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choveu chuva (ou como domar a natureza)…
quem esteve, ontem, na apoteose disse ter testemunhado uma das mais inclementes chuvas na cidade de são sebastião… ok, até aí tudo bem, “let it rain”… mas chuva durante show é dose de aturar… ainda mais lá, com zereta de proteção.
só que os mesmos relatos garantem que talvez tenha sido a mais cascuda presença de eltinho em solo carioca. nessas horas, músicos com a bagagem dele (e banda) são movidos pela necessidade de arrancar leite de pedra.
chover sem parar durante uma apresentação a céu aberto na dinamarca é normal… como é na escócia, nos states, no japão… agora, no rio de janeiro?
tenho Histórias incríveis de amigos que nessas situações de temporal – e em muitas com pouca platéia – encontram força e “inspiração” para domar a natureza e transformar a adversidade em algo ultra MEGA positivo… acredite, quem pode pode!
enfim, tomara mesmo que sir reginald tenha feito um show que será guardado para sempre junto às capinhas de chuva de todos que lá estiveram.
segura o flagrante de ontem que um de nossos espiões enviou…

antes de vazar para buenos aires… onde fincará residência durante todas as datas restantes na américa do sul.
ah, eltinho… danado, hein? olha que vou pedir a camisa do racing!
( :
pedro “blackhill” & o lolla no circo…
perguntei pro pedro “blackhill” como tinham sido os shows (terça e quarta) no circo voador com quatro das atrações do lolla… e, como sempre, ele resenhou a situation com objetividade e (sobretudo) com conhecimento do assunto… conclusão, o melhor “show” foi com quem não estava escalado (e para ninguém), as noites cairão no esquecimento semana que vem e, ao final das letrinhas, rapidinho, blackhill trocou de assunto.
ÉPICO (hahahahahahaha)…

– o Jimmy Eat World subiu no palco, tocou e saiu (he-he, foi meio isso, estavam bem agradecidos, mas sem emoção).
o Two Door Cinema Club foi uma rave com tempestade de strobo e telões de led, som estupidamente alto, dançantezinho e cansativão.o Silversun Pickups deu um show bem honesto, achei o melhor dos que caíram pra cá, todos muito felizes e dava pra sentir (o Brian Aubert, vocalista/guitarrista, disse no palco que aquela foi uma das melhores casas em que já tocaram).o Cage The Elephant achei superestimado, o vocalista é bem enérgico e não pára no palco, mas nada demais.o melhor show foi o do Denny Jagard, técnico de P.A. do Jimmy Eat World: http://www.dennyjagard.com/ ele é o vocalista do Ten Foot Pole (ex-Scared Straight) e logo que o JEW acabou de passar o som, antes da casa abrir, ele pegou um violão e foi para um canto perto do depósito do Circo, espacinho de quase 1,5m x 1,5m e ficou por uns 20/30min tocando e cantando de frente pra parede um set acústico amarradaço, com uma energia fantástica, só pra ele.segunda-feira teve o Thiago França na Audio Rebel e foi assim: https://www.youtube.com/watch?v=K_JysyRduV0
a bula de sir reginald, ainda agora (às 23:56)…
enviado, especialmente, por agentes inflitrados na crew de eltinho…

negativos & positivos (437) [flutuando]…
caramba, adooooooooro essa menina…

centro do rio de janeiro / junho1978
gourmetization…

Assunto: Pra doido
“Bom dia Dupla Inoxidável!Ouvi os comentários do Shogun a respeito do festival que era indiezação e virou playba pra caramba. E falo com propriedade pq tirando esse ano, estive presente em todas as edições e todos os dias de festival.
E ele levantou um ponto muito interessante mesmo, a entrada de um cervejaria.
As duas primeiras edições, que ocorreram no Jokey Club, foram feitas com patrocinio da Heineken. Inclusive a segunda edição, acho que foi o maior festival da história do nosso país, com The Killers, Pearl Jam, Black Keys e Queens of stone age como headliners, além de várias outras bandas que gostando ou não, dominavam o cenário indie na época.
Porém na terceira edição ocorreram três mudanças.
Local – o festival passou a ser no autodromo
Patrocínio – AMBEV patrocinando agora
Produtora – A GEO Eventos que fez os dois primeiros, que até era do grupo da Globo quebrou e quem passou a produzir foi a Tickets for fun.Desde então ocorreu sim uma mudança de foco. Desde o primeiro, já davam importância para os Djs, contratando grandes nomes, e atraiam público que só se interessava na parte eletrônica. Porém de uns anos pra cá, além de trazer grandes nomes, estão trazendo vários nomes, colocando djs inclusive nos palcos principais, algo que não ocorria, eles ficavam relegados ao palco eletrônico, Perry.
Além disso a divulgação aumentou muito, o que levou a sábado desse ano, mesmo com um line-up bem xumbrega, ser o dia com recorde de público. Ou seja, os caras estão faturando mais e atraindo mais público, então é difícil voltar para aquele posicionamento que tinham no começo.,E como o Mauval diz, é a mesma coisa que está acontecendo no futebol. Estão gourmetizando tudo, e a música já virou um negócio.Grande abraço e continuem sendo essa reserva da música de doido, como diz o shogun, em uma sociedade que cada vez mais, vai aos festivais pela tirolesa e não na esperança de algum show strogonófica.”
Felipp
o aNiversariaNte de hoje…

BIgorrilho, leNda absoluta…
e jah com presença confirmada na copinha do putin… UAU
cheers







