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do #80 ao #228 (ou de volta ao jumboteKo) (ou D+D+D+D+)…

atripa

Assunto: voltaNdo
“MV,

Porra, que emoção, cara! Quanto tempo…
Por vários motivos, não ouvia o programa desde o número #80 na web… mais de 2 anos depois, eu volto a ouvir, mas peguei alguns programas mais antigos para me “inteirar” e ficar por dentro do que tá acontecendo.
E, cara, foi justamente no dia que vc tocou Michael Kiwanuka.
Não sei se foi a primeira vez ou se vc já havia apresentado à tripa, mas a música do cara me fez lembrar o quanto o programa é bom, e me senti muito triste por ter perdido esse tempo todo.
Espero que esteja tudo bem, que a saúde esteja em dia, a família bem, ou seja, tudo tranquilo feito água de poço.
Voltei a escutar o roNca e estou me atualizando. Atualmente estou no #228. Daqui a pouco fico em dia!
Grande abraço!”
Guto

to sir with love…

John Aloysius Fahey (February 28, 1939 – February 22, 2001) was an American fingerstyle guitarist and composer who played the steel-string acoustic guitar as a solo instrument. His style has been greatly influential and has been described as the foundation of American Primitive Guitar, a term borrowed from painting and referring mainly to the self-taught nature of the music and its minimalist style. Fahey borrowed from the folk and blues traditions in American roots music, having compiled many forgotten early recordings in these genres. He would later incorporate classical, Portuguese, Brazilian, and Indian music into his œuvre.[1] He spent many of his later years in poverty and poor health, but enjoyed a minor career resurgence with a turn towards the more explicitly avant-garde, and created a series of abstract paintings during the last years of his life. He died in 2001 from complications from heart surgery. In 2003, he was ranked 35th in the Rolling Stone “The 100 Greatest Guitarists of All Time” list.[2]

ronca.mic2

espírito saNto…

Assunto: todo mundo tem uma história com belchior…
“… e eu não sou diferente:

la por volta dos meus 17 anos acompanhei minha mãe em uma viagem do rio ao espirito santo. viajamos a convite de uma amiga, que mesmo depois de 40 anos no rio mantinha seu fortíssimo sotaque paraibano. viajamos em dois carros, minha mãe, sua amiga e outras pessoas em um. as filhas da tal amiga e eu em outro. a moça que me deu carona tinha no carro um tocador de cd estilo carrossel, que ficava instalado na mala. dentro dele uns 8 cds de belchior. discos estes que tocaram ininterruptamente em loop durante às 8 horas da viagem. conheci a obra dele nessa situação, aprendi a gostar e até decorei algumas letras naquela época.
dessas férias no espirito santo, com guarapari, praia do morro e tudo mais, tudo que ficou foi o belchior. pra sempre.
aquele abraço,”
joão
ps: muito bom ter ouvido miguel de deus e depois aquele som do peter tosh no roNquinha!
ronca.desenho

pra quê tanta música?

não é de agora que nadamos em mares (bravios) abarrotados de números… a boa música tem zilhões de views no Utube, qualquer possibilidade de trabalho será monitorada pelos milhões de amigos no facebook, tudo é superlativo.

conquistar novos adeptos (em qualquer área) significa arrebanhar a maior quantidade possível de clones… iguais em tudo.

com essa fórmula no bolso, a apple (PQP) está na rua com uma campanha especial para os universitários… como assim, bial? universitários? romanticamente cabe a indagação:

– mas logo eles?

será que os gênios passaram perto de idéias como “ouça as melhores músicas”, “ouça as músicas mais inoxidáveis”, “as prediletas de shogun”, “as músicas que bob dylan e ed sheeran têm ouvido”?

diante dessa peça, imagino a campanha “coma todas as comidas do mundo até explodir”.

agora, espetacular mesmo seria se a apple, para dar uma contextualizada rock’n’roll, colocasse as letrinhas Dele:

“this is the end” (j.morrison)

apple

claro, tudim com desconto!

e o climão medieval da fotoca?

mamãe