tulipa ruiz & banda (+ marcelo jeneci) que foi ao ar em 10agosto2010, em são paulo… casca!
cheers