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o pombal de carlos moore…

as pombos sobre o #113 chegam abundantemente… impressive… é muuuuuita pressão!

enquanto eles baterem asas, volta e meia, pescarei um para ilustrar o tamanho da encreNca, ok?

segura…

Assunto: Carlos Moore
“MV,
Que aula de história foi aquela do RR #113? Programas como este deveriam fazer parte do currículo escolar…
Na escola, o aprendizado é tão impessoal, tão distante do ser humano…
O RR#113 é aula, é história…
Muitas vezes meus olhos marejaram ao ouvir a história narrada pelo Carlos Moore…
Mamãe do céu!”
Jorge

na caixa…

reativamos um dos mais modernos-seguros-eficientes-baratos meios de comunicação:

a caixa postal!

portanto, para apertar ainda mais o nó com aTRIPA, basta você enviar sua fita/cd demo + seu Lp + seu mimo pro roNca…

e tudim será recebido na maior rapidez e cuidado.

amém!

é só endereçar:

roNca roNca

caixa postal 33165

cep 22440-970

R.J

tranquilex?

cheers

História, Música & Rádio…

Assunto: #113
“Desconfiava que eu precisava de total concentração para ouvir o programa 113. Estava certíssima. Ouvi e reouvi várias vezes, parei em alguns trechos, fui pesquisar algumas informações para poder acompanhar melhor o relato do Moore. Esse programa é histórico; as informações que ele fornece no depoimento são incríveis. O Carlos é uma referência na pesquisa histórica e sociológica sobre o tema, inclusive já mandei o link para uma amiga que o conheceu e é pesquisadora de algumas questões que ele levanta ali.
O trecho que ele menciona o islamismo e a relação com a comunidade negra americana é incrível. E a trilha sonora? SENSACIONAL!
O roNca 113 reuniu duas grandes paixões na minha vida: a história e a música. Muito obrigada por me oferecer isso. A semana começa muito melhor dessa maneira.
Rádio é isso.
bjs,”
Roberta

ainda o #113 (ou bernardão no mesmo barco)…

o #113 segue com as labaredas pegando fuego.

agradeço, como sempre, pela reverberação impressionante que está chegando d’aTRIPA… 10, nota 10.

a passagem de carlos moore pelo roNca marcou (definitivamente) nossos corações, almas & tímpanos.

como é saudável perder o ar na parte funda da piscina… UFA!

portanto, mais uma vez, obrigado a todos que estiveram together no mergulho.

aproveito para destacar a mensagem de bernardão…

Assunto: carlos moore 
“pqp, mano…

só posso escrever:
MUITO obrigado
emocionado, aqui…
Achei que fosse conseguir ouvir apenas um pouco do programa pra ter um gostinho, e deixar o “resto”pra depois, mas foi impossível dar um pause no arquivo…as únicas vezes que parei, foi para ouvir de novo, algum pedaço…enfim…
MUITO obrigado”
BNegron

tripalâNdia…

Assunto: Foo Fighters no Maraca
“Fala Maurição !

Domingão, dia 25/01 fui dar uma espiadela no tal show do Foo Fighters no Maraca. Eu com meus 5.1 de idade, acompanhado do meu filho (20 anos). Consegui um lugarzinho no setor sul, último nível, mais barato (final do mês…). Antes do show, era difìcil comprar uma latinha de cerveja (10 reais), não tinham ambulantes de bebida perambulando pela arquibancada. Cachorro quente? Doze reais. Ok! Estou no show do Foo Fighters…
Show inicia e, meu filho no meu ouvido, lá pela terceira música? “-Pai, o som está baixo, uma merda!”. Ok! Vão melhorando durante o show, aumentam o volume, colocam mais médio, agudo e…esquecem do grave ! Não dava para ouvir o baixo e nem sentir o som do bumbo do baterista…Pensei: “Cadê Shogun !”.
E o Maraca? Lotado e esquisitão…sinistro…todo apagado, com seus quatro telões sem funcionar e suas caixas de som que são espalhadas pelo estádio, mudas! Por que também não usaram o arsenal já existente? Sei lá…
E o espetáculo ? Muita gritaria, muita gente pulando e pouca música…mas deu para o gasto, principalmente quanto fizeram um revival tocando Kiss, Rush e David Bowie/Queen. Talvez eu esteja ficando velho…mas…depois veio a parte pior…voltar para casa a pé (sem ônibus ou taxi). Ainda bem que moro há poucos quilômetros do estádio…sobrevivi !”

Gilberto

+
Assunto: Basement Tapes
“Caro Mauricio, preciso chover no molhado e dizer, como tanta gente disse, que o programa dedicado ao Basement Tapes é uma obra prima. Meu primo, Eduardo, como sempre inspiradíssimo, elevou consideravelmente todos os nossos conceitos sobre Bob Dylan. Dos fãs e daqueles que conhece mais ou menos como eu.
Mas o que você não sabe é que por causa desse programa conversei por quase 4 horas com um grande amigo meu que estava no gelo por causa de intrigas da pós adolescência e maledicências fatais que envenenam as relações. Voltamos a nos falar e acho que ele deve integrar a tripa conosco.
forte abraço”
Rodrigo
+
Assunto: #108, #109 e #110 esmiuçando a bagaça

“Salve Mauricio, Shogum, curadoria e toda a malta de muchachos e muchachas de nossa tripalândia!

/ sob o impacto da nossa reflexão sobre o tempo tenho a dizer que as edições 108, 109 e 110 estão rodando em loop no meu telefone (já ouvi, mas não baixei o 111): e isso abre portas da percepção inimagináveis. Dá pra mergulhar de cabeça em cada detalhe da desorientação.
/ a sonoplastia da avalanche do Mauval… Ai ai ai… Memorável.
/ momentos de pura maravilha com CSNY!!!!
/ a vinheta do Martinho da vila deu saudade desse mestre, então, fica um pedido da tripa pra que role uma música dele no jumboteco.
/ São Sebastião segue nos abençoando.
/ ainda tô na faixa branca do jiu-jítsu, mas vou chamar o Shogum pra mão: uma polemicazinha: quando rolou o papo do single do paul maccartney com o kanye west, ele se referiu àquela moça do popozão graúdo. Aí, pegando a onda das modernidades da nossa mediovágel e cabriocárica P. J., fiquei pensando umas cositas sobre valesca. Concordo que ela produz na medula, no tutano, da bagaça, que a coisa esteja próxima do grotesco musical. Mas acho que ela tem umas modernidades, umas atitudes, que andam em falta em muito foo figthers por aí. Num momento em que a gente está cercado de um bando de bandinha compondo músicas enjoativamente fofas e parnasianas, a moça cunha refrões como “a porra da buceta é minha”. Que falta que isso tá fazendo no rock!!! Sem contar que ela também mergulhou de cabeça na onda independente. É a medula da bagaça? É. Mas acho que merece essas considerações.
Cheers!!!!!”
André

vamos agrupar essa “ovelha desgarrada” (ou como assim claudio?)…

Assunto: Minha Casa , Minha Vida e sumiu os pcast.

“Maurição, tive que largar a preguiça e enfrentar com bravura e galhardia o calor de 50 graus, para receber um alento pro meu coração, pois saiba que os meus ouvidos são muito sensíveis só ouvem o Ronquinha, e daí que faço, pois o 109 desceu redondo lindo e faceiro, mas para meu desespero não sei como fazer para conseguir o 110 e seu irmão o 111, já estou com síndrome de abstinência e periga, sair da linha e sei lá ouvir Annita e outras drogas mais pesadas, será o meu fim, me passa a  bula urgente, aproveita e toca algo de uma  banda que descobri na tentativa de sobrevivência sem o Ronquinha, Pere Uru, adorei… Grande abraço, lembranças pro Shogun e Curadoria e Cocuradoria.”

Claudio

aiNda o #111…

Assunto: #111
“Salve Mauvall!

E esse #111?! Foi muita desorientação, fico lendo a bula e encantando com os diferentes rumos que o programa tomou em duas horas, e a polêmica, nem tão polêmica assim, que ENCARNADO já é um clássico não tem como negar e que a Juçara Marçal é uma artista singular na música também é fato, mas o melhor de tudo é saber que não sou o único a achar isso. É impossível vê-la ao vivo e não perceber que estamos diante de algo que foge da compreensão, tive a oportunidade de assistir um show dela em setembro e até hoje quando coloco o cd e os primeiros acordes de guitarra começam sinto a mesma emoção daquela longínqua noite de setembro e aí é só um aperto no peito. Ah, espetacular a matéria da Rolling Stone com a vossa senhoria agora tenho algo “físico” pra lembrar de alguém que guia minhas desorientações musicais. Pra terminar “Whiplash” é um filmaço, cena final épica e faço parte do coro que “Ida” é um filme a ser visto. E para não perder o costume queria pedir alguma pedrada do “Live in London, 1971” Gilberto Gil e Gal Costa, passou a pouco no ronquinha, mas é demais.
Abraço pra vc, Shogun e tripa.”
Elvison-Lagoa Santa-MG.

plaNeta água…

Assunto: Be water, my friend.
“Mauvall,
Ainda reverberando toda essa (importante) discussão sobre tempo e memória, gostaria de te dizer pra não encanar muito com isso não. O RoNca RoNca nos surpreende até nas horas mais inusitadas: a nova casinha própria (aleluia!) e o formato podcast podem ser novidades gigantescas para vocês que estão habituados a uma determinada estratégia de ação, na rádio e ao vivo, desde a década de 80, mas as mudanças, além de necessárias, são inevitáveis. Me lembrei de uma famosa entrevista do Bruce Lee em que ele afirma a importância de sermos capazes de esvaziar a mente, não ter um formato padronizado… resumindo, a necessidade de ser como água. Segundo ele, quando você coloca a água num copo, ela se torna o próprio copo. Quando você coloca a água numa garrafa, ela se torna a garrafa. E é isso, o roNquinha é e precisa continuar sendo como água… se adequando aos copos e garrafas da vida, sem nunca esquecer, obviamente, de seu estado natural. E qual é o estado natural do programa senão a reverberação musical e a interação social no universo? Mandei alguma batatada? Pode falar!
Hoje podemos acessar o tico-tico, baixar o programa, interagir pelas redes sociais e escutar o programa às terças-feiras das dez à meia-noite. Amanhã pode ser diferente: toda essa estrutura pode ruir e uma nova se erguer em cima dela. O importante é não esquecer de quem se é e estar preparado e disposto a encarar novos desafios e formas. BE WATER, MY FRIEND!
link para a entrevista:
http://www.youtube.com/watch?v=2FQU0WeGSEM (trecho)
Grande abraço,”
Leandro
P.S. tinha ficado com inveja do meu amigo Cesar ter escutado seu disco favorito do Bowie passando pelo programa… inveja tal que não durou muito, já que speed of life subiu livre, leve e solto neste #111. Brutal!
P.P.S reforço o coro do camarada W. (de Olinda) e indico fortemente o filme IDA. Conexão monstro com os “valores” (valores pode, Shogun?) do programa.

oh.liNda’s calling…

Assunto: #111+Lincoln Olivetti+Ida
“E aí Maurício, numa relax, numa tranquila, numa boa?

 

Louvação inoxidável no comecinho do #111, hein? Cacilda Becker…
Lindeza linda a menção ao Lincoln Olivetti. Nada mais merecido pro cara que, junto ao Robson Jorge, foi o dono da festa, da música e da dança de toda uma geração. O disco dele com o Robson foi  reeditado em cd sim. Saiu pela Trama por volta de uns cinco anos atrás ou até mais que isso, só que não com a mesma capa do vinil (voz do MarceloCallado: vinilo!).
Teu comentário sobre o “Whiplash” tanto no tico quanto no jumboteco além de outras menções honrosas sobre “Boyhood”me impelem a falar sobre “Ida”. “Ida” tem, de certa forma, muito a ver com a sua pessoa. Fotografia impecável, esplêndida, intensa e trilha sonora de primeira. Nada ali é impreciso. Do “Giant Steps” do Coltrane comendo no centro com “Naima” e “Equinox” (se bem me lembro) às emotivas sinfonias de Mozart e Bach. Um grande filme que não pode ser ignorado, principalmente quando se tem a oportunidade de vê-lo em tela grande. Portanto, corra, Lola, corra!
No mais (por mais que de trás da moita) sempre acompanhando embevecida as edições cada vez mais hélpis do roNquinha.Beijinhos, bye bye, tchau.”
W. (Olinda)

 

só no sapatiNho (ou como, também, degustar o roNca)…

Assunto: Re: Pedidos da Tripa
“Fala MauVal,
Sou do Rio de Janeiro, mas atualmente estou residindo em São João de Meriti.
Que coisa, estou ouvindo no momento o #105. Confesso que estou atrasado, não engoli barriga dos outros programas porque gosto de apreciar com o maior esmero cada música executada. É o sentimento de garimpar num sebo um disco desconhecido e deixar se surpreender pela descoberta. Ouço mais de uma vez alguns programas e ainda não tive a oportunidade de ouvir os últimos da OI FM. Não sabia que “take it easy…” Tinha sido tocado recentemente. Pedido atendido e eu nem sabia, olha que maravilha.
Grande abraço e muito obrigado pela atenção em ler e responder o e-mail.
Salve.”
Maxwell.

no táxi do aNderson (ou a língua girando)…

Assunto: liNguagem

“Aconteceu agora:

Estava ouvindo o ronquinha #86 quando a passageira idosa falou em tom áspero:

– que linguagem esse rapaz esta falando?

– como assim senhora?

– falou em biricutico…cabeleira alta, água do poço e o outro falou em uma língua africana! Isso eh uma loucura!!!

– mas eh a linguagem do programa senhora!

– isso eh desorientação…esse locutor está fazendo um péssimo trabalho!

– mas senhora, ele tem esse programa há mais de trinta anos , alem de ter conhecimento musical profundo…

– coitados dos ouvintes, na minha época falava-se o português correto. Quem eh esse rapaz?

– o nome dele eh Mauricio Valladares.

– ele está  merecendo um dicionario isso sim….quanto devo?

– $35,65, senhora…

aquiraz – berlim (sem escalas)…

Assunto: Apresentação

“Caramba,

Eu estive tão empolgado c as músicas e como elas seriam recebidas que esqueci as formalidades da confabulação
Venho, pois, apresentar-me a vós, óh roncanissíssimos amigos o/
Sou Nathanael David, filho de Vânia, da bucólica e pacata cidade de Aquiraz (CE), convertendo cá algumas nobres almas musicais a fazerem parte da tripa, inclusive minha própria mãe.
Tenho ainda uma curiosidade a mais, meus caros, como faço p conseguir alguma camisa do roNca roNca?
Tenho isso como uma das minhas metas p esse ano, então se houver alguma forma de promoção q eu possa participar me avisem pfv o/
Abraços”
Nathanael
+
Assunto: 300 – milton banana – baratos da ribeiro – jello biafra – gangrena gasosa
“cara,

tava ouvindo aqui o ronca300 e tive que dar uma cambalhota pensando na imensa coincidência que juntam elementos completamente nada a ver…
fiz uma visita ao rio em 2012, e nessa época, por um total acaso, alguns amigos estavam trabalhando num documentário sobre a banda gangrena gasosa. e eu fui escalado pra ajudar na missão que era uma entrevista com ninguém menos que jello biafra (!). 

a entrevista rolou no baratos da ribeiro, que no horário já estava fechado, fato que não me impediu de comprar das mãos do renato o disco “balançando” do milton banana, que acabou de rolar no meu tempo espaço aqui na audiência do 300.
o tour manager do jello queria embassar a entrevista, dizendo que iria atrapalhar o cronograma coisa e tal. no meio do stress o cara lançou um palavrão em alemão (scheiße!!!) o que me permitiu descobrir que o caboclo não era americano e sim alemão! desenrolei com ele na língua materna e a entrevista escorreu tranquilamente.
aquele abraço”
joão xavi (berlim)