Escrevo apenas para engrossar o coro no que você disse sobre ‘Gimme Danger’, documentário de Jim Jarmusch sobre o Stooges – assistido sábado à tarde em sessão relativamente cheia, no Odeon, pelo Festival do Rio.
Impressiona como um marcante diretor tenha produzido filme tão raso sobre uma banda de rara profundidade, se comparada a muitas de seu período de atuação.
Fiquei com a impressão que Jarmusch fez as entrevistas, não as curtia tanto e, com o passar do tempo e mortes de componentes do grupo ocorrendo, sentiu a importância do que tinha em mãos, desengavetou as imagens e resolveu amarrar o projeto.
É muito mal-ajambrado, no entanto: em muitos momentos, um misto de comédia desacertada com brincadeira em mesa de edição – tamanha a quantidade, ao longo da projeção, de imagens equivocadas e sem ligação com os caras.
Falta emoção ao documentário e sobra ausência de intimidade nas declarações dos entrevistados. O momento mais tocante, talvez, é quando um distante Scott Asheton fala sobre a morte de Dave Alexander.
O diretor correu riscos e, ao meu ver, não acertou. Ao término do filme, percebe-se que, em nenhum momento, a referida “maior banda de rock de todos os tempos” de seu título foi defendida com fibra. É isso: faltou garra a Jim Jarmusch.
Vale ver? Sim. Principalmente por imagens/áudios de shows apresentados e alguns poucos depoimentos realmente interessantes. Que não se espere, porém, muito mais que isso.
Aproveitando o dia 15 de outubro pra agradecer você e Shogun por deixaram tantos ensinamentos e descobertas musicais, por dividir um pouco desse conhecimento, vivência, histórias, registros sonoros, entrevistas, imagens, risadas… Obrigado por semanalmente compartilharem esse amor verdadeiro pela música e um pouquinho de tanta coisa dessa vida que de alguma forma esbarra nela de alguma maneira.
O duzentão foi lindo…
Aquela versão de “Roadrunner” com o Modern Lovers, “Victoria”, “Nervos de Aço”…
E o duzentinho foi de arrepiar a alma. Presentaços!
Fiquei atordoado com tanta coisa boa de cabo a rabo num só programa.
E, em especial, a desorientação total causada dos primeiros segundos de Curtis Mayfield aos últimos de Dexy’s Midnight Runners , vocês não tem idéia.
Obrigado por esses e tantos outros momentos!
Aproveitando também o momento pra parabenizar pelo novo rebento fotográfico.
O Ronca é fonte inesgotável de inspiração e pra um sujeito como eu e tantos outros que ama a fotografia tanto quanto a música, o mesmo vale pra cada registro da xeretinha que você divide com a gente no site e agora, em boa parte, estarão reunidos nesse livro.
a imagem da capa (no post anterior) é a ultrassonografia do baby… afinal, ele está no forninho, tranquilão… aguardando o momento de conhecer a luz… mas já começou a enviar as primeiras provas de impressão (aqui acima está a primeira). com elas, as arestas serão aparadas para, provavelmente, na segunda quinzena de novembro…
a fofura nascer.
“good things come to those who wait” (arthur guinness)
Pode não parecer, mas, apesar do meu longo silêncio, eu sempre estou de ouvido colado nos programas e olho grudado no site.
Gabizinha ocupa um espaço gigantesco na nossa vida e está linda! Mas acaba faltando tempo para coisas simples, como escrever um email.
Lamentei muito não ter conseguido enviar meu pedido para o #200, mas me emocionei muito ao ouvir o Carequinha! Tanto por me lembrar claramente do Coral Carequinha, no Odisseia, quanto por voltar à minha infância e perceber o quanto ainda posso ser criança com a Gabi. Fiquei muito impactado também pela Nina Simone e pelo Fagner.
Já no #201, Dexy’s me transporta para as festas, Wilco é, confesso, algo ainda novo para mim; e a lembrança do Belchior… Ai, ai… Cartola, bem… Sempre que ouço Cartola, tento imaginar que tipo de pessoa ele era, que sentimentos habitavam aquele coração…
Enfim, meu amigo, preciso te dizer que Gabizinha vem se tornando cada vez mais íntima da música, e, neste momento, especialmente Beatles. Sim! Ela adora Beatles! A prova está na foto anexa (atenção para os bonequinhos dela!).
Como dizia aquele repórter, “estamos de olho”!
Abraço,
JOÃO GALDINO
P.S.: O Anderson (taxista) te contou que eu o conheci em pleno trânsito, graças ao adesivo ostentation que ele tem no carro?
Paul Weller forms supergroup with Robert Wyatt, Danny Thompson to play concert for Jeremy Corbyn
Paul Weller is to take part in a series of concerts in support of Labour leader, Jeremy Corbyn.
Weller will front a one-off group also featuring Robert Wyatt, Pentangle’s Danny Thompson and Weller’s drummers Steve Pilgrim and Ben Gordelier.
The show, People Powered: Concert For Corbyn, will be held at Brighton Dome on December 16. It’s the first in a planned series of gigs celebrating Corbyn’s policies.
lso playing the show are Temples, Kathryn Williams, Stealing Sheep, The Farm, Jim Jones And The Righteous Mind, Edgar Summertyme and Ghetto Priest. Tickets are £25, on sale on Friday (October 14).
The show is the first time that former Wyatt has played live since he curated Meltdown Festival in 2001. In 2014, Wyatt had retired from making music.
“I’m doing the gig because I like what Corbyn says and stands for,” says Weller. “I think its time to take the power out of the hands of the elite and hand it back to the people of this country. I want to see a government that has some integrity and compassion.”
Não vi o documentário do Iggy e depois de escutar o Cine Shogun até fiquei com vontade de conferir.
Costumo escutar semanalmente o programa dele na BBC 6 , Iggy Confidential, onde ele toca as músicas que curte, com comentários e histórias. (6as feiras às 19h, london time)
Até Jackson do Pandeiro já passou pelo programa com ele relembrando os drinks de cachaça que tomou aqui pelo Brasa…
Quando ele não pode fazer o programa, sempre há convidados interessantes, como Dennis Bovell, Pet Shop Boys, Lenny Kaye, Bobby Gillespie (fez uns 3 programas seguidos), e outros.