felipe ferrare

kriva…

ferrare
Governador Valladares, quer dizer que deu merda com a chave da cidade, hein? Estou na periferia de Islamabad, Paquí (stão), onde rola um carnaval pirata. Como você não sabe, quem faz carnaval por aqui é condenado a degola por vadiagem explícita, 27 minutos após o flagrante, com direito a uma pena alternativa. Em vez de ter a cabeça transformada em bola de headball, o carnavalesco pode optar em ficar 72 horas internado num caixote de madeira sem luz, assistindo a TV Record no volume máximo exibindo os melhores momentos dos sermões de crivella com c de cu de mineiro que, como se sabe, é cu mau caráter. Shogun sabe do que estou falando pois é dele a pergunta secular que fez a uma mineira de Governador Valadares com um L (de leopardo) só: “amor, você cag…u no p…u?”.  Mas ele não tem coragem de transformar a pergunta em vinheta. Quanto aos carnavalescos, 99,999% dos condenados optam pela degola.
Nosso carnaval pirata é feito em silêncio, num deserto. Para evitar relinchos que possam atrair a polícia, antes de sair arrancamos as gargantas de nossos cavalos com abridores de lata, compramos umas 20, 25 mulheres virgens (recatadas e do lar, como aquele tesão do vídeo pirata que vale 5 reais e que faz o velho babar) e partimos pro desert trip. Lá chegando, colocamos nossas fantasias (esse ano a minha é de um mix Neide Aparecida de peruca Lady com gerente da KKK no Alabama, sweet home de filho de puta). Com as jebas pra fora, noite de breu filho da puta, começamos a girar como pombos correios bêbados e depois saltamos sobre as mulheres, amarradas em cactus de oito bocas, vulgo peiotes.
Dizem que foi num ritual desses que acidentalmente a senhora bisavó do alcaide carioca teria sido inseminada. Na confusão do gira gira silencioso no deserto, na hora do salto, um cavalo chamado Kriva (FOTO) resolveu pular sobre uma mulher, copulou-a e inseminou-a. Como manda a tradição no final do carnaval (2 horas e 27 minutos antes do nascer do sol), as mulheres são assadas e devoradas pelos carnavalescos. Mas a mulher que Kriva currou conseguiu fugir e dedurou todo mundo a dois faraós que faziam meia atrás de um pé de couve nas imediações.
Todos os carnavalescos foram degolados e como prêmio a mulher podia escolher para onde ir. Como era carnaval ela apontou e cantou “alá, alá, alá, meu bom alá”, o carrasco entendeu que era o caminho do Rio e jogou a dama num navio remado por escravos gays que partiu do porto de Enrababad. Nove meses depois, o navio aportou na então Praça 15, a mulher saiu, olhou para o Rio e gritou “Que porra é essa?”. E pariu o “Krivo dela”, grife que com o tempo foi se modificando. Em seguida a dama tomou duas decisões: mijou na rua e fundou a igreja universal.
É por essas e por outras que nesse carnaval de 2017 a chave da cidade foi enterrada no sul do Rio pela bola de sebo, entendeu Gov.? Foi por isso.
No mais, tudo bem? E no pandeirinho da vizinha não vai nada? Ummagumma Ferrare – arredores de Islamabad, Desert Trip, RJ, UK.

832,46%…

ferrare

Governador Valladares, aqui em Enraba-Haddad, bairro moderninho de Islamabad, no bom e velho Paquí (Paquistão) assisto, com um certo fastio, a uma partida de headball após contemplar uma sessão de linchamento e degola na praça principal. A cabeça, de preferência ainda sangrando, é a bola da pelada.
Minha nega, digo, my brou, aliás, chefe supremo das forças desarmadas, hoje botei o despertador para as 4 da tarde porque não queria perder o julgamento do escroque وعاء الخصيتين  que em tradução livre significa Viado Campeiro. Traficante de biografias e patentes alheias, chantagista anal, dedo duro, safado, mau caráter, arrivista, traíra e contador. Campeiro foi julgado em 7 minutos e mandado para o palanque de linchamento 2 minutos depois. Por que espancamento e não forca (ou fuzilamento)? Porque o Sindicato dos Carrascos, PMs e Similares de Enraba-Haddad se recusou. 57 carrascos tentaram degolar Viado Campeiro mas quando olharam para os cornos dele vomitaram. Os juízes da suprema corte, então, alegaram “foda-se, bota o viado na rinha e vamos partir pra esfirra” e soltaram o meliante que foi linchado, esquartejado, incendiado e só não levou no rabo porque era seu último desejo.
Um chute mal dado no hedball fez a cabeça do viado rolar até meus pés. Não resisti e mijei na boca desdentada de tanta porrada que tomou o ex-bípede filho da puta.  Enquanto isso, na TV da praça, que fica na picada que leva a Cabul (Afeganistão) (uma espécie de Magé daqui) vejo cenas na CNN de mulheres de PM (FOTO) fazendo merda, escândalo e os caralhos para que seus maridos ganhem 832,46% de aumento. Tadinhos, dizem que não conseguem sair dos batalhões e que suas mulheres obrigaram a fazer greve. Foda, digo, é assim Gov. my Gov: Baranga unida, jamais será vendida. O Povo? Só pensa em carnaval, encher o rabo de Pica Gil, Anitta e os cacetes de grana. Afinal, seus blocos faturam milhões de babacas que vão pra lá suar, berrar, apanhar e ainda por cima, levar jato de perfume vagaba de Suzaninha Bochechão, Silvia Gelatina e Beatriz do Grelo Rijo, travestis fofoqueiros conhecidos na área mas que também estão envolvidos na Lava Jato. E no mais, tudo bem, Gov? Ummagumma Ferrare, Enraba-Haddad, Paquistão, RJ.

a cabeleira do zezé…

Insubordinate man with zipped mouth

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Governador Valladares, que merda, hein? Digo, como vai, vai bem? Escrevo aos corvos que repartem minhas grossas linhas em seus voos pelo Rio de Janeura que leio aqui em Islamabad, minha terra, minha bolsa, minha vida, que um bando de piranhos de velcros envenenados resolveu censurar marchinhas de carnaval desgraças ao politicamente correto. Valladares, nosso rei, Valladares, tempestade no deserto,  Gov de todos nós eu amo o Paquistão porque aqui não tem essa porra de correto em nada. Aqui, em vez da “cabeleira do Zezé” o povo canta “olha o cabeçudo do Zezé”, chutando cabeças degoladas de empoderados metidos a achar pentelho em ovo. Como bem disse um líder aqui do meu quarteirão “ninguém manda em ninguém nessa porra; aqui é Tim Maia’s Law: “só não pode dançar homem com homem, nem mulher com mulher”.
O que se comenta aqui no Baixo Islamabad é que o carnaval do Rio vai pras picas em breve. Motivos: muita mulher gostosa, muito pau no lorto, muito minete, gritaria, alegria, alto astral, liberdade, bêbados, mijões, cagões, porradaria, quebra-quebra. O que os politicamente corretos querem é que em todos os blocos a macharia se fantasie de escoteiro e as mulheres de saco de alpiste, já que o bando da sapataria paquetá quer nivelar por baixo, na base “se não tem pra mim que sou canhão e baleia, não vai ter pra ninguém”. Chegaram ao cúmulo de fantasiar a ex-mulata Globeleza (
mulata tá proibido) de Vovó Donalda sem exibir um mísero pentelho. Aí, o Crivella vai adorar, vai fazer seu filho – que acabou de empregar como chefe da casa civil – escrever uma lei chamada “Destrepa Tudo”. O velho Criva vai virar governador do Estado, depois presidente, sendo sucedido por hordas de bispos da igreja do tio. Assim para o furor uterino dos politicamente corretos, o Brasil vai se tornar um estado radical evangélico, pior do que o estado islâmico.
Sinto vergonha vendo João Roberto Kelly quase chorando por ter tido ceifadas do reinado de Momo suas músicas como “Cabeleira do Zezé”. O bando do “velcro unido jamais será vencido”, vulgo cerol de glande, acha que “transviado” é o mesmo que viado. Nem o dicionário consultaram. Está lá. Transviado: aquele que se transviou; quem se afastou dos bons; um outsider; um Daminhão Experiença, um Milton Mete em Negro, um Pedro Blackhill.
E você me imagina voltando para aí? No cu, rolinha! Prefiro o atraso assumido das escravas sexuais, poligamia, suruba, ópio e geordnt (manguaça daqui) do que essa trolha chamada censura enterrada na boca. Ummagumma Ferrare – Centauru´s Massage Inc. Corp. Islamabad, RJ, Ponto Com.

o bailinho do trump…

 ferrare
Governador Valladares, aqui em Islamabad não se fala em outra coisa. Por que o poder carcerário (macaco) submetia o povo (veado) à submissão radical? Sabe o que aconteceu aqui, Gov. my Gov.? Contrataram 17 freelancers do Talibã da velha e boa Cabul (vizinha faladeira, Baixo Afeganistão) e eles foram lá e rá tá tá tá tá. Acabaram com o poder que o macaco simboliza nessa icônica foto, que só não é de Sebastião Salgado porque ambos, macaco e veado, não estão decapitados. E, como se sabe, Salgadão adora um sangue, vísceras, miserê. O que se comenta aqui na cidade (?) é que o perícia diz que quem flagrou o coito do poder no povo foi Milton Mete em Negro, que cansado de ser molestado pelos corruptos do segundo mundo, decidiu comprar 12 virgens e montar um harém em Caracho, num bairro chamado Sekretär de Abu Nazin . Em troca, servicinhos básicos para a gente amiga do Jihad.
A foto chocou o mundo porque botou o povo contra o espelho fazendo karaokê de Cavulva: “Brasil, mostra a sua vara!”.  Are You Experienced? Gov. My Gov. As vezes sonho que os 29 jihadistas daqui e do Baixo Cabul embarcaram para a sua terra e rá tá tá tá tá no poder. Mas todo sonho traz um pesadelo: acordei. E, como Shogun, fiz a barba indagando por que os jihadistas ignoram a bandalha sul americana. Por que? Gov. Por que, veado? Por que, macaco? Por que, crivella?
Ummagumma Ferrare, cabeça de porco em Washington Dí Cí, onde dia 20 vai rolar o bailinho do Trump

hillary.freixo.trump.crivella by ferrare…

ferrare

Governador Valladares, em semem é isso. Cariocas e americanos enfiaram o dedo no sul e escolheram para a finalíssima Freixo, Trump, Crivella e Hillary. Ainda bem que voto em Cabul, Afganistão, RJ, UK e aqui só tem bombril no velcro, Gov. my Gov. Uma coisa mais limpa e honesta. É taliban versus al qaeda, versus califado do estado islâmico e os caralhos. Banho de sangue puro, ético. Urna é uma cabeça de veado que é decapitado uma hora antes da eleição em rede nacional de TV. Antes o mamífero é obrigado a rodar um bambolê rosa choque por quatro horas sem parar cantando Ilariariê Ô Ô Ô. Os leitores dessa porra, digo, dessa coluna secular deviam passar um fim de semana aqui em Cabul. Cuspir na cara do carrasco e dizer “olha, não tem essa de sexo…o lance é gênero e você escolhe a prestação ao longo da vida, tipo Ricardo Eletro, sacou?”.
Não conheço Freixo. Conheço anel de couro, rabiola, glande lisérgica, buçanha, mas Freixo é novo. Um disco do Nick Cave que a capa não diz que é do Nick Cave, entendeu? Freixo diz que o Rio será do povo. O povo vai dirigir ônibus, vai limpar privada da rodoviária, vai apitar no trânsito, vai correr atrás de vacina e o prefeito não vai fazer porra nenhuma. Isso é o que entendo de governo compartilhado aí nos trópicos.
Trump é um Hitler de peruca, um cruzamento porco de MC Mussolini com MC Bin Laden, MC Imelda Marcos, MC Evita Peron e MC Carlos Lacerda. Trump vai trocar o Banco Central Americano por uma banheira de hidromassagem e com certeza vai tentar invadir o México para acabar com o tráfico de cecê, pagode, sertanejo e, mal menor, heroína.
Crivella é manjado em Cabul. Andou dando banho por aqui com o tio dele, dono da TV Tupi. Perto do oligopólio Universal/Record/Macedo & os Caralhos Inc o Estado Islâmico é um bando de estagiários da Folha de S. Paulo procurando alguma coisa em Ipanema para meter o pau. Crivella e aquele olhar de tarado do metrô, caga fino mas fede pra cacete. Vai transformar o VLT num templo móvel e a termas Centaurus (patrimônio imaterial gostosa pra caralho) num dos N.A. Núcleos de Arrepentimento.
Hillary, ahhhh baranga velha. Você de novo, hein?  Cada vez mais parecida com Vovó Donalda, hein vadiola? Mulher do pegador de estagiária (categoria junior), Free Willy vai jogar a chave da casa branca no varal de cuecas e calcinhas da indústria bélica. O que se comenta aqui em Kabul é هل أنت غريبة القارئ موظر سخيف. عصا اصبعك في الحمار ويدير الغزلان له. كنت أفكر أن هنا هي موطن كس امك؟   ou seja, vai ser pimenta no reto de 350 milhões de otários.
E você, Gov. vai votar em quem?
 أنا قد أكل أحد مقدمي العروض إليانا. ما هي امرأة كبيرة فاياداريس. اليوم رأيت على شاشة التلفزيون، أن شظية من كس لديها ou Ummagumma Ferrare Cabul, Mendes, UK, RJ.

a casa caiu…

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Governador Valladares, a casa caiu. O governo da França proibiu as banhistas islâmicas de irem a praia de burkini, essa blindagem preta que faz graúna parecer pomba da paz. Preconceito, Gov. my Gov. Islãbofia, Gov. my Gov. Xenofobia, Gov. my Gov. Hidrofobia. Gov. my Gov. Quando namorei a afegã Maria da Grória (FOTO, À DIREITA DE QUEM VAI), que como toda muçulmana era de paz, amor, e uma vez escreveu com pólvora num muro de Cabul “Se a vida começasse agora/E o mundo fosse nosso outra vez/E a gente não parasse mais de cantar, de sonhar…/Que a vida começasse agora/ E o mundo fosse nosso de vez uouououououou…”. Foi lindo, minha nêga, digo, Aiatolá da Ronca’s Nation. pena que acabou o colorjet no final da frase, Maria da Grória foi pegar mais e uma granada caiu acidentalmente de dentro de sua burca. Claro, admito que foi desagradável. A engenhoca rolou, rolou e explodiu embaixo de uma van afegã com 37 crianças dentro, 45 na capota e um anão no volante. Gov. acidentes de trabalho acontecem. Não pudemos ver a vida sob a ótica obtusa como se  a existência se resumisse a um Uber singrando pelo litoral da Califórnia com direito a Shakira pagando boquete. Quero dizer que proibir burca em praia é golpe. Quando eu ia com Maria da Grória as praias e Voulhenrabah, ou no Piscinão do Turco, a burca dela era uma maravilha. De vez em quando ela metia a mão lá dentro e tirava um bacalhau a portuguesa, depois uma rodada de frangos e faisões. Você vai dizer “nem todo muçulmano é terrotista” e eu lhe direi, meu líder, nem todo muçulmano é russomano, escroto e terrorista assim como nem todo Nego do Bordel é albino, nem todo neymar é notório cidadão, nem todo havelange é o rei da ética. A bomba e o grelo convivem há milênios na cultura islâmica, como um casal de velcros. Porra, digo, ora as pessoas tem que entender que para Maria da Grória, jogar dinamite numa creche era como se você fosse largar um barro num botequim. Coisas da vida. Mulheres de burkini faziam merda? Faziam. por que? Porque toda mulher de burca tem o direito inconstitucional de bombardear o que quiser. O nome disso é empoderamento, capilaridade, superação, essas porras que as colunistas famintas do grobo escrevem. Ora porra, Ummagumma Ferrare, Praia da Bicah, Paquistão- Paquetá, parador. UK.

o stalinista shogun…

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Governador Valladares, inha, inha, inha, Klebinha é galinha. Acabei de ler o escarro que a ouvinta Klebinha (FOTO) defecou, aqui, no famigerado Tico Tico. Ela/ele acusa o tarado da KGB, o multitecladista do rock regressivo soviético, o stalinista Shogun (FOTO, FIGURA DA DIREITA) de me plagiar. Gov, minha nega, digo, meu baluarte, Shogun é um arguto pensador, o homem que transformou a obtusa dialética do leste europeu numa verdadeira suruba na Centaurus, Ipanema, UK.
Eu tava quieto aqui, vendo as gostosas olímpicas arreganharem as fendas na TV e vem esse Kleba encostar a língua em fio de alta tensão. Tá pensando que eu sou puto de dar asas praquela turca, cafetina, ex-dona daquela FM que Kleba cita? Pior: sugere um comício de Shogun no programa como se Shogun fosse um à toa como ele, desses vadios que passam as tardes de dias úteis passeando de Uber pelos puterios olímpicos, beliscando bunda de austríacas e comendo angú húngaro. Ora, Kleba!!! Rú are Yú? Ummagumma Ferrare, comendo um morrão fumegante ao alho e óleo na Casa da Jamaica, UK, RJ.

FERRARE, extra-extra…

ferrare

Extra-Extra-Extra, estou assistindo a uma pelada dos canarinhos safados contra as graúnas vendidas do sul do mundo pelo canal exclusivo da Al Jazeera, Canal 69. Putcha qui Parille, que inundação de barangas na rodinha de meliantes fantasiados de comentaristas, com direito a baranga vintage de calça toda tascada, bêbado e equilibrista ex-traficante crônico (FOTO), uma graúna cantante e sua amásia falante, um escroque, ladrão, batedor de carteiras e ex-jogador de bicho, poquer, porrinha e futebol (ninguém é perfeito)…, enfim, Gov. my Gov. até o talibã comentarista e carrasco do Estado Islâmico que trabalha aqui na Al Jazeera vomitou de vergonha no ar. É um fenômeno! Ummagumma Ferrare, Catar, etc e tal, UK.

galocha amarela…

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Governador Valladares, mais uma semana se inicia e aqui na praia do Abrecú continuo escalavrando o arlequim, nu como um turco: vigarista, moleque e safado. Seu amigo Milton Mete em Negro continua arrastando a massa de mulheres para a sua oca pansexual olímpica. Tarado, Met (para os íntimos) percorre a praia nu (evidentemente), mas sempre ostentando uma galocha amarela cujos canos vão até os joelhos. Tarado por sapatos, botinas e hímens em geral, Met obriga que o mulherio use pantufas se quiser entrar em seu bangalô meia água para copular. Uma leva de vadias (FOTO) se prepara para saltar na vara olímpica do degenerado do Catete a Quatro, UK/RJ. Quanto a mim, hoje às 2 horas A.M. e depois às 3 horas F.M. me besuntei com uma bela nudista de baixa estatura. Contratada para enfeitar o jardim da colônia nudista e olímpica, com seu 1m 31cm de altura, a gnomo fêmea gostou de brincar de “olha o cipó, Jane” com meu bagre, ou badalhoco, ou anaconda descomunal. Zangada (seu nome) é albina como Johnny Winter e tem a bucéfala maior do que arraia jamanta. E como ninguém pega está mais esfomeada do que político em campanha nadando no caixa dois de uma estatal. Por isso, eu boto Zangada no bolso, ando, paro, como, ando, paro, como, como se não houvesse depois de amanhã. Gov. seus leitores devem estar pensando “mas que sujeito asqueroso.” e eu respondo e daí? Que mal há pegar uma mamífera em miniatura , enterrar na ponta do castiçal e botar pra girar por horas e horas? E tem mais: soube que Mete em Negro começou a se interessar pela ideia. Mandei uma emissária do Quênia informá-lo que the pussy is on te table. Cai dentro Met! Ummagumma Ferrare, praia o Abricú, Zona do Oeste, Rio, London Calling, Barra Mansa, UK.

a olimpíada do ferrare…

ferrare

Governador Valladares, estou muito emocionado. Cheguei hoje a praia do Abrecú, reduto de suruba politicamente correta do Rio que vai organizar uma orgia olímpica de 40 dias e 40 noites. Nu, negro, patife e sem vergonha, cheguei em Abrecú para me matricular na olimpiada, modalidade salto com a vara. Assim que cheguei, tirei um cochilo (FOTO, eu deitado de barriga pra cima) e logo soube que fui considerado campeão imoral, ou seja, campeão crônico, uma espécie de gonorréia olímpica crônica. Gente amiga, gente jovem, gente reunida, me omiti como faz há 70 anos o cantor Miriam Caixa Econômica Belchior, quando me perguntaram elegantemente se é verdade que eu escalavrei a Hillary Pínton na margem do Rio Hudson, em 1990. Como Pedro Aleixo, “nada disse e nada deixo”. Depois de aceitar ser o vencedor pré-pago, várias mulheres taradas da CUT, CVT, CBF, VLT e KKK imploraram para mamar meu balaústre (FOTO, de novo) e arrancar dele o néctar olímpico que a saltadora de vara Maurín Maggi Knorr é viciada. “Liberdade é heroína”, cantou Renato do Russel, inspirado na boca cheia d’água de Maurín e de Mônica, amásia de Cebolinha, que também enrabei numa rabada (redundância de merda) em Jaú e depois em Piracicaba. Gov. my Gov. vou passar a Olimpíada aqui, brincando de Bin Laden, explodindo chulapas varonis com aquele aroma de chorume tropicalista. Tá faltando Elza, a Soares, que não comi mas já gostei. Ummagumma Ferrare, Alive and Kicking, Praia do Abrecú, Rio Olímpico, UK.

P.S: Gov., Milton Mete em Negro está aqui

ex-tambul…

ferrare

Governador Valladares, como sentenciou Sheakspeare, “haja ânus, haja ânus”, ou Penis ert Circensis pra todo mundo. Mês passado me chamaram em Ancara, uma espécie de Ilha do Governador da Turquia, para fazer um freelancer. Me pagavam 40 mil reais brutos, mas descontando os impostos à la brasileira, sobrariam 1.290,00. Mas eu precisava assediar uma francesinha em Nice que cobrava 1.190,00. Ou seja, calculei, de carona em carona, passando fome, calor e sede, chegaria a Nice quinta-feira passada, dia 14, aniversário do Monte Líbano e da Queda da Bastilha e lá ia sorver a iguaria francesa. Mas aí aquele camioneiro escroto resolveu beber mal, chacinou aquela multidão e a coisa ficou ruim pra mim. Afro ascendente que sou, uso pano de chão na cabeça para aliviar o calor (turbante está caro pra caralho) e, logicamente por causa da minha cútis e do referido turbante fake, caí na fila dos suspeitos. Depois de horas e mais horas de cusparadas, tapas na cara, mão na bunda e outras humilhações, fui liberado com uma condição: deixar a França a pé. Tudo bem. O problema era o complemento “em menos de 45 minutos”. Sacanagem! Comprei uma galinha viva por 1 euro, uma peruca Lady usada de Xuxa (50 centavos) maquiagem (2 euros), me fantasiei de Rainha dos Baixinhos chorando (botei a galinha pra cacarejar) e no dia seguinte estava em Ancara para o meu compromisso. Me encomendaram um golpe de estado. O mandante era um tal de Ahmet Ertegun Bolçonaro (com cedilha) um mix de turco com porco pardo e burro, que me apresentou a cópula militar turca golpista (FOTO). Expliquei que melhor que o golpe seria contratar como freelancer o sargento latino Whossef mais incompetente, boçal e petulante bípede do mundo livre. Em menos de 24 horas, destruiria o governo  sem derramamento de sangue aparente, mas com inflação de 800%, desemprego de 450%, enfim, o pacote de praxe. Gov. eles acharam que contratar Whosseff sera crime contra a humanidade e fomos assim mesmo pro pau. Deu merda, o golpe melou. Deu no que deu. Escrevo da Líbia, país para onde consegui fugir e vivo alugando meu falo para comprar água, comida e mulher. Ummaguma Ferrare, Ex-Tambul, UK.

separatistas 7 X 1 UE…

ferrare

Governador Valladares, bem disse o grande filósofo Jack, o Estripador, em recital de sertanejo no Royal Albert Hall: “Desde que Hitler passou a mão na bunda da rainha, inglês e alemão só trocam cusparadas”.
Não me surpreendi com o 7 a 1 que os separatistas deram na União Européia por aqui. Como hoje é sexta, flanei ali pela 10 Downing Street na esperança de dar uma chamuscada na rabiola de Samantha, amásia do primeiro ministro, raimunda radical, cara de tarada, bundaço louco por um balaustre de peroba. Mas, ela desapareceu.
Entre os tarados ingleses (167% da população) só se fala no fim do surubão da UE. “Cravamos a vara neles, ainda por cima a seco, hahahah”, comentou o duque Márcia de Windsor, que deu nota 10 para o racha: “Chega de sustentar esses vagabundos dessa espécie de Niterói chamada Síria que chegam de  balsa aos milhares e estupram o nosso mercado de trabalho. Se Angela Maria gosta de uma jeba de ébano, que arreganhe a Alemanha dela e não todo o lorto Europeu”.
Gov. my Gov. pela primeira vez em 18.000.000 anus, o Dia Nacional dos Tarados from U.K. ganhou um evento paralelo, a racha da taparraca da UE. Ainda assim, dá tempo pra pegar uma chepinha já que o mulherio está na seca há uma semana. Que o diga, Reginald Kenneth Dwight, o duque do Avesso. Ummagumma Ferrare, London Calling, U.K. RJ

ficar. ouvindo. música.

ferrare

Gov, my gov, tô felizão. Queria te dizer isso, meu amigo. De repente a vida aqui ganhou outra textura. Tô vivendo um lance de outra dimensão cósmica. Sabe que eu não sou religioso, mas é espiritual. Espiritual é a palavra. Como as músicas do Mumuzinho que ela mais gosta. Porque rola isso de ficar ouvindo música. Ficar. Ouvindo. Música. E papeando horas. Ou até nos olhando. Demoradamente, pra só então dizer oi. Já aprendemos bastante das potências sutis da vista. Na verdade, a gente tá aprendendo ainda. A gente sabe que sabe pouco e gosta de terapia, saca. É uma beleza. Por isso, a gente se desembaraça. Acreditamos no processo e no tempo conspirando a nosso favor. Já se conhece pra carai. Putz, peguei carai com ela e ela tá cheia daquelas minhas mãos. Fica engraçadíssimo nela. A gente ri. Tamos, por exemplo, nos especializando em improviso de tropeções. Desse jeito, qualquer cantinho, qualquer beco é divino e maravilhoso. Podemos ser uma festa inteira. Ficar em casa é uma Puta night. São pistas de danças, sabe. Como eu me divirto com ela. E ela brilha no salão. Uma lindeza de ver dançar. De suspirar e tudo. Transborda dela um tipo de luz, sabia. Eu vejo. Ela me emociona. As vezes distraído choro de felicidade. Acontece. Tô no fluxo da vida. Outro dia eu também tava deitado numa rede, era fim de tarde, ela tava deitada no meu peito, tinha um coqueiro altão balançando calmo, não tinha como não chorar, entende. A gente se cresce por dentro. Ela me ilumina, me alarga. É minha paixão alegre. Tanta coisa já é, e ainda tem uma extensão. Outro pedaço dela. Menina Manuela. Que quando me conheceu veio caminhando em silêncio, chegou bem perto, apoiou o indicador de criança sobre o meu umbigo e disse carinhosa: que fofo. Carai. Obrigado, obrigado, obrigado, universo.

Minha Gata, assim dito de boca cheia, à moda suburbana de quem veio de Realengo. Você é foda. Seu aniversário foi essa semana e eu te desejo um novo ano gostosãum. Tô contigo e temos o mundo inteiro. Amo você cada dia um espaço maior. Mesmo.

Ummagumma Ferrare, direto do PROJAC (24 cápsulas por dia), receita por Dra. Nise da Silveira, Coconut Groove, UK

macaco prego ao molho campanha…

ferrare

Governador Valladares eu estava fazendo uma palestra sobre a capilaridade do Baader Meinhof Blues (in memoriam) no sul do Sudão. Na platéia a fina nata do trabalhismo sudanês (FOTO) e ainda vários artistas de vasta pentelheira, digo, capilaridade no mundo árabe, em especial os percussionistas do Boko Haram Social Clube quando ao final, depois dos linchamentos de praxe, levantei e ia saindo daquela oca a 59 graus quando um mulato degradê como eu chegou na minha lata cansada e disparou: ” tá dando a maior merda na sua terra, hein?”. Acho bonito isso. O Sudão preserva tradições e execra a tecnologia. Na tribo onde eu estava não há luz, água, esgoto, telefone, carro, internet e, mantendo vivo o balaústre da tradição, o povo come criança. Mas ninguém sabe porque não existe comunicação. Tanto que quando cheguei para realizar o ciclo “a capilaridade da dialética em tempos árduos, numa terra onde o governo quer que você e sua família se fodam e o lema central é  – no cu, Rolinha – essa teta não largo não'” tive uma robusta crise de ética ao saborear um macaco prego ao molho campanha já que, dentro de meus inconstantes sub conceitos sobre a distância entre o cu e a rola não é de bom tom comer um antepassado tão próximo. Mas, mediante um gordo cachê do ministério da cultura local, cujo lema é “pátria estupradora” não só comi o macaco como, antes, o matei na mesa com martelo de estraçalhar caranguejo, uma tradição local. O Boko Haram bota a criatura amarrada com uma correntinha num prato fundo e entrega aos convidados uma bigorna portátil. Você é obrigado a gritar “mengoooo” e dar uma porrada certeira na nuca do primata. Mas eu… posso falar, Gov. my Gov.? Eu errei mais de 57 vezes e por isso a longa agonia do macaco que me cabia (à mesa estavam 485 comensais, cada um com seu macaquinho), chorando lágrimas de crocodilo, foi aplaudida de pé pelos anfitriões. O ministro da cultura, o nazi-angolano Flora Til (remédio pra caganeira nas horas vagas), notando a minha insegurança diante daquela cena lamentável, pegou o microfone e proferiu: “senhores e senhores (as mulheres já estavam no forno), o Sr. Ferrare merece uma salva de palmas por nos mostrar que conhece a fundo os ideais do sofrimento ao levar esse puto desse macaco ao ápice da dor. É muito lindo tudo isso. O sangue, a chuva, o teu olhar… E choveu merda, governador, choveu merda. Fiz o conclave, falei, chorei, teve briga, tiros, facadas, peguei o avião e aqui estou no Galeão deserto. Um comandante de Airbus desempregado me pediu esmola e informou em código: “a ema gemeu no tronco do juremar. se eu fosse você voltava pro seu mato”. Será, Gov????? Ummagumma Ferrare – ex-Ilha do ex-governador, ex-Brasil, UK, RJ