taxiando, sempre…

Subject: desabafo de taxista
 “Olá Maurição!  Li sua aventura com o taxista e fiquei com “inveja branca” dele!  Que oportunidade aquele senhor teve, não apenas em te conhecer pessoalmente como falar com o Samuel do Skank.  Eu também sou taxista (lembra do episódio do passageiro que me falou que a Oi FM iria acabar, o bocomoco….eu só pego passageiro sinistro), mas quero deixar registrado que ainda sinto muita mas muita falta de um som novo do dial.  Sou taxista há pouco tempo mas sempre apreciei a boa música e eu só conto contigo para me manter informado sobre esse mundo onde poucos desfrutam.  Ah! depois que li a aventura do taxi estou torcendo para te eoncontrar como passageiro.”

Anderson

neurônios na parede…

Subject: Quando os Deuses se encontram…
“Fala aí Maurício Valladares

Ontem, dia 22/06/2012, foi o show final no Barracão da Cidadania, terminando o tal evento RIO +20…Consegui 2 ingressos, pois era 0800, e fui com minha patroa, ver o show da Martinália, sem muita pretensão, sabe como é…Mas aí camarada, quando as luzes se apagaram e a galera começou a tocar, quem estava no baixo ? Arthur Maia ! Percebi logo que não seria somente um show qualquer e…Cacetada ! Foi cruel….Martinália e Arthur Maia fizeram aquele enorme galpão se tranformar no encontro dos deuses…Pressão altíssima…Com direito a tudo, inclusive rock’roll ! O baixão do Arthur enquanto penetrava em meu cérebro, Martinália pegava meus patéticos neurônios e os arremessava na parede, dizendo sempre: “-…não tente entender”. Teve baqueta se espatifando, cerveja rolando no palco e ao final, antes da entrada da bateria da Unidos de Villa Isabel, um discurso escrachado, daqueles em que a gente tem vontade de fazer para os politiqueiros do brazuca…É camarada, foi o encontro dos deuses, e eu estava lá !!!
Cliquei da beirada do palco esta foto…
Abração”
Gilberto C. Ferreira

zôio no zôio!

 

somente ontem, tive oportunidade de saber como as coisas fluiram para os hermanos antes deles iniciarem os 22 shows nos quais sonorizei.

durante todo o tempo em que estivemos juntos, os assuntos se amontoavam, as páginas eram viradas muito rapidamente…

e acabávamos sem chance de detalhar  as coisas… e eu sem saber qual foi a vibe deles… com que estímulo eles enfrentaram multidões & multidões!

claro que me passaram reações bacanas (falei delas aqui no poleiro)… mas nunca sobre o “momento decisivo” de entrar em cena, sacumé?

sim, aqueles cinco/seis minutos derradeiros antes de dar de cara com a platéia, seca pra devorar pelo por pelo dos barbudos…

aqueles minutos onde a cola tem que colar, a afinação tem que estar afinada… climão time antes de entrar em campo numa partida decisiva… e pode ter certeza absoluta que tem time que ganha o jogo ali… e tem outros…

anyway, anyhow, anywhere… passei longe, muito longe, geograficamente, desses instantes… sem dúvida, os minutos mais imprtantes para toda a situação do show… para todas as pessoas que estavam trabalhando… O “momento decisivo”!

detalhe, são duas as razões para eu colocar este tipo de assunto aqui:

– a quantidade de mensagem que chega até hoje querendo saber as “músicas” tocadas antes dos shows dos barbudos

e

– a satisfação que devo àTRIPA por algo tão importante

simples assim!

enfim, ontem, acabei cruzando com o ruivo… meio que por acaso… ele & eu… eu & ele! com tempo, sem ninguém por perto!

papo vai, papo vem… ele desovou:

– “cara, você não tem idéia… nunca vou conseguir te passar o clima que acontecia antes de entrarmos no palco. era muito forte. a escuridão era total, a gente se abraçava… e aquele som tomando conta de tudo, invadindo tudo, foda… cara, você acertou em cheio ao escolher o eno com fripp. o pessoal que documentou a turnê tem essas imagens. só aparecem nossas silhuetas, unidas… e o som UUUOOOOOOMMMMMMMMMMMMMMMMMM… hahaha…”

hahaha… digo eu… o ruivo narrou esses instantes por alguns longos minutos… rindo, feliz pra meirelles… como se, realmente, estivesse sentindo 1/1000 do que foi a vibe!

mesmo com todas as reverberações positivas de antes… a ficha só caiu ontem!

( :

edithando…

Subject: Momento de felicidade
“Salve Mauval! Saudações Ronqueiras!
Cara, ontem saindo de uma lan house perto da minha casa a noite, lá pelas 22:00, peguei um caldo sensacional na tia do lado e passando em frente a um trailler escutei só o acorde final de uma canção de Edith Piaf, acho que La Vien Rose e pensei: ué, será que hoje é terça e o rádio do cara tá na Oi FM? Haha! Na boa que minha mente me enganou por alguns segundos. O mundo hoje pode ser o mesmo daquela época, mas com certeza o Ronca fez uma revolução em nossas mentes. Eu não sei de onde veio a canção, acho que da jukebox que tem em frente ao trailler, maneiro não? Mas que saudade eu sinto dessa época em que o mundo pelo menos aparentava ser um pouco melhor do que hoje em que a galera se reúne pra discutir o futuro do planeta e não consegue nem elaborar um texto que convença alguém que algo possa mudar.
Minha história com o Ronquinha e a Piaf eu me lembro: na época em que o filme sobre ela estava em cartaz, eu escutei o programa e fui ao cinema assistir, lembro que peguei a última sessão antes de sair de cartaz. Assisti no Cine Ponteio em BH, longe pra meireles, inclusive ele nem existe mais. Tava chovendo e só tinha mais um casal de velhinhos e mais dois caras no cinema. Voltei pra casa feliz demais. Man, tu não tem nem noção do que a desorientação do Ronquinha é capaz de fazer. Hoje agradeço demais por ter me indicado esse som um dia, eu já tinha ouvido uma ou outra música dela de cabeçada, como muita gente, mas depois de saber quem ela foi (ou é), a parada tomou outra forma. É ótimo ter esses momentos na memória, e tomara que muitos outros ainda façam parte dessa história que eu tenho muita esperança de recomeçar um dia.
Grande abraço!”
Jenilson – Santa Luzia – MG

agenda…

Fala, Mauricio!

Só te mandando umas coisas aí…

Aí vão as respectivas artes de dois eventos nos quais o meu Eu prophundo, Lucio Branco, discotecará neste fim de semana, no mesmo logradouro: a Casa do Barão (R. Paschoal Carlos Magno, 73 – Santa Teresa), a poucos passos do Bar do Mineiro…

O primeiro, na 6ª feira, 22/06: a festa SHAKARÁ XIRÊ, produzida pelo Rajão, q. vai recepcionar o Bixiga 70, de SP, na sua estreia na Guanabara…

O segundo, no sábado, 23/06: SOUL, BABY, SOUL!, pela primeira vez escalando o morro…

Ambos começam às 23h…

+

 

flu3

é velha a História… fui catar uma parada e achei outra!

sentiu a pressão aqui em cima?

junto ao ingresso estavam alguns adesivos comemorativos ao terceiro niver da fluminense fm!

papo de 1984… a 15 mil cruzeiros… e tinha estudante no brasa, ok?

e mais, nessa época, a flu fm ainda não havia chegado ao cume de sua popularidade… fato que aconteceu junto ao primeiro rock in rio, no início de 1985… mesmo assim, o monte líbano esteve entupidaço com algumas das principais novas bandas da MPB (sim!) – ultraje, legião, paralamas & cia ltda!

ele, o adesivo, é igualinho ao ingresso… só que diferente… hahaha (salve, the orb!)…

não tem as atrações nem infos… mede 12 X 8, dá até para colar na lupa!

enfim, são quatro dessas Raridades para sortear com aTRIPA!

basta responder:

– como disse fred 04, ali embaixo: onde está o novo modelo da música?

mande sua participação, curtinha, para programa@roncaronca.com.br

até às 16h de amanhã, dia 23 (sábado)!

é promoção galáxia… adesivos enviados pelo correio!

ok?

assim que a promo entrou no ar, MAM coloriu o assunto:

 

Subject: Re: flu3…
 “Puts….
EU TAVA NESSE DIA…Foi a primeira vez que eu vi a Legião Urbana e Ultraje…
Até alguns anos atrás a fita cassete do show ainda ressistia bravamente.Simplesmente maravilhoso!Um ano mais tarde no mesmo local vi Siouxsie and The Banshees, em
outro show inesquecível…Detallhe que  nesse dia um cara caiu na
piscina do monte líbano, talvez se sentindo muito sufocado pela noite
quente do rio de janeiro…causando mó alvoroço nos seguranças. O
mundo gira e anos mais tarde eu conheço o caboclo que caiu na piscina
do Monte Líbano naquela noite, ele era meu colega de faculdade…É
mole cumpadi??? rsrsAbraços Mau Val”

MAM

 

 

mudando pra melhor…

este é o hunter… de leeds, da jumbo records… na feira dos nordestinos, são cristóvão, mês passado.

ele não vinha ao rio de janeiro há, exatos, dez anos!

uma das percepções do hunter sobre a cidade foi:

– “sumiram as crianças pobres das ruas. elas não estão mais nos sinais, esmolando, fazendo merda”

e sumiram MESMO!

lembra como era?

claro que a gente cruza com uma ou outra… ou outras… mas a população de “menores abandonados” que transitava pela cidade de são sebastião foi, praticamente, eliminada.

alguns dias depois dele voltar para a inglaterra, comentei a constatação num grupo de uns oito meliantes…

no que eu acabei de relatar o fato, um olhou para o outro… o outro olhou para o um… e todos uivaram:

– CARACA, é mesmo… e a gente nem notou!

não é?

aleluia!

( :