


(porto alegre, julho2013)
ontem, no #337, ao tocar “she’s a rainbow”, lembrei que essa song foi executada pelos stones no brasa através da escolha do público, procede? só que meu HD corroído não demonstrou certeza sobre a situation… pedro “blackhill” acabou de iluminar o fato…
Assunto: ela é um arco de chuva
“ouvindo o #337 agora, D+!
She’s A Rainbow foi pedido da turma mesmo, no segundo show de SP!
cheers!”

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caramba, olhando para esse setlist, dá pra torrar o hipotálamo e imaginar quantos artistas (de todas as artes) podem oferecer uma obra com essa envergadura moral… quantos?
na boa, please, dá uma outra lida na sequência… e contextualiza a encrenca
mamãe

jorge ben – “quem foi que roubou a sopeira de porcelana chinesa que a vovó ganhou da baronesa?”

jorge ben – “que pena”
the blue up – “pink turns to blue”
the hang ups – “eight miles high”
the rolling stones – “she’s a rainbow” (10″/ ao vivo, 2017)

clima & juçara marçal – “carcará sem fome”
hypnotic brass ensemble – “ballicki bone”

diamanda galás & john paul jones – “baby’s insane”
pj harvey & linton kwesi johnson – “the ministry of defence”

linton kwesi johnson – “want fi goh rave”
tears fo fears – “pale shelter” (7″)

billy bond y la pesada – “la palida ciudad”
elton john – “take me to the pilot” (ao vivo, 1970)

karen dalton – “how sweet it is”
nick cave & the bad seeds – “the singer” (7″)

monty python – “the meaning of life”
the special AKA – “break down the door” (7″)

bob dylan – “love sick” (7″ / remix version)

ouça AQUI o programa


Assunto: Caneca na minha coleção.
“Hello?
Fui em Icaraí. Esqueci o nome da Rua e fiquei rodando por lá no labirinto. Tinha e tenho conhecidos que moram lá mas também demorei para achar na primeira vez. Não almocei e fui almoçar lá no Bibi. Sozinho o prato mais caro era FiléMignon. Acho que nunca comi isso só para mim que não seja em algum rodizio de carnes. E um suco de CAJU quase o caju inteiro de verdade. Não é aqueles sucos de caju e água não! O prato é ótimo mas… NÃO TEM FEIJÃO NO BIBI? COMO ASSIM? Caraca? Porque restaurante em lugares mais chics SEMPRE tem problema com FEIJÃO? Quando não é muito pouco feijão as vezes não tem. Estamos no BRASIL. Sem feijão é foda. Na Inglaterra tradicionalmente eles comem feijão no café da manhã. CARAMBA! Fui lá no Bibi só para isso! Pela caneca. Depois de mais de 10 anos… finalmente alguma coisa do RONCA RONCA em casa.
E a caneca? LINDA! Ficou muito bonita mesmo! Para mim é um troféu da CULTURA do RADIO! GENIAL! Long live Ronca Ronca!”
Jairo


pauta transbordante, momento batatada na crista da onda, nandão dominando o vernáculo + karen dalton, clima, monty python, tributo husker du, hypnotic brass ensemble, jorge ben, elton john, billy bond, LKJ… e muito mais.
aqui mesmo, às 22h… inoxidavelmente

Assunto: Pepita #336
“Salve Mauricio e Nandão!
Passando pra dizer que o #336 foi estrogonófico como a tempos não ouvia! Sandy Denny e o Led Zeppelin, filmes e suas trilhas, Doris Day, George e o Monty Python, PORCELANA chinesa, as versões do Belle & Sebastian, Zuza, Pixinguinha, Clube dos 27, e a seleção, rapaz… Não vejo a hora de coloca-las na playlist Ronca Ronca Inoxidável no Spotify (eu que organizo a lista por lá, by the way).
Saudações de São Paulo;”
Heitor Sena
+
Assunto: Marcos Valle
“Fala, queridos!
Tudo bem?
Sou um ouvinte silencioso há bons anos e o Ronquinha é parte da minha formação musical. Acho que hoje trabalho com música fruto de umas lições de cabeleira alta no radinho hehe
Mas eis que estou ouvindo o último programa e vem a vinheta do Marcos Valle mandando um carioquíssimo VAMO MARCAR… Pô, eu to trabalhando com ele no novo disco!
Bora fazer isso acontecer? O som do álbum tá uma doideragem atualizando aquela fase cultuada do começo dos 80. Saca o primeiro single AQUI
Quase 7min de groove.
Espero que curta!
Abraços e obrigado pela alegria semanal!”
Daniel
+
Assunto: Foto – promoção Caneca BIBI
“Olá, segue foto da minha filha, Julia, de 9 anos, com a caneca!
abs,”
Leandro

+
Assunto: Dinossauro à solta.
“Ronca…
Caro MauVal: Vejo as mensagens da “torcida” e me sinto um dinossauro… eu na verdade ouvia era o Radiolla… muitas vezes no busão, e outras no setor gráfico do jornal o Globo onde meus colegas curtiam junto, frequentei muitas festas, no Horto, no Ballroom, onde vi vários artistas mandando cover de puro Rock and Roll (e o Skylab levando vários objetos na cara arremessados ao palco.. também o cara cantava matador de passarinho com a barguilha aberta e uma “tripa” pra fora (rs) ) , no Cine ideal – que lugar maneiro, Rio Sul (assisti e conversei com o cantor da velha guarda, Miltinho, vi o Skank lançando seu primeiro trabalho (conversei teti-a-teti com o baixista Lelo, ainda um garoto na época) , Cristina Braga em duo tocando Cartola e Nelson Cavaquinho – corro atrás até hoje dos discos do “Opus 5”- , frequentei o Teatro Odisseia com o Bi Ribeiro sentado ao meu lado e fui numa, na Rua Voluntários da Pátria, onde te presenteei com um LP do Eduardo Araujo (eu ligava pra cacete pedindo toca a versão dele para “Construção – do Chico Buarque” , sei… enchia o saco e vc dizia não tinha o disco.. então sanei o problema e desfalquei minha coleção no meu toca discos poucos iriam ouvir, contigo o mundo todo ouviria) e na última festa que fui levei meu filho ao Teatro Rival e ele ganhou e usa o manto até hoje. Tenho vários mimos, boné, camisa, vários discos… fiquei muito tempo sem ouvir o programa com essas trocas de rádio, modo operante e o escanbau, mas como sabe, os velhinhos estão aprendendo a lidar com essas tecnologias. Nos anos 70 eu ouvia Big Boy – Show musical (e ganhei dele um compacto num dos muitos bailes que ele fez aqui na Zona esquecida do RJ, meu primeiro emprego foi numa loja de discos em Realengo, ou seja tive contato com muita, muita coisa… do luxo ao lixo da música.
Na foto vai alguns mimos que tive a sorte de ganhar durante estes anos.
Obs 1: Perceber o Nandão maravilhado com Jimmy Smith é compreensível, coisa boa não tem idade.
Obs 2: Dudu de MG relatou muito bem sobre a caneca exatamente música do Jorge Ben “quem roubou a sopeira de porcelana Chinesa que a vovó ganhou da Baronesa”
Ufa. Quase um testamento.
Tô de volta. Da Zona Oeste/Rj -alô-alô Realengo”
Luiz Fortes


“Amanheceu assim, com uma de suas placas perigando desabar, o monumento art déco em homenagem ao político gaúcho Pinheiro Machado (1851-1915), no meio da Praça Nossa Senhora da Paz, em Ipanema. Não está claro ainda se é uma cena da série “Tudo se rouba nesta cidade”, “Tudo desaba nesta cidade” ou “Tudo se vandaliza nesta cidade”.
A placa que ameaça desabar, com figuras masculinas, faz parte do conjunto e tem outras três semelhantes completando o desenho do monumento. Em 2013 todo o conjunto foi desmontado para as obras do metrô, sendo recolocado no meio da praça em 2016.”
Joaquim Ferreira dos Santos

Assunto: Laura coNfirmando
“Fala, MauVal!
Tô pagando uma dívida de uns bons meses aí: você me mandou um abraço láaa numa das primeiras edições de 2018 (!) a pedido do Leandro Luz e eu não tive coragem de sair da moita pra responder!
Então tô aqui tentando reparar esse erro, saindo da moita. Tem até foto minha AQUI no site e eu me escondendo.
Bom, era só pra confirmar: mineira morando no Rio, fã número 1 do Freddie e seus Blue Caps, firme e forte na tripa do roNquinha desde 2017!
Ainda garanti minha caneca do roNca, levando minha mãe que tava de passeio pra comer no Bibi
Se puder, manda um abraço pra ele de volta? E se couber na programação, manda um Nick Cave pra ele chorar também rs.
Um abraço (atrasadíssimo) pra você e pro Nandão!”
Laura

Assunto: tripiNha e caNecas
“Olha o Lucas aí Governador! Devidamente orieNtado.
Forte abraço!”
Henrique

+
Assunto: Blusas, caNecas e compaNhias
“Grande Mauval, saudações Nandão!
Certa vez, um amigo que participa de um programa de rádio comigo aqui em Belo Horizonte, na UFMG Educativa me falou que iria ao lançamento do livro “Preto e Branco” aqui em BH. Não pude ir porque no dia eu iria gravar o programa.
Aliás, foi ele, Thiago, que me apresentou o programa que orienta desorientando. Mais tarde, o roNca roNca foi minha companhia numa viagem de 12 horas em que saí de BH em direção ao litoral baiano (foi companhia na volta também).
Isto porque minha amada estava dormindo em grande parte da viagem, mas nos momentos de insônia ela também se encantou com as batatadas (haha) e a companhia do roNca.
Desde então, o programa é minha companhia em muitos momentos urbanos, seja no trânsito seja na caminhada pela cidade. E é por isso, para caminhar pelo mundo livre, pelas ruas de BH que queria sugerir o relançamento da blusa do roNca roNca.
Gostaria de revezar a vestimenta do programa com a camisa do Cruzeiro. Acho pouco provável eu conseguir a caneca, pois minha previsão de ir ao Rio é só em alguma decisão de campeonato em que o Cruzeiro jogará com algum time carioca.
Ainda em tempo, é necessário agradecer pelas boas descobertas que acontecem no programa, principalmente das bandas e artistas africanos.
Muitas delas estão presentes na minha programação musical quando tenho a incumbência de selecionar o que tocar nas ondas da UFMG Educativa. Por aqui, coloco a galera Tuareg, a excelente coletânea Ethiopiques, Cesária Évora, Bonga, Philip Tabane, William Onyeabor e conto sempre com as descobertas de Shirati Jazz, Gnonnas Pedro etc.
Forte abraço de quem ficou emocionado com a abertura do Minas (do grande Milton) há algumas edições atrás.
Valeu! Saudações.
Se possível, me indique onde acho a blusa, caso tenha disponível, pois a celebrada caneca será difícil para quem mora fora do Rio. A caneca que, por sinal, parece com a “sopeira de porcelana chinesa que a vovó ganhou da baronesa”, na música do Jorge Ben.
Para não deixar de pedir algo, sugiro algum etíope nas próximas pautas.
Aguardo ansiosamente o correio entregar o livro “Preto e Branco” que solicitei recentemente.
Obrigado pela companhia!”
Dudu

linton de volta ao brasa… não ao vivo como nessa fotoca de QUATRO anos atrás, no rio de janeura… também não em disco Dele mas, simplesmente, na participação MEGA inoxidável na canção “navegar impreciso” (com tom zé) no álbum “severino” dos paralamas que completa 25 anos de lançamento em 2019… JISUS!
acabei de ligar pra maternidade e a criança está indo pro forninho (pelamordedeus, não confunda as coisas)… com nascimento previsto para… breve. YEAH
“severino” apresentou – em 1994 – um som muito fora da expectativa… com forte sotaque brazuka experimental “cabeleira altíssima” sob produção de phil mazanera (ex-guitarrista do roxy music) + participações de brian may, fito paez + LKJ e tom zé numa época onde os dois gozavam do mais completo anonimato (acredite!) + capa estonteante com a arte de bispo do rosário & gringo cardia!
todas essas rotas rumo ao desconhecido só poderiam resultar no disco de menor vendagem da banda… sinistróide. hahahaha… mas “severino” é o típico exemplo de como certos discos conseguem ultrapassar furacões e maremotos para chegar ao cais da modernidade com pouquíssimos arranhões no casco… fueda!
na época do lançamento, 1994, o cd dominava geral e foi feita uma prensagem muito pequena em vinil que, diante da pouca venda, por ali ficou.
duas décadas e 1/2 depois, “severino” reaparecerá – gloriosamente – com tudo que temos direito… D+D+D+D+D+D+D+D+
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