
fernandinho & joãozinho… tão comportadinhos
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fernandinho & joãozinho… tão comportadinhos
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Assunto: fantasmas
“caro mauvall,
já estou feliz pacas por conta deste inédito título do fantasma, e aí vejo a homenagem espontânea do ronquinha… meu amigo, fico sem saber onde colocar meu coração.
MUITO obrigado, vc e o RoNca sempre foram legais conosco: desde aquela vez do título de 2015, sempre dando espaço ao fantasma com o devido respeito que merecemos!
pouca gente na imprensa nacional (e entre os torcedores de “times grandes”) deu o devido e merecido destaque para essa conquista. muita gente foi até jocoso e irônico – “campeão da série D?”, com um risinho meio complacente… pobres mortais… – mas o RoNca é parceiro, e sabe compreender a grandeza e a importância dessa conquista.
ouso dizer, do alto de meu orgulho e felicidade de torcedor que cresceu vendo o fantasma levar porrada, ser humilhado, passar por décadas de complexo de vira-latas, que essa conquista não foi apenas do operário ferroviário, mas sim, do futebol nacional.
é engraçado – eu vi alguns jornalistas da grande imprensa falando de sua surpresa por Ponta Grossa estar toda tomada de paixão e alegria, contaminada com essa conquista inédita e cabriocárica, mas pensei comigo: o espanto é deles, porque pra mim, não tem nada de espantoso. eu nasci vivenciando essa loucura.
a torcida operariana é e sempre foi apaixonada, fanática e que se dane o mundo. e quem não entende isso, bem, “perdoai-os, eles não sabem o que fazem”, nem o que estão perdendo.
somos um time pequeno (nem tanto, a partir desta conquista nacional), mas temos orgulho de nossa história, da história do operário ferroviário e até mesmo das presepadas que marcaram nossa trajetória – dá pra fazer uma lista, mas acredito, de verdade, que tenham ficado no passado e que o clube assuma uma posição mais profissional e comprometida, a partir de agora.
com todo o respeito por todas as outras apaixonadas torcidas, penso, sinceramente, guardadas as devidas proporções, que nossa torcida não deixa nada a dever às grandes torcidas dos clubes do brasil.
no paraná, podem me crucificar, mas não há torcida mais apaixonada. a dupla atletiba tem grana, destaque, mídia, badalação, mas não tem a paixão que só torcer por um clube como o fantasma pode exemplificar.
não querendo ser jocoso nem nada, mas o fantasma era até 2015, junto da ponte preta, o último dos centenários tradicionais ainda sem títulos expressivos.
espero e torço para que a o clube de campinas ganhe um título, porque eles merecem, sem dúvidas, pela história, pela torcida, pela tradição, e eles precisam disso, tanto quanto nós precisávamos.
entretanto, por essas contingências que só os deuses de pernas tortas do futebol poderiam explicar, a macaca ficou com o a última virgem centenária do futebol brasileiro. fazer o quê… dessa pecha, pelo menos, o fantasma se livrou.
finalizando, saiba que eu considero você um operariano honorário, um amigo simpático à causa, mesmo sabendo que você é vascaíno de coração, e que isso não precisa mudar.
um dia, espero ter o prazer de ser seu cicerone em PG, onde será uma honra guiá-lo pelos caminhos e histórias da antiga rede ferroviária e seus operários, que se confundem com a história da minha família, do meu avô (que se tornou um legítimo “operário ferroviário”, ao iniciar sua vida de trabalhador nas oficinas da rede, em 1914, dois anos depois do fantasma ser fundado oficialmente), quem sabe te convidar para um almoço na casa da minha tia aninha, que ainda vive na casa que ele construiu nos anos 1920, e que fica literalmente ao lado do estádio – lugar místico, onde eu passei bons momentos e de onde tenho deliciosas lembranças.
e a gente terminaria esse tour princesino e operariano com um belo chope na choperia do tito.
pode parecer um sonho ou uma ideia vaga – mas até um ou dois anos, eu pensava que era um sonho, uma utopia, poder dizer “OPERÁRIO FERROVIÁRIO CAMPEÃO BRASILEIRO”.
se isso aconteceu, qualquer coisa pode acontecer.
(pra falar a verdade, acho que estou sonhando acordado).
um abraço,”
andré
(foto de luiz estacheski)

programa inteiro com beto barreto, guitarrista (e fundador) do baiana system, a mais apimentada banda on earth!
muita História, conexões, festival em xangai, guitarra baiana, jeff beck, bnegão, titica, “capim guiné”, richard thompson… & o diabo A4.
D+
hoje, às 23h, na rádio globo AM, FM e web

Assunto: roNca+SGR
“É isso, Mauricio!
Acabo de ler seu post no site.
Concordo com você e desejo força para manter os 2.
Um abraço e vida longa ao roNca e ao SGR!!!
O SGR é uma oportunidade de educação dos ouvidos das massas.”
Victor (Brasília)

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as estrogonóficas letrinhas do murilo (no post anterior) me empurraram a dividir com você uma inédita experiência radiofônica.
murilo disse que o programa da globo tem uma vibe menos relaxada que o roNca mas que cumpre a função dele (programa) por estar em sua plataforma de origem: o rádio.
como já mencionei antes, o convite de voltar à rua do russel 434 trouxe uma felicidade gigante ao meu coraçãozinho e – acima de tudo – a certeza de me comunicar com uma audiência com outra afinação da que habitualmente está a bordo do roNca.
a diferença básica entre os dois programas é que o roNca é o nosso programa… e o “em cartaz” é o programa que faço para o sistema globo de rádio… simples assim.
uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa… mas acho muito viável que, um dia, as duas poNtas cheguem a ficar bem próximas.
atualmente, os maiores obstáculos para essa total parceria são: o tempo do programa (uma hora) e os intervalos “comerciais”… se essas barreiras não existissem, roNca e “em cartaz” ficariam olho no olho… mas, sempre, com a certidão de nascimento do segundo estampando SGR… hahaha!
o mais importante de tudo – e aqui vai o fato da desconhecida experiência radiofônica – é o corpo a corpo que tenho travado, via SGR, com uma audiência que está COMPLETAMENTE distante da web… isso, uma enorme quantidade de pessoas que não utiliza as ferramentas do novo mundo para ouvir música.
resumindo, em junho, quando – coincidentemente – o roNca foi para o freezer e comecei o programa na globo, passei a ser ouvido por uma frenética torcida que nunca soube da existência de roNca roNca ou de qualquer outra ilha de informação musical nas “nuvens”.
acredite, fora desse nosso universo digital existe uma galáxia de interessados em sons que se deixa seduzir por novidades de uma forma muito mais direta, pura… de coração aberto.
desde os mais remotos tempos no dial, antes mesmo da Oi FM, que não tenho ecos da audiência sendo ejetados de açougues, táxis, bancas de jornal, botequins, das ruas…
– maurição, chorei com adelzon… foda o fleet foxes. bnegão é nosso rei
D+D+D+D+D+D+D+D+
acredite, o Rádio está vivo… e manter essas duas linhas de atuação, para mim, é uma experiência inédita e cabriocárica!
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Assunto: #248
“Salve Mauricio,
Que baita satisfação ouvir o Ronca de volta à teia ! Chupando manga e rolando na lama !
O projeto Em Cartaz é um grande salto, muito bacana, mas vem carregado com uma certa formalidade
Manja quando você vai na casa daquele amigo rico que tem um som espetacular e você leva aqueles disquinhos raros para curtirem naquele Marantz topo de linha ? Muito bom, mas você precisa ir bem vestido, embecado, porque este seu amigo repara em tudo.
O Ronca na teia é mais solto. Como já dizia o sábio Skylab, é um programa pra ser ouvido “de cueca e olhando pro teto” – de preferência com uma Guinness à côté. O bate papo informal do cotidiano, os comentários das faixas ouvidas com inúmeras repetições para realçá-las, fazem parte do “ronca style”, que foram um pouco diluídas no programa da Globo.
Não posso deixar de mencionar que o “Em cartaz” me proporcionou um de meus maiores prazeres sonoros já vivenciados na suite de programas Ronca – olha que tenho pedigree nisto, pois acompanho desde o rocka26, na Flu Fm: A historinha contada das gravações do Band on tthe Run na Nigéria me remeteram aos meados de minha adolescência. Band on the Run foi um dos primeiros discos que comprei na vida, e estava esquecido no reino abissal da minha mente. Que disco espetacular ! Relembrá-lo foi muito emocionante, naquela época, ouvia-se o disco observando o rótulo do vinil rodando no toca-discos (que viagem!) e dissecava-se todas as informações (letras, créditos, estúdio de gravação) contidas no álbum. Esta coisa de Lagos sempre me intrigou, mas não conhecia direito a história.
Aproveitando esta onda do “Band”, gostaria de dar uma sugestão. Acho que seria legal uma série dos “Meus discos inesquecíveis”, ampliando aquela antiga série das “Minhas canções inesquecíveis” este poderia abordar os fatos curiosos que rolaram durante a gravações dos álbuns, músicos convidados, entremeados pela audição das faixas. Já deixo uns candidatos aqui: Low (Bowie), Can’t Buy a Thrill (Steely Dan), Exile on Main St (Stones), London Calling (Clash)., Truth (Jeff Beck).
Finalmente, como velho ou20 ( creio que eu que fui premiado naquela promoção com a narração do Ernani na Flu FM), gostaria de solicitar 2 músicas e 1 vinheta para o programa.
A vinheta: Aberto Brandão – Globo AM – com o urubu voando de costas (Sensacional !)
Musica 1: Somewhere Down The Crazy River – Robbie Robertson – Apresentada no programa há um bom tempo atrás, se não me engano na Globo FM. Incrível música do guitarrista do The Band (Uma das minhas bandas favoritas) com um climão meio Tom Waits. Outro dia ouvi ela no playlist de um DJ da KCRW.
Musica 2: Strictly Genteel – Frank Zappa – Obra prima deste genial músico. Prolífico como Prince, Zappa produziu muitas coisas, algumas insuportáveis, mas esta música, junto com Peaches en Regalia e Joe´s Garage são definitivas.
Keep Rocking !
Cheers!”
Murilo

Conhecido como um dos precursores da música minimalista, o norte-americano Terry Riley é um dos compositores mais importantes em atividade. Entre suas obras mais significativas destacam-se “In C” (1968), “A Rainbow in Curved Air” (1969), “Church of Anthrax” (1971, com John Cale), e colaborações com Don Cherry, Kronos Quartet, entre outros. Ao longo de sua carreira, trabalhou com artistas do calibre de Chet Baker, Krishna Bhatt e John Zorn. Neste concerto, Terry se apresenta com seu filho, o guitarrista Gyan Riley.

Assunto: muitas emoções
“Salve Mauval,
São muitas emoções ouvir o roNca roNca com Nandão. As palavras são tantas que não sou capaz de organiza-las aqui neste pombo. Então resolvi colocar em tópicos .
– hoje ouço o programa com fone de ouvido, pqp… parece que vc e Nandão estão do meu lado.
– E X C E L E N T E qualidade do som.o programa está numa etapa superior de sonoridade!
– suspendi minhas seções com o analista: “tudo começou, doutor, quando o roNca roNca foi para o freezer”.
– música grude que não sai da cabeça desde que saio da cama até agora escrevendo este pombo: eldoradio – “new waves”. Essa galera tem que voltar no próximo programa!
com afeto”
Anderson

Assunto: Adelzon+Ronca
“Fala, MV
Só agora consegui ouvir o programa com Adelzon, e logo no começo sou nocauteado pela história do jabá que ele teve que enfrentar na chegada à Globo.
Que pedrada. E que independência.
Quanto conhecimento, quanta sensibilidade, quanta humildade, quantas histórias.
Esse programa tem que ser emoldurado e exposto no Louvre.
Parabéns. E obrigado.
Abraços”
Kleber
PS. A volta do Ronca é uma boa notícia em si. Mas retornar com a presença de Nandão tem outro peso. Que figuraça inoxidável. Bem vindo de volta.