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libertas quae sera tamen…

atripa

Assunto: RONCA + TCC = VIDA!
“MauVall, lindeza de minha vida!

(estou empolgada, não repara)
Estou aqui ouvindo o #225 enquanto faço uma revisão bibliográfica pro meu TCC e sabe como é né, aquela coisa desesperadora de ficar na frente do computador, lendo, tentando tirar um leite daquelas pedras ali e pensando ao mesmo tempo que eu queria chutar o pau dessa barraca e sumir, por aí… Bate uma preguiça misturada com incerteza e desânimo até que pimba! o RoNquinha fala mais alto e manda iggy pop com “the passenger” seguido de “trem de doido” e “keep on knocking” pra me fazer flutuar (nesse momento vc pegou pesado comigo rs)!!!
Saio do eixo, vou voar, viajar, sonhar em finalmente sair atrás do que ACREDITO, das maluquices que passam nessa cabeça flutuante e pronto, fodam-se todas as expectativas que pairam sobre este saco de carne que agora lhe escreve….. Vou atender às minhas expectativas que são as que importam na verdade, LIBERDADE! Vivo um momento de puro prazer voando nesse jumboteco por aí, sei lá onde vou, não importa, exatamente por não ter endereço é que esse pico é muito bom, porque é ao mesmo tempo todos e nenhum pico ao mesmo tempo!!
Passo um tempo lá e depois aterrizo. Caio na real, volto pra sala, pra frente do computador…. mas o Coração é outro, tá renovado, me lembro que existem muitas outras coisas além dessa miséria aqui e, que o instante não deve sobrepujar o todo, ao voltar pra cá não lamento mais, pois volto com a certeza de que isso vai passar, vai dar tudo certo, tá tudo bem, estou muito bem (bem acompanhada inclusive) e acho energia pra continuar dando meu melhor porque o momento passa e nosso tempo é muito mais, o espírito é muito maior e ele deve prevalecer, sempre….
Obrigada por me ajudar nessa caminhada e por dar fôlego ao meu espírito <3
Salve RoNca RoNca!”
Luana

history channel (ou andy no brasa)…

andy+2

semana passada, um chapa me perguntou qual público irá aos shows do call the police… respondi que, basicamente, deverá ser a tchurma que quer cantar junto músicas como “message in a bottle”, “roxanne”, “walking on the moon”, “so lonely” e trocentos outros clássicos do police… + uma pontinha de admiradores do barão e dos paralamas… procede?

ah, o repertório do show será, inteiramente, com músicas do police.

ontem, no terceiro ensaio dos três aqui acima, fiquei delirando na entidade que estava bem diante dos meu olhos… quem acompanha o roNca sabe, exatamente, da minha MEGA admiração por andy summers desde muuuuuuuito tempo… oxente, pertinho de mim estava o sujeito que gravou três discos com kevin coyne (ídolo eterNo), em meados dos anos 70…

kevin+andy

ao meu ladinho estava o guitarrista que fez parte do the animals, em 1968… i repeat: MILNOVECENTOSESSENTAEOITO… e que gravou o descabelado “love is” numa formação de banda que faz a terra estremecer até hoje…

animals+andy2

animals+andy

(lembrando que eric burdon era o melhor amigo de hendrix)

andy gravou com ROBERT FRIPP o disco “i advance masked”, em 1982… recentemente, andy passou pelo #199 tocando para JOAN ARMATRADING… lá pelos lados de 1967 esteve com o soft machine (isso!) numa turnê americana com direito a pouso na espanha onde (segundo o próprio) realizaram as maiores barbaridades psicodélicas que a terra de salvador dali jah testemunhou!

tudo isso pra dizer que andy summers é o único terráqueo (que conheço) que já tocou com JIMI HENDRIX… e não foi apenas uma vez, foram várias jam sessions em estúdios, malocas, bares, terreiros e outras localidades descabeladas… andy e hendrix nasceram em 1942… hahaha, captou?

enfim, se você gosta ou não do police… se você gosta ou não dos paralamas / barão, você terá a chance única de ficar “olho no olho” com um legítimo representante do tempo em que os dinossauros circulavam pelas esquinas… e que, sobretudo, utiliza a guitarra de um jeito muuuuuuuuuuuito especial… com a brutal carga de experiência-maestria-autenticidade que fez de andy summers a personificação da História… simples assim!!!

aproveite a oportunidade… ou como diria o tal do elvis: “it’s now or never”

call7

  • 31/03

    Tom Brasil, SP

  • 06/04

    Ciudad del Leste

  • 07/04

    Hangar 677, BH

  • 08/04

    A. Vianna, POA

  • 12/04

    T. Positivo, CTB

  • 13/04

    Vivo Rio, RJ

catherine leroy…

 The Greatest War Photographer You’ve Never Heard Of

leroy

Very few women went to Vietnam as journalists, and even fewer as dedicated war photojournalists. In fact, for most of the 1960s, there were only two: Dickie Chapelle, who was killed by a grenade in 1965, and Catherine Leroy.

Leroy was widely considered the most daring photographer in Vietnam. She almost certainly spent the most time in combat — in part because she had no money, having traveled from her native France to Vietnam as a freelancer in 1966 with no contracts and a short list of published work. Living with soldiers meant that she could eat rations and sleep in the countryside.

Leroy faced no shortage of sexism. After she parachuted into combat during Operation Junction City, in early 1967, rumors circulated that she had slept with a colonel in exchange for permission. In fact, she had earned her parachutist license as a teenager, and had already jumped 84 times. Still, she developed a reputation as a photographer quickly, selling photos to The Associated Press and U.P.I.

At one point during the Tet offensive, in early 1968, she was captured by the North Vietnamese Army while with the French journalist Francois Mazure. There was a young lieutenant that they could converse with in French. They explained that they were journalists and would do no harm, so the soldiers decided to let them go. But first she persuaded them to let her take photos, saying that it was important because only one side of the story was being seen. The photos ran as a cover story in Life magazine, which she wrote herself.

Leroy never promoted herself or her work, which is one reason she remains largely unknown among the war photographers of the day (though not forgotten: In 2015 the writer and filmmaker Jacques Menasche completed a documentary about her career, “Cathy at War”; a clip from the film is available here). But she was one of the Vietnam War’s most lauded photojournalists, winning Picture of the Year from the George Polk Awards and, for her later work in Lebanon, the Robert Capa Gold Medal.

Later in life, Leroy ran a vintage clothing website. She died in Santa Monica, Calif., in 2006.

DAQUI

https://vimeo.com/201391788

contemplaNdo…

Assunto: Lust for life e o cotidiano
“Bom dia, Mauricio. Como vai?

Estou ouvindo o #225 nesse exato instante, indo pro trabalho – e assim será durante o resto do dia, parcelado ainda entre a hora do almoço e o retorno pra casa.
Gostaria de dizer que o início do programa me deu um soco no estômago. Explico…
Hoje saí em cima da hora, naquela batida rápida pra não perder o trem do horário que sempre pego. E aí que, em meio à correria, coloquei os fones e dei o play no Ronca.
Ouvir ‘Lust for Life’ nessa circunstância foi acachapante! Imediatamente me peguei pensando em todo aquele discurso que abre Trainspotting e em como sua mensagem ainda possui – infelizmente – a mesma urgência… Décadas se passaram e nada mudou.
Um abraço contemplativo.”
Allan
iggy.tico

a bula do #225…

225

iggy pop – “lust for life”

iggy pop – “the passenger”

iggy.lust

lô borges – “trem de doido”

death – “keep on knocking”

death

o minimalista – “branquinha”

captain beefheart – “yellow brick road” (7″)

captain.7

the liminanas – “two sisters”

the kinks – “two sisters”

kiko dinucci – “terra de um beijo só”

trio mocotó – “desapareça, vá desapareça”

trio.mocoto

baiana system – “cigano”

sevie wonder – “village ghetto land”

king crimson – “happy family”

the birthday party – “big jesus trash can” (peel session / 12″)

birthday.party.peel

blur – “beetlebum” (mario caldato mix)

blur – “song 2”

prest asbestus – “never talking to you again”

patti smith – “nine”

sergio machado (PLIM) – “trolls”

elvis costello – “goon squad”

elvis costello – “sunday’s best”

costello.armed

free_radio

weapon_tico

o #225, às 22h, HOJE…

225

vai colocando a barbinha de molho pra receber o #225:

shogun descendo a lenha na cena musical do fim de semana (bilolladão), lô borges, stevie wonder, trio mocotó, death, o minimalista, iggy pop, captain beefheart, blur, the birthday party, “never talking to you again”… e, talvez, a lorotinha mais reveladora/cabriocárica sobre um dos principais nomes da música planetária nos últimos anos… impressionante!

casca

jorginho & seus bluecaps…

Assunto: all things must pass
“caro mauvall.

contribuindo para a discussão sobre as bandas que seguiram sem seus integrantes originais, além das portas da percepção, que fizeram bons trabalhos sem o rei lagarto, vale citar:
– love and rockets (a banda formada pelos ex-integrantes do bauhaus, que fex um bom trabalho sem peter murphy);
– os mutantes (que seguiram com várias formações pós-débâcle rita/arnaldo/liminha/dinho, sempre com sérgio dias segurando a bandeira da banda);
– patrulha do espaço (formada pelo ex-mutante arnaldo, com quem gravou dois discos, e seguiu firme com várias formações até uns dois anos atrás);
-as trocentas formações do black sabbath nos anos 1980 e 1990;
– e para mim, a mais louca de todas as sobrevivências rock’n’rollers, que é o velvet underground do lp “squeeze” (1973), realizado sem NENHUM dos integrantes originais (ainda que contestado pelos xiitas, para mim é um disco que tem seu valor, com doug yule à frente).
sobre o disco do harrison, poha, man. valeu. é sempre muito bom ouvir jorginho da guitarra no ronca. os LP’s do ‘quiet beatle’ estão pra chegar, quentinhos. em edições de luxo. segura o tchan.
vale lembrar que o phil spector, sempre controverso produtor (contestado por paulinho mccartney, por exemplo, sobre seu trabalho em ‘let it be’, mas amado por george e john  – phil produziu “plastic ono band”, “imagine”, “sometime in new york city” e “rock’n’ roll”) está preso, cumprindo pena de 19 anos em regime fechado por ter assassinado a namorada, a modelo e atriz lana clarkson. há uma história de que ele teria dado um tiro no estúdio record plant, durante a gravação do álbum “rock’n’roll”, do lennon. ou seja, o cara tem antecedentes, é figura controversa, mas crucial na execução de obras seminais do pop.
gostaria de dizer que, se o shogun realmente sair e deixar vaga a cadeira, estou me candidatando formalmente ao cargo de auxiliar do ronquinha :-).
abraços,”
andré
all