john “bonzo” bonham e os pratos…

vamos combinar que uma grande dificuldade para qualquer retratista é quando o batelita está oculto pelos pratos de seu instrumento e é preciso mostrar a fuça do elemento… procede?

a coisa fica muito pior se não houver possibilidade de mudar a posição da xeretinha… aí, lascou! as fotocas não mostrarão o semblante do tocador de tambores.

tipo, a xeretinha teve enorme dificuldade de registrar john bonham nas apresentações do zeppelin, em maio1975 / londres… invariavelmente, o monstro estava escondido não só pelos pratos mas por todos os outros periféricos. são raras as imagens onde bonzo nos delicia com suas feições… como nesse momento que poderia ser um “negativos & positivos”, pois ele é inédito por aqui…

giuliano, xavi e blackhill (ou the smile)…

Assunto: Sobre o Ronca Ronca 40 anos, Bovell, Greenwood etc.
“Fala, Mauricio! Fala, Nandão!
Primeiramente parabéns pelos 40 anos de programa. Minha alegria em ser apoiador do Ronca Ronca só aumentou depois de ouvir as celebrações de março.
E como um nome recorrente nesses programas mais recentes foi o do Jonny Greenwood, repito a mensagem abaixo, que talvez tenha passado despercebida aí por causa das quantidades estrogonóficas e pantagruélicas de cartas parabenizando pelas quatro décadas.
Como vocês irão escutar, a nova ligação direta entre Greenwood e Dennis Bovell ficou bacana demais, com direto a um remix de música do Smile e a uma playlist especial… AQUI
Como bônus, mando acima uma foto que tirei do Jonny Greenwood e da London Contemporary Orchestra tocando as músicas do Sangue Negro (There Will Be Blood) em um festival a que assisti na Polônia, em 2015.
Abraços,”
Giuliano
+
Assunto: os ultimos serão os primeiros
“fala, mauricio!
que loucura o sons of kemet ter caído no colo e no gosto da tRipa!
esse foi um dos últimos shows que vi antes do mocorongo sapecar geral, legal saber que foi um dos primeiros na volta do caipiRinha 🙂
a primeira vez que ouvi falar de kemet foi nesse livro do cheikh anta diop, em que ele defende a tese que não só a raça humana, mas que a idéia de civilização surgiu na áfrica, mais precisamente no egito. egito que foi vastamente retratado no cinema como terra de um povo branco. egito esse que era chamado terra dos kemet. kemet, que em egipcio antigo, significava preto. terra dos pretos.
que loucura 🙂
aquele abraço e vamo q vamo!”
joão xavi
+
pra fechar essa coNNection estrogonófica com aTRIPA respingando em greenwood + bovell + thom yorke, pedro “blackhill” enviou a traquinagem feita por ele, em londres, para conseguir essa pepita do the smile que junta thom+greenwood+tom skinner (batelita do sons of kemet)…
Assunto: Re: o sorriso chegou… (:

“yeah, compacto com The Smoke e You Will Never Work In Television Again…

eles prensaram acho que só 450 ou 470 (número 11 o meu), parece, e pra distribuir de graça – não venderão

distribuíram uns tíquetes com um código por lojas de disco pelo mundo (só a Locomotiva recebeu, no Brasil)

esquema loteria – cadastra o código no site da banda e reza, haha

aqui em Londres foram 9 lojas de discos, fui em todas no dia e garanti 5 tíquetes

compacto chegou ontem  (:

e a adubada que o Dennis deu em The Smoke? AQUI

casca”
Pedro Blackhill

oNaicram na parte fuNda da pisciNa…

“Salve,

Parabéns pelo ciclo dos quarentinha. Uma proeza em tanto, em tempos tão efêmeros. Entre idas e vindas no rádio e internet, desde 82, és um parceiro de fé nas viagens sonoras, seja como Rock Alive, Radiolla, Ronca Tripa e outros nomes sacados entre um e outro caramelo engarrafado. Enfim, mais vida longa, muitas festas, batatadas e sons da parte funda da piscina para todos que o seguem e fazem parte desta galera. This is religion.”

Onaicram

tesi, o #486 e o berço da parada toda…

Subject: Kemet
“Salve, Mauricio!

Tô ouvindo o Ronca #486 dentro do metrô de São Paulo (de onde te escrevo neste momento, às 8:34, de sexta feira).
Boladinho com os primeiros minutos da edição com The Fall (casaca!), Osvaldo Nunes (!!!) e Sons of Kemet, que é simplesmente o que tenho ouvido todo santo dia.
Conheci o Sons of Kemet porque algum amigo indicou, mas larguei um tempo. Recentemente, por causa do enredo da Beija-Flor de Nilópolis, sobre os pensadores negros, esbarrei de novo nos Filhos de Kemet (porque Kemet é, numa simplificação grosseira, o Egito antigo, berço da parada toda 🙂 Conexão total.
Abraço!
Viva o Ronca! Parabéns!”
Tesi

a bula do #486 com marcelo “caipirinha”…

the fall – “victoria” (ao vivo, 1988)

osvaldo nunes – “voltei” (7″)

sons of kemet – “my queen is mamie phipps clark”

alma negra – “racha broa”

sebastian cabot – “like a rolling stone”

pj harvey – “the ministry of defence” (demo)

jonny greenwood – “future markets” (trilha “there will be blood”)

– microfone aberto molestando a trilha –

martinho da vila – “salve a mulatada brasileira”

getatchew mekuria – “yene hasab gwadegna” (ao vivo, 2004)

the chambers brothers – “uptown”

the band – “the night they drove old dixie down” (ao vivo, 1971)

the fall – “victoria” (live, 1988)

ouça AQUI o programa

o #486, hoje, às 22h, botando a tampa em março…

CARAMBA, #486 abarrotado por visita inoxidável, novidades tecnológicas, falation de tudo sem dizer nada, pauta grande, pepitas novíssimas, lorotinhas incontroláveis, microfone aberto molestando música no ar (JISUS) + sons of kemet, alma negra, getatchew mekuria, jonny greenwood, the band, sebastian cabot… e muito mais!

#486, hoje, às 22h, aqui no poleiro

(+ deezer, mixcloud, spotify, amazon, itunes, castbox…)

peter potamus em modo olho parado rastejante…

“Mauricio, 
 
Escrevo para mandar meus parabéns pelos 40 anos de RoncaRonca e para agradecer os “excelentes serviços”. Um feito espetacular e sem deixar jamais cair a peteca. Sou ouvinte desde 1982, tipo veterano mesmo, e nestes 40 anos a quantidade de informação foi brutal e a desorientação quase tão grande.
Temos que lembrar que nos anos oitenta não tinha quase fonte nenhuma de informação atualizada, a galera aqui que não tinha grana para comprar revistas importadas (eu!)  vivia nos conta gotas da grande imprensa que, com raríssimas exceções, estava sempre uns cinco anos atrasada. E aí tinha o Rock Alive, RoncaRonca, Radiolla e etc.  Um oásis no deserto, abusando do lugar comum. Assim, íamos nos educando. Isto mesmo, foi e tem sido uma educação. Entre os ídolos de minha vida conheci com você Billy Bragg, Linton Kwesi Johnson, Lee Scratch Perry, Leonard Cohen, só para citar alguns deuses aqui de casa, além de outros excelentes como The Pogues, Blur, Run-DMC, Waterboys , santos também lá no moquifo dos Potamus. E isto sem contar Van Morrison, que eu já tinha ouvido uma ou outra música mas nunca prestara muita atenção. Cleaning Windows, que ouvi primeiro com você, foi durante décadas um hino de minha vida. E não para, a música que mais ouvi ano passado no Spotify foi do Sault, que conheci no RoncaRonca saindo do quiosque de Búzios.
Nos idos oitenta a rapaziada se juntava se  divertindo e aprendendo… abria-se umas cervejas, ligávamos o radinho e ficávamos falando besteira e ouvindo o programa. Hoje ouço religiosamente em minhas viagens, rezando para passar das duas horas. E sempre me divirto com seus bate bolas com Nandão (excelente), as falations, e a qualidade e diversidade do que toca por lá. Um espanto como a qualidade não caiu neste tempo todo.
Grande abraço e vida longa ao Ronca Ronca.
ps: e nem falei das festas, antológicas. Do Funk and Reggae ao Condomínio. Quem mais sai de um Snoop Dog Dog para um Fuscão Preto, sem desanimar o salão, como vi vc uma vez?”
Peter Potamus