Arquivo da categoria: torcida

+aTRIPA, ontem…

Assunto: 74 subindo pelas paredes
“Salve Mauval,
Tá d+ esse 74 hein! Pinga me fez lembrar de bons tempos em BH, terra da manguaça. Só som classe hoje. Eu tava meio sumido porque fiquei afastado de tecnologias numa excursão a trabalho pelo Nordeste (Bahia, Pernambuco) mas tô de volta e ligadaço como nunca. Ansioso pelo momento em que vocês colocarem as garrinhas no novo do Neil Young ou até naquela pérola do Jack White lançada no Record Store Day. Aliás, que d+ aquela parada hein, só de acompanhar o vídeo pelo youtube a emoção é muita pra quem gosta de música.
Continua aí e manda música como diria o Ottinho, manda música!
Ronca Ronca o melhor o melhor!
Um abraço e traz o Ronca pra BH de novo! (:”
Jenilson – Santa Luzia – MG
+
“Boa noite, Mauricio. Putaquiparili, ainda não consegui abaixar o rádio depois do Blondie com a “couve” do Bowie, já são 22h e 35m e ainda estou com Echo e os Bunnymen no limite das alturas. Tô até olhando aqui, qualquer reflexo de luz e barulho deve ser ou a polícia averiguando reclamações ou pedrada na janela. Mas não pára não, quem disse que quero abaixar. Se deixarem vou assim até as 23h. kkk. Fera, Fera, Fera.” Carlos Magno (Paracambi – RJ).

aTRIPA, ainda agora, LIVE, às 22h…

Assunto: ENO & Temples
Data: 6 de maio de 2014 21:50:00 BRT
“Salve MV,

Enquanto você falava do Leonardo de São Paulo no programa eu baixava:
Sinister a coincidência.
tUnE-yArDs é viciante.
Gostei muito dessa banda aqui:
Parabéns pelo programa, está helps.
Abraço,”
LB
FC
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Assunto: 70’ista
Data: 6 de maio de 2014 21:51:54 BRT
“Essa serie 70’ista, estou desde o 71 pra comentar e dizer o quanto foi foda tudo aquilo…..the damned tocando love me fez perder os sentidos…Sir William Onyeabor reverberando até ontem, e podia rolar sempre que nem o LKJ rs, tive a impressão de que do 71 ao 73 foi o mesmo programa… Acompanhando o que saiu dia desses do Onyeabor, no rdio, sem comentários é só aumentar o volume! Abraço e tamo junto, aqui ao vivo.”

Paulo Sergio

ouro…

Assunto: Ouro puro!
“MauVal, acabei de assistir o documentário A Farra do Circo, dentro do Festival In-Edit aqui em Sampa e recomendo fortemente à toda tripa, Shogun e vc (se é que já não viu pois tem seu nomezinho aparecendo nos créditos finais) pra não deixarem de ver essa verdadeira  “pepita” de ouro dos nossos movimentos culturais recentes!! Os realizadores, que até bateram um papo com a platéia depois do filme, recortaram todo o vôo do Circo nos seus primórdios até a Copa de 86 de uma maneira linda, utilizando só material da época, preservando assim a nostalgia e o cheiro dos anos 80. Com certeza, vai deslumbrar muita gente que, como eu, só ouviu falar (e muito) do Circo Voador.
Falando em Copa, pra poder testemunhar in loco essa de agora, conseguimos eu e uns amigos comprar entradas pra pelo menos um grande clássico mundial: Suíça X Equador, dia 15 de junho, em Brasília! Vê com o Shogun umas dicas-helps pra gente poder escutar boa música e balançar o corpo na terra dele (se não for pedir mucho…).
No mais, grande abç e saudações Alvi-Negras!”
Fábio

aTRIPA…

“Olá Mauricio,

Moro na zona rural de Itabira-MG (70km de BH) e não tenho internet. quando era na OI FM, eu gravava em cassete. Hoje uso um programa (Sony Sound Forge) e gravo direto, usando um gravador Gradiente para modular. Uso a internet no trabalho, mas é cheia de bloqueios, além do quê não sei usar, sou grosseria pura em termos de modernidade.

Você diz que o áudio de todos os programas estão disponíveis no site do RoNca, mas não consegui encontrar do nº 1 ao 21.

Mudando de assunto, tenho alguns compactos (acho que 10) da coleção dos Registros Sonoros do Folclore Brasileiro, que seu companheiro Shogun levou dia desses aí no programa. Esses compactos, e outros LPs produzido pela Funarte, eu achei no lixo da – veja bem – Fundação Cultural Carlos Drummond de Andrade, aqui em Itabira, onde eu trabalhava como Assistente Cultural.

Gosto de musica boa e imprevisível. A que você toca é realmente imprevisível, comparando com o que se ouve na mídia geral. Boa, nem sempre, mas isso é pessoal. As que me interessam – e são muitas – , jogo no Sound Forge, recorto e salvo em arquivos individuais.

Bem, no mais… não há mais. Era só pra manter contato.”

Abraço.

José Luiz – Itabira – MG

 +
“Fala Mauricio,
Numa relax, numa tranquila, numa boa?
Caraca, #73 – como se diz por aqui – começou entrando com os “dois pés”. Grosseria fina. Aliás, os programas da “geração 70” estão assim. São Jorge Ben no #72… a lista é longa.
Lindo o final do programa. Pensando na galera a qual você mandou se ligar no velho Dorival, acho que valeria a pena salientar um outro lado da mesma moeda; o dos sambas-canções urbanos, soturnos, intensamente belos e de uma vida noturna que se perdeu, se transformou ou um pouco de cada.
Tô gostando do senhor virado no Onyeabor. Pressenti semana passada que você voltaria à pepita que é esse disco. E não, não acertei a canção tocada no último programa. Apostei em “Love is Blind” e errei J
O que falar de Mr. Machado? Emocionante. Por ele, pelo time “fraco” que o estava acompanhando  e por se tratar de gente que ousou fazer uma música que dissesse muito mesmo não literalmente. E aí, indiretamente a gente conecta isso a atitude do capiroto do Jack White no RSD, ao filme (a parte final) – comentado no tico –  sobre o Kurt falando sobre o sentimento (ou a falta dele) pelo rock e, por que não dizer, à música em geral.
Enfim… tergiversações, tergiversações e mais tergiversações. Releve se elas parecerem confusas.”
Beijo, abraço, aperto de mão,
W.

leonardo mandou as letras de eduardo subindo pelas paredes…

… que foram tiradas do facebook dele!

“Meu Deus eu tive a desprazer de ler agora sobre uma dessas premiações locais vergonhosas, coorporativistas, anti-mérito…
Todos comemoram numa falsidade imensa depois, numa festinha “privé” com comida e bebida de 10a categoria, bem no nível da “premiação” e dos “artistas” escolhidos/combinados de forma MEGA mau caráter.
Já fui premiado, principalmente quando fazia parte de gravadora major, mas tem um monte de coisa independente que entra por uma série de fatores.
Meus discos Dwitza e Aystelum altamente reconhecidos em vários países foram justamente os ignorados por essa e outras premiações brasileiras.
A comissão “julgadora” é formada por gente que não escuta música, não compra disco, o velho “achismo” do “meio”. Eu nunca fui convidado para julgar mesmo sendo talvez um dos maiores colecionadores daqui. E sei bem quem faz parte…
O que conta é quem frequenta a casa de quem, estréias, saraus, quem dá aquele selinho na boca de artista, toda essa falsidade que eu NUNCA compactuei.
Eu fico honrado do meu nome, e meu disco AOR não estarem também na lista que é um atentado intelectual à música…
Não ter meu disco e o do Lucas Arruda, nem sequer como indicados é boicote, perseguição etc. Ou melhor estamos no caminho certo da música…
Os vilões não são somente os políticos corruptos, mas os cidadãos mafiosos que transformam o dia a dia, essa gente é tão nefasta e covarde quanto.”

o “coleção” na feira e o arrastão…

diego, um dos gerentes do coleção de camisas, resolveu bater perna com a patroa, no rio de janeura…

cruzamos os bigodes na feira de vinil, hoje, no downtown (barra da tijuca)…

e ele voltará pra sumpa com dois modelitos do maNto… UAU!

o novo espaço da feira parece que funcionou bem… abertão, sem perrengues e boas ofertas!

+ um palco por onde circulou uma tchurma cascuda…

como por exemplo, os beach combers:

diego mandou um pombo, logo depois de nosso encontro, dizendo que tinha ouvido

falar de um arrastão lá pelos lados do maracanã… com uma tchurma sinistra, toda de preto e apito na boca.

e que estava assustado já que tinha que pegar um chapa na tijuca antes de vazar pra sumpa à noitinha.

eu disse que não estava sabendo de nada mas pra ele não se preocupar que porraqui é assim mesmo, nesses dias… normal.

paulista é um povo muito desacostumado com as coisas da cidade marravilhosa!

a xaropada…

vi, ontem, pelo canal do festival no Utube, uns tascos do warpaint…

numa tenda bem grande… mas meio vaziona.

claro tinha gente… mas dava pra perceber, claramente, que estava bem espaçoso.

em seguida, de um palco beeeem maior, entrou o tal do foster the people…

se apresentando para uma multidão compacta, empolgadona por uma música ridícula…

o símbolo da inutilidade, do vazio, do bundamolismo… na boa, risível!

quando o queens of the stone age começou… hahaha, a patetice anterior ficou ainda mais gritante.

como deve ser o josh homme esbarrando com essa mauriçada no camarim?

anyway, fui mimir pensando na quantidade de banduchas fofas, hypadinhas, cheirando a talco johnson… insônia, forte!

e, hoje, flavão “selvagem” chegou largando parafuso enferrujado pelas ventas…

“rapaz, estranhei a quantidade de bandas ruins, de uns moleques afetados fazendo várias poses e nada, nada de som bom…impressionante. e olha que cheguei a cogitar ir p lá. vc não está estranhando não essa quantidade de festivais e bandas iguais, com umas carinhas “”globalizadas”, mesmas roupinhas, barbinhas ‘malhação’, sei lá irmão (meio aquela onda de que todo mundo quer ser artista, vip e o cacete). sei que temos que relativizar pra poder captar possíveis ‘alterações’ no meio disso tudo, mas tá difícil….eu dormi depois das meninas…mas antes delas fiquei assistindo e caray, foi assustador, nada que prestasse…” flavão.

z´+ arcade fire…

“E aí Maurício…sobre o Arcade fire, por muito pouco o seu texto não me convenceu a ficar em casa,  já que concordo com você, esse último disco, “reflektor”, até hoje não me desceu muito bem (ainda que eu tenha escutado apenas duas vezes quando saiu, e ainda não dei outra chance pra ele).

Mas enfim, pensei, pensei, e como a banda tinha (e ainda tem) o saldo positivo comigo, quando deu nove horas da noite, resolvi fazer um esforço ir pro Citibank hall (evito ao máximo ir pra barra pra mim é sinônimo de perrengue ir e voltar, mas dessa vez, milagrosamente, achei um ônibus que fez o trajeto da minha casa até o via parque em menos de vinte minutos, na ida e na volta); chegando lá ainda dei a sorte de encontrar um sujeito vendendo um ingresso pra “pista premium”  mais barato que o da pista comum.Entrando lá,foi uma surpresa ver o espaço tão vazio (inclusive colocaram uma grande cortina preta atrás do público, eliminando metade da pista, pra que desse a ilusão que a platéia estava cheia, caso contrário, teria ficado feia a situação.Teria sido bem melhor se tivessem feito no circo voador, mas enfim…
Abriram com duas músicas do último album, e tudo soava morno, e como você disse, excessivamente “processado”(até o suicide ou o soft cell soariam mais orgânicos), a ponto de mesmo eu estando a menos de dez metros do palco, não conseguir distinguir direito de que instrumento saia cada som – parecia estar saindo tudo do teclado, rs. Além disso, o som estava baixo. Mas aí o show começou a engrenar…e já na terceira música o som melhorou bastante (provavelmente devem ter feito alguns ajustes) e ficou bacana.Focaram o repertório principalmente nas músicas do Funeral e do reflektor (quase nada do neon bible e do suburbs).Enfim, arrisquei, seria melhor correr o risco de me arrepender por ter ido do que o de não ter ido (seria o mínimo, já que tinha aberto mão de ir pro Lollapalooza…e era uma das pouquíssimas bandas do festival que eu realmente queria ver), mas devo dizer que, apesar de ter sido bacana, gostei bem mais do outro show que vi deles, em 2005, quando eu nem sequer os conhecia.Esse não conseguiu me “hipnotizar”, nem prender minha atenção por muito tempo, e volta e meia eu me flagrava durante o show pensando se teria ônibus na hora de voltar, entre outras amenidades… mas o problema deve ser mesmo comigo, já que está todo mundo falando tão bem, rs.O fato é que eu trocaria fácil esse show por um da turnê do Neon bible, ou até mesmo do Suburbs, discos que eu gostei bem mais que esse.Fazendo uma média entre repertório, disposição, alegorias e adereços, harmonia, presepadas, etc, daria um 7,5 pra turma do Win Butler e Regine (deu pra passar, mas enfim…poderia ter sido melhor). Abraço”     Z´

bobby & cia…

Assunto: futebol + música = roNca
“Salve, Mauvall!
Passeando pelas internetas me deparei com isso aqui: o designer britânico James Campbell Taylor resolveu imaginar os maiores jogadores de futebol do mundo como capas de discos. Fantástico! Lembrei imediatamente do roNquinha, claro.

Saca só:
http://pennarellodesign.com/

Basta clicar na imagem do pelé!
p.s. cê continua babando pelas ‘Warpaint’ aí pelo tico e eu vou me apaixonando.. êh, laiá!
p.s.s. aproveitando o pombo pra agradecer Igor Ferraz e Pollyana Lopes, realizadores do filme ‘A Tripa’. Conhecer

essas histórias por trás de tantos anos de ronca só me faz projetar meu próprio futuro com o programa

– faço parte da geração oifm, mas parece até que escuto há 20 anos. Já é orgânico, tipo respirar, saca?
Obrigado, Mauricio.

Grande abraço,”
Leandro

patrimônio…

Assunto: pepitas da perimetral
“Fala MauWal!

Nossa!!! Que pérola que Shogun encontrou nas imediações da Praça XV!!! Praticamente um trabalho arqueológico!!!
Esse samba de caboclo que rolou hoje no programa, que dizia ser aqui do RJ, eu já gravei no Reconcavo Baiano, em Cachoeira! Na verdade, é um patrimonio brazuca via candomblé/umbanda, já que se trata de um Ponto de Boiadeiro (que trabalha na linha dos Caboclos, umbandísticamente falando).
Fiquei curioso pra ouvir o restante da coleção…
Buenas, só pra comentar: o Metá Metá no Circo Voador tava destruidor!!!! Não é por acaso que Titio Allen tá tirando o chapéu pra moçada! Realmente creio que é a mistura mais contemporânea e afro-punk da atualidade. Dancei do começo ao fim!
Mando um registro em baixissima qualidade feito por mim via celular.
grande abraço,
Marcelo W.

aTRIPA (madri+buenos aires+olinda)…

UAU!

este é o complemento criado por igor e pollyana ao doc. sobre aTRIPA... o popular “bonus track”!

sempre foi muito forte a idéia de contar com os ouvintes de fora do rio… de fora do brasil… que são muitos, muitos & muitos!

só que, na edição final, eles optaram em priorizar a tchurma que pudesse ser registrada cara a cara.

para reforçar a presença fundamental/histórica/resistente/cascuda dos ouvintes que residem em outras cidades,

aí está a homenagem montada por igor&pollyana com as leNdas anleNe/lisaNdro/willaNa!

D+D+D+D+!

vinil, barata e apocalipse…

Assunto: No fim só sobrarão as baratas e os discos de vinil…
“Fala Mauricio!

Estava num sabadão destes com a patroa sentado em frente a TV procurando um filme e encontrei um tal de Oblivion, de ficção científica, estrelado por Tom Cruise. Resumindo a história, trata-se de um não muito longínquo 2077, quando a Terra é devastada após uma guerra com alienígenas…Ou seja, nada havia sobrado, tudo destruído. Mas…estou eu sentadinho no sofá, quando o personagem do Tom Cruise, encontra uma casa velha, abandonada em um único local com área verde e um lago. Nesta casa esquecida, ele tem apenas uma única mídia funcionando…OS DISCOS DE VINIL !!!! PQP !!! Dei um grito na sala !!! Vários discos ! Ele escolhe um do Led Zeppelin e põe Ramble On para tocar !!!! Cacetada ! Pensei eu: “o diretor do filme Joseph Kosinski é da tripa e escuta o Ronca Ronca ! Só faltaram as baratas !!!!! Minha mulher não entendeu nada…Continuei vendo a filminho com o coração explodindo…Que momento !
Vai aí o link..
Abração !!!!”Gilberto