+maeda!

alguns ®esistros da fazenda maeda.

começando, antes do festival abrir, com o trailer usado pela Oi fm nos três dias de SWU e marcelão, MEGA ferôncio, responsável (um dos) pela técnica da transmissão…

felipe & eu assistimos ao final do yo la tengo… e no que estávamos voltando, uma tchurma pediu que a voz do mombojó desse um clique… e eu, clique…

rubinho jacobina sacodiu a tenda com a brutalidade de sua força… + bubu e pedro sá…

carol, sempre acostumada a retratar, foi captada com seus bluecaps…

( :

buenos aires!

ch®istiano, a lenda criadoira das artes roNca, está batendo perninha em BsAs…

e informa:

“Sacassó umas fotocas que tirei em BSAS nesses últimos dias.

Primeiramente, no dia 15 fomos a um show do Yo La Tengo numa casa de shows de pequeno porte bacaníssima chamada La Trastienda. Imagino que merda deva ter sido esse show no ItuStock porque não passa pela minha cabeça essa banda tocar em qualquer lugar para mais de 2 mil pessoas. É uma banda que só vai funcionar num lugar pequeno, que eles possam chamar para a intimidade porque o som deles pede isso.

Sou um antigo fã dessa banda. Lá pelos idos de 94 eu comprei os primeiros lançamentos dela, mas depois de um tempo esqueci de acompanhar. Isso teve um lado bacana porque não conhecia quase nenhuma música e não acompanhei com a galera fanática os refrões e letras. Neguinho conhecia tudo e cantava tudo. Inclusive teve uma dama que deu uma flor para o rapaz (clicada numa fotoca dessas).


Tava lotadaço. Maior calor humano fudido, mas não sei se tenho mais idade… Tinha uma área superior que era só pra convidados mas eu não sabia e subi para descansar. Ao chegar lá, havia um cercadinho que foi solenemente pulado por minha pessoa e assisti ao show do camarote sem ser incomodado. Melhor para a minha idade. O  bom é que fiquei na mesa de som e peguei um pedaço do setlist do show que depois escaneio e te mando.

Após o show, passamos um perrengue para conseguirmos um táxi (não se pega táxi a noite em BSAS sem ligar para um rádio táxi. Muito difícil) e rumamos para um restaurante bacana, o Miranda, que tem uma costela cortada em tiras (na serra ticotico!) que é de largar a família. Tem uma fotoca da brasa deles. Lugar maneiro, super transado.

Hoje fui a Bombonera mas errei o dia. O jogo é amanhã. Para não ficar putaço com a nota que gastei de táxi resolvi seguir a sua dica e fui comer a famosa pizza do Angelin. Lugar crássico da baixa gastronomia. Já virei fã e tirei umas fotocas de lá tb!

Também fui mais cedo na lojinha dos Barabrava, na Galeria Bond Street! Vamos sair iguais? Putz!! 🙂

Amanhã tem La Bombonera (com os ingressos já comprados) e um paseo por SanTelmo e adjacências. Trarei fotocas!!!

Abração!!!

new_order!

 

Era fim da manhã da última quarta-feira quando meia dúzia de torcedores cantava a plenos pulmões “You’ll Never Walk Alone”, música tema do Liverpool há décadas. Na porta do tribunal, todos festejavam a decisão da Alta Corte, que deu razão ao Royal Bank of Scotland (RBS), logo o maior credor, em continuar o processo de venda do clube, afastando os antigos donos de cena, os americanos Tom Hicks e George Gillett. Mas a festa só ficou completa nesta sexta: por 300 milhões de libras (R$ 794 milhões), os Reds agora pertencem ao New England Sports Ventures (NESV), presidido por John W. Henry, também proprietário do time de beisebol Boston Red Sox.
Antes odiados por boa parte da torcida por causa da má fase em campo, Hicks e Gillett também viraram vilões  ao tentarem impedir e atrasarem todo o procedimento com uma liminar concedida em Dallas, nos Estados Unidos, quando o anúncio oficial era aguardado. Na quinta, no entanto, nova vitória na justiça inglesa soou como irreversível dessa vez. E, após desgastante novela, o martelo foi oficialmente batido na tarde desta sexta.
– Estamos aqui para vencer. Estou feliz e orgulhoso – disse Henry.

———-

pois é, o LIVERPOOL  foi vendido pruns “pelasaco” que também possuem um time de BEISEBOL de BOSTON!

na boa, não consigo engolir esse rumo das coisas… tenho que conversar com marcelo “caipirinha” pra ele me explicar que esse é o caminho bacana do futebol do futuro… ou melhor, do presente.

assim como o russo, dono do chelsea, é outro “pela”!

imagina, chegar ao brasa um árabe e comprar o palmeiras!

um egípcio ser dono do bahia! um brasileiro, da agropecuária, comprar o grêmio… e porraí vai!

o liverpool (um dos mais importantes clubes on earth, uma das maiores torcidas no planeta) coloca em prática o mais desenvolvido estágio do tal “futebol empresa”, manja?

portanto, eles devem saber o que estão fazendo…. e esse modelito, logo logo, chegará à costa brazukinha.

assim será… afinal, eles são o primeiro mundo que tanto adoramos!

see ya

conhece estas imagens de 1964 em anfield, né?

( :

AAAAAAAAAAAAAAAHHH!!!

(isto aqui em cima é um grito, ok?)

está uma gritaria dos marrecos pelas esquinas/corredores/becos por conta da logística de venda dos ingressos pro macca.

negozim está doido com acessos sem acesso, clientela de banco, cartões de crédito, web, patrocínio, blá, blá & blá!

até recentemente, bastavam algumas “bilheterias” em vários pontos da(s) cidade(s)… e pronto.

comprava quem tinha tesão, tempo, vontade, paciência… e saco!

a bagaça era aberta a todos com tais requisitos.

hoje, eles são outros… estão num pedaço de plástico ou num teclado.

aliás, qual a diferença para área VIP?

that’s it, mudou, mesmo… e assim será forévis em relação a grandes eventos.

na mesma medida em que acho um porre (dos ruins) ver futebol nos estádios.

perdeu a graça, o charme.

hoje, tudo é setorizado, loteado… tem lugar marcado pra tudo.

ok, segurança, controle dos cacete A4… mas chato pra meirelles.

no maraca, não posso querer encontrar meus amigos tricolores & botafoguenses para tomar uma água no intervalo.

não posso ver o jogo encostado na grade da arquibancada. não posso isso, não posso aqulio.

quarta feira, em são januário, de novo, vi a porra de um cordão de isolamento que a PM coloca em toda a extensão da cerca junto ao campo.

conclusão, não posso mais elogiar um jogador cara a cara… não me deixam xingar o FDP do juíz, na lata.

a sensação é que estou num estádio vendo “tudo” pela TV.

ah, tá… vou tuitar!

eu, hein?

( :

lascou, tem jeito!!! ( :

 

Subject: SWU e Ronca Ronca
“Boa noite pessoal do Ronca Ronca!
Agora tive a oportunidade de escrever para vocês após voltar de Itu e do SWU.
Maurício e Nandão, foi de imenso prazer curtir os shows do palco Oi Novo Som apresentando brilhantemente pelo Nandão. E mais emocionante ainda foi ver a gratidão das bandas a vocês e a batalha que vocês enfrentam diariamente para tê-las ali. 

Infelizmente só pude comparecer ao festival no último dia (11) e foi o suficiente para mim. Acordando às 03h, sai de casa às 04hrs e fui em direção a Novo Rio embarcar naquele convencional grosseiro rumo a Sampa. Longa viagem, com direito a uma caminhada do Tietê ao Anhembi, de onde embarquei rumo a Itu.

Sozinho, portando meu ingresso comum, minha garrafinha d’água que fora barrada, e após uma longa fila, cheguei no evento e muito feliz me dirigi de cara ao Palco Oi Novo Som, onde tive o prazer de ver a apresentação do Mombojó, Bnegão ao lado de vocês.
Mais tarde a noite caira, e tudo foi ficando muito mais cheio, a medida que Queens of the Stone Age se aproximava, além do frio de Itu que até então eu só conhecia pela TV.

Fim de show, volta para o RJ. Com direito a andar de urbano até Itu e depois de uma longa espera, embarque rumo a Barra Funda. No dia seguinte, às 5hrs e com um frio descomunal, cheguei a SP e me dirigi a Av. Paulista para aproveitar ao máximo minha estadia de 24hrs na capital.

Naquele dia, problemas do evento foram esquecidos como fila de banheiro, de lanche e no caos que fora o transporte de volta para SP.
Andando por lá até as 10h, voltei para o RJ no mesmo convencional pedrada que havia me levado e tudo que senti nessas 31 horas de SP e SWU, fora uma alegria que até então não havia sentido na minha vida.

E vocês tem parte nisso. Conheci boa parte das bandas do Oi Novo Som com vocês, pois não vejo TV e só ligo o rádio no programa de vocês às terças-feiras.
Muito obrigado Mauricio. Muito obrigado Nandão.
Fiz questão de escrever com o programa em ‘off’ pois gostaria que vocês lessem a minha história e que soubessem que aqui tem UM GRANDE fã de vocês.

Um abraço amigos!”
Renan, 19 anos – Rio de Janeiro

jah_up!

leonardo, nosso ouvinte / sempre muito atento / de são paulo, pegou muuuuito pesado.

não sei se ele tem noção do quanto “blow up” e jah wobble são importantes para mim…

acho que não sabe!

por isso mesmo, a participação dele passa a ser tão cascuda!

( :

prestenção no míssil que ele enviou…

( :