Todos os posts de mauval

simoNe…

nina.tico2

Assunto: Pedido #228
“Bom dia MauVal!
Bom dia e desculpe. Desculpe o sumiço, mas as coisas ficaram meio turvas ultimamente. Uma crise fueda, muito trabalho pra tentar compensar e acabei metendo os pés pelas mãos… Tive que abandonar um trabalho pra tentar ter um mínimo de qualidade de vida, um mínimo de tempo satisfatório com quem realmente importa, a saber, a família, os amigos, o Glorioso e o Ronquinha. Estou tentando recuperar o tempo perdido, começarei a ouvir o #208 ainda, mas um dia chego lá. Gostaria de pedir para o #228, caso ainda dê tempo, Nina Simone cantando “Sinnerman”, já que sexta-feira agora completaremos longos 14 anos de sua subida. No mais, espero que esteja tudo em paz! Saudações, abs!”
Ramon

ALVINEGRO SEMPRE!

didi, beliel & o além…

“Didi, o genial craque da seleção brasileira e do Botafogo, que Nelson Rodrigues dizia tratar a bola como uma orquídea, era espírita e recebia mensagens do Além. Pouca gente sabia disso. O cara era gênio no campo e no espírito.”

didi

(texto e fotografia de ricardo beliel)

barone mandou pra gente…

já foi fartamente noticiada a sipituca que aconteceu com andy summers (na casa de barone em araras) e que impossibilitou a participação dele no show que o call the police faria, ontem, em teresópolis (RJ).

ah, não soube de nada?

andy “catou um cavaco” e ao perder o equilíbrio, antes de cair de cara no chão, apoiou a mão para poupar o rostinho e… fissurou o tal dedo. tudo isso na manhã de sábado.

joão e rodrigo levaram o show adiante com a chegada do guitarrista gustavo camardella… e quem preferiu o $ de volta foi ao caixa e resolveu a situation.

em novembro, andy estará de volta para dar sequência ao call the police e registrar um DVD.

andy segue de molho (em L.A), sem chegar muito perto de sua amada mas de ótimo humor:

jb+as

allan holdsworth…

allan

soft+larry.ticket

allan holdsworth

(1946 – 2017)

Allan Holdsworth Dead At 70

Groundbreaking guitarist who played with U.K. Soft Machine, Gong, Jean-Luc Ponty passes away unexpectedly

Allan Holdsworth, the groundbreaking British guitarist, has died unexpectedly, aged 70.

The news was broken by his daughter’s Louise on her Facebook page earlier this evening. In a short statement she said: “It is with heavy hearts that we notify everyone of the passing of our beloved father. We would appreciate privacy and time while we grieve the loss of our dad, grandad, friend and musical genius. We will update close friends and family when service arrangements have been made and will notify the public of an open memorial service, which all would be welcome. We are undeniably still in shock with his unexpected death and cannot begin to put into words the overwhelming sadness we are experiencing. He is missed tremendously. Louise, Sam, Emily & Rori.”

Holdsworth rose to prominence with the prog band ‘Igginbottom, who released their sole album, ‘Igginbottom’s Wrench in 1969. After stints with early prog bands Nucleus and Tempest he later would work with Soft Machine, Tony Williams’ Lifetime, Gong, Jean-Luc Ponty and Bill Bruford. He was an original member of the prog band U.K. alongside Bruford, John Wetton and Eddie Jobson, but left following their 1978 debut album.

Although Velvet Darkness was released in 1976, Holdsworth did not recognise it as an official release, so 1982’s I.O.U. was what he viewed as his debut solo outing. His solo work has recently been the subject of a box set, The Man Who Changed Guitar Forever, and a compilation CD Eidolon: The Allan Holdsworth Collection, both released on manifesto Records. As a guitarist he was cited by the likes of Eddie Van Hlaen, Joe Satriani, Alex Lifeson and John Petrucci as a major influence, while Mahavishnu Orchestra guitarist John McLaughlin once said of him: “I’d steal everything Allan was doing, if only I could figure out what the heck it was that he was doing.”

Holdsworth was working on a new solo album at the time of his death.

NiNa…

Assunto: Lembrei do Ronca Ronca
“Fala Mauval,tudo na paz?
Caminhando pela calçada do meu bairro,aqui no subúrbio (Vila da Penha), ao sair da academia neste domingo ensolarado de Páscoa, vejo esta obra de um artista de rua. Só quem está à pé é que consegue prestar atenção. Lógico que imediatamente fiquei emocionado, pois é uma homenagem a minha musa: Nina Simone. Além do que, não é costumeiro encontrar homenagens como esta por aqui. Lembrei do nosso Ronca Ronca que nunca teve medo de nada e está aí educando muita gente até hoje.
Um grande abraço”
Fábio
nina.tico

o filho & o pai, retumbaNtes…

call4

Assunto: Showzaço (ou A Polícia, influência e a mãe)
“Fala Mauricio!

Primeiramente quero te agradecer pelos ótimos programas que há quase dois anos são o principal assunto da semana entre eu e o meu pai (Jorge, que te acompanha desde os tempos da Fluminense) e que me fez conhecer músicas e músicos incríveis (o que seria de mim sem ter conhecido lee hazlewood, farofa carioca, the kinks, dr John etc?). Programão terça hein, pirando no clash e nos Beatles! Segundamente, mais um agradecimento: por ter me falado desse show de ontem (call the police no vivo rio). Que show! Andy summers ali pertinho, mostrando porque é essa lenda da música. Aliás, primeira vez que eu vi o Barone de perto também. Que baterista! Sem dúvida um dos maiores do brasa (pra mim o maior na verdade). Quando soube do show, fiquei imaginando a possibilidade de eles tocarem Mother, do synchronicity, que eu acho que é a única música que o andy canta no police, e que é uma música absolutamente icônica entre eu e meu pai. Não tocaram, uma pena. Mas acho que talvez o andy não conseguisse, não quis nem voltar pro palco pro segundo bis que o Rodrigo e o Barone tentaram fazer… Bom, isso leva ao último assunto: será que dá pra vocês tocarem no ronca a música que eles não tocaram ontem (Mother)? Nós ficaríamos​ retumbantes.
Abraços
Saudações cruzmaltinas”
Luís

gustavo mandou pra gente…

Assunto: Max Wyatt
 “Olá, Mauricio. Sábado dia 8 fui na Baratos da Ribeiro adquirir alguns discos de jazz e entre as pepitas estava esse disco do Max Roach. Chegando em casa observei a assinatura na contra capa. Não acreditei quando vi escrito Wyatt. Pensei: será que esse disco pertenceu ao Robert Wyatt? Depois de algumas pesquisas  confirmei que o disco pertenceu a ele mesmo pois trata-se de uma edição espanhola, que foi vendida originalmente numa loja de Palma de Maiorca, lugar onde ele morou nos anos 60.”
Gustavo
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