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LQ em 7″…

LQ

Discos Além e Assustado Discos apresentam o compacto em vinil 7”

 LITTLE QUAIL AND THE MAD BIRDS

 Vinte anos atrás, a banda brasiliense Little Quail and the Mad Birds começava a preparar o repertório do que seria seu segundo álbum, sucessor do incrível Lírou Quêiol en de Méd Bãrds – lançado (em LP, CD e cassete) em 1994 pelo selo Banguela Records (ligado à Warner Music), empreitada capitaneada pelo produtor Carlos Eduardo Miranda e pelos Titãs e responsável por pérolas como os primeiros discos de Raimundos (Raimundos), Mundo Livre S/A (Samba esquema noise) e Graforréia Xilarmônica (Coisa de louco II).

A primeira vez que você me beijou, segundo álbum do Little Quail, foi lançado em 1996 pela Virgin/EMI e consegue rivalizar com seu antecessor pela potência, originalidade, vigor e irreverência presentes na profusão de hits que saltam do CD. Os primeiros passos para esse disco começaram, claro, dentro do estúdio de ensaio. E foi no estúdio Beethoven onde o Little Quail ensaiou e gravou a primeira demo do que seria o segundo álbum do trio. Ao contrário dos famosos cassetes lançados antes do disco de estreia da banda, que circularam o Brasil, a demo do segundo disco não foi comercializada. A ideia era apenas registrar as novas composições, usá-las como pré-produção para A primeira vez – que foi gravado no Rio de Janeiro com produção do saudoso Tom Capone.

E foi numa manhã de 1995 que o guitarrista Gabriel Thomaz (futuro Autoramas), o baterista Bacalhau (futuro Rumbora e Ultraje a Rigor) e o baixista Alf (futuro Rumbora, Raimundos e Supergalo), substituindo o titular Zé Ovo, que não estava em Brasília na ocasião, gravaram em fita quatro músicas: A alegria está contagiando o meu coraçãoProblem girlMau-mau e Elvis não. Completa o registro uma vinheta de seis segundos de duração chamada A.

É justamente esse material que a parceria firmada entre os selos Discos Além, de Brasília, e Assustados Discos, de Recife, lança, duas décadas depois, em um glorioso compacto de vinil de sete polegadas. A gravação é garageira, furiosa e divertida, enfim, o Little Quail capturado no auge de maneira visceral. A masterização do áudio ficou a cargo do competente Iuri Freiberger. A capa do disquinho utiliza imagens de um guia de Brasília feito nos primeiros anos da nova capital, presente que Gabriel ganhou do avô. O design é cortesia de Paulo Rocker, baixista dos Gramofocas, banda brasiliense discípula do espirito Little Quail.

A tiragem do compacto é de apenas 300 exemplares. Ou seja, já é item de coleção. Garanta o seu antes que esgote – e seja testemunha auditiva do poder de fogo de uma das melhores bandas brasileiras dos anos 90.

Ouça aqui.

Preço: R$ 30 + frete

Contato: assustadodiscos@gmail.com

a boa do sabadão…

tá de bodeira?

de saquinho cheio?

querendo ficar lonjão do pelasaquismo reinante?

(pela saco = “Você é um pela saco! Não tem personalidade alguma, vive na sombra dos outros”)

 é?

então, mergulha AQUI… e boa viagem!!!

a feira…

acima, provavelmete, o mais caro disco da feira que rola até às 20h… no rio de janeura.

as infos estão logo abaixo na filipa do evento.

pela primeira vez, vi – em mãos – o tal disco dos beatles – “yesterday and today” – que foi retirado do mercado por conta da

carnificina oferecida à platéia americana, em 1966.

lennon teria dito ao defender a manutenção da capa: “isso aí perto do vietnam é brincadeira de criança” (+ou- isso)!

lógico, as poucas capas que resistiram à queima da edição galgaram parâmetros estratosféricos entre os colecionadores.

na boa, não tenho paciência de acompanhar e$$es caminhos da música… mas, dependendo se stereo/mono, “butcher cover”

já zanzou em numerais tipo 25.000 doletas a uns 4.000 doletas numa cópia mais caretinha.

o xará, na foto com a crionça / tendo ao fundo o monumental BIG PAPA, da loja paulistana de mesmo nome), estava pedindo… 3.000 reais nessa edição originalzona cascuda… não sei se vendeu.

mas aí, a gente desaba nas estórias de valores, raridades, fi$$uras e loucurinhas envolvendo objetos de desejo.

well, well, well, o disco em si não tem nada de mais no repertório… apenas a capa deu notoriedade a ele.

e vamos combinar, que capinha muquirana… a impressão é péssima, horrível, parece uma cópia mal feita…

uma ampliação mequetrefe de quinta categoria!

pô, pagar um dindim foooooortíssimo por um disco xexelento?

calma, devagar com a louça… tô foreta de$$e barquinho… por razões óbvia$ e falta de vontade de estar nele.

ainda na feira…

vários & vários componentes d’aTRIPA… parameNtados… bem vestidos, sacumé, né?

impressionante a reverberação do #100… INOXIDÁVEL!

inclusive, muitos deram a idéia de ser feita a edição “as outras 20″… captou?

isso, um roNca com as vinte escolhas que vieram depois do TOP20… hahaha!

hein? que tal? vale?

ainda na feira…

um dos discos da minha vidinha é este aqui…

choro só de olhar a capa… nunca cansei Dele… sou tarado… doidão por Ele…

ouço, tranquilão, umas 48 vezes seguidas, inteirinho… e ainda quero mais!

no que estava dando uma fuçada com o chapa alvin.L, cruzamos com uma edição original bacanuda da pepita…

e comentei: “caraca, eu gostaria de ter a edição quadrafônica que foi lançada em 1973” (o original stereo é de 1969)

alvin emendou dizendo que também é loucão pelo disco e por ter essa cópia “quadradisc” que é meio rarinha de baixar no brasa.

nos separamos… e bem depois chega ele esbaforido:

“maurição, tô te catando há horas. tem um cara ali vendendo o quadra do airplane”

eu: “ué, pega lá… vai com tudo”

alvin: “na na na na ninha… é seu”

PQParille… zeradão, lindão e com um som de tirar pica pau do oco!

1 X 0 pra você, my dear mister L

( :

ontem…

na feira do vinil, na praça do shopping downtown (barra da tijuca)…

de cara, cruzei com serjão, estilosamente, ornamentado por uma capa de disco clicada pela xeretinha:

e, na saideira, com rafa (polysom) exibindo seus novos filhotes…

que adiantou detalhes de uma antiga  idéia que já havíamos começado a assuntar sobre o record store day…

que tomou novos rumos para, finalmente, galgar parâmetros… em 2015!

D+!

aguardemos novos capítulos para a novidade pipocar aqui!

( :

temporada2…

D+D+D+D+!

a estréia é segunda que vem no canal BIS (NET 120), às 19h, com várias reprises!

pelo andar da carrocinha, essa nova temporada chegará desgarrada do padrão hype/”tô desbundadinho com vinil” que,

compreensivelmente, norteou os primeiros – e britânicos – 13 capítulos da série!

comentei no roNca sobre a excelência do “minha loja de discos”… mas lamentei a excessiva padronização das lojas.

tirando umas três (sounds of the universe/souljazz, uma de birmingham e outra que não lembro), todas as outras foram apresentadas do mesmo jeito: somos um espaço diferenciado/apoiamos a música local/frequência descolada & o diabo A4.

como se tudo fosse, literalmente, uma grande novidade! ok, muitas são fresquinhas, mas a maioria das lojas está lá bem antes

da (re)descoberta do vinil… e o principal: a grande “novidade” que envolve o vinil é processada há séculos!

felizmente, pelas presenças dos entrevistados, a prosa da nova série – made in U.S.A – parece ter mudado.

afinal, como já disse, é pra lá de compreensível a nova abordagem… não só pelo melhor entendimento da relação loja/cliente mas de tudo que está em volta… inclusive o desbunde!

tomara que eu volte a encontrar com o rodrigo para comemorar a segunda temporada… e saber quando será a terceira!

( :

todos os discos do mundo…

(foto: sebastian liste)

nunca recebi tantas mensagens com a mesma notícia em tão pouco tempo.

contei quase trinta emails recomendando a matéria publicada no new york times, sexta feira.

as letrinhas contam a saga de um brasileiro que vem comprando há décadas “todos os discos do mundo”… casca!

a preocupação do conterrâneo é com a música produzida no planeta que irá se perder… com o tempo.

mesmo reconhecendo ser vítima de uma sipituca (= doença), o caboclo tem a saudável preocupação de arquivar o maior número possível de registros sonoros realizados nos quatro cantos da terra!

a reportagem mostra muito bem a inoxidável conexão de zero freitas – o salvador – com todos os detalhes que estão por trás

de um simples pedaço redondo de plástico revestido por papel… ele mergulha na vastidão existencial dos discos!

hahaha… esse é o ponto que nos aproxima muito.

inclusive, já comentei aqui no tico, essa minha leitura dos discos que apresentam marcas (nomes, carimbos, números…)

de onde estiveram… a quem levaram seus encantos! crazyness!

até cogitei do assunto ser um bom argumento de documentário… lembra?

PQParille!

em termos de informação menos relevante para a maioria – mas muito importante para mim – o new york times conta que a eric discos (espetacular loja na capital paulista) teve seu acervo comprado por zero… e que os discos da modern sound (a mais conhecida loja carioca, fechada em 2010) tiveram o mesmo rumo!

casca gro$$a!

clique aqui para conhecer esse monumento sônico!

literalmente virando o disco, tudo começou graças ao “dinheirinho” arrumado pela família dele explorando

as linhas de ônibus nos subúrbios de são paulo!

well, well, well… pelo menos, essas moedinhas tiveram um bom destino!

a décima…

o sorridente aqui acima é marcelão saindo da décima feira de vinil (carioca) que rolou, ontem, no bennet.

o caboclo é um dos maiores trafican… (ops!) (sorry!) colecionadores na cidade de são sebá.

portanto, é bem mais difícil ele se satisfazer numa feira que um principiante, procede?

 marcelão tem “tudo”… de “tudo”: samba, trilhas, jazz, rock, afro, eletrônico, chorinho, maluquices, folk, prog, kraut & cia ltd!

mesmo assim, ele arrematou pra lá de SETENTA discos… claro, deixou um dindim forte mas saiu felizaço aço aço!

o importante foi a imensa oferta de pepitas encontrada!

quer dizer, o mais importante mesmo foi notar a mudança de público na feira.

se nas primeiras a clientela foi, majoritariamente, a tchurma cascuda/rodada… a de ontem estabeleceu, definitivamente, uma novíssima faixa etária de caçadores sonoros… e, ainda melhor, uma platéia feminina numerosa!

que essa rapeize mantenha o interesse… e não deixe tudo escorrer pelo ralo do hype (ARGH!)!

a ULTRA traquinagem de jack white…

( :

lançamento em junho10, a 20 doletas!

olha as características do ULTRA Lp:

– 180 gram vinyl

– 2 vinyl-only hidden tracks hidden beneath the center labels

– 1 hidden track plays at 78 RPM, one plays at 45 RPM, making this a 3-speed record

– Side A plays from the inside out

– Dual-groove technology: plays an electric or acoustic intro for “Just One Drink” depending on where needle is dropped. The grooves meet for the body of the song

– Matte finish on Side B, giving the appearance of an un-played 78 RPM record

– Both sides end with locked grooves

– Vinyl pressed in seldom-used flat-edged format

– Dead wax area on Side A contains a hand-etched hologram by Tristan Duke of Infinity Light Science, the first of its kind on a vinyl record

– Different running order from the CD/digital version

– LP utilizes some mixes different from those used on CD and digital version

jack white batendo record…

jack tocou, fabricou e vendeu o compacto… tudo no mesmo dia, sábado… no record store day…

“First thing in the morning, Jack White will take the stage in Third Man’s blue room and record direct-to-acetate what will serve as the limited edition version of his next single, a live rendition of the title track from his upcoming LP Lazaretto. The masters will be rushed over to United Record Pressing who will immediately begin pressing 45s. The sleeves will be printed from pictures taken at the show. The finished records will be whisked back to Third Man to sell to awaiting fans. All in the same day. All in a matter of mere hours. As long as there are fans in line waiting to buy the single, United will continue to press and deliver them to Third Man to sell. Even if it takes all day.”

papo de 200/300 doletas no ebay!