
Assunto: Flapress reconhecida. Assista a “Redação Sportv | Vasco passa na Libertadores e Imprensa Flamenguista é mt Criticada 08/02/2018” no YouTube

Assunto: Flapress reconhecida. Assista a “Redação Sportv | Vasco passa na Libertadores e Imprensa Flamenguista é mt Criticada 08/02/2018” no YouTube

sobre a subida de john barlow, letrista do grateful dead…
Assunto: estagiário do Globo
“Nascido em 1957, Barlow fez parte de uma das mais populares bandas de rock dos EUA, o Grateful Dead. O grupo foi um marco da contracultura sessentista e do movimento hippie, com sua música que unia folk, psicodelia, jazz, rock e experimentalismo. O culto à banda (e, em especial, ao guitarrista Jerry Garcia, morto em 1995) fez com que seus fãs fossem apelidados de “DREADHEADS”. O Grateful Dead, que costuma ser apontado como uma das bandas mais importante da história do rock, foi eternizada no Rock and Roll Hall of Fame em 1994.”

Assunto: Pingados
“Oi Maurico,
Nem lembro qual foi a última vez que te escrevi sobre uma edição do ronca. Tem bastante tempo e eu sinto uma certa vergonha disso. Mea culpa a parte, queria te falar das minhas experiências recentes com o Ronquinha. Demorei para encaixar o ronca na minha rotina depois do fim do programa ao vivo. Só consegui me adaptar agora ao podcast porque ouço direto pelo iTunes enquanto estou no metrô.
Isso faz com que indiretamente o programa não seja mais de duas horas corridas. Ouço geralmente em pedaços de 45 minutos que vou juntando durante a semana. Emendo com edições passadas que não ouvi antes e todas as referências ficam confusas na minha cabeça. Mas é absolutamente gratificante ter as suas dicas de volta na minha rotina musical; eu tava com saudade disso e não sabia. Assim como eu já misturo minhas memórias com os programas antigos… então vou mandar uma batatada aqui, mas é de coração.
Queria falar de um episódio antigo meu com o programa. Lembro de ouvir varias vezes a história que você se estranhou com o pessoal da antiga rádio Fluminense porque eles não queriam tocar música negra na programação. Numa das vezes que você contou a história, tu emendou dizendo que Cartola tinha que ter espaço na programação junto com as bandas de rock. E isso me causou muito estranhamento na época. Sempre concordei contigo que Cartola é fundamental; mas eu tinha um paradigma muito forte dentro de mim que distanciava o samba de todo resto das coisas que eu ouvia. Colocar samba na mesma grade de uma rádio especializada em rock soava estranho demais – mesmo com a minha cabeça de um ouvinte do ronca ronca que dividia a prateleira dos LPs do Hendrix ao lado dos discos de Cartola.
Pois bem, amadureci e passaram alguns anos. Meu Spotify ano passado trouxe uma verdade que denuncia uma mudança de opinião: meu artista mais escutado do ano foi Wilco, o segundo lugar ficou com Candeia. A música que mais tocada foi um medley do álbum “Axé”, prestigiado por ti e pela bela história da ouvinte no último programa. Estar tanto tempo afastado do ronca e logo esbarrar com esse álbum que estou tão conectado nos últimos meses foi uma prova daquilo que você chamou de “inconsciente sonoro musical”. Tudo que a gente ouve esta conectado e o Ronca através dos anos se prova como o grande catalisador disso tudo.
E a verdade é que eu so tenho me interessado em descobrir mais sobre samba do que qualquer outro gênero musical. Isso tem muito a ver com a minha paixão pelo carnaval desenvolvida nos últimos cinco anos; e mais ainda com uma vontade gigante de conhecer mais a cultura urbana do Rio de Janiero. E nessa eu me encantei pelo partido alto.
Enquanto vejo uma crescente atenção ao novo hiphop e rap nacional pelos meus amigos; eu sigo fissurado em descobrir cada vez mais sobre a história do improviso no Partido Alto. Não é preconceito ou mania de passado: Rincon, Baco, Coruja BC1 e Emicida fizeram algumas das minhas musicas preferidas dos últimos dois anos. Agora, o Partido Alto traz rimas sagazes e ainda leva o astral lá pro alto. Às vezes o rap/hiphop é um pouco carregado demais; enquanto o partido alto é essencialmente feliz. É uma cerveja gelada num dia quente. Um compromisso fora de hora que se revela uma grata surpresa. Uma essência carioca do Brasil que deu certo.
E hoje eu vejo que faz todo sentido isso dividir o mesmo espaço que Jimi Hendrix. Eu queria que mais pessoas tivessem a oportunidade de ter uma graça tão grande quanto eu tive de descobrir os grandes caras do samba igual a essa que eu to experimentando agora. “Isolado do mundo” é brilhante; eu gosto mais de “Ouro desça do seu trono”; e fico emocionado com a simplicidade de “Peixeiro Granfino”. Tinham que emoldurar esse disco do Candeia na quadra da Portela.
Dito isso, ainda me acho completamente ignorante sobre samba. Comprei alguns discos e descobri novos antigos nomes, mas ainda é bem escassa a quantidade de informação. Não sei quem produziu o “Axé” do Candeia; e fico confuso para saber a quais discos devo recorrer para continuar a minha incursão no tema. Vou tentando… pra piorar, grande parte das obras está fora do serviço de streaming. Meu pedido de ouvinte abusado seria: faça um especial de samba. É carnaval! Só fui ouvir Monsueto porque um dia conheci no ronquinha.
Ainda não terminei de ouvir o último programa. Até amanhã isso deve ser resolvido. O programa em tributo a Mark E Smith foi fundamental e emocionante, boto fé numa outra edição (especial, como você queira chamar). E foi absolutamente surpreendente descobrir nesse último programa a relação dele com CSNZ… a música tá rodava o mundo muito antes da internet! Genial.
Vamos tomar um chopp e comemorar a vida qualquer dia desses.
Obrigado sempre,”
Túlio

Assunto: Que monstro foi aquele?
“Mauval, que abertura memorável no SGR#33! Que marretada sutil! Poderia esperar por tudo, menos o samba enredo (e que samba!) da Beija-Flor de Nilópolis. Quanta poesia nessa analogia Brasil / Dr. Frankenstein em pleno 2000 e golpe! Sou Mangueira por influência de Cartola e Mussum, mas esse ano vai ser difícil não me render a esse samba enredo que já nasceu clássico.
É por essas que não dá pra descolar do seu programa (seja qual for a alcunha da vez). Obrigado pela emoção causada!
Cheers!”
Alexandre (BH)
Sou eu…
Espelho da lendária criatura
Um mostro…
Carente de amor e de ternura
O alvo na mira do desprezo e da segregação
Do pai que renegou a criação
Refém da intolerância dessa gente
Retalhos do meu próprio criador
Julgado pela força da ambição
Sigo carregando a minha cruz
A procura de uma luz, a salvação!
Estenda a mão meu senhor
Pois não entendo tua fé
Se ofereces com amor
Me alimento de axé
Me chamas tanto de irmão
E me abandonas ao léu
Troca um pedaço de pão
Por um pedaço de céu
Ganância veste terno e gravata
Onde a esperança sucumbiu
Vejo a liberdade aprisionada
Teu livro eu não sei ler, Brasil!
Mas o samba faz essa dor dentro do peito ir embora
Feito um arrastão de alegria e emoção o pranto rola
Meu canto é resistência
No ecoar de um tambor
Vêm ver brilhar
Mais um menino que você abandonou
Oh pátria amada, por onde andarás?
Seus filhos já não aguentam mais!
Você que não soube cuidar
Você que negou o amor
Vem aprender na Beija-Flor

a música do fall que foi sampleada pela nação zumbi (e usada em “rios, pontes e overdrives”) é “light / fireworks” que pertence a este disco de 1993…

( :

Assunto: espaNtaNdo o bode
“estava aqui matutando um jeito de levantar seu ânimo, depois da farsa em são jujuba, e não é que encontrei: “Axé! – Gente Boa do Samba”. o último disco do candeia completa 40 anos de lançamento em 2018. Quatro décadas também da subida do mestre portelense. Acho que foi um dos discos que mais ouvi na infância. Qualquer reunião familiar botavam “Axé!” pra rodar na vitrola – não sei como o disco resistia tanto.
lembro que adorava ver meu pai cantando (meio chamberlain) “se quiser se distrair/ liga a televisão/amor comigo não”. achava tão engraçado; minha mãe, nem tanto.
eu era criança e não entendia as “nuances” do mundo adulto, muito menos a relevância da obra de candeia.
a ficha só caiu bem mais tarde… e meu pai já não estava mais aqui para cantarmos juntos
(em modo chamberlain, claro) “amor não é brinquedo”.
e aí, vamos espantar o bode salazar com muito “Axé” no #269?
( :
beijos”
Claudinha

Assunto: roncaRonca forever !!! Time travel, amphetamines and Virgin Trains: the story of the Fall in 20 songs
“Valeu Mauval pelas sementes que dão frutos , saudade do Shogun e do Nandão , fica aí um setlist p algum programa quem sabe ?
Time travel, amphetamines and Virgin Trains: the story of the Fall in 20 songs… AQUI
Do The Guardian
Pô Mauval como não te agradecer e muito por todos esses músicos e momentos maravilhosos que você e sua equipe colocaram em minha vida .
O que seria de mim sem FallNickCaveFelaKutiArticMonkeysColtranePattySmithDylanLeonardCoehnPJHBarnettTRexRoryPrk30JeneciMMetaAssumpçaoTomWaitsKingCrimsonUndertonesCanInstigadoCash e tantos outros que vim ter a felicidade de ouvir propriamente e com a devida atenção no seu programa .
Muito show !!
Uma vez comentei que não tinha conseguido fazer meus filhos ouvirem o Programa e você falou no ar q eles talvez ouvissem R1 mas era justamente o contrário através dos artistas q você me apresentou meus filhos são fissurados em música boa Bowie Cash Kinks Fab4 BigStar Creedence BeachBoys e não parador aí ….
Então esse agradecimento sincero tem que realmente “galgar todos os parâmetros “ e te encontrar para aquele abraço do fundo do coração !
roncaRonca 4 ever !!!”
Julio
(Cambridge / UK)

Assunto: Mark e Tolipan
“Salve, Mauricio!
Ainda sobre a subida de Mark E. Smith, achei lamentável que O Globo não tenha publicado nem uma nota na sua edição impressa. O texto no site do jornal é tosco, o trata como um excêntrico e menospreza a importância musical do Fall.
E hoje esse outro tombo com a morte do Nelson Tolipan, com quem aprendi muito sobre jazz na rádio MEC.
2018 será bem difícil de carregar!”
: (
Valerio

Assunto: Fotos Show The Fall
“Salve Mauricio,
Parabéns pelo programa homenagem ao The Fall – foi do caralho!
Fiquei curioso para ver as fotos da apresentação do The Fall naquele dia em que vc fez parte da banda! Se estiver fácil compartilha uma ou duas aí com a gente, valeu?
Grande abraço,”
Terence
detalhe: todas as fotos do fall que circulam aqui pelo poleiro foram clicadas no show de croydon / 1986… o tal um onde serico, andréia & eu fizemos parte da banda pela eterninade de uns 10 segundos… YEAH
inclusive, nesse momento de mergulho profuNdo no “wonderful and frightening world of the fall”, resgatei fotografias que jamais haviam sido vistas por mim além do negativo… como, por exemplo, essa aqui de cima e a que ilustrou o post anterior… ou seja, acabaram de nascer, climão “negativos & positivos” total!

Assunto: Mark E. Smith e a cruz de malta da colina
“MauVal, foi genial ouvir o já histórico #268, o único programa além do dedicado ao David Bowie, que eu me lembre, a ser carregado com 100% da mesma alça (para carregar as malas que precisamos ao longo da vida).
Faço especial alusão à abertura (e encerramento) do programa com impactante “Victoria”, o que me levou aos idos de 1998, no Cine Ideal, quando em uma das muitas e inesquecíveis festas do ronquinha, tua sensibilidade cruzmaltina, pouco após do cambalhótico título das Américas, nos presenteou com essa canção em homenagem ao feito do escrete vascaíno. Foi muita alegria para meu coraçãozinho, que pude relembrar neste último programa.
Mark E. Smith teve uma digníssima homenagem e cá estou eu, direto da tripa, a dar meu “salve” a tudo isso. Bola pra frente e hasta la vctoria, siempre!”
André

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nick cave, mark e. smith & shane macgowan… por mais que os três tenham dividido (gloriosamente) a mesma pista por um longo período, eu nunca havia cruzado com um registro dessa magnitude (magnitude pode?).
essa imagem representa taNto que, nos dias de hoje, sou obrigado até a imaginar dela ser uma montagem… mas, sendo ou não sendo fake, ela junta três moNumeNtos de nossas vidinhas.
nick, segura a mariola porque o bastão está com você!
cheers