
o #168, hoje, às 22h, com estréia do “cine shogun”…

por conta de zilhões de pedidos d’aTRIPA, o #168 levará ao ar o pilotão psicodélico do que poderá ser o mais estrogonófico programa sobre cinema no rádio mundial:
CINE SHOGUN
é isso, shogun comentando filmes vistos e resenhando outros tantos (a maioria) não testemunhados… pura poesia, desorientation, sagacidade, falta de informação, esquecimento, lester bangs & joão saldanha mixados… arte, aliás: Arte!
a trilha sonora estará costurando o ambiente em clima emergência de pronto socorro, a sangue quente, LIVE. no cardápio, “taxi driver”, “zabriskie point”, “dead man walking”, “barry lyndon”, “one from the heart”, david hemmings, juliano gauche, cat power, los alamos, pierre boulez, the clash, cássia eller… & o diabo A4.
violência!
thiago+pedras+meNte+maNto (ou o coletivo)…
Assunto: Stones, manto, cheiro de música e pedido!“Fala Mauricio!!Que ótima noticia saber que você conseguiu ir ao show! Eu estava lá muito bem vestido com o manto imaginando se você estaria! Que loucura a energia daqueles rapazes, hein?! Demais, demais…Na volta pra Bh de busão, inexplicavelmente pintou no meu HD mental uma banda que eu não escutava a uns 20 anos. Já rolou contigo isso? De repente um estalo e você pensa: “porra, é mesmo.. eu curtia demais essa banda!” Daí cheguei em casa coloquei o cd e foi muito bacana constatar como a música é processada e armazenada na nossa mente, mesmo depois de tanto tempo cantei letra por letra do cd todo e como você diz as vezes: senti o cheiro daquela época!A banda em questão, não sei se você conhece ou curte: Collective Soul, o cd “Hits, Allegations & Things left unsaid” de 94. Se rolar de tocar isso no Ronquinha seria demais!!Segue fotinha do manto, momentos antes dos acordes de “Start me up”!!Grande abraço”Thiago- BH

maioridade…
carmela, musa do roNca, está prestes a tornar a vinheta dela (“aqui é a carmela, tenho quase quatro anos”) coisa do passado…

sábado no gramadão…

pedro “blackhill” mandou pra gente…
Assunto: rollin’ on the Riverforévis !

you got the silver…
keef!

rolando forévis…
como se num passe de mágica, aos 45 minutos do segundo tempo (mais uma lembrança a rafael vaz), pipocou o conva para as pedras… foi uma surpresa, totalmente, inesperada.
no caminho para a arena, tive certeza que o mundo seria coberto pelas águas… só que, ao chegar no ex-maior do mundo, a lua (cheiaça) garantiu nossa permanência em solo terrestre e a “tranquilidade” do show…

cheguei meia hora antes da bola rolar… talvez por isso, não encarei fila, pressão, perrengue. rapidinho o som estrogonófico do PA sacodiu a rapaziada com ‘start me up”.
falar o quê de uma apresentação dos stones? quase tudo já foi escrito, gritado, gravado. a bula é a mesma de sempre, felizmente… como não encharcar os olhinhos com “you got the silver”? não imaginar que “gimme shelter” é uma das três songs mais inoxidáveis que a humanidade já criou? olhar pros cornos de keith richards e não creditar a ele alguns dos momentos mais cabriocáricos que já gozamos em nossas vidinhas? não lembrar de ron wood com o faces?
no final, com as luzes acesas, cruzei com a renata que do alto de seus 17/18 aninhos (fissurada em k.vile, deerhunter, liars, j.holter) colou na minha orelha e disse:
– não estou acreditando que finalmente vi os stones e comecei a entender muitas coisas
PQParille, quase desabei com a percepção dela que mais parecia um charuto de bêbado… de tão suada.
em seguida, esbarrei com o chico (contemporâneo de richards. isso) que já testemunhou toda e qualquer banda foda que você possa imaginar:
– mauricio, ver os stones é como se fosse sempre a primeira vez
vazei tranquilão da arena ouvindo, volta e meia, a nação ronqueira celebrando a noite, aos gritos – RONCA RONCA… hahaha! D+!
para fechar a noitada, dividi umas ampolas com zé emilio rondeau, LENDA queridíssima… que, ontem, marcou a coronha de sua winchester (modelo 1963) com o décimo sexto risco… é fato, o show no maracanã foi a décima sexta vez que eles compartilharam o mesmo espaço… sideral.
cheers

roadies?
aí, shogun… quero ver a hora em que aparecer um diretor da pesada – o daqui de cima é cameron crowe – dizendo que a vida dos operadores de áudio é cheia de beijo na boca / doce de leite / saldo positivo no banco / ostentation / gente bonita e muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuita tiração de onda. quero ver a hora!
( :

“superhero” (w.shorter)…
o trujillo, produtor, é ele mesmo… do metallica.





