Todos os posts de mauval
como assim, bial?
você desligaria os microfones de SIR PAUL MCCARTNEY & BRUCE “THE BOSS” SPRINGSTEEN?
isso, você deixaria os dois, together, sem som num show?
hein?
então, vai vendo aqui, aconteceu sábado passado:
que situação!
não acompanhei a sequência dos fatos… mas teve perrengue/porradaria com a produção?
virando…
olhando o pinga-pinga sobre o hyde park… a galeria silvestre informa:
– você sabia que há seis meses chove, diariamente, em londres?
mamma mia!
rakasta minua hiukan joka paiva…
mamãe… AO VIVAÇO… e winwood com 18 anos… geniozinho, geniozão!
grande joka, grande paiva!
( :
as novidades…
viu o sonho, ali embaixo, né?
van “the man”, tom, leonard & joni… no brasa… juntos… que tal?
mas diante das últimas reações da mídia à visita de bob dylan…
( lembra? neguinho só escreveu sobre as “novidades” da voz rouca, da falta de simpatia, da ausência de hits… lembra?)
… como podemos projetar a contextualização de mister cohen? e de van? hahaha… e de tom waits?
como será processado o fato de nenhum deles (ok, deixei joni de fora deste embate) aparecer com a camisa da seleção canarinha?
ou de, nenhum deles, dizer que é uma honra pisar em solo auriverde? como?
e de nenhum deles tocar no rádio ou aparecer sonorizando o BBB? como?
na boa, conheço gente que espera por esta tchurma há muitos e muitos anos… e que já cravou, em cartório, algo assim:
“se alguém escrever que o show de tom waits foi uma merda pela falta de hits e pela voz rouca dele… eu esquartejo o autor”
“se alguém disser que estranhou a antipatia de van morrison e achou ruim ele não ter cantado com sorriso nos lábios… eu fatio o autor”
“se alguém noticiar que os cabelos de leonard mostram bem que ele deveria estar em casa se tratando… eu arranco o coração do autor”
êita… loucura!
enfim, segura o jeito da imprensa espanhola relatar a presença de bob dylan, semana passada, no festival de benicassim:
El placer de descubrir la sopa de ajo
Bob Dylan entona sus himnos ante un público al que triplicaba la edad y que mayoritariamente acudía por primera vez a verle en la segunda jornada del FIB
Todo el mundo sabía este sábado quién era ese señor que a las 21.51 subió al escenario impecable, con sombrero blanco y que les triplicaba la edad (como mínimo). Pero la mayoría era la primera vez que le veía o que se sometía a su cancionero de forma prolongada y voluntaria. ¿Es posible? Pues sí. Y todo el fenómeno sociológico, técnicamente bautizado como “retromanía”, podríamos resumirlo también en aquello tan nuestro de descubrir la sopa de ajo. Pero ellos, al principio, como si nada. Apenas había unos cuantos dylanistas enloquecidos en primera fila, el resto de las quizá 20.000 personas asistían como hipnotizadas al acontecimiento. Como el que se pasea por el Louvre y se para un rato en la Gioconda, por aquello del “yo estuve ahí” y de formar parte del gran tiempo.
Y así, mientras una terrorífica atracción de feria centrifugaba al personal de fondo, Dylan, que entre otras cosas prohibió los focos que siempre iluminan al público y que le hicieran fotos de cerca, arrancó conLeopard-Skin Pill-Box Hat, como hizo en Bilbao. Ya hace que se marchitó aquel característico sonido nasal y hoy luce una voz partida en mil pedazos a la que ha ido acomodando sus temas. Básicamente, convertidos hoy en blues puro y duro y a veces transformados hasta lo irreconocible. Se trajo un piano de cola sobre el que puso su Oscar, el que ganó por el tema Things have changed de la película Jóvenes Prodigios. Pero debía quemarle la banqueta. Porque este es un Dylan inédito, lanzado a explorar la vertiente de crooner, a ratos en pie cogido al micro, contorneándose todo lo que le permite su cuerpo, incluso bailando. Debe andar de muy buen humor el genio, que este viernes aparcó su versión de hombre huraño.
El maravilloso cuarteto que le respalda debe ayudar. No tanto el fallo de sonido que hubo a mitad del concierto, que duró escasos segundos. La fuerza de temas comoHighway 61 contrastaba con un escenario suavemente iluminado, casi convertido en un pequeño club de jazz; quizá el lugar donde en realidad le hubiera gustado tocar. En Tangled up in blue o Things have changed, por fin calentó un poco la sangre a un público igual de satisfecho por la vía contemplativa que perdido a ratos. Él tampoco puso de su parte con un repertorio mucho menos dado a los hits que el que ofreció en Bilbao (y eso que el tipo de público y el evento invitaba a pensar justo lo contrario). Pero ya lo advertía la organización por la tarde: Dylan hace lo que le da la gana. En todo. Solo al final solo logró esa comunión generacional, poniendo a todo el recinto a corear con la concesión en un único bis al himno Like a Rolling Stone. Ahí fue cuando el FIB reconoció casi por primera vez este sábado al gran cabeza de cartel de una jornada en la que Django Django, un fantástico cuarteto de Edimburgo que ha firmado uno de los mejores discos de este año, dieron un concierto espectacular en el escenario de al lado.
En todo caso, era cuestión de tiempo que Dylan y su Gira interminablese cruzaran con este festival, por el que ya han pasado leyendas como Leonard Cohen, Lou Reed, Ray Davies o Brian Wilson. Aunque cuando viene a Europa se trate de una celebración de culto, el cantautor de Minnesota da 100 conciertos al año y se le puede ver en los lugares más insospechados, incluido un casino de una reserva india (o con el Papa, aunque prefieran no oírlo sus fans). Y no es que ande escaso de pasta. Pero como le contestaba a Martin Scorsese: ¿qué demonios hay en casa? Pues poca cosa. Y solo por ese amor incondicional a la carretera, al trabajo y a mirar hacia adelante, Dylan sigue siendo un cuerpo extraño en este mundo chanchullero y pesadamente melancólico.
carol mandou pra gente…
aproveita que Ele sorri aos 6 minutos… coisa rápida!
hahaha…
já que estamos com a mão na massa…
que tal aparecer um santo que traga, de uma só vez, ao brasa:
leonard cohen, tom waits, van morrison, pete townshend e joni mitchell!!!
TODOS virgens no patropi!
hein?
( :
o paulo (niterói) lembra da presença…
do zé roberto bertrami na festonha dos tecladistas que chegaram recentemente, láááááááááá em cima!
que seleça: bertrami, jon lord & ed lincoln!
a luz…
Subject: Foto no site do Globo“Oi Mauricio, tudo bem?
Aqui é Helena, editora de cultura do site do Globo. Tô te escrevendo para pedir desculpas pelo crédito errado na foto do Ed Lincoln. No sistema de fotos da empresa estava só divulgação. Mudamos assim que soubemos. Espero que não se repita, mas se acontecer qualquer coisa do tipo no site por favor me escreva que corrigimos.Um abraço,”Helena
lincoln_8.0
cacilds… não é de bobeira que o céu não para de chorar!
como se não bastassem as crecas cotidianas, jon lord resolveu subir…
e como precisava de um companheiro pra incrementar o hammond B3 lá em cima…
convidou ed lincoln para animar a festa… claro, com a presença de outro chapa de teclado – o “veterano” graham bond!
PQParille!
ed lincoln é (sim, continua sendo) um dos mais importantes nomes do sambalanço!
gravou com TODO mundo… emprestou sua criatividade para centenas e centenas de discos!
inventou um estilo… e seguirá influente forévis and évis!
por conta de uma série de shows no CCBB, tive a sorte de cruzar com Ele… quando fiz as fotos aqui do poleiro!
passamos uma tarde inesquecível em seu estúdio na lapa… bebericamos umas & outras…
… mas acompanhar a criança era páreo duro!
felizmente, o show no CCBB foi registrado por fabiano maciel que garante o documentário “sambalanço, a bossa-nova que dança” para o ano que vem…
http://www.youtube.com/watch?v=b140RyzBlbg
putz…
e o céu não para de verter água!
ah, um toque para nossos amigos das empresas o globo:
psiu, alô… a foto que ilustra a matéria no globo.com tem autor, ok?
olha ela aqui…
) :
ED LINCOLN
(1932 – 2012)
presence of the lord…
conhece esta pepita lançada em 1974?
sentiu a rapeize?
pois é, num dia triste como hoje, vale muuuito dar uma ouvida por onde mais circularam os dedinhos de jon!
ah, nada a ver com o purple!
prestenção na bula do allmusic.com:
A genial album with unvarnished self-production that finds Ashton & Lord landing more between the Band and Van Morrison than between their erstwhile regular bands; the soul and funk touches are similar to Alan White‘s solo venture from Yes, which was recorded at about the same time. Ashton & Lordare remarkably restrained in the use of keyboards. Instead, the emphasis is on the brass arrangements, as in the offbeat urban sound of “Downside Upside Down,” and soulful backing vocals, which are used to fine effect in “Silly Boy.” The album ends on a surprisingly dark note, though, with the tale of a seemingly kind-hearted man driven to murder in the “Ballad of Mr. Giver.”
——————–
JON LORD
(1941 – 2012)
na fazenda…
( :
amizade…
em pleno domingão cinzento, friozinho (no rio), cruzei com esta capa ensolarada do grupo the pop’s…
captou?
isto deve ser papo de 1971 ( o disco não tem data), logo após a obra de duplicação na avenida atlântica.
mas a situação beeeeeem diferente – e sinistra – do registro é o jeitinho como a rapeize estacionava os carros…
PQParille, hahaha… era em qualquer lugar… tem espaço, tô parando, na “brodagem”!
e hoje, tá melhor?
( :
fabricio e cristiano mandaram pra gente…
http://www.youtube.com/watch?v=D78c_SJfqxg
Subject: Congo“MauVal…sim…eu continuo soltando marimbondo pelas ventas…simmmm…a fúria continua, por São Jujuba…volta! Vasco!!!!Em doses homeopáticas, vou canalizando minha raiva por córregos estreitos que me fizeram ir até o Congo!Staff Benda Bilili…mamãe do céu..olha isso!sds”Fabrício
“Poxa cara e nós aqui passando fome ….putz meu Bh não tem nada, tô numa luta danada pra ir emboradaqui e minha motivação sonora no meu segundo emprego a noite ( táxi ) era o Ronca.volta cara, na WEB é território livre, selvagem….nós roncamaníacos divulgaríamos tudo, fora a galeraque irá prestigiar na gringolândia …..VOLTA….É QUESTÃO DE SAÚDE PÚBLICA VOLTA.”ABRAXXXXCristiano(BH)
SELVAGEM…
GRAHAM BOND ORGANIZATION:
graham bond, jack bruce, ginger baker & dick heckstall-smith… em 1965!
vai ser moderno assim (em tudo) lá onde o vento faz a curva!
( :
+ graham:
no sax… com o air force de ginger baker…
( :
graham foi peça chave na música inglesa, no início dos 60.
“cabeleira altíssima” (MUITO alta), depois do relativo sucesso, no final da década, ele começou a emburacar (forte) em magia negra & periféricos… a dureza apertou, foi acusado de molestar sexualmente menores de idade, drugs, drugs & drugs.
resultado: em 1974, na estação de finsbury park (londres), resolveu bater de frente com o metrô!
a subida de GB nunca foi esclarecida… alguns dizem que ele se jogou, outros afirmam que foi jogado!
sinister!
recomendo todos os discos lançados por ele, todos!
o verdadeiro mister bond… a Lenda!
T&T
UAU… que espetáculo!
comprei, hoje, a compilação “raízes sertanejas” de tonico & tinoco, 10 merréis!
e lembrei da subida de tinoco, em 4maio2012!
no dia seguinte, os barbudinhos fizeram show em brasília… e eu tinha que tocar a dupla, de qualquer jeito…
quer dizer, do melhor jeito… ainda mais, ali, no coração do brasa!
pois bem, antes de robert fripp & brian eno com os tradicionais 4 minutos de UOOOOOONNNNNNNNNNNNNNNN (é o som da faixa “the heavenly music corporation”)…
que “anunciavam” a entrada da banda no palco, puxei “rei do gado” com T&T…
mamãe… que pressão… alto pra meirelles, ao ar livre… em pleno estacionamento do ginásio nilson nelson, LOTADO!
certamente, foi a mais calorosa recepção ao meu aquecimento pros hermanitos!
também… moleza, né?
( :
inesquecível!
tonico & tinoco forévis!













