Todos os posts de mauval

ing_ong & ronnie!

a coisa esquentou muito… ferveu!

e muitas gargalhadas foram ouvidas em todos os cantos!

o “debate”, intitulado ping-pong, serviu para confirmar a importância das idéias distantes das nossas.

bonito?

mas é vero… nas entrelinhas dos emails postados o entendimento reinou absoluto…

mesmo com uns “cutucos” aqui e ali!

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pois então, chegamos a um ponto sem saída… de choque de gostos, sobretudo.

claro, o ping-pong pode(ria) ficar no ar por anos, séculos… se repetindo.

acho que a ponta do gelão exposta cumpriu a missão… e pronto!

restaram as nhacas, as afinações, a Música… e as gargalhadas!

confere?

+

http://www.youtube.com/watch?v=6rhJcWzuIRc

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rota cerebral!

logo de cara, quero agradecer a todos que fizeram possível a visita do cérebro eletrônico ao jumboteKo de terça feira!

( :

a audiência se esbaldou com tatá & seus bluecaps!

D+!

segura o novo manto de nandão, devidamente afanado de uma loja na 24 de maio…

êita, mão leve!!!

segue a rota…

the mahavishnu orchestra – “awakening”

faces do subúrbio – “meu deus”

cérebro eletrônico – “220v” (ao vivo no roNca)

flying lotus – “jurassic”

cérebro eletrônico – “decência” (ao vivo no roNca)

p.funk all stars – “catch a keeper”

cérebro eletrônico – “cama” (ao vivo no roNca)

cabruêra – “visagem”

neil young – “someone’s going to rescue”

cérebro eletrônico – “os dados estão lançados” (ao vivo no roNca)

trilha FELA – “B.I.D”

tenor saw – “pumpkin belly”

barrington levy – “here i come”

cérebro eletrônico – “garota estereótipo” (ao vivo no roNca)

jorge mautner – “guzzy muzzy”

cérebro eletrônico – “desquite” (ao vivo no roNca)

breakestra – “hiding”

cérebro eletrônico – “dê” (ao vivo no roNca)

the magnetic fields – “all my little words”

phil ranelin & tribe – “sounds from the village”

cérebro eletrônico – “sóbrio e só” (ao vivo no roNca)

ron wood – “i can feel the fire”

cérebro eletrônico – “pareço moderno” (ao vivo no roNca)

+

sumpa1

e lá vamos nós para o primeiro roNca de 2011 em são paulo…

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há tempos a gente cercava a rapeize do cérebro eletrônico!

pronto… chegou a hora!

prepare sua fita K7 para mais uma noite inesquecível ao sabor das ondas radiofônicas.

see ya

ping, pong, ping, pong, ping, pong, ping…

"Poxa! Esse cara descaralhou tudo!! ehehehehe
Mas eu tô mandando esse recado pra te mostrar o texto que o Skylab escreveu ontem no
blogue dele.

http://godardcity.blogspot.com/2011/01/musica-natura.html

"Os problemas por que passa a nossa música contemporânea advém desse vínculo
estreito entre artista e produto.
 Esse leque que, por mais amplo que seja não significa nem a terça parte do que se
produz hoje no Brasil, nos dá
a impressão de perfumaria. Música para embelezar os corpos. Música para entreter.
Música-superfície como os
cremes que passamos para deixar nossa pele mais macia. Ao compositor que se inicia
hoje, não resta outra opção
porque a filosofia de outras empresas bem sucedidas e que investem na música, é a
mesma. Daí a unanimidade
da imprensa (essa sensação eu já havia manifestado no tópico que escrevi sobre “As
Novas Cantoras Brasileiras”)"

Destaco o parágrafo acima. Ele toca num ponto que eu já tinha percebido mas ainda
não tinha entendido muito bem.
Essas parceirias privadas e públicas na música, com músicos. 

Até onde a Natura quer que esses artistas exerçam essa "diversidade"?
Até onde o governo quer que esses festivais cheguem?
Até onde a OIFM quer que esses artistas exerçam essa "diversidade", e a tal
"liberdade"?
Até onde a Biscoitos Finos quer que esses artistas exerçam essa "diversidade"?
E a imprensa, qual é seu papel exato nisso tudo??

Até onde pode chegar o discurso desses "artistas"?  AS RESPOSTAS ME PARECEM MUITO
ÓBVIAS!

Essa era a chave que faltava nas minhas críticas anteriores. Além de representarem
uma sociedade conformada e passiva, esses "artistas" se sujeitam à instituições que
simplesmente os usam para vender cada vez mais de seus produtos inúteis!! Que não me
venham com desculpas estúpidas como "o artista precisa de alguém que o apoie" ou "
essas empresas estão fazendo muito pela divulgação da nova música brasileira."
BULLSHIT!!! Já adianto isso para eles.

Franz Kafka escreve, na última frase de O Processo, o seguinte: " - Como um cão! -
disse ele, e era como se a vergonha devera sobreviver-lhe."

Nunca foi tão atual. Nunca foi tão preciso.

É praticamente irrefutável, agora, a frase do meu segundo texto: "essa “nova MPB”
não tem valor cultural expressivo nenhum" Com ou sem o expressivo.

Quem insiste em consumir e defender essa turma, que durma com esse barulho."

Igor

forever young!

coisa de doido, de louco… MEGA “cabeleira altíssima”, a nova edição da revista MOJO que acabou de pousar no brasa…

sentiu?

mammamia!

e o harvest refeito?

agora, para apimentar (ainda mais) o ping-pong aqui do tico:

prestou atenção como Ele se refere às canções?

está logo ali à esquerda da capa!

( :

ping, pong, ping, pong, ping, pong…

"até que enfim alguém, como eu, acha essas bandas e, sobretudo, essas
cantoras com voz de plástico quebrado uma merda. há tempos preparei um email
para falar sobre vários pontos abordados pelo *the igor* sob uma outra
perspectiva: a de que a arte que dão destaque nesse país que eu vivo ( e que
não é o mesmo que o gilberto vive), no caso visível da música em questão, é
burguesa, chata, mentirosa, inverossímel, "em cima da laje" não sei mais o
que, "africa unite afro beat dub", "cachoeira de cu é rola", não dá!! eu, ir
para uma CIDADE distante como o *lebron,* assistir essa playboyzada que não
toca absolutamente nada, com seus respectivos cds muito mal produzidos é
improvável. só se ouve ruídos, confusão de sons; cade o baixo nessas
produções?! simplesmente só se ouve um som constante e grave HORRÌVEL!!
letras insossas, mal escritas, vocalistas pífios, administradores de
bussines, filhinhos de papais famosos, sem atitude, ou seja, verdadeiras
ideias que já nascem mortas, sem conceito nenhum. ridículo!
e mais, não tem essa de incoerência e confundir as coisas. só aqui no braZil
que alguns acham que tem que segmentar as discussões porque *uma coisa é uma
coisa & outra coisa é outra coisa*. vai nessa que arte não tem que prestar
conta. só no braZil mesmo que tá tudo certo e todo mundo segue atrás do
bloquinho escorrendo pelas avenidas (BOA AFRO FERRARE BEAT!!). depois que
essa patota fake revolucionária fica velha é que o discurso muda e,
sinceramente tem que mudar, *no problem*. mas acho difícil um billy bragg,
um stipe, um morrissey, um lobão, um russo & lennon - in memorian, etc,
tomarem posições em seus ofícios - letristas - sem se desvincularem do
contexto social total e encarnado dos quais vivem (por isso sofrem) e que
são o campo profícuo de suas visões de tudo que eles expressam. ficar
pelando o saco dessa nova galera sem crítica realmente...mas como nessa
patota todo mundo é amiguinho e pensam exatamente as mesmas merdas é
fundamental que saibam que pessoas como o *the igor* acham, como eu, tudo
isso uma merda. por enquanto é só..."
flavio salvaje - the guanabara bay primitives

são paulo / montreux!

a presença de john mclaughlin aqui no tico abalou a sensibilidade de muitos ticotiquenses!

e não seria para menos… john é, simplesmente, um dos mais cascudos guitalitas on earth!

não me recordo quantas vezes ele veio ao brasa… mas tenho firme em meu HD a presença da Lenda no festival de jazz em são paulo / 1978.

sentiu aí no cartaz, né?

foi uma semana de pura desorientação a cargo Dele + larry coryell, milton nascimento, dizzy gillespie, taj mahal, chick corea, etta james, hermeto pascoal, victor assis brasil, egberto gismonti, zimbo trio + muuuuitos outros… e

PETER TOSH, sim… acompanhado por sly & robbie!

mamma mia!

não precisou muito para o cruzamentos Deles no palco… e eu, click:

não são muitos os registros no Utube… mas encontrei este aqui:

http://www.youtube.com/watch?v=ZpXm1Md7Us8

( :

ping, pong, ping, pong, ping…

Subject: O que a gente pensa e deixa de ser

“Mauricio,

A tomada de posições completamente divergentes entre o Gilberto e o Igor levantou um debate interessante, mas incoerente. Vou propor outra ideia: o Igor está na razão dele, idealista e no furor de início de curso (infelizmente não tive isso), de querer gritar as atitudes de comodismo do povo – nisso eu concordo – pela paixão pela música que ele tem, tendeu a misturar as coisas. Por não ver um eco em algumas de suas ideias naqueles eleitos como “representantes da geração”, ficou de cara.
E não funciona assim. O universo musical é suficientemente grande para todos os tipos de ideia. O nível de popularidade delas envolve a criação de uma marca, identificação (isso o Igor parece sentir falta), teor de perspicácia… A mensagem não deve ser “A” ou “B”, o artista, em sua função plena, define uma linha e segue. Famoso, ótimo; fracassado, ele pelo menos passou a mensagem. Pegar uma parcela tão específica da música brasileira e exigir dela um engajamento não faz sentido. Música também é entretenimento, cada um manda a letra que se acha capaz de mandar.
Musicalmente, não existe uma omissão à luta de direitos. Existe, no rap principalmente, esse fator; comparar o impacto do engajamento-sonoro com os anos da ditadura é sacanagem, hoje se vive muito melhor, por mais uma realidade melhor seja perfeitamente possível. Não acho que seja o caso para citar uma revista gringa tão vendida quanto outra brasileira ou puxar um debate sobre a situação tupiniquim hoje. Faça isso separado. A música não precisa prestar contas, o Do Amor canta “bicho se tu tá de bobeira se liga na cachoeira” sem a pretensão de inflamar as massas, hoje existem caminhos muito mais eficazes do que isso. Tais caminhos dão brechas para eles se ocuparem com outras funções, como fazer uma ótima música pop. Se liga na cachoeira, “vê que a sua vida tá passando bem de pressa, tome uma atitude ou te indico uma reza pra se divertir” (CALLADO, Marcelo in “Cachoeira”).
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Bem legal a matéria do Lichote, li quando saiu no Segundo Caderno. Parabéns para você e equipe Oi, estão fazendo o trabalho sujo.”
Abraços,
Túlio

Música!

Subject: Abraço a todos do RoNca RoNca!
“Salve Mauval e Nandão!!
Meu nome é Anderson , escrevo de Belo Horizonte, e sou adepto do ronquismo há aproximadamente 1 ano e meio. Ouço o programa no rádio, na internet, e estou sempre ligado no site. Foi no ronquinha que ouvi pela 1ª vez a Tulipinha, Jeneça, Luisa Maita e o Tono, que agora toca enquanto flui esse email. Obrigado!!
Geralmente sou parte daquela parte da torcida “atrás da moita”, que pouco se manifesta, porém semana passada aconteceu um fato engraçado: recebemos para almoçar aqui em casa um casal amigo que trouxe a filha da Colômbia para passear em Minas. A mina, que entendia quase nada de português, estava meio deslocada, daí quem me valeu foi o São Mauval, que me apresentou o Bomba Estéreo. Foi só mencionar a banda que… “Fuego!” a colombiana ficou toda animadinha e até tomou umas cachacinhas!! Gracias again, Mauval!
Desejo toda sorte a vcs em 2011!!”
Abraços,
Anderson Xavier

Rádio!

você tem acompanhado como tentamos, regularmente, colocar o Rádio (meio de comunicação) em seu devido lugar.
claro, não apenas o roNca… mas um punhado de outros interessados Nele.
afinal, o “coitadinho” foi muito mal tratado nos últimos tempos.
perdeu audiência, deixou a qualidade descer pelo ralo, os inve$tidores sumiram… e sobretudo, passou a ignorar sua principal arma – credibilidade!
lembra como temos comentado estes assuntos, né?
e o mundo foi girando…
e as pontas começaram a se unir… a se rejuntar.
domingo passado, dia 9, o globo publicou na capa do segundo caderno uma matéria, exatamente, sobre as novas conquistas Dele.
lá vai…