Arquivo da categoria: torcida

os ossos do cotovelo…

Assunto: sofrêNcia
“Salve MV,
Já quase recuperado de uma quebra de todos os ossos do cotovelo (foto) ocorrida dia 2 de jaNeiro de 2015, venho através do preseNte pombo informar:
– passei o carNá 2015 em casa ouvindo integralmente os programas #109 a #114 (melhor dos últimos anos);
– o #113 com Carlos Morre foi realmente estrombólico, chorei quando ele disse “Ou meu Deus”, após ouvir os primeiros acordes de Sam Cooke;
​- Fiquei estudando vários tópicos do programa acima, em especial gostaria de ouvir no roNca a música (hiNo) de Sam Cooke sobre a guerra civil americana:
– No mais, estou muito feliz com a “independência” do programa, o áudio está beleza, estou baixando tudo, tenho todos os programas desde o #001, de dezembro de 2012, tudo organizado por data e nomes dos convidados;
​- ​Quanto ao froNt capixaba no Black2Black desejo sorte ao ShoguN e aviso que não poderei ir, infelizmente;
​- Já comprei o DVD da CéU e recomendo a todos, mas estarei de ouvido em pé daqui a pouco.
Parabéns pelos programas, estão D+ mesmo, novas vinhetas e mantendo as clássicas, convidados inoxidáveis, enfim, o céu é o limite.
Saudações ao ShoguN.
Grande abraço,”
LB
froNt_ES

flavão segue cuspindo marimbondo…

o alvo, agora, é a tal lista de quitutes publicada no globo, sexta feira… e que está logo ali embaixo.

é bom informar que flavão (ou professor selvagem) é profundérrimo conhecedor dos labirintos

configurados por carrocinhas/pés sujos/restaurantes/biroscas… & o diabo A4.

tendo sido, inclusive, um dos responsáveis pelo guia rio botequim.

segura…

Assunto: Quitutes
“sacanagem da A Paulistinha – já era quando aberto, mas fechou, ninguém se importa, ninguém sabe …rs

oswaldo aranha do Cosmopolita – está uma merda e a história de que o aranha inventou o prato lá é mentira, vc sabe né? como quase 90% de historinhas de jornalista play do globo…
bar brasil chope – porra é o mesmo de qualquer lugar, chope ab-inbev!!! o bar brasil é que deve ser eternizado, não o chope da brahma…
original do brás e aconchego – já é tradição?! como assim…
salvo cervantes, paladino, nova capela, beco das sardinhas, adega pérola (qual petisco?!), rio minho, oswaldo/barra e salete, o resto é playboyzamento”
Flavão da Ilha do Amor

black alien + tv on the radio + sonics (ou niterói+curitiba+sp)…

Assunto: PROGRAMA #112 – BNegão
“Fala Mauval/Shogun/BNegão,
como vc disse no #112 q a tripa tá chegando junto, fortemente
…animei!   😉
Ouvi o #112 e passei mal de rir (também) com a declaração do Away!
Adorei a música da PJHarvey e fiquei pirado com speed freaks e a história da demo.
Nessa época era fissuradão nessa galera. Também conheço o De Leve que acho bem legal, mas nada como Black Alien, sacou!?
Agradece ao BNegão, ae!
Sou vizinho do Gustavo Black Alien, em Niterói,  e as vezes até bato um papo de leve com ele, sou amigo do Feijão (seu irmão).
O cara é um monstro mesmo!
Um causo… Já vi uma vez ele dentro do banheiro de uma boate em nit mesmo, rimando pro espelho…rimando geniosamente, ao ponto que já não tinha mais nenhum cidadão mijando ou caganado ou vomitando, etc; Todos estavam quicando atrás dele botando pilha e aplaudindo a arte do cara…que cenário!”
[]’s Raphael
+
Assunto: Conheça o som do TV on the radio
“Com a frase – Conheça o som do TV on the radio – falada no RoNca 115, mais uma vez constatei que a ignorancia é inerente, e quando sanada, bastante salutar ao ser humano. Pois é Maurição, o ato de informar/educar de uma forma cabeleiramente alta é seu mote! Segui sua dica e ja esta aqui no HD, celular e afins este grupo para deleite! Então so me resta agradecer e para tal segue uma tirinha curitibana de agradecimento.

Boa Cabelo!”
Luiz Guilherme

+
Assunto: Virginia no #115…
“Putz! Valeu Mauricio. Foi demais ouvir a Virginia Rosa cantando Monsueto.E eu achando que vc não conhecia o disco.. mas vou te mandar mesmo assim. Quando chegar cê decide o destino. Daqui a duas semanas tem os Sonics aqui em Éssepê e daqui um mês sai o livro  “I’ve Always Kept a Unicorn, the Biography of Sandy Denny” do Mick Houghton  Bora prá breja !” Antonio

acabou-se o que era doce (ou flavão largando marimbondo pelas ventas)…

cacique de ramos  / av. rio branco (rio de janeiro)  /  fevereiro1978

“O que aconteceu com o carnaval carioca?

O que se vê é a triste confirmação da pasteurização MUNDIAL do Brazil com “z”, em todas as suas entranhas. Como diz o outro: bundamolização total. A playboyzada local, junto com a playboyzada visitante enterraram de vez com o que havia de lúdico no carnaval de rua da cidade. Essa turma, de todos os cantos do brazza e do mundo, invadiu tudo, perfumou tudo, tornaram tudo muito mais sem graça, triste, solitário, e com doses generosas de arrogância e espírito civilizatório, desde que o mundo é mundo (e ele nunca foi brinquedo, como diria B. Negrón).

Do Leblon a Ilha do Governador, cruzando por J. Botânico, Gávea, Humaíta, Botafogo, Flamengo, Laranjeiras, Catete, Glória, Aterro, Lapa, Centro, Leopoldina, Linha Vermelha, Ilha (trajeto que fiz), geral escrotizado. Talvez o carnaval de rua e de vizinhança da Zona Norte seja o mais interessante no momento, porque o bombadão Centro/Zona Sul “vou te falar pra tu uma coisa pra você”: que carnaval de rua mequetrefe, cretino, ruim pra caralho! Só pilantra, ladrão, vacilão, playboy otário, verme, filho da puta e garotinha retardada. Impressionante. Over, acabou, zefini! Para o mundo, que quero descer!! E pegar buzão?! Pânico, terror, pavio aceso pronto pra explodir a qualquer momento. Tensão. Galera de bate-bola, “neguinho” desmaiando no chão do coletivo pra lá de Marrakesh, cachaça, cocaína, que situação. Será que chego em casa vivo?

Porrada então, nem se fala. Por que a multidão acha que pode fazer o que quer? Se não tivesse distribuído uns 3 ou 4 boxe nos “mentex’ de 5 ou 6, fudeu, ia ser atropelado junto com Dona Selvagem. “Branquinho” abusado, sem noção, escrotamento à flor da pele, poderosidade playboyzesqua carioca, paulistana, mineira, paranaense, gringa, favelada, cretina, tudo junto e embolado. E você ainda tem que ter “espírito carnavalesco”. Caralho, que porra é essa?! Se deslocar, chegar em casa, descansar, trabalhar, chegar, passa a ser uma missão mais do que sinistra. Na ‘moral’, que se foda a multidão, que se foda o carnaval. Branquinho e neguinho se fudendo, se matando, destruindo, putarizando, estuprando, cagando pra tudo e todos. A inversão sociológica é coisa do passado e tentar fazer uma reflexão antropológica séria considerando os fatos e relativizar todas as atrocidades encarnadas é considerar o suicídio como o único e melhor remédio.

Risível, fake essa playboyzada pasteurizada cantando marchinha de carnaval dos anos 30/40/50, só comédia. Fantasias?! Sem comentários. No mínimo o caso é psiquiátrico. O figura ou a figura são esculachados o ano inteiro, tentam se enturmar e só se fodem. Chega o carnaval e se vestem de:  personagens de cinema blockbuster, seriado de TV à cabo e, como cantou Bezerra da Silva, “tão crentes que estão abafando”. Mas também o que esperar de uma juventude festiva, alegre e trigueira, sempre sorrindo que ao longo do ano sai na noite da cidade dizendo “vamos pra balada”? Já era, tá dominado…

Parabéns Rio de Janeiro, 450 anos, acabou-se o que era doce.

Cañamo, desligo!”

Flavão da Ilha do Amor

aTRIPA viraNdo sem dar seta (ou a “roNcadora”, BLACK RYE INDIA PALE ALE)…

Assunto: #112, 113, 114 ou esmiuçando a bagaça 

“Salve maurição e toda a trupe batráquia da curadoria e afins!

Rapaz, sigo viajando na cápsula temporal do ronquinha soando freneticamente nos meus fones de ouvido.
/ bnegão sagaz demais! Desde o século passado nos porões das escolas técnicas do RJ que ele faz a minha cabeça. Aquele papo de ter disco por aí que salva uma vida é totalmente real!! Lembro até hoje do dia que botei o dark side of the moon pra rolar no toca-discos do meu pai e pirei!!! Acho que muita gente que tava ligado no programa lembrou de momentos como esse.

/ Carlos Moore não tem como sair da pauta: o cara é uma entidade!! A simplicidade do ôme é uma escola. Quando entrou o buena vista e eu sabia que ele tava no estúdio, literalmente abri o berreiro!!! Essa galera está na atividade do abano de uma responsa da música que é muito fodona!! Só quem sabe o que é uma banda de baile nos subúrbios, ou uma festa de soul em Irajá está ligado que escola é essa. Lembro do Robertinho Silva falando que dispensou o Milton Nascimento na primeira vez que recebeu o convite pra tocar com ele dizendo “tô muito bem na minha banda de baile”. E devia estar mesmo!

/ eu tava ouvindo o #114, na cozinha – porque eu sou quituteiro que nem o Shogum – quando vi que ia rolar o dueto do tom waits com o Alceu, deixei minhas panelinhas em fogo baixo, sentei e colei o radinho na minha orelhinha… Ai ai ai ai ai!!!! Que momento mediovágel!!!!
/ a vinheta do peninha é muito helpis! Dá pra sacar que a criança emendou mais uns dez minutos de fala depois do trecho que ficou. Ele já tava tomando ar pra disparar a matraca. Que figuraça! Cacete de agulha!!
/ esse papo de plágio tirando onda no grammy não é de hoje. Aquele tal do Aloe (e vera) Blacc chupou total a música “caminho do bem” do nosso São Sebastião em uma faixa que ele chamou de “soldier in the city”. Como os advogados do tim não são os mesmo do tom e nem do fluminense, ele não entrou como coautor do plágio.
/ alguém já ouviu falar de um tal de Pono? Vi o Neil Young fazendo propaganda desse aparelinho dizendo que é a melhor parada depois do vinil. Confere? Essa bagaça presta mesmo?
Besos!!! Cheers!!!!”
André
+
Assunto: Programas
“Caro Mauricio

Ouvi recentemente os últimos programas- estava viajando- e achei-os excelentes.
Cada vez melhor. Apesar de ter achado o programa sobre o Basement Tapes assim como se em um universo paralelo, em uma dobra temporal imaginária, ouvíssemos o John Peel entrevistando o Oswald Mosley sobre, sei lá, Wagner. Acho esse Eduardo Bueno meio esquisito.
No entanto, o conteúdo muito bom.
Falou-se muito no Cream no final do ano, se der toca uma do Blind Faith.
E Ooh la la do Faces, acho que o único vocal do Ron Wood que me lembro.
Forte abraço”
Gerson
+
Assunto: passapusso+alceu & tom+LKJ+zebrabeat 
“Oi Mauricio, beleza? O programa 113 com Carlos Moore foi realmente inoxidável, iluminado mesmo. Mas esse 114 não podia dar melhor seqüência.  Nada melhor que o bom e velho Ronca Ronca, virando sem dar seta, surpreendendo nossos ouvidos e fazendo gingar a alma. Que demais ouvir aquele sonzaço  do Pere Ubu seguido por Cássia Eller e depois Alceu Valença com Tom Waits, terminando com The Doors. Genial!
Muito grato!
Abração” Rodrigo
+
Assunto: GRANDES MOMENTOS DO RONQUINHA
“Salve Mauval!!
Não pude deixar de pirar ao som desse momento antológico de de Alceu Valença e Tom Waits, gravado no roNca Tripa de agosto de 1990….Não deu pra deixar passar em branco, então fiz isso aí!!!
É a tossida interferindo forte!!
É só clicar no link …
Cheers!!”
Charles
Maceió-AL
+
Assunto: Novidades daqui de riba!
“Mauriçoca, meu amigo, boa tarde!

Estou aqui fabricando meus equipamentos cervejeiros e ouvindo o RoNca, daí me lembrei de te passar aduas situações importantíssima! Segura:
– brassei na madrugada da segunda feira última passada o protótipo da prometida RoNcadora, uma bela duma BLACK RYE INDIA PALE ALE, que vai ficar uma delícia, tenho certeza. Feita com malte pale ale alemon, malte torrado igualmente germânico, lúpulos cítricos de variedade americana (Centennial e Cascade) e com um toque de centeio pra aveludar o final do gole, vai ficar sinistra, é esperar pra ver! Mando foto do processo pra você e Shogun darem um confere.
– informo ao amigo que no próximo dia 25/02 tô embarcando num bião com a turma toda rumo ao aprazível balneário de Coimbra, onde passaremos pelo menos os próximos 4 meses e meio, aprontando muito por lá, e ouvindo sempre o RoNca, com certeza, comendo muito bolinho de vacalhau e catando disquinhos pela terra de Vasco da Gama… né moleza não.
Simbarerê!”
André Nader

o pombal de carlos moore…

as pombos sobre o #113 chegam abundantemente… impressive… é muuuuuita pressão!

enquanto eles baterem asas, volta e meia, pescarei um para ilustrar o tamanho da encreNca, ok?

segura…

Assunto: Carlos Moore
“MV,
Que aula de história foi aquela do RR #113? Programas como este deveriam fazer parte do currículo escolar…
Na escola, o aprendizado é tão impessoal, tão distante do ser humano…
O RR#113 é aula, é história…
Muitas vezes meus olhos marejaram ao ouvir a história narrada pelo Carlos Moore…
Mamãe do céu!”
Jorge

na caixa…

reativamos um dos mais modernos-seguros-eficientes-baratos meios de comunicação:

a caixa postal!

portanto, para apertar ainda mais o nó com aTRIPA, basta você enviar sua fita/cd demo + seu Lp + seu mimo pro roNca…

e tudim será recebido na maior rapidez e cuidado.

amém!

é só endereçar:

roNca roNca

caixa postal 33165

cep 22440-970

R.J

tranquilex?

cheers

História, Música & Rádio…

Assunto: #113
“Desconfiava que eu precisava de total concentração para ouvir o programa 113. Estava certíssima. Ouvi e reouvi várias vezes, parei em alguns trechos, fui pesquisar algumas informações para poder acompanhar melhor o relato do Moore. Esse programa é histórico; as informações que ele fornece no depoimento são incríveis. O Carlos é uma referência na pesquisa histórica e sociológica sobre o tema, inclusive já mandei o link para uma amiga que o conheceu e é pesquisadora de algumas questões que ele levanta ali.
O trecho que ele menciona o islamismo e a relação com a comunidade negra americana é incrível. E a trilha sonora? SENSACIONAL!
O roNca 113 reuniu duas grandes paixões na minha vida: a história e a música. Muito obrigada por me oferecer isso. A semana começa muito melhor dessa maneira.
Rádio é isso.
bjs,”
Roberta

ainda o #113 (ou bernardão no mesmo barco)…

o #113 segue com as labaredas pegando fuego.

agradeço, como sempre, pela reverberação impressionante que está chegando d’aTRIPA… 10, nota 10.

a passagem de carlos moore pelo roNca marcou (definitivamente) nossos corações, almas & tímpanos.

como é saudável perder o ar na parte funda da piscina… UFA!

portanto, mais uma vez, obrigado a todos que estiveram together no mergulho.

aproveito para destacar a mensagem de bernardão…

Assunto: carlos moore 
“pqp, mano…

só posso escrever:
MUITO obrigado
emocionado, aqui…
Achei que fosse conseguir ouvir apenas um pouco do programa pra ter um gostinho, e deixar o “resto”pra depois, mas foi impossível dar um pause no arquivo…as únicas vezes que parei, foi para ouvir de novo, algum pedaço…enfim…
MUITO obrigado”
BNegron

tripalâNdia…

Assunto: Foo Fighters no Maraca
“Fala Maurição !

Domingão, dia 25/01 fui dar uma espiadela no tal show do Foo Fighters no Maraca. Eu com meus 5.1 de idade, acompanhado do meu filho (20 anos). Consegui um lugarzinho no setor sul, último nível, mais barato (final do mês…). Antes do show, era difìcil comprar uma latinha de cerveja (10 reais), não tinham ambulantes de bebida perambulando pela arquibancada. Cachorro quente? Doze reais. Ok! Estou no show do Foo Fighters…
Show inicia e, meu filho no meu ouvido, lá pela terceira música? “-Pai, o som está baixo, uma merda!”. Ok! Vão melhorando durante o show, aumentam o volume, colocam mais médio, agudo e…esquecem do grave ! Não dava para ouvir o baixo e nem sentir o som do bumbo do baterista…Pensei: “Cadê Shogun !”.
E o Maraca? Lotado e esquisitão…sinistro…todo apagado, com seus quatro telões sem funcionar e suas caixas de som que são espalhadas pelo estádio, mudas! Por que também não usaram o arsenal já existente? Sei lá…
E o espetáculo ? Muita gritaria, muita gente pulando e pouca música…mas deu para o gasto, principalmente quanto fizeram um revival tocando Kiss, Rush e David Bowie/Queen. Talvez eu esteja ficando velho…mas…depois veio a parte pior…voltar para casa a pé (sem ônibus ou taxi). Ainda bem que moro há poucos quilômetros do estádio…sobrevivi !”

Gilberto

+
Assunto: Basement Tapes
“Caro Mauricio, preciso chover no molhado e dizer, como tanta gente disse, que o programa dedicado ao Basement Tapes é uma obra prima. Meu primo, Eduardo, como sempre inspiradíssimo, elevou consideravelmente todos os nossos conceitos sobre Bob Dylan. Dos fãs e daqueles que conhece mais ou menos como eu.
Mas o que você não sabe é que por causa desse programa conversei por quase 4 horas com um grande amigo meu que estava no gelo por causa de intrigas da pós adolescência e maledicências fatais que envenenam as relações. Voltamos a nos falar e acho que ele deve integrar a tripa conosco.
forte abraço”
Rodrigo
+
Assunto: #108, #109 e #110 esmiuçando a bagaça

“Salve Mauricio, Shogum, curadoria e toda a malta de muchachos e muchachas de nossa tripalândia!

/ sob o impacto da nossa reflexão sobre o tempo tenho a dizer que as edições 108, 109 e 110 estão rodando em loop no meu telefone (já ouvi, mas não baixei o 111): e isso abre portas da percepção inimagináveis. Dá pra mergulhar de cabeça em cada detalhe da desorientação.
/ a sonoplastia da avalanche do Mauval… Ai ai ai… Memorável.
/ momentos de pura maravilha com CSNY!!!!
/ a vinheta do Martinho da vila deu saudade desse mestre, então, fica um pedido da tripa pra que role uma música dele no jumboteco.
/ São Sebastião segue nos abençoando.
/ ainda tô na faixa branca do jiu-jítsu, mas vou chamar o Shogum pra mão: uma polemicazinha: quando rolou o papo do single do paul maccartney com o kanye west, ele se referiu àquela moça do popozão graúdo. Aí, pegando a onda das modernidades da nossa mediovágel e cabriocárica P. J., fiquei pensando umas cositas sobre valesca. Concordo que ela produz na medula, no tutano, da bagaça, que a coisa esteja próxima do grotesco musical. Mas acho que ela tem umas modernidades, umas atitudes, que andam em falta em muito foo figthers por aí. Num momento em que a gente está cercado de um bando de bandinha compondo músicas enjoativamente fofas e parnasianas, a moça cunha refrões como “a porra da buceta é minha”. Que falta que isso tá fazendo no rock!!! Sem contar que ela também mergulhou de cabeça na onda independente. É a medula da bagaça? É. Mas acho que merece essas considerações.
Cheers!!!!!”
—
André

vamos agrupar essa “ovelha desgarrada” (ou como assim claudio?)…

Assunto: Minha Casa , Minha Vida e sumiu os pcast.

“Maurição, tive que largar a preguiça e enfrentar com bravura e galhardia o calor de 50 graus, para receber um alento pro meu coração, pois saiba que os meus ouvidos são muito sensíveis só ouvem o Ronquinha, e daí que faço, pois o 109 desceu redondo lindo e faceiro, mas para meu desespero não sei como fazer para conseguir o 110 e seu irmão o 111, já estou com síndrome de abstinência e periga, sair da linha e sei lá ouvir Annita e outras drogas mais pesadas, será o meu fim, me passa a  bula urgente, aproveita e toca algo de uma  banda que descobri na tentativa de sobrevivência sem o Ronquinha, Pere Uru, adorei… Grande abraço, lembranças pro Shogun e Curadoria e Cocuradoria.”

Claudio

aiNda o #111…

Assunto: #111
“Salve Mauvall!

E esse #111?! Foi muita desorientação, fico lendo a bula e encantando com os diferentes rumos que o programa tomou em duas horas, e a polêmica, nem tão polêmica assim, que ENCARNADO já é um clássico não tem como negar e que a Juçara Marçal é uma artista singular na música também é fato, mas o melhor de tudo é saber que não sou o único a achar isso. É impossível vê-la ao vivo e não perceber que estamos diante de algo que foge da compreensão, tive a oportunidade de assistir um show dela em setembro e até hoje quando coloco o cd e os primeiros acordes de guitarra começam sinto a mesma emoção daquela longínqua noite de setembro e aí é só um aperto no peito. Ah, espetacular a matéria da Rolling Stone com a vossa senhoria agora tenho algo “físico” pra lembrar de alguém que guia minhas desorientações musicais. Pra terminar “Whiplash” é um filmaço, cena final épica e faço parte do coro que “Ida” é um filme a ser visto. E para não perder o costume queria pedir alguma pedrada do “Live in London, 1971” Gilberto Gil e Gal Costa, passou a pouco no ronquinha, mas é demais.
Abraço pra vc, Shogun e tripa.”
Elvison-Lagoa Santa-MG.