
steel pulse / N.Y.C / setembro1986

steel pulse / N.Y.C / setembro1986
que a xeretinha captou numa parede de montevidéu (2013)…


Salve, MauVal!
(Alerta de textão)
“Rapaz, o blu blur de quinta feira foi forte – e foi em plena madruga, no sapatinho, pra não acordar a madame. Que presente pra torcida! (E eu lembro de VÁRIOS trechos. Doideira a memória da gente)
Ouvir o Ronca de fevereiro de 2000 me fez pensar no Romulo de fevereiro de 2000, e como eu seria outra pessoa se não fosse o Ronca Ronca. Sem uma grama de exagero, pela amor de Pai Santana!
Eu aprendi a ouvir música pra valer, todo e qualquer tipo, no Ronca. (Inclusive o prazer de ouvir uma música pela primeira vez) Aprendi que Cartola, Bob Dylan e Fela Kuti conversam. Que o bom é juntar, não separar. Isso é lição de vida, que espero passar pra Malu.
O Ronca Ronca é uma entidade gregária. Você já parou pra pensar na quantidade de gente e coisas que juntou?
Esse Ronca com o Rappa é a prova disso. E é um negócio tão legal que todo mundo tem vontade de participar. De estar junto. E nesses tempos pandêmicos isso faz toda diferença.
A última vez que vi Allan e MAM, dois membros honorários da torcida do Ronca – foi em janeiro de 2020 . Foi também a última vez que fui ao Rio, para fazer uma série de entrevistas com um pessoal das escolas de samba. Bebemos uma cerveja na Tijuca com mais uma amiga, a Carol, e depois passamos na casa do Allan. A surpresa dele era uma caneca do Ronca que ele tinha guardado pra mim! Choray, claro!
(Espia os registros do momento da entrega e da peça milenar já às margens da não tão plácidas do Ipiranga.)
Abraço, obrigado e vida longa. Venceremos.”
/+/
Romulo
ps: a Janine que você menciona no fim do programa é a Janine Lima? Se sim, mais uma: fui ao show do Blur em 99 com um ingresso que ela ganhou no Ronca!

+
Olá Mauricio,
Tudo bem por aí?
Quero dizer mesmo é que mais uma vez o RoNcaRoNca me fez chorar de emoção.
Puta que parile!!! Que foda esse programa com O Rappa.
Sem palavras para dizer a felicidade que o RoNca traz sempre, toda semana, todo ano, há décadas, há mil e trinta e poucos programas! Eu escuto muito podcast, aula, jornal, sons em geral para aprender coisas. Acho que é uma certa nostalgia do rádio. E hoje pensei no quanto o RoNca RoNca é uma escola. Eu amo escola, acredito na escola, acho que só a educação salva. Obrigada por nos educar há tanto tempo. Queria dizer também que me lembro de algumas vezes em que fui feliz, tipo vontade de rir de felicidade com o que a vida proporciona e muitas delas foram ouvindo o RoNca. Me lembro de estar sozinha, triste com alguma coisa importante (ou não) da vida e depois de ouvir o programa tudo mudar, me lembro das risadas como as que saíram hoje com o Rappa, de sempre ouvir coisas que nunca ouvi e de ter a sensação que a vida vale a pena.
Obrigada por continuar a fazer esse programa tão fundamental há tanto tempo, por insistir, por manter o compromisso. É uma honra viver na mesma época que você e poder ouvir o RoNca RoNca toda semana.
Beijo enorme,”
Luiza

Subject: Ganharam mais um fã!!!!!!“Caríssimos Mauricio e Nandão. Tudo na paz?Confesso que fiquei admirado e ainda mais apaixonado por musica… Falo de música de altíssimo nível como encontrei no programa de vcs que até então não conhecia.Cito exemplos: Elza Soares, João Bosco músicas do mundo como Fela Kuti e outros mais.Sou profundo adorador do Rock clássico, porém Tenho uma paixão pela música de origem africana, principalmente o estilo Funky..Gostaria de escutar Cymande e Ify Jarry Crusade com Every likes Something good.Sou geólogo e trabalho embarcado em plataformas de petróleo… Aqui a vida não é nada fácil… mas é muito intensa!!Gostaria que vcs enviassem por favor um grande abraço aos meus amigos que levam o sustento à família nesta árdua labuta.Um abraço e parabéns pela riqueza de musicalidade do programa de vcs!!”Marcos Vinicius

UFA… devidamente eternizada a visita do rappa ao roNca roNca, na imprensa fm, em 23fevereiro2000… portanto, estaremos together com as baratas e os discos de vinil depois do apocalipse varrer a crosta terrestre… aleluia!
duas horas (+ os cacos atuais) mixadas a herbie hancock, the who (BBC), primal scream + femi kuti + um monte de outras sonoridades que foram ao ar descontroladamente + o rappa deitando os cabelos, LIVE, em “charles anjo 45”, “R.A.M”, “oia o rappa”, “cristo e oxalá”, “todo camburão”, “minha alma”, “me deixa”, “o que sobrou do céu” e “tribunal de rua”…
ouça AQUI o programa




poucas infos sobre o áudio que irá ao ar logo mais, ok?
apenas uma recomendação: prepare a fita K7 para eternizar o dito cujo, ok?
simples assim
#434, hoje, às 22h, aqui no poleiro
(+ deezer, spotify, mixcloud, google podcasts, itunes…)

Assunto: A tragédia da porcelana
“Fala Mauval, sente o drama.
Botei ontem minha relíquia da Dinastia Mim Mim Ling com água no congelador pra pegar um fresquinho e criminosamente esqueci. O gelo forçou o fundo da porcelana e…
Já não posso fazer como a Araci e dizer que não tenho saudade de nada.”
Julio


UHU
bigorrilho, mitológico
( :
cheers
(buenos aires, março1986)

eduardo e solange / dagenham (londres) / abril1975

Assunto: Ainda sobre o #433
“Salve, Mauval e Nandão, A Lenda!
Como vamos?
Rapaz, que programa foi esse hein? fui atropelada por esse #433!
tô achando demais esse movimento com o João Bosco, hein! Só acho que ele deveria estar presente em mais umas edições seguintes do ronquinha… 😊
Sou fissurada nos discos dele da década de 70.
Aldir e João me fazem companhia há anos. Quase que diariamente!
Tem muita coisa pra conhecer ainda né… Todos os dias a gente tem a possibilidade de ouvir algo genial do mestre. Ontem mesmo, escutei o Cabeça de Nego, por indicação do Zé. Um disco de 86, que eu nunca tinha chegado nele… Discasso! E um tempo atrás, ouvi uma versão que ele fez pra Vatapá (do Caymmi) que eu fiquei altamente de olho parado rastejante! Vale dar uma conferida!
Uma outra coisinha que queria comentar, que tbm tocou meu coração nesse #433, é sobre o primeirasso do Quinteto Armorial…
é o disco preferido da minha irmãzinha Maria Júlia! 🙂 Diz ela que é música das histórias de princesas… Hahah
Segue uma fotoca dela, com o disco do “pássaro de fogo”
Grande abraço!
Até quinta!”
Nathalie
+
Assunto: Saravac
“Oi Mauval, Oi Nandão
Que pepita do Hudson, hein…
#433 D+, na sequência de voos cabriocáricos, mamãe! Sempre aqui com os cintos apertados e botões prontamente desabotoados com o radinho na orelha.
Então quer dizer que tem amigo que não está entendendo muito bem, com dificuldades para acompanhar o trelelê, do francês descacetê do jumboteco?! Vai que na uébi já se pode encontrar um tutorial, hein… um wikihow… um podcast com explicações… merece uma pesquisada.
Meus queridos, nesses tempos de incontinência emocional total, o roNquinha é um oásis de peace and love.
A propósito, cai por acaso no canal do ytube do Scandurra e puxa, que alegria. Ele conta algumas historinhas sobre sua carreira, de forma bem leve e carinhosa, com os olhinhos apertados de guaxinim, enfim, vale a visita.
Um grande beijo, sigamos vivos no caos da sobrevivência.”
Sissi
+
“MauVal e Nandão,
Só hoje consegui escutar o #433 e a fala do Apolinho e a discussão sobre o registro das coisas me encafifou. Concordo com vocês que hoje tudo é registrado e automaticamente tudo é armazenado. Mas a desgraça do negócio não é mais o registro em si, mas a tal da indexação. A questão é: se tudo agora é guardado, como eu encontro as coisas? Um exemplo simples: se eu hoje buscar no Google (que é obviamente o maior buscador do planetinha) ou mesmo no Spotify a palavra “Apolinho”, eu não vou conseguir chegar ao #433. Simplesmente porque eu não busco “dentro” do áudio. Hoje, eu preciso de conteúdo textual junto a esse podcast (a descrição dele, as palavras-chave, etc.) Se nesse conteúdo não existe o texto “Apolinho”, eu não vou achar.
Claro, documentar é o primeiro passo. Digitalizar e guardar em um lugar seguro. Mas se não tivermos estratégias de indexar esses conteúdos multimídia, não vai adiantar nada. Será muito conteúdo, em uma escala inimaginável, e não encontraremos merla nenhuma.
A parte boa é que já temos tecnologia pra isso. Dá pra pegar o #433, jogar em algumas ferramentas/algoritmos e transcrever ele todo, com uma eficácia beeeeeem boa. Mas aí depende de tempo, grana, armazenamento, ferramentas…
Enfim, o mundo tá olho virado rastejando pro caos. Mas acho que se a gente tratar com carinho dá pra fazer umas coisas fodas.
E aproveitando o frete do email, que coisa absurda é o João Bosco. E pensar que é um cara que nunca estudou música formalmente. E que como faz falta a inteligência do Aldir Blanc. MauVal conectou uma parada que seria sensacional: o Kiko Dinucci produzir ele. O Rastilho é filho direto de João Bosco, né?
Grande abraço,”
Herbert