Arquivo da categoria: torcida

eternamente ligadão…

Assunto: James Marshall
“Salve!

Mauricio, confesso que não gosto de especiais. Sempre que você “ameaça” com a possibilidade de especiais para determinado artista e/ou banda, me pergunto se valerá a pena ouvir. Prefiro ouvir o Ronquinha na sua forma convencional, com uma infinidade de tipos sonoros. Entretanto, por mais incoerentes que possam ser essas linhas, dois especiais entraram pra minha lista dos dez mais: A visita de Carlos Moore, uma das melhores aulas que tive de Sociologia e História fora da faculdade e o especial Jimi Hendrix da terça passada. Muito bom! Alguns detalhes eu desconhecia ou não lembrava, como a coincidência que James Marshall subiu na mesma data que meu pai, 18 de setembro. Mais um motivo pra eu estar eternamente ligado a Jimi.
Grande abraço! Manda música, manda música…”
André
hendrix.mam

por ele mesmo…

gilberto

Assunto: Jimi Hendrix por ele mesmo…
“Fala Maurição

Que programaço este Ronca #145 ! Estupidamente cabriocárico! E Fernando Vidal dando um verdadeiro show na guitarra (em alguns momentos do programa eu não sabia se estava começando uma música com Hendrix ou era o Fernando…PQP!!!!). Mas…como a conexão do Ronquinha com a minha pessoa é muito forte, tenho duas observações: a primeira foi quando Fernando Vidal falou sobre o show no Teatro Casa Grande em comemoração aos 10 anos da morte de Jimi, quando estiveram no mesmo palco Robertinho de Recife, Pepeu Gomes e Sérgio Dias, e…eu estava lá !!!Lembrei-me que depois desta sonzeira toda, lá pelas 3:30 da manhã de uma quarta-feira, peguei um velho buzão 438 para Vila Isabel e fui sonhando com Hendrix (estudava no CAP-Uerj, tinha uns 17 anos e no dia seguinte, acordaria às 6:30 hs e teria que encarar uma prova de Geografia às 8:00 hs…imagine como foi a prova…somente “notas musicais”; a segunda observação é sobre o que vocês comentaram no programa – o que faria Jimi Hendrix se não tivesse morrido? Que som teria tocado ? Eu tenho a resposta…ou melhor, está escrito na página 196 do livro “Jimi Hendrix por ele mesmo”, organizado por Alan Douglas e Peter Neal, com entrevistas e arquivos pessoais escritos por ele mesmo e diz o seguinte:
“…Tenho vontade de fazer umas coisas mais sinfônicas, para que os garotos aprendam a respeitar velhas tradições musicais, os clássicos. Queria misturar isso tudo com o que chamam de Rock. Mas preciso entrar nessa de jeito, porque sempre gosto de respeitar minha própria maneira de ver as coisas. Minha idéia não é chegar lá com uma orquestra de 90 músicos e tocar duas horas e meia de música clássica. Minha idéia é explorar os dois lados sem tomar conhecimento de nenhuma distinção entre rock e clássico, é fazer algo inteiramente diferente. Seria como se cada passo fosse uma mistura de passado e futuro. Quando eu conseguir isso, o mundo todo vai saber…”
Abraço
Gilberto (RJ)

gênio, bonito e sem falar bobagem…

hendrix.close

Assunto: Hendrix
“Caro Maurício

Sensacional o último Ronca com Hendrix e Fernando Vidal.
O cara era realmente um gênio, sem qualquer dúvida.
Ouvi vocês comentando o que é uma questão recorrente não só sobre Jimi Hendrix como sobre outros músicos dos 60’s e dos 70’s já mortos: “o que estaria ele fazendo HOJE se estivesse vivo?”.

Temos vários exemplos de gente da época que ainda produz e acho que dá para ter uma ideia.
Na minha modesta opinião, após o advento e estouro do Punk em 1975, 1976, 1977 houve uma mudança no interesse musical. Ninguém aguentava mais o Art Rock, experimentações, orquestrações, discos muito burilados e que, apesar de alguns terem muita qualidade não soava mais como a maioria dos consumidores de música queria ouvir naquele momento. Isso sem falar que, para a indústria fonográfica, era muito mais barato ter 3 caras usando bateria, baixo e guitarra do que a London Symphony Orchestra, corais, naipes de metal…
O show do The Wall, na minha opinião chatíssimo, pretensioso (o disco), tinha tal estrutura de palco que só pode ser apresentado em poucas cidades da Europa…
O Rock tradicional estava em baixa em meados dos 70’s. Li uma entrevista de Paul Weller em que ele diz que viu Joe Strummer em um show com uma camisa escrita “Chuck Berry is dead” e que ele, obviamente não concordava com aquilo. Mas era, talvez, um sentimento dominante na época. Tem aquela coisa Iluminista…tudo o que é novo é bom e o que é velho não serve mais.
“o novo sempre vem…”, mas claro, nem tudo que é velho é ultrapassado- e o Rock é um excelente exemplo- e nem tudo, obviamente, que é novo é bom.
Fazendo uma digressão, creio que Jimi Hendrix teria feito muito mais coisas geniais até meados dos anos 70, talvez coisas com Miles Davis e depois, com o advento do Punk, com a redução da chama criativa que vimos em outros artistas, com mais grana, outros interesses, ele reduziria sua produção, provavelmente com alguns discos ou faixas ainda geniais mas sem o elemento de novidade que ele foi no fim dos 60’s.
Foi uma explosão breve de uma supernova que ficará sempre na nossa memória e ele morto jovem ficará sempre com a imagem dos 27 anos, elegante, bonito e sem o risco de ter escrito ou falado bobagens como outros contemporâneos fizeram.
Abs”
Gerson

reverberando o “heNdrix 4.5″…

aTRIPA segue reverberando o especial “heNdrix 4.5″… curioso como que, mesmo “conhecido” pela maioria, alguns detalhes básicos da História de hendrix seguem inéditos para quem gosta dele. tipo a conexão com miles, de como chegou em londres, a curtíssima carreira (muita gente chapou com o fato dele ter passado apenas três anos na pista)… seguem os pombos do igor e luiz:

Assunto: Hendrix!! Vem mais! Vem mais!!
“Coisa fina! Duas horas de Hendrix é uma adrenalina infinita!

Mesmo eu já conhecendo todas músicas que você mostrou ontem, poder ouvi-las com os seus comentários, histórias e ritmo cabriocárico que só o roNca tem é um atração à parte. O Fernando também mandou muito bem tanto no microfone quanto na guitarra.
Boas lembranças suas o jingle da Radio 1 e Good Times, Bad Times do disco do Stephen Stills.
abraços e SV,”
Igor
+
Assunto: #145 rompeu barreiras
“Eu pensei q não fosse existir um roNquiNha q chegasse aos pes daquele da familia Buckley com o Dapieve. Ferrou, o tempo passa e o #145 veio pra mostrar que o baguio continua cabriocárico. A sintonia entre vc e o Vidal foi fodástica … sem gastação de onda, a arte pela arte, chego a dizer até didático … mas sempre desorientando! E isso tudo em homenagem a Betty … q Deus a tenha! 

Valeu
Cheers,”
Luiz
esp

“no princípio era o verbo”…

gust
Assunto: Em uma calça jeans cabem dois sacis
“Fala Mauval,
 
Agora falando da capital do acarajé em companhia de Letieres Leite e Rumpilezz!
 
Estava dando uma geral por ai no mundo da “internautica” qdo vi q Black Alien tinha lançado o tão sonhado segundo disco depois de 11 anos do Babylon by Gus – O ano do macaco. Esse é o No Princípio Era o Verbo – Babylon by Gus, Vol. II. A capa ja é fodástica … Cena inicial do Sétimo Selo do Bergman com o Black Alien jogando xadrez com ele mesmo e o pão de açúcar e o MAC ao fundo! Segue o site para baixar a pepita!
Podia fazer uma análise do disco todo, mas em resumo é … Mandou bem e não deixou a peteca cair pro primeiro!
 
É claro que a partir dai comecei a ouvir tudo a respeito do Lirica Bereta! O documentário Mr. Niterói – A Lírica Bereta (Direção: Ton Gadioli), uma série de entrevistas pre-lançamento do No Princípio Era o Verbo e algumas gravações dele com o Speed. Tenho o CD Babylon By Gus Vol. 1 – O Ano do Macaco e achava absurdo o album! Só não entendia pq não ouvia tanta gente elogiando aquele trabalho! Dai percebi, vendo o documentário que tinha, mas so os musicos e aficionados por musica que valorizavam o Mr. Niterói! 
 
Enfim, o cara parece q ta mais acalmado da vida louca vida e espero que permaneça assim pra que ele faça mais coisas. 
 
PS. Ouvindo mais uma vez (ja deve ser a 3a. ou 4a. vez) o roNca #144 notei que além da vinheta do caboclo você comentou do Black Alien … hehehe …. Agora caiu a ficha q isso foi uma mensagem “qse” subiliminar  😉 Cheers”  Luiz
 
 

a marisa (PoA) pediu…


“Won’t Get Fooled Again”

“We’ll be fighting in the streets
With our children at our feet
And the morals that they worship will be gone
And the men who spurred us on
Sit in judgement of all wrong
They decide and the shotgun sings the songI’ll tip my hat to the new constitution
Take a bow for the new revolution
Smile and grin at the change all around
Pick up my guitar and play
Just like yesterday
Then I’ll get on my knees and pray
We don’t get fooled again

The change, it had to come
We knew it all along
We were liberated from the fold, that’s all
And the world looks just the same
And history ain’t changed
‘Cause the banners, they are flown in the next war

I’ll tip my hat to the new constitution
Take a bow for the new revolution
Smile and grin at the change all around
Pick up my guitar and play
Just like yesterday
Then I’ll get on my knees and pray
We don’t get fooled again
No, no!

I’ll move myself and my family aside
If we happen to be left half alive
I’ll get all my papers and smile at the sky
Though I know that the hypnotized never lie
Do ya?

There’s nothing in the streets
Looks any different to me
And the slogans are replaced, by-the-bye
And the parting on the left
Are now parting on the right
And the beards have all grown longer overnight

I’ll tip my hat to the new constitution
Take a bow for the new revolution
Smile and grin at the change all around
Pick up my guitar and play
Just like yesterday
Then I’ll get on my knees and pray
We don’t get fooled again
Don’t get fooled again
No, no!

Yeaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah!

Meet the new boss
Same as the old boss”

 ==========
– Pete Townshend wrote this song about a revolution. In the first verse, there is an uprising. In the middle, they overthrow those in power, but in the end, the new regime becomes just like the old one (“Meet the new boss, same as the old boss”). Townshend felt revolution was pointless because whoever takes over is destined to become corrupt. In Townshend: A Career Biography, Pete explained that the song was antiestablishment, but that “revolution is not going to change anything in the long run, and people are going to get hurt.”
moon

o monumental huNter…

nosso MEGA queridíssimo hunter acaba de informar (junto com a fotoca)…

– On the way home from Spain and Portugal we called in at a three day music festival called “The End Of The Road Festival” in Dorset which was interesting.  Really enjoyed the live sets from The Delines, Madisen Ward & Mama Bear (a son and mother duo) and Future Islands.
Cheers
Hunter
hunter

mccullin…

Assunto: Don McCullin
“Caro Mauricio
Recentemente vi no site postagem de vídeo sobre o fotógrafo Don McCullin.E, recentemente, também vi em vários jornais reportagens da destruição de Palmira na Síria por tropas do EI.

Lembrei de um livro antigo dele que eu tinha- Southern Frontiers, A Journey Across the Roman Empire.

Fotos da região do Levante e do Magreb feitas por ele, acho que na década de 70.

Pena o fundamentalismo religioso, a ignorância, a estupidez levar à destruição desses lugares milenares.

Segue foto do templo de Bel, destruído por bombas…

Abs”

Gerson

don1
don2

el padriNo…

vasconha.mujica

Assunto: RE: el jefe
“A Vasconha chegou cedo, marcou território e agitou a bandeira freneticamente quando o Mujica pisou na concha e também durante o discurso.

A torcida do Vasco estava devidamente fardada. Muita gente desfilando os mais diversos mantos vascaínos. Tem uma rapaziada por aí usando uma réplica da camisa de 1923, tá ligado? coisa fina!!
Eu cheguei cedão também. Quando soube que o Mujica estaria na Uerj para um evento aberto, logo pensei que não poderia ficar de fora e tinha que fazer alguma coisa com isso. Pensei num roteiro de um curta, rabisquei umas perguntas e propostas de imagens, peguei umas coisas emprestadas e fui.
Durante o discurso dele consegui me infiltrar no gargarejo. Uma pena que puseram a mesa muito afastada. Ele ficou sentado o tempo inteiro e apenas levantou para se despedir vindo até a beirada do palco. Não consegui me aproximar muito e estava com a câmera na mão, não dava pra dar cotovelada. kkk Mesmo assim, consegui boas imagens e boas entrevistas. Vamos ver no que vai dar. Quando estiver pronto, eu te mando!
Tinha muita garotada, mas gente de várias idades, cores e sotaques também!!
O discurso dele não teve nenhuma novidade para quem já conhece o velhinho. Ele falou da importância das ideias, da militância, da necessidade de termos uma vida simples, onde o mais importante é ser que ter ou aparecer. Outras duas coisas importantes no discurso dele foram a lembrança dos refugiados do Oriente Média e da África em direção a Europa e como a UE só responde com mais violência e opressão. Também falou dos direitos das mulheres e de como elas são muito mais importantes para a nossa sociedade e para a vida de cada um de nós. Sobre drogas e tráfico ele reforçou a posição de regulamentar a distribuição, o uso e a produção a partir do estado para sufocar o tráfico. É um caso de saúde pública e não de guerra, ele se colocou muito bem.
Queria que ele tivesse falado da regulação da mídia uruguaia que foi um dos últimos atos significativos em seu governo em janeiro desse ano.
Por enquanto é isso. A foto é do Leon Diniz!
abraço e SV”
Ferraz