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hoje, às 21h…

ao “sintonizar” a Oi fm na web, basta aguardar o horário que o programa pipoca na programação…

calmo & tranquilo feito água de poço! ok?

jumboteKo de logo mais terá momentos de alegria máxima.

por exemplo:

– o comunicado que não perdemos importante ovelha do rebaNho!

– três músicas ao vivo com o aniversariante de hoje…

– “overdose de smiths”

– the who / “live at hull”

– é natal no roNca

– jon spencer + hermanos

– “dirty old town”

– ensaio dos zumbis

– donga & pixinguinha

– “janaina” + “mesa do bar”, ao vivo… no roNca!

– LKJ!!!

®esistrou? captou?

enfim, pauta cheia… e jumboteKo trepidante!

( :

(infelizmente, a FOTOGRAFIA lá de cima não tem autor conhecido!)

marcelo mandou pra gente…

Grito do Mali

Fundamentalistas islâmicos perseguem músicos e provocam êxodo no país

www.estadao.com.br
Jotabê Medeiros

Exilados em sua própria terra, os artistas do Mali, um dos berços da música africana (e, por extensão, universal), estão sob fogo cerrado, sitiados pelo extremismo religioso-militar, mas ainda assim esperançosos no estabelecimento de uma paz. Enquanto isso não ocorre, os principais astros do Mali mudaram de lugar seu evento de música mais importante, o Festival au Désert, realizado há 12 anos em Essakane (a duas horas de Timbuktu).

Terakaft é uma das atrações de festival - Divulgação
Divulgação
Terakaft é uma das atrações de festival

 

O festival celebra a cultura tuaregue – tuaregues são os povos nômades do sul do Saara que mantêm uma secular tradição de se juntarem em encontros anuais chamados Takoubelt, nas regiões de Kidal, Temakannit e Timbuktu.

Este ano, no entanto, a coisa ficou feia. As perseguições das facções muçulmanas que criaram guerrilhas no país tornaram insuportável a vida para os músicos do Mali. Os guerrilheiros passaram a proibir a execução de música que não fosse a sua, e a atacar músicos de rua (há casos de músicos mutilados e queima de instrumentos em praça pública).

“Militantes islâmicos estão banindo a música no Norte do Mali, uma desagradável disposição para um país onde a música é tão preciosa quanto a água mineral”, escreveu Andy Morgan no jornal inglês The Guardian. Ninguém é poupado. Recentemente, sete homens armados de fuzis AK47 e com roupas militares foram até a casa dos integrantes da banda tuaregue Tinariwen, ganhadora de um prêmio Grammy. Os músicos não estavam, e eles deixaram recado.

“Diga a eles que, se eles botarem o rosto na cidade de novo, vamos cortar todos os dedos que eles usam para tocar sua guitarra.” O bando guerrilheiro então confiscou as guitarras, os violões, os amplificadores, a bateria e os microfones, fez um pilha no lado de fora da casa e tocou fogo em tudo.

Por conta disso, muitos dos principais músicos estão saindo do seu país. Eles se reúnem, entre os dias 7 e 9 de fevereiro, em Kobeni, na Mauritânia, na fronteira com o Mali. O PIB da música malinesa estará lá, incluindo o grupo tuaregue Tinariwen, agora proscrito em sua terra.

Em resposta à situação no Mali, a diva malinesa Fatoumata Diawara (que vive em Paris e esteve no ano passado no Rio, no festival Back2Black) convocou 40 outros artistas malineses famosos e gravou um vídeo e uma música para denunciar a situação. A cançãoMali-Ko (a Paz) é um grito de alerta. “O Mali não pertence a esses caras. O Mali não será presa de ninguém”, diz a letra. “No momento em que os malineses pensavam na sua estabilidade, outros procuram nos perturbar. No Norte, a população tem fome, nossas mulheres se tornaram mercadorias, elas são espancadas e estupradas.”

A música tem participações de estrelas internacionais do Mali, como Amadou e Mariam, Oumou Sangaré, Bassekou Kouyate, Vieux Farka Toure, Djelimadi Tounkara, Toumani Diabate, Khaira Arby, Kasse Mady Diabate, Baba Salah, Afel Bocoum e Habib Koite.

Le Festival au Désert também celebra um evento simbólico, a chamada La Flamme de la Paix (A Chama da Paz), nome que batizou a cerimônia na qual 3 mil armas de fogo foram queimadas e transformadas em um monumento em Timbuktu em 1996.

“É uma das poucas coisas honestas das quais eu tomo parte em um longo, longo tempo. É maravilhoso tocar nas areias do deserto. Não há portas, não há portões e não há dinheiro. Me lembrou a primeira vez que cantei. Não havia comercialização”, disse Robert Plant sobre o Festival au Désert, do qual participou da edição de março de 2003.

Terakaft leva transe elétrico a festival

Um dos grupos que estará no Festival au Désert será a banda tuaregue malinesaTerakaft, que acaba de lançar um novo disco, Kel Tamasheq (pelo selo World Village), produzido pelo britânico Justin Adams. É uma pérola rara da música africana, disponível no iTunes.

O nome Terakaft significa “caravana”. Em 12 faixas, o ouvinte faz uma incursão por um tipo de transe musical sofisticado e primitivo ao mesmo tempo, que suscita comparações diversas com a música oriental.

A faixa-título, por exemplo, lembra um blues norte-americano mais tradicional, mas com o estranhamento de uma guitarra soando como uma cítara. Lembra muito as experiências com slide guitar de Ry Cooder. Awa Adounia é um tema mais orientalizado, e a guitarra é tocada como o chamado “piano de dedo” africano do grupo Konono nº 1.

Aima Ymaima busca uma voz mais proeminente, coerente com a tradição já globalizada por nomes como Youssou N’Dour. A música dos grupos tuaregues já alista fãs febris em todo o mundo, alguns famosos, como Nels Cline (Wilco) e Tunde Adebimpe e Kyp Malone (do grupo TV On The Radio). Mas o que o Terakaft faz aqui é amplificar com solos elétricos um eco tribal. A percussão é francesa, mas a linha de frente é totalmente tuaregue, o que cria uma simbiose ao mesmo tempo familiar e misteriosa, alienígena.

cruzaNdo mares…

Subject: Podcast
“Dia Mauval! (tarde pra mim aqui do outro lado do Atlântico)


Believe it or not … so agora consegui um jeito de ouvir os progrmas pelo site … Parece q rola alguma restrição à países africanos. Cuidado pq agora essa parada é inafiançavel heim!   hahahaha Voltando … Cada programinha mais fodástico q o outro … E modéstia parte até me reconheci num deles … Em um, q estavam o Toni Platão e o Caipirinha … este ultimo pede ajuda da torcida ronqueira de como operar o tal do podcast e entre os países listados ele tb cita ANGOLA … Sensacional, emocionante! Agradece ao caboclo ai por mim!

Neste exato momento estou ouvindo o programa 5 q tem sua santidade Prince Roger Nelson fazendo uma versão de Joninha … Q igualmente acho casquiiiiissima! E logo em seguinda vc foi e colocou a canção original … Qdo caiu na minha mao este disco tributo da loirinha, fui logo fazendo uma compilação entremeada pelas versões originais … Pois é … Sintonia é tudo! E dai penso q isso faz parte de um processo, afinal, desde meus 16, 17 anos o sigo pela maldita, na quadra do condominio la no Jardim Botanico e por ai vai! Enfim … fazer algo intuitivamente tal qual  q vc fez no programa é qse como um aluno q adquire as caracteristicas de um professor!
Valeu Mauval.”

Luiz Guilherme 

pedro mandou pra gente…

Primeiro disco de Macalé ganha reedição com faixas-bônus dos anos 70

Primeiro disco de Jards Macalé, o compacto duplo Só morto Burning night – lançado sem repercussão em 1970 pela extinta gravadora RGE –  ganha em março reedição produzida pelo pesquisador Marcelo Fróes para o selo Discobertas. Turbinada com dez faixas-bônus, a reedição festeja os 70 anos que o cantor, compositor e músico carioca vai completar em 3 de março de 2013. Às quatro músicas originais do compacto, gravado por Macalé com a banda Soma e com intervenções do piano de Zé Rodrix (1947 – 2009) e da percussão de Naná Vasconcelos, a reedição do selo Discobertas acrescenta dez gravações ao vivo captadas entre 1970 e 1973. Entre estas faixas-bônus, há registros até então inéditos em disco. As quatro músicas originais do disco são Soluços (Jards Macalé e Duda), O crime (Jards Macalé e José Carlos Capinam), a faixa-título Só morto [Burning night] (Jards Macalé e Duda) e Sem essa (Jards Macalé e Duda).

“discoteca básica” da revista bizz…

MALPRACTICE (1975)

– fevereiro de 1990, edição número 55 –

Uma das maiores causas do impacto do punk rock residia na relação de igual para igual entre os grupos e suas platéias: uma suarenta comunhão em algum pub enfumaçado, que se opunha formalmente à frieza burocrática da maioria dos concertos em grandes arenas. Pois esta postura inovadora teve sua origem ainda no início dos anos 70, paradoxalmente dentro de uma corrente dita “revivalista” – o Pub rock britânico. Eram bandas que tomavam como profissão de fé o rhythm’n’blues das décadas de 50 e 60, com fama restrita apenas aos bares especializados no estilo, mas que arrastavam um público fiel e cada vez mais volumoso aos locais onde se apresentavam. Nesta tradição inscreveram-se grupos como o de Brinsley Schwarz (do qual participava Nick Lowe), Ducks Deluxe, Dave Edmunds, Graham Parker e, de modo especial o Dr. Feelgood.
Formado em 1971 pelo cantor gaitista Lee Brilleaux, o guitarrista Wilko Johnson e o baixista John B. Sparks – os três egressos do circuito local de Canvey island – junto ao baterista John “The Big Figure” Martin, o grupo logo começou a causar sensação, não só pelas endiabradas performances de Lee e Wilko ao vivo mas também devido ao próprio repertório escolhido: uma seleção de clássicos do r&b, assinados por nomes como Willie Dixon, John Lee Hooker, Chuck Berry e Bo Diddley entre outros, além de músicas próprias (na maioria, compostas por Wilko).
Este reconhecimento do público teve, porém, que esperar três longos anos para ser partilhado por uma gravadora. Apenas no fim de 74 o grupo conseguiu um contrato, lançando seu álbum de estréia _ “Down by the Jetty” – no início do ano seguinte. Deliberadamente gravado em mono e com quase todas as canções registradas em um só take, o disco era um retrato fiel da rudeza do som do quarteto e firmou definitivamente a reputação de Wilko enquanto guitarrista (recebendo elogios rasgados de Pete Townshend e até sendo cogitado para substituir Mick Taylor nos Stones).
Ainda em 75 o Dr. Feelgood lançou o seu segundo álbum, “Malpractice” (termo usado para designar imperícia médica). O LP trazia depurada a energia em estado bruto de seu antecessor, com maior esmero na produção, mas mantendo o mesmo despojamento em suas onze faixas (sem dubs). A técnica sui generis de execução de Wilko – com seus riffs e solos secos, tocados com os dedos da mão direita em vez da palheta – mostrava-se mais inspirada do que nunca, bem como suas composições. Canções como “Back in the Night”, “Going Back Home” (esta em parceria com Mick Green), “Don’t Let Your Daddy Know” e “You Shouldn’t Call the Doctor (If You Can’t Afford the Bills)” transpiravam o mais puro r&b e formavam um conjunto imbatível junto às sensacionais covers de “I Can Tell” (Bo Diddley), “Rolling an Tumbling” (Muddy Waters), “Don’t You Just Know It” (Huey “Piano” Smith) e “Riot in Cell Block N.”9″(Leiber/Stoller). Um santo remédio que, como receitava a contracapa, devia ser tomado dez vezes ao dia.
Em 77, depois de um disco ao vivo (Stupidity) e outro de estúdio (Sneakin Suspicion), Wilko abandonaria o Dr. Feelgood, formando em seguida o efêmero Solid Senders e acompanhando os Block Heads de Ian Dury por um certo tempo, antes de voltar para o circuito dos pubs. Lee insistia em carregar o nome do grupo (mesmo depois da saída do Sparks e “The Big Figure” em 82) com outros músicos, porém sem nunca conseguir repetir a fórmula mágica de “Malpractice”. Afinal, foi com este disco que o bisturi do Dr. Feelgood efetuou um corte profundo nas veias do rock’n’roll.

Celso Pucci

lindoNa…

http://www.youtube.com/watch?v=-7JVxE2SYxo

http://www.youtube.com/watch?v=T1-svvazBcA

façamos nossas as palavras de jerry garcia, quase ao final, neste monumento à desorientação aqui de cima!

rick danko, joplin & jerry garcia!

que falta… que sodade!

mas cá estamos para lembrar… Deles, forévis!

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