Arquivo da categoria: historinhas

pic-nic…

tranquilão, no teto da notre-dame, em abril1981…

o incrível – para os tempos atuais – é como era possível ficar por horas no teto da catedral de notre-dame sem ninguém encher o saco, sem ninguém dizer “não pode isso”, “tempo esgotado”, “cadê seu passaporte?”… que momento!

mon dieu, ela resistiu à revolução, guerras mundiais…

e sucumbiu sob as chamas do capeta… PQP!

infelizmente, não tenho capacidade de colocar aqui a emoção de passar por Ela, colado à lateral, arrastando a mão na parede (PQP), na madruga friorenta da cidade luz, sem ter nenhuma pessoa por perto e aquele monstro escuro ali de butuca ligada… mamãe!

na edição do livro “preto e branco”, não poderia ficar de fora algum registro realizado Nela. acabou entrando esta cena típica do cinema búlgaro bem no teto da catedral, em abril1981…

+ serico e sandy…

+

mamãe

aTRIPINHA & aMÚSICA #23 (final com texto)…

lucas & a nação…

logo nas primeiras semanas de nossa retumbante ação aTRIPINHA & a MÚSICA, comentei no programa que tão inoxidável quanto o material fotográfico estavam sendo as mensagens dos papais e mamães sobre o envolvimento dos filhotes com aMÚSICA… e segui informando que não colocaria no site o referido escancarar de corações, lembra?

well, well, well, aqui estamos para fechar a tampa de nossa transgressora promô… e, para tal, colocarei as letrinhas do luis claudio, pai do lucas, que resumem – estrogonoficamente – nosso pensamento sobre música, pivetada, rádio, amor, dedicação, companheirismo, determinação…

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Assunto: Lucas, cidadão do mundo

“Fala, Mauricio e Nandão.
Esse é o Lucas de 6 anos. Moramos em Brasília e ouvir o Ronca é programa de família aqui em casa. Até aí, nada que me surpreenda ou que surpreenda a qualquer outro desorientado da Tripa. Mas, por volta dos 3 anos, enquanto andávamos de carro e ouvíamos música, o Lucas pede, do alto da sua cadeirinha, “papai, bota o RoncaRonca”. Aí eu cheguei, mais uma vez, à parte funda da piscina da paternidade. O que é que faz um moleque de 3 anos pedir o Ronca?
Pouco tempo depois, ouvia um setlist com o Lucas e, quando Sangue de Bairro começou a tocar, meio que instintivamente, pulei a música. Achei muito pesada pra ele, sei lá. Daí vem o moleque de novo: “papai, que música era aquela?, “quero ouvir”. Claro que atendi… Uma, duas, três vezes. Disse o nome da banda, contei um pouco da história do Chico Science, e coloquei o Afrociberdelia pra tocar inteiro. O Lucas tinha acabado de descobrir seu primeiro álbum e banda favoritos. Que momento! Mas como é que uma criança de 4 anos pode, ao ouvir pela primeira vez, gostar de um som com a sofisticação e originalidade do CSNZ? Na parte rasa da piscina eu não encontro resposta.
Um grande abraço,”
Luis Claudio

caipirex, the taxi diver, tapioca, chuvarada e o quase pernoite…

“Salve, Simpatia!

Que chuva, hein? Na segunda fomos ao aquário lá no porto, saímos entre 5.30 e 6, e a chuva apareceu quando a gente tava no aterro, passando do Flamengo pra Botafogo. Quando chegamos aqui na Aníbal, a água já tava chegando no capô do táxi. No fim das contas deu pra chegarmos até a garagem do prédio ainda secos. O taxista ficou aqui com a gente pra comer tapioca e comer pão de queijo, pois não tinha como ir embora. Ele já tinha ligado pra mulher dizendo que provavelmente ia dormir aqui em Ipanema quando a chuva deu uma parada, a rua esvaziou, e ele tirou o time de campo.

Abração,”
Marcelo

renato, leon & alex…

Subject: A song for you e o macaquito
“Foste no alvo, hein? hã?!?!
AQUI

– Some people think that writing words just to fit a melodic idea makes those words meaningless, but I think the opposite is true. There’s a line in Leon Russell’s ‘A Song for You,’ one of the greatest songs of
all time: ‘If my words don’t come together / Just listen to the melody
for my love’s in there hiding.’ That makes a lot of sense to me.”

Renato