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Todos os posts de mauval
Deus para começar a semana…
PQParille… orgulho de ser brasileiro!
na boa, depois da Fotografia abaixo, dá vontade de parar com o “negativos & positivos”…
nelson cavaquinho forévis!
negativos & positivos (44) [zizinho+flavio+ondino+ademir]…
pra fechar o domingão…
PQParille… quatro mil anos de sabedoria futebolística!
setembro1993 / rio de janeiro
quatro monstros responsáveis por 110% das boas coisas que o planeta bola nos ensina!
prestenção na escalação, da esquerda para direita:
zizinho, flávio costa, ondino vieira e ademir menezes!
mamãe!
cris & nick…
Ingressos- 20,00 e 10,00
“o brasil está na vanguarda” (2)…
Panorama carioca (o globo)
Aydano André Motta aydano.motta@oglobo.com.br
Lucélia, uma cidadã
Flagrada viajando de pé num ônibus lotado, Lucélia Santos, ícone da TV brasileira, foi a protagonista da semana
“No seu monumental “Ensaio sobre a cegueira”, José Saramago descreve uma epidemia que se alastra impiedosamente entre os humanos, tornando-os, todos, incapazes de enxergar. A praga atira o mundo num caos de seres dominados pelos instintos mais primitivos, à exceção de uma mulher que misteriosamente mantém a visão e observa a iniquidade à sua volta. Libelo sobre o que há de mais selvagem em nossa espécie — dominação, ganância, egoísmo, impotência, abandono —, a obra de um dos maiores escritores de língua portuguesa serve de metáfora para inúmeras histórias reais, cotidianas. Entre elas, o trânsito de megalópoles como o Rio de Janeiro.
São cegos insensatos os que veem no automóvel a solitária alternativa de transporte do dia a dia. O venenoso combustível do individualismo entope ruas e pontes, avenidas e viadutos, polui o ar e transforma em fumaça a qualidade de vida, numa ciranda maldita. Experimente convidar o motorista, qualquer um, por trás dos vidros pretos da caminhonete gigante ali ao lado, para acelerar no caminho da conscientização, deixando, vez ou outra, seu brinquedo na garagem. Sem chance. Irremediavelmente viciado no exílio refrigerado de bancos de couro e computador de bordo da sua cidadela sobre rodas, ele estará nas ruas amanhã e para sempre. Milhares deles, todos cada vez mais cegos — e engarrafados.
Na vida real do escaldante canteiro de obras chamado Rio de Janeiro, a epidemia se alastra nos engarrafamentos que inviabilizam as viagens curtas, médias e longas. Nem a moldura majestosa de mar, floresta e montanha presta para amenizar a avalanche de estresse e atraso que sufoca os cariocas. Nas filas imóveis, fica ainda mais fácil encontrar os motoristas solitários em seus latifúndios movidos por direção hidráulica e câmbio automático.
Mas uma mulher mostrou que enxerga e ofereceu uma lição cidadã à cidade. Na desnecessidade irresistível do noticiário das celebridades, Lucélia Santos, ícone da TV brasileira, foi a protagonista da semana, ao ser flagrada viajando de pé num ônibus pagão — e lotado. Ela seguia seu caminho no 524 (Botafogo-Barra, via Humaitá) e aparece na imagem feita por celular — despejada quase instantaneamente numa rede social, claro — de camiseta branca, os cabelos despojadamente presos, rosto sem maquiagem. Estilo gente normal.
Choveram comentários debochados, pela cena de um famoso entre os anônimos, algo quase bizarro no reino dos equívocos onde vivem cariocas e brasileiros. Fora da TV há quatro anos, Lucélia Santos estaria pobre, condição exclusiva dos que andam de ônibus. Afinal, vale tourear qualquer dívida para se livrar do suplício dos transportes públicos por aqui, e pôr mais um carro na rua.
De fato, o serviço prestado pelos ônibus cariocas, concessões públicas com cara e jeito de capitanias hereditárias, patina há décadas na incompetência de seus gestores, protegida pela endêmica cumplicidade dos governantes. O distinto público que se aperte, se vire, se dane — nos ônibus sim, em metrô, trens e barcas também. O tal jogo jogado.
Aqui, a ficção oferece a segunda metáfora. A atriz que viveu a inesquecível Escrava Isaura esculpiu o discurso da libertação. “O Brasil é o único país que conheço em que andar de ônibus é politicamente incorreto!!!!!!! Vai entender… Isso porque os ônibus aqui, e transportes coletivos de um modo geral, são precários e ordinários, o que mostra total desrespeito à população! Em qualquer país civilizado, educado e organizado, é o contrário. As pessoas dão prioridade a transportes coletivos para proteger o meio ambiente. Os governos deveriam investir em transportes decentes para a população, com conforto e dignidade (…). A imprensa deveria usar sua inteligência para divulgar campanhas para os transportes públicos coletivos de primeira grandeza. Terminando: o Brasil deveria ler mais, se instruir mais, desejar mais e sair da burrice de consumo idiota e descartável que lhe dá carros!”, escreveu ela, também via redes sociais. (E depois, posou para a foto acima, num outro ônibus, ratificando sua convicção.)
Ataque direto e impecável aos bobos da nossa elite, que acham chique o metrô de Nova York e os ônibus de Londres, mas aqui se escondem solitários em seus carros. Além de cegos, surdos — porque, se ouvissem os ensinamentos acima, apostariam no transporte coletivo, aumentando a pressão por um serviço digno, de qualidade.
E aí, seriam, afinal, cidadãos. Como Lucélia Santos.”
“o brasil está na vanguarda”…
foi uma das frases do entendido francês pierre lévy, essa semana, ao jornal o globo.
o caboclo é um dos principais teóricos em comunicação/tecnologia/tuites/bligs/treks… e está aquecendo o lançamento de seu próximo livro.
só que, ao final da cascuda matéria, ele joga no ralo todas as conexões necessárias para estarmos bem afinados à modernidade… aqui no brasa!
i repeat: aqui em nossas fronteiras!
prestenção às derradeiras letrinhas (que podem ser sobre qualquer outro tipo de informação):
negativos & positivos (42) [lobão]…
relembrando:
a série “negativos & positivos” diz respeito às fotografias que cliquei quando existia filme fotográfico em escala popular no planeta terra.
ou seja, são registros que antecedem a era digital, procede?
creio que a xeretinha virou casaca em 2008… talvez!
100% dessas imagens jamais foram mostradas e grande parte delas nunca foi vista, decentemente, por mim!
originalmente, são negativos (p/b e cor) e positivos (slides) que estão sendo digitalizados.
voltando…
hoje, sabadão… rima com quê?
joão luiz em clique de divulgação para show na festa roNca roNca!
dezembro2001 / cine ideal (rio)
negativos & positivos (41) [joe & nicky]…
já que estamos com a mão na massa…
joe cocker / agosto1977 / maracanãzinho (rio)
a peça estava em um de seus momentos mais instáveis… vamos dizer assim!
manguaça fortíssima… lembro Dele chegando ao ginásio – a bordo de um ford galaxie – totalmente chamberlain.
nosso ídolo desceu do 4rodas com uma garrafa de brahma na mão, quase catando cavaco… mamãe!
pensei com meus botões: “cacilds, Ele terá como ficar em pé durante o show?”
que tolinho eu! não só ficou de pézaço como abalou as estruturas do complexo esportivo.
mister cocker fez dois shows no maracanãzinho… ambos à meia boca, de público.
tão impressionante quanto testemunhar a leNda foi o deslumbramento com a banda trazida ao brasa…
com as presenças de bobby keys, no saxofone e… e…
NICKY HOPKINS ao piano…
sem nenhuma dúvida, o pianista mais cascudo que já pisou o solo terrestre… claro, na nossa gaveta!
dá uma olhadinha com quem nicky tocou (essa incompleta lista tem uns 50% dos meus discos favoritos, mole)…
Selected performances…
- The Kinks, The Kink Kontroversy (1965), Sunny Afternoon (1966), Face to Face (1966), “Mister Pleasant” (1967), “The Kinks Are the Village Green Preservation Society” (1968)
- The Who, “Anyway, Anyhow, Anywhere” (1965),[14]My Generation album (1965), “The Song Is Over” (1971), “Getting In Tune” (1971), “We’re Not Gonna Take It [movie remix]” (1975), “They Are All in Love” (1975), “Slip Kid” (1975), “How Many Friends” (1975)
- The Rolling Stones, “In Another Land” (1967), She’s a Rainbow” (1967) on the Their Satanic Majesties Request album ,”We Love You” (1967), “Sympathy for the Devil” (1968), “Street Fighting Man” (1968), “Gimme Shelter” (1969), “Monkey Man” (1969), “Sway” (1971), “Tumbling Dice” and many others on the Exile on Main St. album (1972), “Angie” (1973), “Time Waits for No One” (1974), “Fool to Cry” (1976), “Waiting on a Friend” (recorded 1972, released 1981)
- The Beatles, “Revolution” (single version) (1968)
- John Lennon, “Jealous Guy” (1971), “How Do You Sleep?” (1971), “Oh My Love” (1971), “Oh Yoko!” (1971), “Happy Xmas (War Is Over)” (1971), Walls and Bridgesalbum (1974)
- Paul McCartney, “That Day Is Done” from Flowers in the Dirt (1989)
- Ringo Starr, “Photograph” (1973), “You’re Sixteen” (1973), “Step Lightly” (1973), “You and Me (Babe)” (1973), “No No Song” (1974)
- George Harrison, “Give Me Love (Give Me Peace On Earth)” (1973),[15]Living in the Material World album (1973)
- Joe Cocker, “You Are So Beautiful” (1974)
- Jeff Beck, “Blues De Luxe”, “Morning Dew” (1967), Truth (1967), and Hopkins’s own self-penned “Girl From Mill Valley”, on Beck-Ola. (1969)
- Cat Stevens, “Matthew and Son” (1967), Matthew and Son (1967)
- Marc Bolan, “Jasper C. Debussy” (1966-7, released 1974)
- Donovan, “Barabajagal” (1969)
- Jamming With Edward (jam session with Ry Cooder and some members of The Rolling Stones (recorded 1969, released 1972)
- Quicksilver Messenger Service, “Shady Grove”, “Edward, the Mad Shirt Grinder”, “Spindrifter”
- Jefferson Airplane, “Volunteers” (1969), “Wooden Ships” (1969), “Eskimo Blue Day” (1969), “Hey Fredrick” (1969), whole Woodstock set
- Steve Miller Band “Kow Kow“, “Baby’s House (which Hopkins co-wrote with Miller)”.
- Carly Simon (1972), No Secrets
- Peter Frampton, “Waterfall” and “Sail Away” (1974)
- Jackie Lomax, “Sour Milk Sea” (1968)[16]
- The Move, “Hey Grandma”, “Mist on a Monday Morning”, “Wild Tiger Woman” (all 1968)
- The Easybeats, “Heaven & Hell”, and an un-released album titled “Good Times” (1967)[1]
- Jerry Garcia Band, Let It Rock: The Jerry Garcia Collection, Vol. 2 (1975)
- L. Ron Hubbard, “The Mining Song” (1982), “The Banker” (1982)
- Dogs D’Amour, “Hurricane”, “Trail of Tears”, and “Princes Valium” from the Errol Flynn/King Of The Thieves album (1989)
- The Jayhawks, “Two Angels” and “Martin’s Song”[17] on the Hollywood Town Hall album (1992)
- Joe Walsh, “Guilty of the Crime” from the A Future To This Life album (1994), the soundtrack from the Robocop television series
- Gene Clark (various recordings)
- Brewer & Shipley
- P.J. Proby, Reflections of Your Face (Amory Kane) from “Three Week Hero” (1969)
pra fechar, joe & nicky na saideira…
cheers!
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remando juNto…
muito além da creca técnica, as letrinhas do rodrigo demonstram – claramente – a vontade
de domar problemas, andar pra frente… e fazer a roda girar!
simples assim!
cheers!
Assunto: Re: O problema“Alô comunidade Ronqueira,Aqui quem fala é Rodrigo James. Sou o diretor de conteúdo da Pontomobi, empresa responsável pela OiFM e venho aqui, através deste pombo, com a devida permissão do ilustríssimo Mauricio Valladares, explicar a todos o que aconteceu na última terça-feira.No mundo virtual lidamos com novas opções tecnológicas a todo momento. O intuito não é outro senão simplificar os processos e oferecer um produto de qualidade para consumidores, ouvintes e o escambau. Por isso, nós desenvolvemos uma nova plataforma para a OiFM, onde a rádio fica hospedada. Mais rápida, mais prática e que permite uma atualização mais ágil.Só que para todo bônus existe um ônus. Infelizmente a plataforma apresentou alguma instabilidade na terça-feira. Quando fomos verificar, o servidor onde ela está hospedada apresentou um problema e não permitiu que fizéssemos atualizações. E, como bem manda Murphy, tudo aconteceu exatamente na terça feira, antes do Ronquinha entrar no ar. Tentamos de todas as formas colocar o programa no ar manualmente, tirando a automação da parada. Tudo em vão. Tivemos, então, que cancelar a veiculação do Ronquinha para resolver o problema.– “Mas James, porque diabos a rádio não parou se o problema era tão sério?”, perguntarão alguns.Porque existe um sistema de segurança que permite que a rádio permaneça no ar com músicas, mesmo que não consigamos trabalhar na atualização. E ainda bem que isso existe, porque nos permitiu passar a quarta-feira trabalhando em cima disso, trocando a plataforma de servidor, sem que precisássemos tirar a rádio do ar. Mal comparando, é como se você estivesse em seu computador ouvindo músicas no seu Itunes, por exemplo, e de repente ele travasse. Você então continua ouvindo as músicas do Itunes enquanto reinicia os programas e repara os erros. Não é sensacional isso?– “Mas James, porque diabos eu consegui ouvir o Ronquinha pelo Tunein?”Porque o Tunein ainda está pegando o sinal da plataforma antiga, que nós continuamos atualizando exatamente porque várias pessoas ouvem a OiFM pelo Tunein. Acontece – e já vou avisando isso a todos – que em breve desligaremos esta plataforma. Já entramos em contato com o Tunein para eles atualizarem o sistema, mas eles são bem ruins de resposta e não fazem nada para isso. Por isso, recomendo a todos que, se quiserem continuar ouvindo a OiFM, baixem o app oficial da rádio. Inclusive por lá vocês conseguem ouvir todos os Roncas antigos.Deu pra entender? Alguém tem mais alguma dúvida? Podem me mandar! Estou à disposição. Podem me mandar pombos! Meu email é james@pontomobi.com.br. Em breve teremos um email específico para isto e um espaço no próprio player da rádio para dúvidas, questionamentos, reclamações e, espero, vários elogios.Grande abraço a todos!”Rodrigo JamesP.S.: só não prometo responder os emails entre os dias 17 e 26 pois estarei de férias.
cachorro doido…
poucas vezes a cabeleira esteve tão alta quanto nessa tchurma aqui de cima!
em 1970, joe cocker cortou os USA acompanhado por uma MEGA banda liderada por leon russell.
o repertório dos shows foi, basicamente, montado com canções de leonard cohen, jagger&richards, isaac hayes,
dave mason, otis redding, lennon&macca, bob dylan… tá bom?
a banda contou com carl radle (baixo), jim gordon (bateria), bobby keys (sax), chris stainton (teclado) e outros mais.
e, claro, claudia lennear entre as vocalistas de apoio!
grosseria… brutalidade… tudim, maravilhosamente, documentado em VHS, DVD, UTUBE, Lp, K7, CD e outras plataformas!
prestenção no playlist roNca/rdio, dessa semana:
















