Arquivo da categoria: torcida

blackhill mandou pra gente…

“Do Amor com o Ruivo tocando Papai E Mamãe na íntegra, na passagem de som do show que rolou no Sérgio Porto em 2012  –  Ruivo tocou parte dessa no roNca #46.

Papai E Mamãe foi das primeiras vezes em que o Ruivo a tocou, foi antes daquela turnê de volta do Los Hermanos, em que ela rolou em uns poucos shows… mas nesse dia no Sérgio Porto, foi só na passagem de som mesmo, no show não teve !  Mas teve um carimbó inédito do Rodrigo, devidamente registrado,  sem nome, sem anunciação, emendado em Isso É Carimbó, passou despercebido, mas bem divertido, criado poucos dias antes”

 Blackhill

miau…

Assunto: Um gato fotógrafo
“Salve Mauricio,
A ideia era simples: tirar uma foto segurando uma câmera bem antiga q tenho aqui em casa. Mas aí meu gato, o Dom Casmurro, estava no chão, de bobeira. Aí eu pus a câmera no chão e saiu esta foto bem estilo “desorientação total”. Achei diferente e postei na rede social. Um colega, q tbm faz parte do time Ronqueiro disse q “o Maurício Valladares iria gostar disso”. Como o Ronca Ronca tem essa coisa do inusitado, resolvi enviar a foto pq de desorientação eu e meu gato entendemos.
Abraço”
Vivian

sofia conectada ao #65…

basta seguir os ensinamentos de sofia e conferir o roNca carnavalesco de ontem!

( :

segura, “janeliNha & bula”…

ted hawkins – “long as i can see the light”

ted hawkins – “biloxi”

grant hart – “morning star”

koti & os penitentes – “o último trem para moscou”

shilpa ray – “posted by anonymous” (10″)

argemiro patrocinio – “meu sofrimento”

tim pope – “i want to be a tree” (7″)

los sebosos postizos – “o telefone tocou novamente”

ray charles – “hallelujah i love her so” (7″)

ray charles – “mary ann” (7″)

omar souleyman – “ya yumma”

omar souleyman – “nahy”

rage against the machine – “bullet in the head”

nico nicolaiewsky – “figurino de rodrigo”

magma – “mekanik kommandoh”

eugene hutz – “rio rio rio” (ao vivo pro roNca em 4novembro2008)

joan baez – “simple twist of fate”

joan baez – “diamonds and rust”

robert wyatt – “soup song” (12″ / peel session)

o peso & zé da gaita – “blues”

augustus pablo – “memories of the ghetto”

kongo – “bikini defunto”

jonathan richman – “no one was like vermeer” (ao vivo com massari na oi fm em 14abril2010)

igor mandou pra gente…

Assunto: maradona, 90
“Salve Mauval!

Como o futebol vem ocupando a pauta do programa, te envio uma historinha que conheci recentemente.
Final da Copa de 90, estádio Olímpico de Roma, Argentina e Alemanha.
Os argentinos vinham da vitória sobre os anfitriões na semi-final em Nápoles, onde D10S é deus até hoje. Você deve se lembrar que os napolitanos torceram para a Argentina.
Pois bem, voltando à final, começa a tocar o hino argentino e uma estrondosa vaia é entoada pelos carcamanos do norte que lotavam o estádio. Nisso a câmera da tv focaliza Dieguito e ele solta os cachorros.
Putz, é um dos momentos de maior paudurecência do fútbol mundial!
abraços e bom carnaval,”
Igor

conta pra geNte, willana…

Assunto: roNca #63, #64 e, aiNda, Moacir Santos
“Ei radio DJ, tudo bem?
Comentando com um certo atraso a lindeza linda – como disse o Shogum – que foi a participação do Pedro Só  no roNca #63.
Sabe como é, amigo de tudo quanto é lugar do brasa transformando tua casa num albergue já no pré-momo + um pouquinho da safadeza que  é a preguiça… dá nisso: sair da moita quando não adianta mais nada.
The Original Criolo Doido foi totalmente demais. Simplesmente esse disco já virou objeto de desejo.
Sobre Moacir, o que dizer do bálsamo que é ouvi-lo?
Só acho que no momento em que se tocou “Quintessência” além do devido crédito aos moços do Projeto Coisa Fina, seria interessante falar que essa canção não é do Moarcir mas do J.T. Meireles. Porém (ao menos ao meu ver) ela não estava ali em vão. Toda uma geração da dita “Hard Bossa” (o próprio Meireles, Edson Machado, Raul de Souza, Tenório Jr. e tantos outros) tem o denominador comum que é Moacir Santos. Não à toa, todos foram alunos dele.
No disco Ouro Negro fora “Luane” ele canta também “Bodas de Prata Dourada”.
Enfim, releve a rabugice da velhice emergindo.
Sobre a história do sax, Teco Cardoso comprou após o fatídico derrame. Ao menos foi o que ele deu a entender quando se apresentou ano passado com o projeto Ouro Negro por aqui e comentou esse fato.
O que falar mais do #64 quando se tem um esquenta de Townes Van Zandt  na tripa e o presente de escutá-lo pouco tempo depois? Thanks a lot. Confesso que até você cantar a pedra no tico, conhecia por alto e, ingnorantemente, relegava a mais um folk singer. Mas que burrica!
No mais, essa bíblia já deu porque você tem mais o que fazer.
Ps: bem que no roNca poderia ter um quadro intitulado “histórias do Shogum”.  Tô ligada que ele trabalhou no “As segundas Intenções do Manual Prático” do Ed Motta” onde só tocou o Ed Lincoln numa das faixas. Imagina outras coisas que ele fez na vida? Fica a dica.
Ps 2: já que o Djavan marcou presença forte no #64 – e Moarcir novamente – você poderia tocar a faixa “Capim” do disco Luz do Djavan, cujo arranjo quem fez foi o Moacir.
Ps 3: CHEGA, Já te aperriei o equivalente por uma encarnação!
Um beijo e um queijo,
Bom carnaval (se é que você gosta desses negócios).”
Willana (Olinda)

aLICE & aTRIPA…

antes de esclarecer o real motivo para tanta felicidade de alice quando o circo “billion dollar babies tour” passou pelo brasa, em 1974…

vamos a dois pombos que chegaram de nossa audiência.

primeiro, renato passa as infos da visita…

Assunto: Alice Cooper
Data: 25 de fevereiro de 2014 09:00:07 BRT

South American Billion Dollar Babies Tour 1974

There’s nothing quite like flogging a dead horse! This would end up
being the final time the band would ever perform live again in the
same compacity. It would be surprising if any band could survive such
a self-inflicted pace of constant touring, recording, excessive
drinking and health problems.

This short tour of South America was almost like Beatlemania had hit,
it was the first time a rock band had played the area. The band
arrived and they were mauled by the massive crowds waiting for them,
having to be escorted by armed police – armed with machine guns. The
shows varied in size – from huge indoor arenas to smaller couple
thousand seat venues. One concert actually set the record for the
largest indoor attendance – 150,000!

Not much is known about the tour, but the show would have been the
same as the previous Billion Dollar Babies Holiday Tour, with the
removal of Santa Claus. Audio does exist from one show on the tour,
possibly more.

Songs Performed

Love It To Death (1971):

I’m Eighteen

Killer (1971):

Dead Babies

School’s Out (1972):

School’s Out / My Stars

Billion Dollar Babies (1973):

Hello Hurray / Billion Dollar Babies / Elected / Sick Things /
Unfinished Sweet / I Love The Dead /

Muscle Of Love (1973):

Big Apple Dreamin / Muscle Of Love / Hard Hearted Alice / Working Up A Sweat

1974 March

30: Brazil – Anhembi, Sao Paulo
150,000 in attendence (Circus Magazine, July 1974)
with Som Nosso de Cada Dia (translated as: Our Daily Sound)

1974 April

02: Brazil – Teatro, Sao Paulo
05: Brazil – Canecao, Rio e Janeiro
07: Brazil – Maracanacinho, Rio de Janeiro
08: Brazil – Maracanacinho, Rio de Janeiro

+
e joão, residente em berlim, atualiza mister cooper…
Assunto: alice cooper & a casas bahia
Data: 25 de fevereiro de 2014 01:47:00 BRT
“mister, vi o negativo positivo no tico e foi impossível não pensar nessa série de comerciais protagonizados pelo próprio alice cooper para a equivalente alemã do que seriam as nossas casas bahia:

doidera doida de outro planeta!
aquele abraço 🙂 “
joão

diz aqui ramon…

“MauVal, lamento pelo seu time, mas gostaria muito de agradecer por esse espetáculo que foi sua postagem sobre Townes Van Zandt. Nunca tinha ouvido falar no cara e, assim que li sobre ele no site do Ronquinha tratei de procurar. E não me arrependi.
Ele é, pra mim, um meio termo entre os Nicks Cave e Drake. Voz potente, violão impecável. O que pergunto é: como consegui viver até hoje sem ele? Como pode isso?
Mais uma vez muito obrigado!
Abs!”
Ramon

alexandre mandou pra gente…

“salve mauricio. tudo bem?
lendo sobre o antológico concerto do james brown no maracanãzinho, me lembrei de um fato deveras curioso.
eu estava na fila do gargarejo, e muito perto de mim a roberta close.
rolou um climão entre ela e o mr brown durante todo o show.
não sei o que aconteceu depois, mas que esse concerto foi dedicado a ela, não tenho dúvidas.
azaração máxima!”
abs!!!! alexandre