Assunto: LKJ & a Polônia“Fala MauVal, beleza?Cara, esse vídeo do Linton Kwesi Johnson em terras polacas mexeu bonito com a minha memória musical-emotiva-viajante.O ano era 2012, eu estava numa tour chamada Ubuntu Amandla, junto com dois artistas, da África do Sul e de Gana. A galera, alemã, que organizava a tour arrumou um show pra gente na cidade de Gdansk, norte da Polônia, e lá fomos nós enfiados numa van cheia de criolos (me incluíndo aqui) atravessar umas 8, 9 horas de viagem de Berlin até a costa polonesa.As etradas da polônia são um capítulo a parte, que me fizeram lembrar bem as ruas da minha querida Baixada Fluminense. Depois de muito saculejo chegamos em Gdansk, que estava um ferno danado, pois na época recebia a Eurocopa. Achamos o lugar do show, era um open air, de frente pro Cais do Porto, e antes mesmo de começar o sound check percebemos que a organização tinha disponibilzado um sonzinho muito mequetrefe. 1, 2, 1, 2 teste pra lá e pra cá e a gente vi que a coisa não ia rolar muito bem, quando de repente passou um polones de 2 metros montado numa bicicleta, parou e começou a interpelar a gente. “Vocês são de onde? Brasil, África, que legal! E você vão tocar nesse sonzinho aí? Porra nenhuma! Me dá 15 minutos…” E o cara desapareceu.Eu sinceramente achei que nunca mais veria o malandro e já tava quase dando início ao triste espetáculo que seria o show com aquele equipamento, quando uma van branca estacionou do meu lado. “Oh, fulano, ajuda aqui a descer o equipamento!”. O cara era dono de um típico Sound System jamaicano (chamado Panda Dread) e botou o som dele alí na pista pra gente usar, assim, depois de 5 minutos de conversa, sem ter menor noção de quem éramos. Salve Simpatia!Fizemos o show, que foi ótimo e entre outras loucuras teve a presença de hoolihgans neo-nazistas poloneses, que foram enxotados pelos rastas polacos a base de chutes e ponta-pés! Moral da história, os poloneses se amarram num Dub e a coisa por lá é levada muito a sério no nível da política/ativismo.Segue em anexo uma foto do salvador da pátria, o famoso Panda Dread e sua senhora, que na época estava grávida do primeiro filho ,registrada pela minha Zenit 12, no quintal deles.Aquele abraço e curta o LKJ por nós.”João Xavi
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igor mandou pra gente (ou rio de tristeza)…
Tom Zé, na contra-capa de seu primeiro disco, escreveu que o brasileiro é um povo triste bombardeado de felicidade por todos os lados. E sob um ponto de vista interessante, o carnaval só é a festa que é porque torna quatro dias do ano num intervalo de uma rotina entediante em um momento de fantasia, desbunde e sincretismo.
Nos últimos 10 ou 15 anos, tenho a sensação que a tristeza está sendo cada vez mais combatida do que se devia. A situação social e econômica do país melhorou um pouco e com isso veio uma nova noção arrebatadora de felicidade: o consumo. E mais que comprar e ter, importa ainda mais o ‘mostrar que tem’ nessa espiral esquizofrênica da sociedade do espetáculo. As artes, cada uma da sua maneira, se modificam nisso. A indústria cultural, por exemplo, aboliu qualquer coisa que remeta a tristeza dos meios de comunicação. Suas músicas e filmes tem mais preocupação em ostentar um padrão de consumo que explorar sentimentos, mesmo que de maneira clichê. Quem está mais afastado da onda industrial também prefere uma pegada mais alegre, de sorrisos largos e constantes. Sinal dos tempos.
Deixo aqui, para arrematar, uma música de Nelson Cavaquinho que serve bem para este texto.
a química carioca (ou as letras de z´ da mar´)…
Assunto: 450“Mauricio, atendendo vossa conclamação, não sei bem o que dizer sobre essas quatrocentas e cinquenta velinhas sopradas hoje por ela, essa espécie hipotética e ficcional de cidadepersonagem que nos engana, que fala mal da gente pelas costas, que não perde a oportunidade de nos roubar,que desconhece o que é fidelidade mas… que tem um sorriso lindo, uma simpatia sobrenatural,uma beleza descomunal, e com quem temos uma química fora do comum, fazendo com que a gente sinta falta dela mesmo quando estamos a pouco tempo distante.Esquizofrênica, tem múltiplas personalidades e váriadas faces, que se manifestam às vezes nos momentos mais inapropriados, mas… quem convive com ela, conhece bem.Escrevo essas breves linhas sabendo que a cada tecla digitada, morre ou desaparece um de seus habitantes por razões que não vale a pena se desdobrar nesse momento de homenagem, tais como células de um corpo doente, de alguém que mesmo tomando constantemente um antibiótico em busca de se tratar, jamais encontrará a cura, pois insiste em beber e de seguir com velhos vícios provocados por si mesma e por outros que a corrompem.Continua linda por fora e em fotos de cartões postais (até quando eu não sei), mas quem a conhece obviamente sabe que está muito longe de ser assim em toda a sua gama de nuances.Mas…é um amor incondicional, que não se escolhe, e do qual me ufano mesmo sabendo que não tenho razões muito lógicas pra isso. Só sei que me sinto mal quando por muito tempo me distancio, e de que apesar de tudo, amo essa cidade, e que a esperança de que um dia as coisas tomem o rumo certo nunca vai morrer, afinal, a tal esperança é a última que morre. Por fim, dedico a essa cidade a canção do grande mestre Pixinguinha (qualquer menção ao placar do jogo do glorioso contra os mulambos na data de hoje não passa de mera coincidência,… ou não, rs):https://www.youtube.com/watch?v=3KnqP4rqe58
Abraço,”
z´
tripalâNdia…
Assunto: #116“salve Mauricio e toda a muchachada serelepe da curadoria, tripalâNdia, arqueologia e afins!!!
Olha só como as coisas são:Ontem por conta das andanças da vida, tava enxugando um gelol com o Thiago, guitarrista do aguardela, lá pelas bandas do Méier, e contei pra ele que tinha mandado pro ronquinha o link do site da banda e disse que agora rolava uma caixa postal pra mandar um teleguiado com o material. Ainda não tinha escutado o #116. Aí o Thiago me disse que tinha rolado o aguardela no programa por conta das deambulações cervejeiras do Shogun pela serra! Que coincidência da cacildis!! Ao que parece o ronquinha continua conectando anteninhas em ondas que pairam no ar. Conecção total!Saravá!”André
Assunto: nick e o sonho“oi, M.V! tudo bem?
já sei o que você está pensando: “ai, meu deus, lá vem aquela garota perturbar o meu sossego”.é isso mesmo e senta que tem historinha.
( :
fui ver “20.000 dias na terra”. pra falar a verdade, não achei que o filme fosse entrar em cartaz depois de ser exibido no festival do rio, no ano passado. sabe como é, né? não tem muitos atrativos para o grande público. não tem vampiros, ataques em massa de zumbis nem o leandro hassum faz uma participação especial. conclusão: o cinema estava praticamente vazio. eram 11 testemunhas na sala em que eu estava. sendo bem egoísta, talvez tenha sido melhor assim. acho que estou me tornando uma pessoa intolerante com determinadas situações, tipo criaturas que carregam baldes de pipoca para dentro do cinema e comem tudo aquilo fazendo um barulho desgraçado. recentemente presenciei tal cena durante uma sessão de “ida”.o sujeito mastigava tão alto que, lá pelas tantas, alguém gritou no meio do filme: ” come com a boca fechada, porra!”. o roteiro era sério e denso, mas não teve jeito – a gargalhada foi geral. graças a deus não rolou nada disso durante a sessão de “20.000 dias na terra”. confesso que ainda estou sob o impacto do que vi na tela. difícil colocar em palavras todas as sensações/ inquietações que o filme provoca na gente. que nick cave é um artista especial acho que poucos duvidam disso, mas o desprendimento que ele mostrou diante da câmera foi surpreendente, pelo menos para mim. você deve estar se preguntando por que estou te contando tudo isso. explico: eu tive um sonho e neste sonho eu encontrei você (não lembro exatamente o lugar) e te falava que eu havia assistido ao filme e como tinha ficado emocionada etc. acho que no sonho eu sabia me expressar melhor do que estou tentando fazer agora. enfim, este email imenso (sorry!) era só para contar que sonhei com você.
beijos”Claudia
ah, já ia esquecendo: também vi “um santo vizinho”. bill murray dançando ao som de “somebody to love” já é um dos momentos “cabeleira altíssima” do ano.sem contar a interpretação de “shelter from the storm”. amo esse homem. ídolo!
Assunto: Vienna Calling“Como esta?Aqui como sempre tudo em estado das descobertas, principalmente nos campos da cultura e da política.Como é bom viver num país onde você não é assaltado nas ruas e a polícia não é agressiva.A cada dia mais as pessoas do Brasil descobrem Viena, além das capitais europeias mais famosas.Para informar uma das muitas coisas, aqui foi aprovado adoção de crianças, por casais homossexuais.Neste início de ano já fui assistir o show do Tricky (ex Masssive Attack) e Azymuth. Dois artistas antagônicos que lindamente fazem valer suas presenças em cima dos palcos.Tenho acompanhado a aula de história em imagens que você nos brinda com suas fotografias. Santo Scanner! Hein? Hein? Não irei citar uma foto apenas, para as outras não ficarem com ciúmes. rsComeço neste momento fotografar para um projeto que em breve espero que todos possam apreciar, que é sobre músicos das orquestras de música clássica (ou erudita).E o inverno que esta variando entre -5° e 8° graus faz eu apertar o disparador (nota: do celular!) na linda Viena.Em Abril e Maio baterei pernas aí pelo nosso brasilzão de meu deus.E obrigado sempre pelo carinho comigo e respeito ao meu trabalho.Abraço” LuizPS: Ao som do Falco com a música Vienna Calling e bebendo um Schnapps (uma tipica cachaça).
aTRIPA enchendo a caveirinha, nesse instante…
Assunto: #116 na loja“M.V,Eu & eMe, eMe & eu estamos aqui estreando a audição do roNquinha na loja.Olha a peripécia…Abraços ao Vivo!”Arrudinha (Victoria)
os ossos do cotovelo…
Assunto: sofrêNcia“Salve MV,Já quase recuperado de uma quebra de todos os ossos do cotovelo (foto) ocorrida dia 2 de jaNeiro de 2015, venho através do preseNte pombo informar:– passei o carNá 2015 em casa ouvindo integralmente os programas #109 a #114 (melhor dos últimos anos);– o #113 com Carlos Morre foi realmente estrombólico, chorei quando ele disse “Ou meu Deus”, após ouvir os primeiros acordes de Sam Cooke;- Fiquei estudando vários tópicos do programa acima, em especial gostaria de ouvir no roNca a música (hiNo) de Sam Cooke sobre a guerra civil americana:– No mais, estou muito feliz com a “independência” do programa, o áudio está beleza, estou baixando tudo, tenho todos os programas desde o #001, de dezembro de 2012, tudo organizado por data e nomes dos convidados;- Quanto ao froNt capixaba no Black2Black desejo sorte ao ShoguN e aviso que não poderei ir, infelizmente;- Já comprei o DVD da CéU e recomendo a todos, mas estarei de ouvido em pé daqui a pouco.Parabéns pelos programas, estão D+ mesmo, novas vinhetas e mantendo as clássicas, convidados inoxidáveis, enfim, o céu é o limite.Saudações ao ShoguN.Grande abraço,”LBfroNt_ES
flavão segue cuspindo marimbondo…
o alvo, agora, é a tal lista de quitutes publicada no globo, sexta feira… e que está logo ali embaixo.
é bom informar que flavão (ou professor selvagem) é profundérrimo conhecedor dos labirintos
configurados por carrocinhas/pés sujos/restaurantes/biroscas… & o diabo A4.
tendo sido, inclusive, um dos responsáveis pelo guia rio botequim.
segura…
Assunto: Quitutes“sacanagem da A Paulistinha – já era quando aberto, mas fechou, ninguém se importa, ninguém sabe …rsoswaldo aranha do Cosmopolita – está uma merda e a história de que o aranha inventou o prato lá é mentira, vc sabe né? como quase 90% de historinhas de jornalista play do globo…bar brasil chope – porra é o mesmo de qualquer lugar, chope ab-inbev!!! o bar brasil é que deve ser eternizado, não o chope da brahma…original do brás e aconchego – já é tradição?! como assim…salvo cervantes, paladino, nova capela, beco das sardinhas, adega pérola (qual petisco?!), rio minho, oswaldo/barra e salete, o resto é playboyzamento”Flavão da Ilha do Amor
black alien + tv on the radio + sonics (ou niterói+curitiba+sp)…
Assunto: PROGRAMA #112 – BNegão“Fala Mauval/Shogun/BNegão,como vc disse no #112 q a tripa tá chegando junto, fortemente…animei! 😉Ouvi o #112 e passei mal de rir (também) com a declaração do Away!Adorei a música da PJHarvey e fiquei pirado com speed freaks e a história da demo.Nessa época era fissuradão nessa galera. Também conheço o De Leve que acho bem legal, mas nada como Black Alien, sacou!?Agradece ao BNegão, ae!Sou vizinho do Gustavo Black Alien, em Niterói, e as vezes até bato um papo de leve com ele, sou amigo do Feijão (seu irmão).O cara é um monstro mesmo!Um causo… Já vi uma vez ele dentro do banheiro de uma boate em nit mesmo, rimando pro espelho…rimando geniosamente, ao ponto que já não tinha mais nenhum cidadão mijando ou caganado ou vomitando, etc; Todos estavam quicando atrás dele botando pilha e aplaudindo a arte do cara…que cenário!”[]’s Raphael
Assunto: Conheça o som do TV on the radio“Com a frase – Conheça o som do TV on the radio – falada no RoNca 115, mais uma vez constatei que a ignorancia é inerente, e quando sanada, bastante salutar ao ser humano. Pois é Maurição, o ato de informar/educar de uma forma cabeleiramente alta é seu mote! Segui sua dica e ja esta aqui no HD, celular e afins este grupo para deleite! Então so me resta agradecer e para tal segue uma tirinha curitibana de agradecimento.PS. Caso queira ler mais do mesmo http://web.archive.org/web/20050612013844/http://www.boacabelo.com.br/Boa Cabelo!”
Luiz Guilherme
Assunto: Virginia no #115…“Putz! Valeu Mauricio. Foi demais ouvir a Virginia Rosa cantando Monsueto.E eu achando que vc não conhecia o disco.. mas vou te mandar mesmo assim. Quando chegar cê decide o destino. Daqui a duas semanas tem os Sonics aqui em Éssepê e daqui um mês sai o livro “I’ve Always Kept a Unicorn, the Biography of Sandy Denny” do Mick Houghton Bora prá breja !” Antonio
acabou-se o que era doce (ou flavão largando marimbondo pelas ventas)…
cacique de ramos / av. rio branco (rio de janeiro) / fevereiro1978
“O que aconteceu com o carnaval carioca?
O que se vê é a triste confirmação da pasteurização MUNDIAL do Brazil com “z”, em todas as suas entranhas. Como diz o outro: bundamolização total. A playboyzada local, junto com a playboyzada visitante enterraram de vez com o que havia de lúdico no carnaval de rua da cidade. Essa turma, de todos os cantos do brazza e do mundo, invadiu tudo, perfumou tudo, tornaram tudo muito mais sem graça, triste, solitário, e com doses generosas de arrogância e espírito civilizatório, desde que o mundo é mundo (e ele nunca foi brinquedo, como diria B. Negrón).
Do Leblon a Ilha do Governador, cruzando por J. Botânico, Gávea, Humaíta, Botafogo, Flamengo, Laranjeiras, Catete, Glória, Aterro, Lapa, Centro, Leopoldina, Linha Vermelha, Ilha (trajeto que fiz), geral escrotizado. Talvez o carnaval de rua e de vizinhança da Zona Norte seja o mais interessante no momento, porque o bombadão Centro/Zona Sul “vou te falar pra tu uma coisa pra você”: que carnaval de rua mequetrefe, cretino, ruim pra caralho! Só pilantra, ladrão, vacilão, playboy otário, verme, filho da puta e garotinha retardada. Impressionante. Over, acabou, zefini! Para o mundo, que quero descer!! E pegar buzão?! Pânico, terror, pavio aceso pronto pra explodir a qualquer momento. Tensão. Galera de bate-bola, “neguinho” desmaiando no chão do coletivo pra lá de Marrakesh, cachaça, cocaína, que situação. Será que chego em casa vivo?
Porrada então, nem se fala. Por que a multidão acha que pode fazer o que quer? Se não tivesse distribuído uns 3 ou 4 boxe nos “mentex’ de 5 ou 6, fudeu, ia ser atropelado junto com Dona Selvagem. “Branquinho” abusado, sem noção, escrotamento à flor da pele, poderosidade playboyzesqua carioca, paulistana, mineira, paranaense, gringa, favelada, cretina, tudo junto e embolado. E você ainda tem que ter “espírito carnavalesco”. Caralho, que porra é essa?! Se deslocar, chegar em casa, descansar, trabalhar, chegar, passa a ser uma missão mais do que sinistra. Na ‘moral’, que se foda a multidão, que se foda o carnaval. Branquinho e neguinho se fudendo, se matando, destruindo, putarizando, estuprando, cagando pra tudo e todos. A inversão sociológica é coisa do passado e tentar fazer uma reflexão antropológica séria considerando os fatos e relativizar todas as atrocidades encarnadas é considerar o suicídio como o único e melhor remédio.
Risível, fake essa playboyzada pasteurizada cantando marchinha de carnaval dos anos 30/40/50, só comédia. Fantasias?! Sem comentários. No mínimo o caso é psiquiátrico. O figura ou a figura são esculachados o ano inteiro, tentam se enturmar e só se fodem. Chega o carnaval e se vestem de: personagens de cinema blockbuster, seriado de TV à cabo e, como cantou Bezerra da Silva, “tão crentes que estão abafando”. Mas também o que esperar de uma juventude festiva, alegre e trigueira, sempre sorrindo que ao longo do ano sai na noite da cidade dizendo “vamos pra balada”? Já era, tá dominado…
Parabéns Rio de Janeiro, 450 anos, acabou-se o que era doce.
Cañamo, desligo!”
Flavão da Ilha do Amor
aTRIPA viraNdo sem dar seta (ou a “roNcadora”, BLACK RYE INDIA PALE ALE)…
Assunto: #112, 113, 114 ou esmiuçando a bagaça“Salve maurição e toda a trupe batráquia da curadoria e afins!
Rapaz, sigo viajando na cápsula temporal do ronquinha soando freneticamente nos meus fones de ouvido./ bnegão sagaz demais! Desde o século passado nos porões das escolas técnicas do RJ que ele faz a minha cabeça. Aquele papo de ter disco por aí que salva uma vida é totalmente real!! Lembro até hoje do dia que botei o dark side of the moon pra rolar no toca-discos do meu pai e pirei!!! Acho que muita gente que tava ligado no programa lembrou de momentos como esse./ Carlos Moore não tem como sair da pauta: o cara é uma entidade!! A simplicidade do ôme é uma escola. Quando entrou o buena vista e eu sabia que ele tava no estúdio, literalmente abri o berreiro!!! Essa galera está na atividade do abano de uma responsa da música que é muito fodona!! Só quem sabe o que é uma banda de baile nos subúrbios, ou uma festa de soul em Irajá está ligado que escola é essa. Lembro do Robertinho Silva falando que dispensou o Milton Nascimento na primeira vez que recebeu o convite pra tocar com ele dizendo “tô muito bem na minha banda de baile”. E devia estar mesmo!
/ eu tava ouvindo o #114, na cozinha – porque eu sou quituteiro que nem o Shogum – quando vi que ia rolar o dueto do tom waits com o Alceu, deixei minhas panelinhas em fogo baixo, sentei e colei o radinho na minha orelhinha… Ai ai ai ai ai!!!! Que momento mediovágel!!!!/ a vinheta do peninha é muito helpis! Dá pra sacar que a criança emendou mais uns dez minutos de fala depois do trecho que ficou. Ele já tava tomando ar pra disparar a matraca. Que figuraça! Cacete de agulha!!/ esse papo de plágio tirando onda no grammy não é de hoje. Aquele tal do Aloe (e vera) Blacc chupou total a música “caminho do bem” do nosso São Sebastião em uma faixa que ele chamou de “soldier in the city”. Como os advogados do tim não são os mesmo do tom e nem do fluminense, ele não entrou como coautor do plágio./ alguém já ouviu falar de um tal de Pono? Vi o Neil Young fazendo propaganda desse aparelinho dizendo que é a melhor parada depois do vinil. Confere? Essa bagaça presta mesmo?Besos!!! Cheers!!!!”André
Assunto: Programas“Caro MauricioOuvi recentemente os últimos programas- estava viajando- e achei-os excelentes.Cada vez melhor. Apesar de ter achado o programa sobre o Basement Tapes assim como se em um universo paralelo, em uma dobra temporal imaginária, ouvíssemos o John Peel entrevistando o Oswald Mosley sobre, sei lá, Wagner. Acho esse Eduardo Bueno meio esquisito.No entanto, o conteúdo muito bom.Falou-se muito no Cream no final do ano, se der toca uma do Blind Faith.E Ooh la la do Faces, acho que o único vocal do Ron Wood que me lembro.Forte abraço”Gerson
Assunto: passapusso+alceu & tom+LKJ+zebrabeat“Oi Mauricio, beleza? O programa 113 com Carlos Moore foi realmente inoxidável, iluminado mesmo. Mas esse 114 não podia dar melhor seqüência. Nada melhor que o bom e velho Ronca Ronca, virando sem dar seta, surpreendendo nossos ouvidos e fazendo gingar a alma. Que demais ouvir aquele sonzaço do Pere Ubu seguido por Cássia Eller e depois Alceu Valença com Tom Waits, terminando com The Doors. Genial!
Muito grato!
Abração” Rodrigo
Assunto: GRANDES MOMENTOS DO RONQUINHA“Salve Mauval!!Não pude deixar de pirar ao som desse momento antológico de de Alceu Valença e Tom Waits, gravado no roNca Tripa de agosto de 1990….Não deu pra deixar passar em branco, então fiz isso aí!!!É a tossida interferindo forte!!É só clicar no link …Cheers!!”CharlesMaceió-AL
Assunto: Novidades daqui de riba!“Mauriçoca, meu amigo, boa tarde!Estou aqui fabricando meus equipamentos cervejeiros e ouvindo o RoNca, daí me lembrei de te passar aduas situações importantíssima! Segura:– brassei na madrugada da segunda feira última passada o protótipo da prometida RoNcadora, uma bela duma BLACK RYE INDIA PALE ALE, que vai ficar uma delícia, tenho certeza. Feita com malte pale ale alemon, malte torrado igualmente germânico, lúpulos cítricos de variedade americana (Centennial e Cascade) e com um toque de centeio pra aveludar o final do gole, vai ficar sinistra, é esperar pra ver! Mando foto do processo pra você e Shogun darem um confere.– informo ao amigo que no próximo dia 25/02 tô embarcando num bião com a turma toda rumo ao aprazível balneário de Coimbra, onde passaremos pelo menos os próximos 4 meses e meio, aprontando muito por lá, e ouvindo sempre o RoNca, com certeza, comendo muito bolinho de vacalhau e catando disquinhos pela terra de Vasco da Gama… né moleza não.Simbarerê!”André Nader


















