
com marcelo “caipirinha” (de chapelinho) puxando a fila…

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com marcelo “caipirinha” (de chapelinho) puxando a fila…

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Subject: MUD SLIDE SLIM, TAPESTRY E O GATÃO“Caríssimos Mauval e Nandão!Cheguei a conclusão de que só o Ronca Ronca salva nesta vida! – This is religion!É muito louco como a sintonia entre o programa e a tripa funciona, e não falha nunca.Esses dias atrás estava eu arrastando correntes no Casarão do Vinil, uma casa tradicional na Mooca aqui em SP que comercializa os nossos queridos bolachões e eis que me deparo com o “Tapestry”, da Carole King. Não resisti e tive que adquirir a pepita. Um disco lindo, que realmente nos conforta da primeira a última música. Entre uma das canções esta – “You´ve got a friend” – que ficou conhecida na voz do nosso grande personagem do programa #715, James Taylor no álbum “Mud Slide Slim”, disco irmão do “Tapestry”. Sim, exatamente isso, os dois álbuns foram gravados na mesma época em estúdios bem próximos um do outro. Além da amizade marota entre King e Taylor, tava todo mundo ali naquela mesma galera fazendo bagunça e criando dois grandes discos da década de 70.Mas, o que é mais interessante nisso tudo é a coincidência de isso ter acontecido exatamente nessas últimas semanas em que estou mergulhado nestas duas obras da humanidade.É como eu digo sempre, vida longa ao Ronca Ronca, que continue desorientando nossas cabeças com muita desinformação e boa música!Um grande abraço,”Thiago

acredite, malinka – em earl’s court, londres, U.K – tirando onda com a estrogonófica edição de “the autumn stone” do small faces… mamãe!


hahahaha…
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Subject: Pauta grande: rock anos 80 e BH“Amigos MauVal e Nandão, tudo bem?
Aproveitando o ensejo dos últimos programas, queria compartilhar um assunto com vocês que acho que daria uma boa pauta pro programa. Nessas últimas edições, o Último Número e o Sexo Explícito foram tocados algumas vezes, o que me levou a ressuscitar mentalmente um tema. Nunca entendi muito bem porque Minas e principalmente BH ficaram de fora do rock dos anos 80 quando a gente olha para bandas que tiveram alcance nacional e/ou resultado comercial. Estou falando aqui do boom de bandas da década de 80, até o início de 90.
O pensamento (futebolístico) que BH não está obviamente no eixo Rio-São Paulo não cola. Nesse período tivemos bandas além de Rio e São Paulo, né? De Brasília, de Porto Alegre (Engenheiros, Nenhum de Nós) e Salvador (Camisa de Vênus). Mas nenhuma de Minas.
Tenho duas teorias, baseadas em entrevistas que ouvi por aí e discussões com amigos:
1- O John do Pato Fu deu uma entrevista dizendo que a influência do Clube da Esquina era tão forte em BH que o rock não conseguiu espaço naquela época. É como se aquele tipo de música abafasse as novas bandas que não tinham o estilo deles. 14 Bis é um bom exemplo de continuidade do que estava sendo feito, sem ruptura. Faz sentido. Morei em BH grande parte da minha vida e sempre senti esse peso do Clube da Esquina, pro bem e pro mal. Quase uma defesa de mercado local.
2- Existia uma cena local mais radical que o rock BR que surgiu nesse período. Se colocarmos as timelines em paralelo, Sepultura, Overdose, Sarcófago e Chakal lançaram seus primeiros discos no início da segunda metade da década. O primeiro do Sepultura é de 85. Então, enquanto Titãs lançava o Televisão, RPM lançava o Revoluções por Minuto, a Legião lançava o homônimo, BH estava em uma cena tão mais radical que obviamente não tinha reverberação na mídia. Esse pessoal se conectava muito mais com a cena punk do que com algum espaço mainstream.
As duas teorias se juntam, talvez. O peso do Clube da Esquina era tão grande que pra brigar com eles precisava ser algo muito mais radical, mais distante. E o mais interessante: ambas (Clube de Esquina e a cena metal) “surgidas” no mesmo bairro em BH, Santa Tereza. Talvez não seja coincidência.
Claro que logo na próxima década, Minas tomou a dianteira com Skank, Pato Fu e Jota Quest. Possivelmente Skank e Jota Quest são as bandas mais relevantes, quando focamos apenas em sucesso comercial, pós 90. Mas a década de 80 pra mim ainda é um mistério.
Alguma opinião sobre isso? O que vocês entregam sobre esse tema? Rs
Grande abraço,”
Herbert Rafael

Subject: kurt onorico ou vanja vile“fala, MV! tô há tempos pra enviar esse e-mail.
ouvi no roNquiNha e lembrei desse compacto prensagem alemã do filme o’cangaceiro. achei aqui em berlin há alguns anos por 2…3 euros…e nas andanças pela cidade me deparei com esse lambe do kurt vile 🙂 partiu?aquele abraço e vamo que vamo!”j xavi (berlin)



Subject: Mimos e glote fechada“Mauricio,
Mando os registros dos mimos que chegaram. Assim que abri a caixa, a glote fechou. Finalmente coloquei a mão no inoxidável manto e no rústico! Que alegria!A pergunta feita em programa recente, “em qual música você moraria?”, só tem uma resposta possível: nenhuma música, moraria no Ronca Ronca, com as muitas músicas, vinhetas, conexão com 3 Pontas e batatadas. Afinal, o que quero da vida é ser surpreendido por Clarence Carter com Duane Allman. Vestir o manto e abrir as ampolas virou uma nova forma de estar junto do programa.Para desespero de Nandão e alegria da co-curadoria, assim que tiver um tempo farei uma postagem nas redes com toda a memorabilia RoNca RoNca: fotos Boca Ronca, copinho Boca Ronca, livro, e os novos mimos.Abraço!”Caio

Subject: Setecentola – Regalos“Salve, salve, Mauricio e Nandão!
Tudo bem com vocês?Primeiramente, gostaria de agradecer imensamente pelos regalos que enviaram a este roncrackudo, cujo retrato segue anexado.Fiquei profundamente emocionado quando vi a caixinha mágica chegando em minha casa. Já usei o abridor rústico – extremamente eficiente – e o manto, bem, vou usar na próxima ocasião especial, provavelmente no C6 Rock daqui a 2 semanas.Também externo aqui um pedido imenso, porém tocante: um programa dedicado ao inesquecível Glen Hansard, que nos deixou órfãos no último dia 29.07.2026. Embora não tenha cruzado com ele na Grafton Street, quando estive na maravilhosa Dublin, graças a Deus tive a oportunidade de assisti-lo no show de Eddie Vedder em 2011 aqui em SP. Foi uma aula. Glen deixa saudades, mas também um fantástico legado musical e, principalmente, humanístico.Um grande abraço a vocês! Até quinta-feira!”Danilo


nathalie no show do metá metá, domingo passado (2agosto), no leão etíope (méier)… que momento! que coNexão! D+!
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(foto que chegou pra curadoria do roNca sem identificar o autor)

Subject: Canal 12 – Memoria Fotografica“Mauricio Saudações
vez em quando me atrevo aqui desde o planalto paulistaPedro Martinelli, Sergio Berezovsky, Roberto Setton, Ronaldo KotschoETTORE cHIEREGUINI João Castellano, JF Diorio, Rodrigo CocaJoca Duarte. André Schiliró, Alessandra Cabral, Daniel Augusto JR., Ed ViggianiEsses fotógrafos e outros não citados aparecem falando de suas carreiras e como conseguiram fotos icônicas do universo corinthiano.no CANAL 12 do fotógrafo Daniel Kfouri sob a aba MEMÓRIA FOTOGRÁFICA.sensibilidade, humanidade, talentosPedro Martinelli – look alike Robert Wyatt – o fornecedor de cigarro do Dr Sócrates.Abraços”Pedro

Subject: Breakfast in Bed“Caro Mauricio,A respeito da canção “Breakfast in Bed” na voz de Dusty Springfield, quer me parecer que Roberto e Erasmo tenham se inspirado nessa canção para compor o seu hit “Café da Manhã”, pois a canção da Dusty precede esta em mais de uma década.“Café da Manhã”, aliás, que é conhecida como a canção do pão duro: “Amanhã de manhã, vou pedir um café pra nós dois”. Como assim, um (uma unidade de café) pra duas pessoas? Explica isso.Foi essa canção que levou a um quadro dos Trapalhões, em que Didi cantava não “amanhã de manhã” mas “a mamãe de mamãe”, quando aparecia o Zacarias vestido de vovó.Aproveito para dizer que os clássicos de Roberto são justamente as canções feitas em parceria com Erasmo; no meu entender, o grande talento criativo da dupla. Tudo o que sucede o fim da dupla me causa um tédio mortal e lá se vão quatro décadas.Abraço,”Martim
até na caiprinha que a lili enviou pra gente…

cheers