neil, bert & jack…

“The entire album, which consists of covers of classic songs by Bruce Springsteen, Bob Dylan, Willie Nelson and others, was recorded in a refurbished 1947 Voice-o-Graph vinyl recording booth at Jack White’s Third Man store in Nashville, Tennessee. A message on Young’s website described the album as “an unheard collection of rediscovered songs from the past recorded on ancient electro-mechanical technology captures and unleashes the essence of something that could have been gone forever”

Probably my favorite Bert Jansch song. Beautiful cover of this gem of a song. Yo La Tengo also does a lovely rendition. Looking forward to the box set. Peace.

a bula do #496…

erasto vasconcelos – “mauricéia”

erasto vasconcelos – “o baile betinha”

the mamas and the papas – “trip, stumble and fall”

U2 – “a celebration” (7″)

flying lotus – “MmmHmm”

prince – “dance on”

zé trindade – “discurso do prefeito”

tantão & os fita – “kabul”

rokia kané – “kurunba”

bert jansch – “dreams of love”

bert jansch – “dreams of love”

bert jansch – “needle of death”

elis regina – “intro no fino da bossa vol1” (ao vivo)

bert jansch – “dreams of love”

blood sweat & tears – “smiling phases”

blood sweat & tears – “spinning wheel”

robert gordon & chris spedding – “another way to die”

ouça AQUI o programa

o #495 balançando a roseira d’aTRIPA…

Subject: #495
“Salve, Mauricio!

Rapaz… Edição histórica do Ronquinha. Papo sério. (Com o perdão do clichê).
Tudo é contexto, não é? Dia desses você comentou da diferença de ouvir uma música num Spotify ou no disco e ouvir no Ronca. E, claro, são experiências completamente diferentes. Talvez a música até fique um pouco diferente, hein?
Essa edição #495 foi isso.
Aliás, percebo o quanto meu ouvido foi educado pelo Ronca quando me deparo com edições como essa, em que eu conheço uma quantidade razoável de músicas executadas e todas elas soam diferentes. Foi assim com a Orquestra Tabajara.
Quando a gente se muda pra uma cidade, o que deve fazer? Ligar o rádio, claro. Fiz isso quando me mudei para São Paulo. Passava muito tempo ouvindo rádio para entender o lugar, as pessoas, o trânsito, o que está rolando, etc.
Ouvindo a Rádio Bandeirantes, um dia me deparei com “Rhapsody in Blue” com a Orquestra Tabajara. Pirei. Mas eu não sabia que era “Rhapsody in Blue” com a Orquestra Tabajara. Eu não fazia ideia do que era aquilo. Até que um dia, anos depois, ouvi de novo e descobri que era – ou pelo menos passou a ser – a abertura de um programa, o “Arquivo Musical”.
Aí ficou fácil de achar. Mas imagina a situação, inimaginável hoje, de querer ouvir uma música naquele momento e não ter como? E isso foi tipo “ontem”.
A Rapsody do Severino, desde então, é trilha da minha vida. Eu fico igual a um vendedor de enciclopédia ou testemunha de Jeová: “irmão, já ouviu a Tabajara tocando Rapsody in Blue?”.
Enfim, já falei demais! rs
Abração, saudações vascaínas e viva Severino Araújo, viva Pedro Sorongo!”
Tesi
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Subject: Programa 1 de junho, no dia 2
“Salve!

que programa maneiro! um ronquinha quase totalmente made in Brazil (reggae não conta, né?). Além disso, como disse o amigo Fabiano Maciel, onde mais ouvir Sex Pistols e Radamés Gnattali numa só sequência? Ou acompanhar uma falation de responsa sobre “roupa de Instagram”, capa de disco da ECM, Adelson Alves e gravadoras que tem descaso com os seus acervos históricos? Nunca ficou tão latente o contraste entre a belezura da trilha sonora nacional e a m… que virou esse país (e por tabela, o mundo em geral). Ainda bem que vocês estão por aí, nas ondas da rede, como uma adorável ilhota de prazer, no meio de tanta desgraceira. Com certeza, nesse quarentinha, mais lágrimas de emoção irão rolar.
Abraços fraternos.”
Onaicram.
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Subject: Matumbi
“Grande programa hein?!
Obrigado a todos envolvidos.. tonico lenda
Parte bem funda da piscina”
Diego
(pai de martin, o primeiro d’aTRIPINHA a nascer em dublin… e que é, desde os primeiros dias on earth usuário de guiNNess como o amiguinho lá em cima… cheers!!!)
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