
Todos os posts de mauval
radio, live transmission…

(1955 – 2017)
Radio, live transmission
Radio, live transmission
Listen to the silence, let it ring on
Eyes, dark grey lenses frightened of the sun
We would have a fine time living in the night
Left to blind destruction
Waiting for our sight
And we would go on as though nothing was wrong
And hide from these days we remained all alone
Staying in the same place, just staying out the time
Touching from a distance
Further all the time
Dance, dance, dance, dance, dance, to the radio
Dance, dance, dance, dance, dance, to the radio
Dance, dance, dance, dance, dance, to the radio
Dance, dance, dance, dance, dance, to the radio
Well I could call out when the going gets tough
The things that we’ve learnt are no longer enough
No language, just sound, that’s all we need know, to synchronise
Love to the beat of the show
And we could dance
Dance, dance, dance, dance, dance, to the radio
Dance, dance, dance, dance, dance, to the radio
Dance, dance, dance, dance, dance, to the radio
Dance, dance, dance, dance, dance, to the radio
(joy division)
nosso país e sua corja…


Vamos celebrar a estupidez humana
A estupidez de todas as nações
O meu país e sua corja de assassinos covardes
Estupradores e ladrões
Vamos celebrar a estupidez do povo
Nossa polícia e televisão
Vamos celebrar nosso governo
E nosso estado que não é nação
Celebrar a juventude sem escola, as crianças mortas
Celebrar nossa desunião
Vamos celebrar Eros e Thanatos
Persephone e Hades
Vamos celebrar nossa tristeza
Vamos celebrar nossa vaidade
Vamos comemorar como idiotas
A cada fevereiro é feriado
Todos os mortos nas estradas
Os mortos por falta de hospitais
Vamos celebrar nossa justiça
A ganância e a difamação
Vamos celebrar os preconceitos
O voto dos analfabetos
Comemorar a água podre e todos os impostos
Queimadas, mentiras e sequestros
Nosso castelo de cartas marcadas
O trabalho escravo, nosso pequeno universo
Toda a hipocrisia e toda a afetação
Todo roubo e toda indiferença
Vamos celebrar epidemias
É a festa da torcida campeã
Vamos celebrar a fome
Não ter a quem ouvir, não se ter a quem amar
Vamos alimentar o que é maldade
Vamos machucar o coração
Vamos celebrar nossa bandeira
Nosso passado de absurdos gloriosos
Tudo que é gratuito e feio
Tudo o que é normal
Vamos cantar juntos o hino nacional
A lágrima é verdadeira
Vamos celebrar nossa saudade
E comemorar a nossa solidão
Vamos festejar a inveja
A intolerância, a incompreensão
Vamos festejar a violência
E esquecer a nossa gente
Que trabalhou honestamente a vida inteira
E agora não tem mais direito a nada
Vamos celebrar a aberração
De toda a nossa falta de bom senso
Nosso descaso por educação
Vamos celebrar o horror de tudo isto
Com festa, velório e caixão
Está tudo morto e enterrado agora
Já que também podemos celebrar
A estupidez de quem cantou essa canção
Venha!
Meu coração está com pressa
Quando a esperança está dispersa
Só a verdade me liberta
Chega de maldade e ilusão
Venha!
O amor tem sempre a porta aberta
E vem chegando a primavera
Nosso futuro recomeça
Venha que o que vem é perfeição
(renato.dado.marcelo)
aTRIPA em diamantina…
Assunto: Listen to Dj’s no espírito ronqueiro
“Aí Maurição!
Fiquei muito feliz com os comentários do livro do Bernardo França no #232! Quando peguei o livro pensei na hora: isso aqui tem o espírito do ronca ronca: mergulho num universo musical desorientador, produção caseira apaixonada, qualidade e carinho no resultado. Além de tudo, é um livro que homenageia DJs, nada mais justo que presentear o ronca, que ilumina sonicamente minhas semanas. Era minha missão promover esse encontro entre o livro e o ronca ronca.
Grande abraço e muito obrigado pelos sempre ótimos programas! Abraço pra Shogun e Carmela também!”
Caio Pedrosa
Agora em Diamantina-MG!

ronnie “egberto” lane, leNda forévis…

ele tinha nomes de artistas. desses com residência fixa no nosso coração… egberto era o da certidão. ronnie lane era o da admiração, do carinho, da emoção. por anos eu delirei que ele seria o clone cinematográfico brasileiro do baixista do faces e só me referia a ele desse jeito… por mais tempo ainda recomendei a trocentos amigos envolvidos com jornalismo sua personalidade absurdamente única, transgressora, genial para ocupar os veículos de comunicação… evidente que ninguém se sensibilizou com um garçom sem hype, na dele, foreta da badalação que se destacava, “simplesmente”, por sua inteligência.
egberto foi, por 28 anos, garçom do restaurante hipódromo (baixo gávea). atencioso, sagaz, sabia tudo sobre cinema. falava de filosofia, política, literatura. vascaíno cascudaço. acompanhava todos os assuntos. nada escapava de suas garras.
caramba, tive uma sensação inigualável quando o avistei no lançamento do preto e branco… gritei: PQParlle, ronnie lane… e lembrarei pra sempre o abraço que dei nele (registrado pela camila ali em cima).
semana retrasada, christiano (chapa, designer do preto e branco) esteve com ele e não relatou boas observações sobre nosso ídolo… muito magro, com dores no braço. chris se prontificou a catar um doctor e deixou o telefone para egberto fazer contato… e nada!
segunda feira, passando com shogun pelo hipódromo, perguntei ao garçom que estava trabalhando na varanda:
– egberto tá aí?
– egberto faleceu tem uns dez dias

) :
tá bom o cardápio pro almoço (deles)?
The Modfather covers Eddie Floyd’s classic Ain’t No Love in session for Chris Evans (and a star-studded studio audience including Harry Styes, Guy Richie and Pink Floyd’s Nick Mason) on BBC Radio 2’s Breakfast Show.

tudo normal…


o globo “nem teve espaço” para citar o outro tombado de ontem…

edição exemplar para ser analisada pelos estudantes de jornalismo… preferencialmente, o esportivo!
sinistróide!
jah colocado: albert king – “sweet fingers”…
Assunto: Bula #232
“Salve salve Mauricio,
Ficou faltando o nome de uma música entre o Walter Franco e o Clash.
Parabéns pelo programa, conheci há poucas semanas e já virei fã na primeira escutada.
Abraços”
Bruno

os veNtos…

Assunto: Ventos fortes de amor e paz
“Não sei como expressar o tamanho da sintonia que sempre tive com :
Rock Alive, radiola, ronca tripa e por aí vai ,até hoje , planando com jumboteco!
Que os ventos continuem soprando forte mantendo essa pipa sonora muito alta , em todos os sentidos e em qquer meio de comunicação !!!
Saudade do Ronca no Dial!!
Grande abraço Mauricio hoje e sempre”
Márcio Borges e Família
a bula do #232…

steel mill (bruce springsteen) – “he’s guilty”
warsaw – “transmission”
warsaw – “shadowplay”
public enemy – “welcome to the terrordome” (12″)

walter franco – “gema do ovo”
albert king – “sweet fingers”
the clash – “groovy times”
the clash – “guns of brixton”
romperayo – “icoro palenquero”
shame – “the lick” (7″)
the incredible string band – “explorer”
the incredible string band – “down before cathay”
the incredible string band – “maybe someday”
dagmar krause – “matrosen tango”

skie – “solid air”
ali farka toure – “ledi coumbe”
u roy – “small axe”

trilha delicatessen – “una lagrima tuya”
john fahey – “i am the ressurection”

bob dylan – “stormy weather”


cráááááááááássico…
Assunto: Clássico em Ouro Preto
“Caro Mau Val,
mesmo que eu não seja de Belo Horizonte… achei sensacional a notícia do convescote ronqueiro que por lá será feito, aproveitando o ensejo do debate sobre o “Preto e Branco”.
E foi só ouvir o nome de Eugênio Sávio para me lembrar de um sem número de fotos que o cidadão fez para a revista “Placar”.
Uma delas, essa daqui. Clássico de Minas Gerais em Ouro Preto, com o Skank, em 1995.
Que a ala belorizontina d’aTRIPA esteja a postos!
Abraços,”
Felipe




