às 22h!

estava eu matutando uma pequena bula para colocar aqui no tico.

afinal, as pepitas – de todas as fontes – abundarão loucamente no jumboteco de logo mais.

quando, de repente, ainda agora (são 17:45), chegou o seguinte  “pombo sem asa” que implodiu tudo:

“Caro Mauval, cara gostaria de te pedir um grande favor…… Minha filhona Victoria completou 10 anos na quarta feira passada (um dia depois do programa com o português simpatico), e aí me lembrei de toda a história da escolha do nome de nossa filha…. Em resumo, minha filha tinha que ter o nome de uma música de rock, após ponderar bastante lembrei de quem…… The Fall….. a música perfeita e que por sinal se não me engano, é uma música que vc gosta muito de tocar…. Só queria te pedir para dedicar essa música para minha filha que é realmente uma Victoria para mim e minha esposa…..  Valeu pelo seu espetacular trabalho em levar música de tão boa qualidade para nos Ronqueiros……”
Gutemberg Ex-Honório Gurgel, Ex-Rocha Miranda e atual Praça Seca, sempre seguindo o Ronca Ronca.

a História da foto ali embaixo…

contada por joca vidal:

“Tava no histórico show do Stevie Wonder em 95, no Metropolitan. Ele lançava aquele disco que acho muito bom até, o “Conversation Peace”. Tocou várias músicas desse trabalho na apresentação que teve participação do Gil. A partir daí fiquei mais ligado na obra dele, corri atrás dos discos antigos e megulhei nas músicas. Passado um tempo rolou a oportunidade de ver um show durante uma viagem para Rotterdam, em 2008. Pirei total depois desse show! Ele já estava com essa banda que veio ao Brasil e fiquei chocado com a qualidade dos músicos, dos arranjos, repertório, o show foi perfeito e fiquei em êxtase. Quando Mr. Wonder lançou o DVD ao vivo dessa turnê que vi na Holanda eu assisti até furar. Pesquisei sobre os músicos que mais gostava e estava me familiarizando cada vez mais com cada um deles. Fiquei fã de vários, como o Keith John (http://www.myspace.com/keithjohnofficialmusicspace), backing vocal que está com o Stevie há 26 anos, o batera Stanley Randolph e o saxofonista Ryan Kilgore (http://ryankilgoremusic.com/).

O tempo foi passando e a vontade de ver outro show aumentava. Eu tava percebendo que ele ia mudando o repertório, colocava outros covers (como “Human Nature”) no setlist e cada show era melhor que outro, como dava para perceber na apresentação do Glastonbury, ano passado, que facilmente você acha para baixar em blogs.

Quando soube que ele viria para o Rock In Rio, eu e minha namorada Luanda começamos a contactar os músicos que tinhamos mais afinidade pelo facebook. Foi aí que o Ryan Kilgore entrou na história: descobrimos que ele é amigo do meu cunhado, o músico Francisco Fattoruso (http://www.myspace.com/franciscofattoruso), que também mora em Atlanta. Esse foi o pulo do gato para que mantessemos uma amizade virtual com ele. Luanda também ficou muito próxima da backing vocal Lanesha Baca e da tecladista Victoria Theodore. Quanto mais o tempo passava mais ficávamos nervosos porque a possibilidade de conhecê-los era real e para nós isso já bastava!

Na semana passada o Ryan nos acenou com a chance de ir pro backstage depois mas até o dia do show estava rolando um suspense, até que recebemos um e-mail dele já na Cidade do Rock com as instruções para chegar lá assim que acabasse. Rolou o show, maravilhoso, 2 horas passaram voando, o repertório casca-grossíssima, os músicos inspirados e quando acaba tudo fomos tentar entrar. Conversamos com uma produtora e o nome da Luanda estava na lista. Ela nos colocou pra dentro e andamos até a área dos camarins. Chegando lá um produtor do Stevie, um gentleman e muito simpático, perguntou quem tinha convidado a gente. Depois de falarmos o nome do Ryan as portas se abriram e ficamos esperando aonde ele disse, do lado de fora de uma área aonde já haviam umas 15 pessoas entre músicos das bandas da Janelle e Jamiroquai (infelizmente não vi o Jay Kay) e alguns poucos fãs e músicos (o George Israel também ficou esperando com o filho).

Chegou uma hora que percebemos que Stevie estava por lá atendendo algumas pessoas, só que não podíamos entrar ainda. Quando finalmente entramos ele já tinha ido para o camarim e não sabíamos se iria voltar. Enquanto esperávamos já tinha falado e tirado fotos com o Keith John (grande figura, foi super simpático e brincalhão) a Victoria e o Stanley. Conhecemos finalmente o Ryan pessoalmente, conversamos um tempo, falamos com a Aisha, filha do Stevie e que canta muito, o guitarrista Errol, até que o tempo ia passando a o cansaço aumentando. Não tinhamos certeza se iriamos falar com Mr. Wonder, mas ficamos por ali até que todos foram embora e ficamos nós com a banda e os produtores.

Foi aí que o produtor gentleman me perguntou se ainda queríamos alguma coisa. Disse que estavamos tentando falar com Stevie, tirar uma foto, e ele comentou que o Ryan deveria apresentá-lo, essa era a regra. Chamamos o Ryan de novo (já tinhamos nos despedido dele para conversar com os outros músicos) e ele acabou fazendo isso, falou com a chefona do camarim dele que acabou providenciando. A única orientação era para que não demorássemos e que os 4 (além de mim e da Luanda estavamos com mais duas amigas) tirassem a foto juntos. Quando Stevie apareceu, eu tremi, parecia que via Deus na minha frente. Todo simpático nos apresentamos, apertamos as mãos e eu só consegui dizer “great show” e “thank you”. Ryan disparou 2 clicks e finalmente registarmos o momento. Mr. Wonder falou “obrigado” e voltamos para casa exaustos, ás 5h, com o dia clareando. Até agora a ficha não caiu direito!”

Joca

my GOD!

não falta, por aí, história de neguinho que diz ter visto deus, procede?

cada um teve razão forte para ter “visto”… Ele!

mas, no momento, só conheço um ser que REALMENTE viu… e esteve com Ele!

sim… joca “san_to” acabou de enviar para gente…

que momento!

( :